Notas iniciais
Eai Eai!? Assustei vcs? sim sim , era um OneShot, mas veio uma onda de inspiração para mim e decidi fazer uma shotfic que no MAXIMO terá uns 5 caps ok!?
kissus kissus

Marco’s Pov


– Eu te amo Marco – Ouvi a voz de Luffy ecoar pela minha mente. Eu realmente estava muito feliz por ter ouvido isso, mas um lado do meu coração alarmava um problema que eu acabara de criar.


– Bem, Lu, vou te levar para casa – Falei sorrindo, tentando disfarçar a droga que eu fiz.

– Mas por que agora? Eu quero ficar mais um pouco – Falou o menor fazendo um biquinho fofo e seduzente para mim.

– Desculpe-me Luffy, mas eu tenho que resolver outros problemas – Falei baixo, tentando manter o meu tom calmo

– Qual é o problema Marco!? Você me parece estranho – “DROGA” Pensei amaldiçoando a mim mesmo após notar que eu era horrível para esconder meus sentimentos

– Não se preocupe Luffy! Só tenho que resolver um problema – Concluí nervosamente, tentando parecer calmo.


O meu problema era algo muito grave que acabara de acontecer, e esse problema tem nome e sobrenome “Portgas D. Ace”. Ace, o irmão maior de Luffy, esta namorando comigo faz alguns meses, sendo que o sardento não queria contar para o mais novo que tínhamos uma relação, alegando que não quer destruir a inocência do Luffy, "Agora eu acabei de me confessar para Luffy, o que eu fasso? Luffy ou Ace?".


– Pronto, está entregue – Afirmei quando eu finalmente cheguei na porta da casa do mais novo.

– Obrigado mais uma vez Marco, bem...Até logo – Disse o mais novo correndo para dentro de casa com um certo rubor na face


Ace’s Pov



– Garçom! – Ouvi um cliente levantar o dedo, tentando chamar a minha atenção.



Meu nome é Portgas D. Ace, trabalho em uma loja de conveniência como caixa, mas quando tenho tempo livre, arranjo algum outro emprego para suprir as minhas necessidades e as do meu irmão mais novo.


– Qual é o seu pedido senhor!? – Perguntei segurando com a mão esquerda a caneta pronto para anotar o pedido do cliente ( Sim, o Ace na minha fic é canhoto!)

– Quero um hamburger de siri e uma coca – Disse o homem colocando a mão no queixo

– Só tem Pepsi, pode ser!? – Indaguei, enquanto eu me sentia em um comercial.

– Pode!


Após todo o meu expediente de trabalho, voltei para casa correndo, pois eu realmente DESTETAVA deixar Luffy sozinho. Apesar de ter 17 anos, ele ainda é uma criança fraca e inocente, qualquer coisa poderia acontecer, como um ladrão entrar em casa e fazer maldades com o menor, ou ele pode ter colocado fogo na casa “Ace! Fica frio, está tudo bem!” Pensei comigo mesmo tentando me acalmar.


Faltava somente um quarteirão para que eu chegasse em casa, então, para ir mais rápido, peguei um atalho em um beco escuro e úmido entre os prédios, o local não era muito confiável, porém era muito mais rápido que o caminho tradicional.

– Hey, moleque, passe tudo que você tem de valor – Ouvi uma voz grossa vindo atrás de mim em um certo tom autoritário.

– Vai sonhando que eu vou te dar alguma coisa


Em um movimento rápido e leve, virei-me e acertei um soco forte no meio do rosto do homem de meia-idade, que somente limitou-se a grunhir de raiva enquanto segurava o nariz na tentativa inútil de estanca o seu sangramento nasal.


– Seu pirralho, agora vai morrer – O homem mais velho puxou uma arma cinza do bolso e soltou três disparos, sendo que todos os três acertaram o meu peito com precisão.


Luffy’s Pov



O relógio digital do meu quarto já marcava 23:02 da noite, já era muito tarde, e eu já estava preocupado com Ace. Observei pela janela a rua escura e melancólica, que só dependia da luz lunar para ter visibilidade, e concluí “Vou procurar Ace”


Saí de casa após vestir os casacos para me proteger do inverno, e partir para as ruas para procurar o mais velho. Enquanto eu caminhava pelas ruas escuras, eu pegava o meu celular e discava mais uma vez o número gravado como “Ace” no meu telefone. Coloquei o celular no ouvido e aguardei alguns segundo até começar a chamar


TRIIILIIIN TRIILIIIN



“Ué!? Não é o toque do celular do Ace?” Virei-me rapidamente e vi que o som vinha de um beco escuro e que aparentava estar completamente deserto. Entrei no beco inexplorado observando atentamente as paredes dos prédios, até que eu sinto pisar em alguma coisa, algum líquido estranho e viscoso, que não parecia ser água, e perto desse líquido havia uma pessoa deitada no chão aparentemente inconsciente.


– Ace!? – Aproximei-me vagarosamente do corpo imóvel do chão e agachei, tomando altura o suficiente para tocar no corpo – Ace, acorde, temos que ir para casa – Encostei nas costas frias do sarnento, que aparentemente também estava muito molhada, até que eu observo a minha mão com mais atenção a fim de identificar o líquido escuro.


“Sangue” Concluí observando as minhas mãos trêmulas sujas do líquido vermelho gritante


Notas finais
Hambuger de Siri!? kkkkkkkk
Pepsi Poder ser!????? Ri sozinha escrevendo isso! kk
Mas n ri com o Ace, e agora? Oq será q vai acontecer com ele! ( música misteriosa de fundo)
Parei na melhor parte??
Plz, comentem, ou eu fico depressiva
Bjus fofolet, até a próxima