How About Some Furry?-Fic Interativa

5 Ninguém dorme e todos se conectam parte 2


Notas iniciais
GENTEEEE!!!!!!!!!!!!!!!ME DESCULPEM PELA DEMORA!
O problema é que eu tô cheia de trabalhos,provas e tudo mais que estão me deixando louca!!!!!
Eu prometo agora postar um novo capitulo a cada duas sextas,mas é isso isso que eu posso prometer...Foi mal!
Mas em fim,espero que aproveitem o capítulo...
bjooss

Sunn Misake observava uma briga de casal na calada da noite, ela não ria ou chorava, apenas observava enquanto uma Savannah dava uma surra num tal de Erik.

Ela reconhecia a Savannah, ela fizera parte de experiências assim como ela, mas nem tiveram tempo de se apresentar...

Clash!Clash!

Sunn ficou paralisada e olhou ao redor, procurando a origem do barulho. Sua visão, audição e olfato eram perfeitos e ela sentia que estava perto de sua presa, um lagarto talvez... Foi então que ela lembrou...

-Garoto lagarto, aparece se não quiser um olho roxo!_exclamou Sunn por entre as folhas.

Ouviu-se então um novo farfalhar e...

-Meu nome é Andrew Wheatry!_exclamou Andrew aparecendo logo à frente de Sunn com uma expressão ofendida, ele usava um gorro laranja para esconder as escamas da cabeça, um casaco de neve preto para esconder as do braço e calças tão largas que faziam parecer que ele nem tinha um grande rabo reptiliano._Não garoto Lagarto!

-Tanto faz!_retrucou Sunn olhando para o horizonte._Mas o que você quer comigo, mesmo?

Andrew ficou ao lado de Sunn e ficou encarando o mesmo ponto no horizonte que ela. Lá se encontrava a floresta, por onde eles fugiram e encontraram suas casas.

-Eu não conseguia dormir._respondeu Andrew minutos depois._Então vi você e achei que possamos...

-Conversar?_perguntou Sunn incrédula voltando seus olhos cruéis para Andrew._Só por que estávamos juntos naquela droga de laboratório, não significa que somos amigos.

-Por que não? _perguntou Andrew encarando Sunn. _Estamos todos no mesmo barco!

Sunn gelou ao ouvir o comentário.

Andrew falara de uma coisa que decididamente mexia com ela.

Barcos...

E foi pensando nisso que ela saiu a passos lentos para longe de Andrew.

Ela queria ficar sozinha.

Odiava barcos...

Andrew a observou indo embora e continuou no seu lugar, calado.

Ele percebera que falara algo de errado, mas não tinha a mínima ideia do que foi.

Talvez tivesse sido os barcos... Será que ela tinha medo de barco?

Andrew pensava nisso enquanto observava a menina subir a rua, e uma coisa era certa,ele não ia mais falar de barcos para ela...

Pois entendia o que era pesadelos.

Especialmente depois que fugira do laboratório...

Ele então balançou a cabeça, irritado e esperançoso em esquecer-se do laboratório.

Mas não era tão fácil assim, o que lhe irritava mais ainda.

E foi assim irritado que ele foi caminhando pela rua na direção contraria da de Sunn.

Beatrice Green se virava na cama.

Não conseguia dormir, pois toda vez que fechava os olhos, os pesadelos tomavam conta de sua mente.

Experiências. Seringas. Cativeiro. Fogo. Armas... AHHHHH!Como ela queria que isso tudo para-se!

E foi pensando nisso que ela subitamente se levantou da cama. Observou rapidamente seu quarto, um aposento rosa, fofo e divertido, e foi andando a passos curtos até a janela.

Ela estava aberta e um vento geladinho da noite a deixou acomodada enquanto ela se apoiava no parapeito da janela e observava a rua.

Ela observou as casas brancas, os jardins secos de outono e as arvores com as folhas caindo,tudo como detalhes que nunca percebera antes.E ficou assim observando que ela viu alguém se aproximando pela rua.

Ela o reconheceu imediatamente como o garoto meio lagarto. Ele estava de cabeça baixa e parecia triste, irritado, desolado...

E Beatrice não conseguia suportar isso!Não conseguia ver os outros sofrendo...

E foi pensando nisso que ela pulou da janela.

Um pulo rápido e pratico de uma janela de quase três andares, mas que Beatrice realizou sem o menor problema.

Às vezes ser metade coelho tinha suas vantagens!

Ela então saiu correndo em direção do garoto e chegou lá tão rápido que nem ela acreditou.

-Oie!_disse ela animada parando na frente do garoto de cabeça baixa._Sou Beatrice Green!

-Sou Andrew Wheatry._ respondeu ele olhando para encarar Beatrice e levando um susto._Beatrice, você está sem gorro!

-E daí?_perguntou ela.

Andrew impressionado coma pergunta.

-E se alguém te ver?

-Ai ei falo que estou usando um acessório de cabeça.

-Realista assim?

-È.

-Mas se descobrirem a verdade sobre você.

-Então vão ter descoberto e eu não vou poder fazer nada.

-Não ficara assustada?_perguntou Andrew sem entender como Beatrice podia ter tanta coragem._se eles descobrirem sobre nós, vão nos julgar!

-E por que eles fariam isso?

-Por que somos aberrações!

Beatrice laçou um olhar curioso para o garoto.

-Não sei quem colocou essa ideia na sua cabeça._falou ela dando um sorriso para reconfortar o novo amigo._Mas devia tira lá já!Não tenho medo dos que os pensam de você!

-Mas... Mas..._começou Andrew meio nervoso._Como vou conseguir fazer isso?

-Eu te ajudo._falou ela estendo a mão para Andrew, o qual olhava para ela hesitante.

-Vamos._encorajou Beatrice estendendo ainda mais a mão._Eu não mordo, sou metade coelho!

Andrew deixou passar uma risadinha e segurou a mão de Beatrice.

Ela levantou a mão de Andrew a começou a saltitar baixinho pela rua, levando ele consigo.

No começo, ele apenas andava para acompanhar a nova amiga, mas a medida que avançava pela rua,ele começou a saltitar com ela.

E daí se alguém o julgasse por ser metade lagarto e está a saltitando no meio da madrugada com uma menina metade coelho.

Punt Plock

Punt Plock

Os barulhos de saltitos enchiam a noite.

Punt Plock

Punt Plock

E Rachel Valentine Parker não conseguia dormir. Ela se virou na cama, colocou o travesseiro tampando o ouvido, mas não adiantava... Sua audição era boa demais!

-Problemas para pegar no sono?_pergunta uma voz vinda do outro lado do quarto de Rachel. Ela se sentou na cama em um pulo e encarou a escuridão, encontrando um garoto com lindos olhos azuis, cabelos meio acobreados despenteados, orelhas e rabo de um tigre de bengala.

Rachel não podia mentir: Ele era gato!

-Quem é você?_perguntou Rachel encarando o visitante, ele podia ser gato,mas era um estranho em seu quarto.

-Sou Jonathan Wozencraft. _falou o menino saído das sombras e se aproximando ainda mais da cama de Rachel.

-Mas então Jonathan, eu não quero parecer grossa..._começou Rachel._Mas o que você está fazendo no meu quarto?

-Ah eu..._falou Jonathan colocando os braços atrás da cabeça em sinal de vergonha._Meus pais andaram brigando, então eu fingir dormir e fugi para alguma casa aleatória , mas assim que cheguei ao seu quarto, eu vi você dormindo e... Bom você estava tão fofinha... Que eu fiquei observando sem fazer o menor barulho, isso é,até eu perceber você não conseguia dormir...Mesmo continuando fofinha enquanto se virava na cama...

Rachel abaixou a cabeça, envergonhada pela fala do garoto, mas logo a levantou.

-Mas, espera um instantinho._disse ela ainda um pouquinho envergonhada._Como eu não ouvi você chegar?

-Esses barulhos de saltitos endoidecem qualquer um._falou ele meio irritado.

-Verdade._concordou ela._Mas mesmo assim eu deveria ter ouvido alguma coisa... Você é bastante...

-Cauteloso?_perguntou ele e Rachel concordou._Sou metade tigre, não sou?

Rachel concordou e eles ficaram se encarando por um tempo, até que...

-Acho que então, eu vou embora._anunciou Jonathan meio triste.

-Não!_exclamou Rachel, se arrependendo logo em seguida pelo seu desespero.

Jonathan se voltou para ela sorrindo.

-Quer que eu fique?_perguntou ele radiante.

-Se você quiser..._respondeu Rachel tentando consertar seu desespero. _Sabe , eu não quero que você se meta com seus pais e também não consigo dormir...E a gente podia...Conversar?

Jonathan olhou para ela e assentiu sorrindo.

-Então vem cá._chamou Rachel apontando para um canto da cama.

Jonathan então se dirigiu para o local designado e os dois trocaram olhares envergonhados antes de começar a conversa.

Eles não sabiam explicar, mais havia algo que os atraía bastante um no outro...

Seria um imã gigante?

Paixãozinha de adolescente?

Química?

Só o tempo pode nos dizer...

Carissa Anasthasia Bellatrix andava pelas ruas com a sua mais fiel bichinha: Sua coelhinha de pelúcia Mimi!

Ela sempre tivera muita energia, mas essa geralmente ficava baixíssima na hora de dormir e ela caia no sono. Porém hoje isso não havia acontecido e ela cansada de se revirar na cama como um peixe, resolveu vir dar uma voltinha. E assim querendo, ela pegou sua coelhinha e alguns caramelos para caminhada, pulou da sua janela com facilidade e alcançou a rua, pensando em quantas regras familiares ela tinha desobedecido... Ahhh,mas ela nem ligava para regra alguma!

A mãe de Carrissa sempre dizia três coisas:

-Não brincar lá fora se não tiver ninguém à vista!

Ela não havia desobedecido a essa regra, pois Carissa vira e ouvira com sua visão e audição de coelho que a rua estava com bastante gente, ela também vira a sua vizinha Rachel e um cara pela janela da casa da frente.

Rachel era legal, sempre se apresentava para ser sua babá, mesmo ela tendo uma vez colocado molho de tomate no seu chapéu, e chicletes mastigados atrás da almofada que ela segurava, e recheado molho de pimenta na maça que ela ia comer, e deixado um balde de água em cima da porta que ela ia abrir, e...Muito mais!

Mas o que Carrissa podia fazer?Ela sempre amara fazer pegadinhas, especialmente com seus amigos e suas babás...

-Não coma porcarias antes de dormir! Caramelos não eram porcarias e além do mais, ela não iria dormir mesmo.

-E por último, mas não menos importante, não saia de casa sem avisá-la!Ops!Essa regra foi quebrada, mas fazer o que?È a vida. E Carrissa queria ir lá pra fora tomar um ar.

E foi pensando nisso que ela ficou andando pelas ruas do subúrbio, pescando caramelos de sua mão e conversando com Mimi.

-O que você está achando do passeio, Mimi?_perguntou Carrissa para sua coelhinha.

Mimi ,como sempre, não respondeu,até que:

-Nossa que coelhinha-mini é uma delinquente._falou uma voz masculina.

E Carrissa olhou chocada para Mimi por um tempo, mas logo se convenceu de que a voz não era do bichinho olhou os arredores meio assustada, meio indignada, por alguém ter estragado a sua noite.

-Aqui! _chamou a voz e Carrissa instintivamente se voltou para uma arvore alta.

Suas folhas eram verdes olivas e seu tronco seco de onde surgiam uns liquens e insetos fugitivos. Ela parecia uma arvore normal, se não pelo garoto de cabelos e olhos mel, rabo e orelhas de mico leão dourado, pendurado pelo rabo em um de seus ganhos.

-Vinny!_exclamou Carrissa vindo ao encontro de Vincent Castellan, seu quase irmão mais velho.

-Cari!_cumprimentou Vincent descendo da arvore e colocando Carrissa em seus braços._Como vai a minha pequena delinquente?

-Bem!_respondeu Carrissa animada._E você?

-Ótimo._respondeu Vincent encarando a mão da menina, aquela cheia de caramelos._Isso são...

-Caramelos?_completou Carrissa._São sim, mas são meus!

Vincent riu e colocou a amiguinha no chão.

-Ok, ok._ apaziguou Vincent. _Não se pode se meter com os caramelos de uma coelhinha mini!

Carrissa riu e pegou a mão de Vincent.

-Vem._chamou ela._Vamos caminhar!

Vincent riu e se deixou levar pela garota.

-Ok._respondeu ele._Você está tão cheia de energia!

-Devem ser os caramelos._respondeu Carrissa e os dois riram enquanto caminhavam pela rua.

Naquela noite, tudo estava ótimo!

Até que...

BUM!

Um som altíssimo se interrompeu nos subúrbios.

Carrissa e Vincent viraram o rosto instintivamente em direção ao som.

E o mesmo fizeram Beatrice, Andrew, Rachel, Jonathan, Sunn, Júnior, Savannah e Diana.

Mal eles sabiam que a coisa que fez o som era tão assustadora que eles deveria ter ficado na tentativa de dormir...

Notas finais
Espero que tenham gostado!!!!!!
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