Notas iniciais
Oie♥ Agora é a hora que vocês começam a me bater por estar toda enrolada com Riptide e inventar de escrever outra fic. Mas calma que eu vou explicar! Bem, vocês não fazem ideia de quanto é dificil escrever RPT(A fanfic é só uma palavra e eu to abreviando). Eu sempre preciso de no minimo duais semanas para escrever, e nem sempre fico satisfeita com que eu fiz. Nessa fanfic estou disposta e me esforçar mais, a ponto de vocês entrarem na cabeça da Mabel, sentirem o que ela está sentido, pensar como ela. Mas não se procupem, vou continuar escrevendo RPT. Espero que gostem♥

Lembro-me como se fosse ontem da primeira morte que prensenciei.

Dia 7 de Dezembro de 2004. Antes da minha família se tornar a mais bem sucessidada de Atlanta. Ou também conhecida como a época que eu ainda era doce.

Lá estava eu, com apenas seis anos de idade. Eu vestia um casaco acolchoado cor de rosa, calças de moleton, uma luvinha protegia meus dedos frios, e meus fios de cabelos escuros estavam puxados para trás e presos por um elastico.

Eu encarava tudo a minha volta, como se aquilo me alimenta-se. Adorava dezembro. Adorava os pequenos flocos de neve branquinhos, a decoração de natal começando a apareser nas casas, a correria dos adultos para comprar os presentes de ultima hora, as crianças rindo enquanto jogavam bolas de neve umas nas outras, e por último, mas não menos importante o chocolate quente. Sempre fui gulosa.

Meu braço estava esticado para poder alcançar a mão de minha mãe, Elyze Watson, estavamos indo para um Walmart para comprar os imgredientes para fazer um jantar surpresa para o meu pai, na intenção comemorar a sua incrivel(Ou seria maldita?)promoção no trabalho.

Eu sempre ficava absmada com a beleza de minha mãe, e as vezes a comparava com uma princessa dos contas de fadas que eu lia. Seus olhos são de um tom azul belissimo, seus cabelos são claros, lisos sem nenhuma ondulação, e por fim sua pele que paresia porcelana.

Então eu a vi, atrevesando a rua. Eu sabia quem era ela, sabia que seu nome era Jenyfer Evans, a conhecia, pois todos os dias ela ia para a escola onde eu estudava para levar e buscar sua irma mais nova, Jenyfer não tinha mais que vinte anos, ela iria cursar jornalismo, seus olhos irradiavam felicidade por ter recebido a tão esperada carta, anunciando que foi aceita na univercidade.

Os sonhos, o futuro,e a vida de Jenyfer foram destruidos bem diante dos meus olhos, quase em camera lenta. Vi Jenyfer atrevesar rua, cometendo o erro não olhar para os lados. Vi um carro passando, e o motorista não a viu, já que estava no telefone. Ouvi o grito agúdo de Jenyfer silênciando as risadas, e as conversas, ecoando em toda a rua. Vi seu sangue sujando o asfalto, e espirando, sujando tudo o que estava mais proximo a ela, inclusive meu casaco cor de rosa. Vi seu corpo sendo lançado por conta do impacto.

Várias pessoas correram até seu corpo sem vida, tentando inutimente ajuda-la, o motorista já estava fora do carro, com as mãos na cabeça, tentando se explicar. A expressões de todos estavam numa mistura de terror, pena, e surpresa.

E naquele momento descobri que sangue não é vermelho. Sangue é bem mais escuro, quase preto. É essa a cor da morte.

Senti a mão de minha mãe em meu ombro, me empurrando para longe daquela cena.

Seis anos se passaram depois daquele dia, mas ainda lembro da vida de Jenyfer se esvaindo. Eu custamava acordar assustada depois de ter um pesadelo onde ela aparecia.

Claro que isso é besteira, já que morte hoje em
dia não é nada mais que minha rotina.

Notas finais
Não sei se vocês perceberam, mas eu adoro matar gente nos prólogos kkkk. Ficou pequeno? Ficou, mas prometo que proximo cap vai ser maior. Não esquece do comentario e beijos!!!