O Rei do Crime...

É assim como os mais insignificantes dos criminosos o chamam.

Wilson Fisk é o dono de uma grande empresa de arquitetura e ciência, as Indústrias Fisk. Por mais que as Indústrias de Wilson Fisk sejam altamente reconhecidas, elas não chegam perto de estarem nas cinco empresas mais influentes e importantes do mundo, sendo as Indústrias Stark, a primeira e a Oscorp, a segunda. Fisk sabe que sua indústria não é a melhor no quesito ciência, mas com certeza é a melhor na arquitetura, até porque, a Oscorp de Washington e a recém-formada escola denominada Instituto Xavier foram construídas e planejadas por Fisk e seus funcionários. Mas, por trás deste conhecido dono de indústrias, Fisk comanda o crime em Nova York; quando alguém o trai, dificultando seus planos, ele o mata ou suborna policiais para prendê-lo durante um tempo indeterminado.

...

A porta se abriu e de lá, entrou um Fisk, com grossos braços e pernas, não tinha cabelo e trajava um roupão preto, feito para um relaxamento. O homem andou até uma cama, que em cima, tinha um garoto, pequeno e frágil, coberto por um grande e grosso edredom, ele dormia calmamente; Fisk sentou-se na lateral da cama e acariciou a bochecha do menino, que se ajeitou na cama, virando para a parede, tirando um pouco o cobertor de seu corpo, que foi colocado logo depois por Fisk, que se levantou, foi até a porta e a fechou, impedindo que a luz do corredor de fora entrasse no quarto escuro.

Uma mulher de cabelos negros aproximou-se até ele, que já sabe o que ela irá dizer.

– Senhor... – Ela falou, pressionando a tela de seu iPad, entrando no site YouTube e clicando em um dos vídeos com mais visualizações, cujo título era: “Vigilante HUMILHA dois bandidos”.

– Eles foram pegos novamente, não é? – Sua voz era grossa, com um tom raivoso.

– Sim. – Ela respondeu, entregando a ele o iPad. – Veja. – Fisk assistiu o vídeo, vendo um jovem fantasiado enfrentando Maxwell Dillon e Adrian Toomes, dois míseros bandidos que ele sempre tira da prisão quando são colocados naquelas celas; o jovem parecia sem medo algum, sendo muito rápido e forte em um determinado momento.

– Há quanto tempo esse garoto nos prejudica? – Perguntou Fisk, devolvendo à ela o iPad, se virando e andando pelo corredor iluminado com lâmpadas e decorado com pinturas famosas e caras.

– Seis meses, senhor. – Ela respondeu.

– Contrate o Sr. Schultz e dê à ele o nosso protótipo. – Fisk continuou andando pelo corredor, até que parou quando viu grandes vidraças, semelhantes à de seu escritório. Nova York é absurdamente bela, mesmo quando está cheia de criminosos nas ruas...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.