Hogwarts lendo Harry Potter
3 O outro ministro - parte 1
Capitulo 1 – O Outro Ministro – parte 1
‘’o queee?’’ gritou umbridge
‘’o que será que aconteceu?’’ perguntou Simas
‘’Não sei, mais deve ser alguma coisa grave’’ rebateu Dino Thomas
O ministro não tinha falado nada estava assustado demais por saber que tinha perdido seu cargo, ele estava procurando uma resposta para sua própria pergunta ‘’como?é o porque ele tinha perdido o seu cargo?’’
O salão principal estava cheio de pessoas se perguntando se o ministro realmente tinha perdido o seu cargo Hermione vendo a tensão sobre o salão voltou a ler.
Era quase meia-noite e o Primeiro Ministro estava sentado sozinho em seu escritório, lendo um longo memorando que percorria seu cérebro sem deixar vestígios de qualquer significado. Ele esperava por uma ligação do Presidente de um país bem distante e, entre o pensamento de quando aquele homem desprezível ligaria e a tentativa de esquecer as memórias desagradáveis do que tinha sido uma longa, cansativa e difícil semana, não havia mais espaço algum em sua mente para qualquer outra coisa. Quanto mais ele tentava concentrar-se no texto da página em sua frente, mais claramente o Primeiro Ministro podia ver o rosto triunfante de um dos seus oponentes políticos. Esse oponente em particular, havia aparecido nas notícias naquele dia, não apenas para enumerar todas as coisas terríveis que haviam acontecido na última semana (como se alguém precisasse ser lembrado) mas também para explicar que toda e qualquer uma delas era culpa do governo. O pulso do Primeiro Ministro acelerou-se diante de todas aquelas acusações, que não eram nem justas nem verdadeiras. omo podia seu governo deter o derrubamento daquela ponte? Era ultrajante para qualquer um sugerir que eles não estavam investindo o suficiente em pontes. A ponte tinha pouco menos de dez anos, e nem os especialistas conseguiam explicar como ela havia se partido em dois, lançando uma dúzia de carros às profundezas aquosas do rio abaixo. E como alguém poderia ter a ousadia de insinuar que a falta de policiais que havia resultado naqueles dois sórdidos e afamados assassinos? Ou que o governo havia de alguma maneira previsto o furacão anormal no Oeste que havia causado danos tanto às pessoas quanto às propriedades? Era sua culpa se um dos seus Jovens Ministros, Herbert Chorley, havia escolhido essa semana para agir tão peculiarmente que ia estar passando muito mais tempo com sua família?
“Um terrível estado de espírito assolou o país”, o oponente havia concluído, mal ocultando sua larga expressão.
E, infelizmente, isso era perfeitamente verdade. O Primeiro Ministro mesmo sentia isso; as pessoas realmente pareciam mais miseráveis que o normal. Até o tempo estava sombrio; toda essa fria neblina no meio de Julho...isso não estava certo...isso não era normal...
Ele acabou a segunda página do memorando, viu o quão longe tinha ido e desistiu de uma vez desse mau trabalho feito. Alongando seus braços acima de sua cabeça, olhou em torno do seu escritório desapontado. Era uma bonita sala, com uma fina lareira de granito em frente às longas janelas uniformes, fechadas firmemente contra neblina fora de estação. Com um leve tremor, o Primeiro Ministro levantou-se e seguiu em direção a janela, observando a fina neblina pressionando-se contra o vidro. Enquanto ele estava de costas para o quarto, ele ouviu uma fraca tosse atrás de si.
Ele congelou, frente a frente com sua própria expressão de medo refletida no escuro vidro. Ele reconheceu aquela tosse. Ele já a tinha ouvido antes. Ele se virou, bem lentamente, encontrando com a sala vazia.
“Olá?” ele tentou soar mais bravo do que se sentia.
Por um curto momento ele se permitiu apegar-se a uma impossível esperança de que ninguém pudesse responder. Entretando, uma voz respondeu primeiro, rápida, a voz decisiva soou apesar de estar lendo um relato preparado. Estava vindo – como o Primeiro Ministro já tinha conhecimento desde a primeira tosse – o pequeno homem froglike(sapo) vestindo uma longa peruca prata a qual estava pintada em uma pequena e suja imagem a óleo na outra extremidade do quarto.
Era quase meia-noite e o Primeiro Ministro estava sentado sozinho em seu escritório, lendo um longo memorando que percorria seu cérebro sem deixar vestígios de qualquer significado. Ele esperava por uma ligação do Presidente de um país bem distante e, entre o pensamento de quando aquele homem desprezível ligaria e a tentativa de esquecer as memórias desagradáveis do que tinha sido uma longa, cansativa e difícil semana, não havia mais espaço algum em sua mente para qualquer outra coisa. Quanto mais ele tentava concentrar-se no texto da página em sua frente, mais claramente o Primeiro Ministro podia ver o rosto triunfante de um dos seus oponentes políticos. Esse oponente em particular, havia aparecido nas notícias naquele dia, não apenas para enumerar todas as coisas terríveis que haviam acontecido na última semana (como se alguém precisasse ser lembrado) mas também para explicar que toda e qualquer uma delas era culpa do governo.
O pulso do Primeiro Ministro acelerou-se diante de todas aquelas acusações, que não eram nem justas nem verdadeiras.
Como podia seu governo deter o derrubamento daquela ponte? Era ultrajante para qualquer um sugerir que eles não estavam investindo o suficiente em pontes. A ponte tinha pouco menos de dez anos, e nem os especialistas conseguiam explicar como ela havia se partido em dois, lançando uma dúzia de carros às profundezas aquosas do rio abaixo. E como alguém poderia ter a ousadia de insinuar que a falta de policiais que havia resultado naqueles dois sórdidos e afamados assassinos? Ou que o governo havia de alguma maneira previsto o furacão anormal no Oeste que havia causado danos tanto às pessoas quanto às propriedades? Era sua culpa se um dos seus Jovens Ministros, Herbert Chorley, havia escolhido essa semana para agir tão peculiarmente que ia estar passando muito mais tempo com sua família?
“Um terrível estado de espírito assolou o país”, o oponente havia concluído, mal ocultando sua larga expressão.
E, infelizmente, isso era perfeitamente verdade. O Primeiro Ministro mesmo sentia isso; as pessoas realmente pareciam mais miseráveis que o normal. Até o tempo estava sombrio; toda essa fria neblina no meio de Julho...isso não estava certo...isso não era normal...
Ele acabou a segunda página do memorando, viu o quão longe tinha ido e desistiu de uma vez desse mau trabalho feito. Alongando seus braços acima de sua cabeça, olhou em torno do seu escritório desapontado. Era uma bonita sala, com uma fina lareira de granito em frente às longas janelas uniformes, fechadas firmemente contra neblina fora de estação. Com um leve tremor, o Primeiro Ministro levantou-se e seguiu em direção a janela, observando a fina neblina pressionando-se contra o vidro. As he stood with his back to the room , ele ouviu uma fraca tosse atrás de si.
Ele congelou, frente a frente com sua própria expressão de medo refletida no escuro vidro. Ele reconheceu aquela tosse. Ele já a tinha ouvido antes. Ele se virou, bem lentamente, encontrando com a sala vazia.
“Olá?” ele tentou soar mais bravo do que se sentia.
Por um curto momento ele se permitiu apegar-se a uma impossível esperança de que ninguém pudesse responder. Entretando, uma voz respondeu primeiro, rápida, a voz decisiva soou apesar de estar lendo um relato preparado. Estava vindo – como o Primeiro Ministro já tinha conhecimento desde a primeira tosse – o pequeno homem froglike(sapo) vestindo uma longa peruca prata a qual estava pintada em uma pequena e suja imagem a óleo na outra extremidade do quarto.
“Para o Primeiro Ministro dos trouxas. É urgente nosso encontro. Por gentileza responda imediatamente. Sinceramente. Fudge.” O homem na pintura olhou investigando o Primeiro Ministro.
“Er...” disse o Primeiro Ministro “escute...essa não é uma boa hora para mim...eu estou esperando um telefonema, você entende...do presente do...”
“Isso terá que ser remarcado” disse o quadro de uma vez. O coração do Primeiro Ministro parou. Ele estava apavorado com aquilo.
“Mas eu realmente estava de preferência esperando falar...”
“Que tal arranjarmos que o Presidente esqueça de telefonar? Ele ligará amanhã a noite ao invés de hoje.” disse o pequeno homem “Gentilmente responda imediatamente para o Sr. Fudge.”
‘’Não estou entendendo nada’’ disse um primeirista
‘’Nen eu’’ rebateu outro
“Eu...ah...muito bem.” Disse o Primeiro Ministro fragilmente “Sim. Eu verei Fudge.”
Ele apressou-se de volta a sua mesa arrumando sua mesa então partiu. Ele tinha apenas retomado a sua cadeira, e arrumado em sua face o que ele esperava uma relaxada expressão, quando brilhantes chamas verdes explodiu em sua vida dentro da lareira vazia, abaixo de sua abóbada de granito. Ele assistiu, tentando não denunciar a centelha de surpresa ou alarme, então um distinto homem apareceu por entre as chamas girando tão rápido até o topo. Segundos depois, ele tinha escalado para fora encima de um fino tapete antigo, escovando a cinza e longa manga listrada de sua capa, um cal e verde chapéu amassado em suas mãos.
“Ah...Primeiro Ministro...” disse Cornélio Fudge, caminhando, com a mão estendida a frente “É bom, vê-lo de novo.
O Primeiro Ministro não poderia honestamente escapar satisfeito para ver Fudge, que em suas ocasionais aparições, aparte sendo um correto alarme em ambos, geralmente tenciona que ele estava ouvindo algumas más notícias. Além disso, Fudge estava lançando um olhar distintamente ansioso. Ele estava mais magro, mais calvo e grisalho e sua face tinha uma enrugada expressão. O Primeiro Ministro tinha visto aquele tipo de expressão em políticos antes, e nunca é um bom sinal.
Como eu posso ajudá-lo?” ele disse, apertando a mão de Fudge brevemente gesticulando em direção a mais difícil das cadeiras em frente a mesa.
“Difícil saber por onde começar” murmurou Fudge, arrastando a cadeira, sentando e depositando o chapéu em seus joelhos “O que uma semana, o que uma semana...”
Tive uma péssima semana também, e você?” perguntou o Primeiro Ministro com rigor, esperando conduzir a conversa que ele já entendia por encerrada e apanhou um objeto na mesa já sem nenhuma expectativa de ajudar Fudge.
“Sim, é claro.” disse Fudge, esfregando seus olhos cansadamente e olhou de forma impertinente para o Primeiro Ministro “Eu tenho tido a mesma semana que você teve, Primeiro Ministro. A ponte de Broakdale...os assassinos Bonés e Vance...sem mencionar a desordem em West Country...”
“Você – er – seu – eu quero dizer, alguns do seu pessoal estiveram – estiveram envolvidas com estes – estes acontecimentos, não é?”
Fudge fitou o Primeiro Ministro com um especial carrancudo olhar.
“Claro que eles estiveram” ele disse “Certamente, você percebeu o que vem acontecendo?”
“Eu...” hesitou o Primeiro Ministro.
Isso era precisamente um tipo de comportamento que o fazia apreciar muito menos, as visitas de Fudge. Ele era, apesar de tudo, o Primeiro Ministro e não apreciava ser feito de ignorante, como um garoto de escola. Mas claro, ele estava apreciando isso desde sua primeira visita com Fudge, em sua primeira noite como Primeiro Ministro. Ele lembrou-se como se fosse ontem e sabia que isso o amedrontaria até seus últimos dias.
Ele permaneceu em pé sozinho em seu escritório, saboreando o triunfo que era seu depois de tantos anos de sonho e planejamento, quando ele tinha ouvido a fraca tosse as suas costas, apenas como hoje a noite, e virou-se para encontrar aquele pequeno e feito retrato falando com ele, anunciando que o Ministro da Magia tinha chegado e estava sendo introduzido.
Naturalmente, ele tinha pensado que a longa campanha e tensão que as eleições tinham causado nele o levariam a loucura. Ele estava aterrorizado para encontrar o retrato falando com ele, apesar de este não ter sido nada comparado em como ele tinha se sentido quando um auto-proclamado bruxo saltou da lareira e apertou sua mão. Ele ficou mudo durante a amigável explicação de Fudge de que havia bruxas e bruxos ainda morando em secretas partes do mundo, e seu ato seguro de que ele não estava incomodando sua cabeça sobre eles o Ministro da Magia se sentiu na responsabilidade sobre toda a comunidade mágica e preveniu a população não-mágica de não ter consciência deles. Isso era, Fudge disse, um trabalho difícil que engloba todos os regulamentos de responsabilidade no uso de vassouras para manter a população de dragões sob controle (o Primeiro Ministro lembrou de ter agarrado com força o suporte da mesa nessa ponto). Fudge então deu um tapinha no ombro do ainda abismado Primeiro Ministro de uma maneira paternal.
“Não se preocupe.” ele tinha dito “Há chances de você nunca me ver de novo. Eu apenas o incomodarei caso alguma coisa realmente séria aconteça, algo que posso afetar os Trouxas — a população não-mágica, eu deveria dizer. De qualquer forma, viva e deixe viver. E eu devo dizer, você está aceitando isso muito melhor que seu antecessor. Ele tentou me jogar para fora da janela, pensou que era trote planejado pela oposição.”
Neste ponto, o Primeiro Ministro havia encontrado a voz que se perdera.
“Você – você não é um trote, então?”
Isso tinha sido sua última desesperada esperança.
“Não.” disse Fudge gentilmente “Não. Eu receio que eu não sou. Veja.”
E ele transformou a xícara de chá do Primeiro Ministro em um rato.
“Mas.” disse o Primeiro Ministro ofegante, assistindo a sua xícara de chá roer a ponta de seu discurso “Mas, por que – por que ninguém me disse — ?”
“O Ministro da Magia apenas se revela para o Primeiro Ministro Trouxa do Dia” disse Fudge, guardando sua varinha de volta em sua jaqueta “Nós achamos que é o melhor jeito de se manter o segredo.”
“Mas, então...” balbuciou o Primeiro Ministro “mas por que não tem uma preparação para o Primeiro Ministro prevenir a mim -?”
Então, nesse ponto, Fudge realmente riu.
“Meu querido Primeiro Ministro, você não vai contar a ninguém?”
Ainda gargalhando, Fudge jogou um pouco de pó na lareira, encaminhando-se para dentro das chamas esmeraldas e desapareceu com um forte som de um sopro. O Primeiro Ministro pôs-se de pé, permanecendo completamente imóvel, e percebeu que ele nunca, não importava o quanto vivesse, ousaria mencionar esse encontro a nenhuma alma viva, pois quem em todo esse vasto planeta acreditaria nele?
O choque o pegou de surpresa por um momento enquanto desaparecia. Por um tempo ele tentou se convencer de que Fudge tinha realmente sido uma alucinação provocada pela carência de sono devido a campanha de eleição. Em uma inútil tentativa de livrar-se das lembranças desse desconfortável encontro, ele deu o rato para sua alegre sobrinha e instruiu seu secretário pessoal de tirar aquele quadro do homem feio que anunciou a vinda de Fudge. Para o pavor do Primeiro Ministro, entretando, o quadro tornou-se impossível de ser retirado. Quando vários carpinteiros do tesouro público acabaram com suas tentativas, sem sucesso, de arrancar o quadro da parede, o Primeiro Ministro desistiu da idéia e simplesmente resolveu ter esperança de que a coisa permanecesse imóvel e em silêncio pelo resto de seus serviços naquele escritório. Ocasionalmente, ele poderia jurar que avistou, pelo canto do olho, o ocupante do quadro bocejar, ou coçar seu nariz; mesmo que, na primeira ou segunda vez, simplesmente andando pela sua imagem, e deixando nada, apenas uma esticada lona enlameada. Contudo, ele havia treinado a si mesmo, muito bem, para não olhar para a pintura, e sempre dizia firmemente para ele mesmo que seus olhos estavam brincando com ele, quando alguma coisa como essa acontecia.
Então, três anos depois, em uma noite muito parecida com essa, o Primeiro Ministro estava sozinho em seu escritório quando o quadro mais uma vez, anunciou a iminente chegada de Fudge, que explodiu por entre a lareira, encharcado em um estado de considerável pânico. Antes que o Primeiro Ministro pudesse perguntar por que ele estava pingando por todo o seu Axminster, Fudge começou falando alto sobre uma prisão que o Primeiro Ministro nunca tinha ouvido falar, sobre um homem chamado “Serious” Black, algo que soou como Hogwarts e um menino chamado Harry Potter, sendo que nada disso fazia o menor sentido para o Primeiro Ministro.
“Eu acabo de vir de Azkaban..” Fudge ofegou, derramando um monte de água da borda de seu chapéu para dentro de seu bolso. “No meio do Oceano Norte, você sabe, vôo asqueroso...os Dementadores estão em uma baderna.” ele estremeceu “Eles nunca tiveram uma fuga antes. De qualquer modo, eu tive que vir até você, Black é um conhecido assassino de trouxas e deve estar planejando a se reunir a Você – Sabe – Quem...mas claro, você não sabe quem Você-Sabe-Quem é!” ele observou esperançoso o Primeiro Ministro por um momento, então disse “Bem, sente-se, sente-se, é melhor contar tudo a você...tem um uísque...”
O Primeiro Ministro, particularmente, sentiu-se ofendido por ser mandado sentar-se em seu escritório, deixar de oferecer seu próprio uísque, mas ele sentou-se, no entanto. Fudge tinha puxado sua varinha, conjurando dois grandes copos cheios de um líquido âmbar que soltava uma fina fumaça, levou um deles as mãos do Primeiro Ministro e puxou uma cadeira.
Fudge falou por mais de uma hora. Em um ponto, ele se recusou a dizer um nome em voz alta, e o escreveu instantaneamente em um pedaço de papel, que ele empurrou para a mão livre do Primeiro Ministro. Quando por fim Fudge levantou-se prestes a partir, o Primeiro Ministro pôs-se de pé também.
“Então, você acha que...” ele deu uma olhada para baixo e fitou o nome em sua mão esquerda “Lord Vol...”
Muitos estremeceram com a quase pronunciação do nome de Voldemort Harry revirou os olhos e falou alto:
“VOLDEMORT’’ é novamente muitos estremeceram
“Aquele que não deve ser nomeado!” rangeu Fudge entre os dentes.
“Desculpe-me...você acha que aquele que não deve ser nomeado continua vivo, então?”
“Bem, Dumbledore diz que sim.” disse Fudge enquanto puxava sua capa listrada para baixo do queixo “mas nunca o encontramos. Se você me perguntar, ele não é perigoso, a menos que, ele não tenha um suporte, então com o Black, nós devemos ter cuidado. Sinalizaremos o perigo, então? Excelente. Bom, eu espero que não nos vejamos novamente, Primeiro Ministro! Boa-noite.”
‘’ fudge aceite que Lord Voldemort realmente voltou’’ disse dumbledore cabalmente
‘’Ele não voltou’’ rebateu fudge em voz alta
Mas se encontrar novamente. Menos de um ano depois, com um olhar perturbado, Fudge apareceu no fino ar no Gabinete do Primeiro Ministro para informá-lo que houve um pequeno aborrecimento durante o “kadribol” (ou algo parecido) na Copa Mundial e que muitos trouxas estavam “envolvidos”, mas que o Primeiro Ministro não precisava se preocupar, o fato de que a mar de Você-Sabe-Quem foi vista novamete não significa nada; Fudge estava certo de que estavam isolados e que a ligação com o escritório trouxa estava partindo-se, com todas as modificações que eles falaram.
“Oh, e eu quase me esqueci” Fudge acrescentou “Nós estamos importando três dragões estrangeiros e uma esfinge para o Torneio Tribruxo, apenas rotina, mas o Departamento de Regulamentação e Controle de Criaturas Mágicas me disse que está no livro de regras que eu devo notificar você caso nós trouxermos criaturas muito perigosas para dentro do país.”
”Eu – o que – dragões?” balbuciou o Primeiro Ministro.
“Sim, três deles.” Disse Fudge “E uma esfinge. Bom, tenha um bom dia.”
O Primeiro Ministro apegando-se a um fio de esperança de que os dragões e a esfinge fossem o pior disso tudo, mas não. Menos de dois anos mais tarde, Fudge explodiu em sua lareira novamente, dessa vez com notícias sobre uma fuga em massa de Azkaban.
“Uma fuga em massa?” o Primeiro Ministro repetiu rouco.
“Mas não se preocupe, não precisa se preocupar!” Fudge gritou, já com um dos pés das chamas. “Nós iremos cuidar disso – eu apenas pensei que seria bom informá-lo!”
E antes que o Primeiro Ministro pudesse dizer alguma coisa, “Agora, só espere um momento!” Fudge partiu por entre as chuvas de chamas verdes.
Sem se importar com a pressão e tudo o que a oposição dizia, o Primeiro Ministro não era um tolo. Essas notícias não tinham escapado de sua sala, nem as maliciosas garantias de Fudge desde o primeiro encontro, eles estavam agora se vendo mais freqüentemente, nem o fato de que Fudge aparecia cada vez mais nervoso nas visitas posteriores. Apesar dele gostar de toda essa coisa sobre o Ministro da Magia (ou, como ele sempre chamada Fudge, o Outro Ministro), o Primeiro Ministro não poderia ajudar, mas sentia que da próxima vez que Fudge aparecesse as notícias seriam muito mais graves. A visão, então, de Fudge caminhando para fora do fogo uma vez mais, seu olhar confuso e nervoso e extremamente surpreso, fez com que o Primeiro Ministro não soubesse exatamente a razão dele estar ali, era sobre a pior coisa que poderia acontecer no curso dessa sombria semana.
“Como eu deveria saber o que anda acontecendo – er – comunidade bruxa?” estourou o Primeiro Ministro agora. “Eu tenho um país para fazer andar e eu estou carregado de problemas agora, sem...”
“Nós temos os mesmo problemas,” Fudge interrompeu “A ponte de Brockdale ainda não apareceu. E aquela não foi somente uma tempestade. Aqueles assassinos não eram trabalhos para trouxas. E a família de Herbert Chorley seria salva sem ele. Nós estamos, no presente momento, fazendo acordos para que ele seja transferido para o Hospital St. Mungos para Doenças e Danos Mágicos. A transferência deve ser feita essa noite.”
“O que você...eu receio...eu...o que?” rosnou o Primeiro Ministro.
Fudge respirou longa e profundamente e disse “Primeiro Ministro, eu sinto muito ter de lhe dizer que ele voltou. Aquele que não deve ser nomeado.”
“Voltou? Quando você diz “voltou”...ele está vivo? Eu quero dizer -”
O Primeiro Ministro buscou em sua memória por detalhes daquela horrível conversa de três anos atrás, quando Fudge lhe disse sobre o bruxo que estava acima de todos os outros, o bruxo que havia cometido milhares de terríveis crimes antes de seu misterioso desaparecimento há 15 anos”
“Sim, vivo,” disse Fudge “Isso é – eu não sei — há um homem que não pode ser morto? Eu não sei realmente explicar isso, e Dumbledore, provavelmente, não irá explicar isso – mas de qualquer forma, ela certamente conseguiu seu corpo de você e está andando, falando e matando, eu suponho, o motivo dessa nossa discussão, sim, ele está vivo.”
O Primeiro Ministro não sabia o que dizer quanto isso, mas um persistente hábito de querer se parecer bem-informado em qualquer assunto, ele o obrigou a se lembrar de qualquer detalhes das conversas anteriores.
“Serious Black está com – er – aquele que não deve ser nomeado?”
O cachorro almofadinhas começou a latir e dumbledore falou: “Sirius volte a forma humana’’ der repente o cachorro começou a tomar forma humana.
“É o assassino Sirius Black prende-o ‘’ falou fudge empunhando a varinha
E percy e umbredge também empunharam as varinhas mais toda a ordem se opôs na frente do Sirius
‘’saiam da frente temos que prender Sirius black’’ gritou umbridge
“vocês não vão ataca-lo’’ falou Harry que tinha sido um dos primeiras a se por a frente de Sirius
“ Mais ele e uma assassino muito perigoso’’ gritou fudge
Der repente dumbledore gritou: “ SILENCIOOOO’’ todos se calaram e no minuto seguinte apareceu uma luz no meio do salão principal......
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