Hot Blood

7 Tons de mim....


Notas iniciais
Esse foi um dos últimos capítulos que escrevi, pois abandonei essa fiction, mas vou tentar voltar, juro que vou....

" Depois de banhar o mundo em sangue, a profecia se cumpriu pela segunda vez, a besta feita pelos humanos se erguia do mar e atravessa as águas e nem seus pés foram molhados, apenas o medo gerou a guerra, nunca mais irão abrir meus mares e assim a devastação teve seu fim". Qwer.

– Vamos mais rápido, temos que acha-los ou nunca mais conseguiremos nosso prestigio. — Dizia o delegado a mãe de nossa sonhadora. — Ela estava ao meu lado vendo sua mãe aos prantos, seu pai havia morrido anos antes de uma infecção egípcia e seu irmão mais velho era depressivo e havia tomado um suco de Cicuta ao fazer vinte anos de vida. Nossa pobre garota desajustada estava morta e havia aceitado minha ajuda. — O limbo não é lugar para uma garota bonita como você. — Disse ao que restou de nossa sonhadora. — Não tenho culpa de ter vindo parar aqui. — Disse ela tão doce.

– Mas acho que dentro de você quer vinga-lá, matar as pessoas que fizeram isso e ainda ficar perto da sua mãe por algum tempo? — Ela mal terminou de ouvir minha proposta e ja disse: — Sim eu aceito tudo que você falou e o que vai falar.

Kurt...

– Não sabíamos quem é esse garoto que ajudou Y ou queria me matar. Ele acabou de chegar na escola e tem algumas aulas comigo, E quando eu entrei na sala ao lado de Y e Eligee ele não teve nem uma reação, porem agora aqui estou eu com um garoto esfregando o pau dele em minha bunda sobre o jeans, ele era tão sexy, mesmo querendo cortar meu pescoço fora, ele era sexy, aquele cabelo marrom, olhos negros e uma boca que deveria ter sido desenhada por algum pai 1.0000 vezes mais bonito e alguns anos mais velho, o perfume dele era maravilhoso e deixava qual quer mulher louca. Eu já estava assim, imagine uma mulher, bem mas eu ainda não entendi por que ele veio me atacar. Qual é apenas o gay bruxo que ama Lana Del Rey Sofre?

– Eu quero que vocês me entreguem agora. — Pedia o bandido sensual que estava quase cortando meu pescoço. — Nós não temos nada. — Respondi acabando com meu ar por conta própria, eu estava querendo desmaiar assim ele poderia me soltar ou matar de vez.

– Tem sim, eu sei quem vocês são. — Ele tinha uma voz maravilhosa, a altura e o corpo de um garoto de 18 anos e estou apaixonado. — Olha eu sei que nos somos estranhos e que temos poderes, mas eu também sei que essa adaga ai veio do lado imortal do mundo e sei que pelas inscrições que contem nela você e um caçador de tesouros. — Falou Eligee mexendo uma das mãos, ou ela iria matar ele ou estava tentando fazer algo. Eu ainda não sabia qual era a dela, mas espero que seja boa.

– Olha eu não sou uma bruxa, sou apenas uma Hungalien, mas tenho um amigo Wicca e Bruxo e uma amiga humana e nem um de nos pegou nada que possa pertencer a você. — Eligee estava tentando convencer o garoto de que nos não temos nada que ele queira.

– Vocês tem o que eu procuro. Ele foi roubado a quatro noites atrás do castelo meino no mundo de baixo. E como eu senti o cheiro de magia pesada segui o cheiro e vim parar aqui, mas eu já estudo aqui a alguns anos. — Ele estava mais calmo e me deixando em um espaço maior. — Mas você não tem como saber se fomos nós, digo aqui nessa escola tem milhares de criaturas demoníacas e meio sangue, alias até temos nossos espécimes humanos normais. — Eligee estava tentando fazer uma piada, mas como todos sabem ela é péssima nisso.

– Mas as criaturas que ficaram trancadas e não podem atravessar o portal precisam do que foi roubado. — Ele estava mais preocupado com as criaturas do mundo de baixo que com ele mesmo. — Eligee conseguiu o distrair e ele me soltou, e agora se aproximava de Y que estava deitada ainda em sono profundo na maca.

– O que aconteceu com ela? — Perguntou o jovem assassino. — Ainda não sabemos — Respondi. Eligee olhava para ele quando ele escondeu a adaga dentro de um um pano e a colocou na meia, era uma legítima lâmina forjada para caçadores, porém a energia dele não era a de um humano e ele se preocupa com quem ficou preso no mundo de baixo.

– Ela não respondeu nem mesmo a magia, quando joguei um feitiço para que ela acordasse tudo se tornou fumaça e sumiu na hora que você chegou. — Falei, tentando ter alguns segundo da atenção do jovem assassino que queria me matar minutos atrás.

– Ela não reagiu até agora, mas achamos que ela esta sobre muito stress e ela não anda dormindo muito bem ultimamente, porém ela é humana, então deve ser stress mesmo. — Eligee consegui a atenção dele, ele olhava para Eligee e para Y ali deitada, ele estava parado como se estivesse planejando o próximo passo. — Foi quando a porta voltou a abrir, era Zach e a senhorita Sveen mãe da Y.

– Ela ainda não acordou? — Perguntou Zach. — Não professor ela esta respirando e ficou quente novamente, mas continua inconsciente. — Zach olhou para o garoto e fez-lhe uma de suas expressões de raiva, Zach era diferente de todos os outros professores, ele é bonito e não importa-se com orientação sexual como o Miller nosso ex-professor de História Natural, ele não me ajudava pelo simples fato de que eu não tinha uma boceta no meio das pernas, mas foda-se ele como digo a maioria das vezes " I Don't Care"

– Venha comigo senhor... — Zach chamou o garoto — Hooligan, Ernest Hooligan. — Terminando a frase do professor o garoto falou o nome e saiu seguindo Zach. — Eu senti uma energia estranha no ar entre eles então lógico deixei Eligee e a Senhora Sveen com a Y.

– Não era para você ter ido mexer com eles, você sabe que o garoto e a garota que esta inconsciente tem um poder maior que você pode imaginar, eles são muito especiais e eu avisei isso. — O garoto era uma espécie de insubordinado de Zach. — Eu sei, mas eu tinha que tentar e Hale disse que eles ainda não sabem de nada. — Eles começaram a falar mais baixo e eu sai correndo de volta para a enfermaria quando ouvi os paços deles.

– Depois de alguns segundos que eu entrei, Zach e Ernest abriram a porta e entraram. — Bem eu tenho que ir para minha aula, adeus senhora Sveen, desejo melhoras para sua filha, tchau Kurt e Eligee. — Ele saiu. "Every single night and every single day

I'mma do my thing, I'mma do my thing

So don't you worry about me I'll be okay

I'mma do my thing, cause I'mma do my thing" — Bem eu e a senhora Sveen vamos levar Yhyen para um hospital e vocês devem ir para suas salas o mais rápido possível. — Ele era tão lindo, mas estava planejando algo dentro daquela cabeça complicada.

Eligee...

– Sério K você acha que o Zach esta tramando algo contra nós? — perguntei. — Sim Eligee eu ouvi o Zach falando com o Ernest que nós eramos perigosamente perigosos e ele falou o meu nome e o da Y, ele não comentou nada sobre você, mas sim sobre Y. — Ele deve ter entendido errado, mas Y é uma humana e nós quebramos o trato da Bruxaria com ela por a nossa amizade.

– Mas o que Zach sabe sobre magia? — Perguntei a K. — Eu não sei Eligee, mas ele sabe, isso ele deixou bem claro que ele sabe sobre Ernest e ele é empregado de Zach de algum modo. — Temos de voltar ao mundo de baixo — K soava ansioso, ele visitou uns feiticeiros a algumas semanas atrás para continuar a treinar já que sua vó quer lhe ensinar apenas magia branca e a vermelha, enquanto eu fico com a velha magia verde e vermelha, bem, mas eu iria deixar ele ir sozinho, pois da ultima vez ele quase foi morto por um necromante e pelo que eu saiba o mundo de baixo é muito perigoso e ainda mais quando tem patrulhas de arcanjos.

..... ...

– Ainda estou a procura de humanos que foram desencarnados para que possa acabar essa guerra e que os demônios possam ficar com tudo, bem eu trabalho para ambos os lados e para ambos os lados eu sou um entregador de almas, para eles eu sou apenas mais uma criação de merda de Nehe, mas não é bem assim, eu tenho uma utilidade, como foder com humanos quando possuo eles e agora tenho uma empregada, minha pobre sonhadora que esta a procura da sua vingança.

...

– Era e Dany são um casal lésbico, Era é a macho alfa e Dany ea feminina, bem elas se amam de uma maneira inusitada, ao menos podemos chamar de amor, já que para o mundo elas não passam de um retrato pintado por John Waters, depois de seu sucesso com o cinema trash, mas isso não tem nada de trash, mas sim partículas de radioatividade e ciência maldita, bem mas sendo ou não isso se chama felicidade.

Yhyen...

– Mamãe não esta em lugar algum e tudo esta em preto e branco, nem mesmo o sol tem cor, eu passeio pela casa até chegar ao meu balanço, no radio ainda toca Spice Girls Wannabe, depois de minutos balançando e olhando para o céu resolvo ir para a caixa de areia me sujar e colocar areia na minha calcinha, pela milésima vez no ano eu tive o mesmo sonho ruim, ele vem me visitar e acaricia meus cabelos, ele diz que é meu pai, mas depois ele puxa toda minha energia e corta meus cabelos, ele diz que beijos de sangue são melhor, mas não quando junta sangue e sangue na mesma veia nem na mesma boca.

– Mamãe o homem de preto veio me visitar mais uma vez. — Minha mãe ficou de joelho e me beijou na testa. — Calma filha ele não vai mais nos incomodar. — Minha mãe tentava me tranquilizar, mas Y me falava que ela estava mentindo. — Elly onde você esta? — Minha mãe gritou subindo para o segundo andar. — Ella como você pode deixar a Y sozinha, eu disse que era perigoso, agora tenho que acabar com a memoria dela novamente, ja conversamos sobre isso cada vez que a lembrança voltar ela trás ele até aqui e da próxima vez ele poderá tentar levar ela e isso não pode acontecer de maneira alguma entendeu? — Mamãe estava brava com Ella, mas Ella apenas balançou a cabeça e ficou tudo bem. — Olha quem esta nos espionando?

– Ora ora senhora Yhyen eu não falei que era para você ficar lá embaixo? — Não mamãe a senhora não me pediu nem falou nada sobre esperar lá embaixo. — Minha mãe estava com uma cara de fúria e faltava apenas dois dias para o meu aniversário de sete anos, não vai ter festa, pois e eu não tenho amigos e os vizinhos me odeiam pelo fato de ser diferente, pelo menos é o que mamãe diz.

" Filha ser pobre não é problema, mas ser um pobre que odeia outros pobres sem motivo te faz ser a criatura mais insensata e insana do universo, devemos aceitar todos, pois eles nunca serão iguais a eu e você. Ser diferente é a melhor coisa que há. " Mamãe gostava de longos discursos, ela era igual ao autor de as Crônicas de Nárnia. — Vamos Yhy, quero que você conheça umas amigas da vovó, elas são umas velinhas maravilhosas.

– Mamãe me colocou no carro e apertou meu cinto, Ella fica sempre sozinha em casa quando temos de visitar as amigas da vovó. — Yhy onde estamos indo? — Perguntou Y, minha amiga que vive dentro da,minha mente, ela é tão legal e ela mora dento de mim e me ajuda sempre, ela me da concelhos. — Mãe Y esta falando que não quer ir a casa das amigas da vovó. — Filha a amiga imaginaria de novo não, já chega.

– Y é minha conselheira e amiga, minha única amiga e ela diz que do minha primeira vida, eu converso com ela mesmo minha mãe me dizendo que estou ficando louca, mas eu quero fazer isso, Y não quer que eu vá e ela nunca mentiu para mim. — Mas mamãe não quero ir, daqui a pouco começa Rebelde e eu não posso perder a novela, mãe.

– Mesmo assim nós vamos Yhyen, você não tem que querer e diga a Y que ela tem que ir também. — Ela já ouviu mãe. — Mamãe ligou o radio e estava tocando Hush,Hush do Pussycat Dolls, mamãe aumentou o volume do radio do carro e saímos.

– Yhyen nos vamos para a casa das murtas de novo, sua mãe vai fazer tudo sumir até mesmo eu, isso não pode acontecer de novo.

– Y eu já sei, mas você sempre dá um jeito de voltar, então posso ir e não sei o que elas vão fazer. — Falava dentro de mim para mim mesma.

– O bloqueio que nos prende não ira suportar mais Yhy, o quartinho tem que ser aberto, nossos irmãos dependem de nós, você sabe que o seu sangue que era meu sangue tem poder você tem que saber disso e se você for de novo naquelas murtas malditas tudo o que eu te falei ira sumir de novo pela milésima vez em menos de um ano. — Y ele não pode nos visitar, mamãe não gosta dele e ele me assusta, ninguém sabe como ele é, ele entra em casa sem ninguém ver e você mesma afirmou que ele não presta Y.

– Okay chegamos querida. — Minha mãe disse saindo do carro. — Já vou descer mãe, espere que estou amarrando o cadarço.

Sai e era a mesma casa de antes, telhas de barro vermelho e uma cor batida, algumas rosas em um canteiro pequeno ao lado da casa, simples e abstrata deve ser o tema de quem mora lá.

– Vem. — Disse minha mãe me puxando pelo braço. — Entramos e era uma casa normal, bichos de louças nas paredes com um papel de parede marrom, fomos para a sala de visitas e lá já era completamente diferente, nada de casa, mas sim uma grande caverna banhada por ou branca, andando mais pra frente pude avistar três senhoras que se pareciam muito. — gêmeas. Pensei depois.

– Elas estavam em cadeiras de aço tecendo algo, eram fios intermináveis, eram fios como os que as aranhas produzem, eles estavam em grandes cestas de palha, olhar para dentro das ceatas era estranho, elas não tinham fundo, era apenas uma escuridão sem fim.

– Mocinha nós não esperávamos te ver aqui com tanta antecedência. — Disse uma das velhas senhoras. — Ela está recuperando a memória rápido e ele esta visitando ela de novo. — As velhas me sentaram em uma cadeira e pediram para esperar. — O M nunca irá parar de visita -la, o que nos fazemos e que ela esqueça de tudo, incluindo a criatura que vive dentro dela, mesmo assim nunca conseguiremos matar ela e sua filha e esse ser estão mais ligados que o infinito, nem conseguimos chegar nesse ser, ela tem algo muito grande e forte. — Eu estava ouvindo tudo sem mamãe perceber e elas falavam sobre mim e Y, ela sempre dizia a mesma frase "Yhy estamos mais ligadas que o infinito, aquele pequeno mapa, nem mesmo chega ao nossos pés"

– Nós não sabemos onde uma começa e a outra termina, elas não partilham apenas o corpo, mas elas partilham alma, essência, ponto de compunção, elas nasceram para se juntarem e agora que isso aconteceu nunca mais irão ser separadas. — Uma das velhas se levantou e sem que ei percebesse veio atrás de mim e pegou em meu ombro. — Mocinha você não acha falta de respeito ouvir os adultos? — Os olhos da velha senhora estavam extremamente brancos e não tinhas Íris eram apenas dois grandes vazios.

– Elas me colocaram sobre uma espécie de mesa de mármore preto e finalmente eu apaguei...

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!