Quer saber como tudo começou,aposto. Bem,não foi nada diferente dos outros, recebi a famosa carta e achei estranho que ela estivesse endereçada a mim com o seguinte:

Elizabeth Marie Curson

Cleveland Street, 5 — Londres, Reino Unido

Beliche de Cima, Quarto Grande da Casa, segundo andar.

A estranha carta estava em minha janela quando acordei, juntamente com uma idêntica para a minha irmã Carlie. Ela ficou tão espantada quanto eu e tão animada quanto também.

Nossa primeira experiência com magia foi a tradicional loja de varinhas do Sr Olivaras, um senhor que só posso descrever como intrigante.

— Ora, ora se não são Elizabeth e Carlie, vocês são exatamente idênticas minhas queridas — Ele realmente tinha razão, eu e Carlie somos idênticas em tudo, os mesmos cabelos negros ondulados, a mesma pele morena e lábios rosados. O único detalhe que nos diferenciava eram os olhos , os de minha irmã são de um verde esmeralda intenso enquanto os meus são castanho avermelhados.

— Como nos conhece? — minha irmã perguntou com um ar estranho, só eu sabia o quão intrigada ela estava com o vendedor de varinhas.

— Eu conheço muitas coisas minha querida, Carlie — ele fez uma pequena reverencia e sorriu para a minha, receosa, irmã . — Qual o braço da varinha?

Prontamente Carl lhe estendeu o braço esquerdo e o senhor estalou os dedos, quase imediatamente uma fita mediu a altura de minha irmã e de seu braço até o chão, eu observava tudo alternando olhares entre a expressão de minha irmã e Olivaras que depois de recolher a fita revirou as diversas caixas em sua estante, pegando uma caixa preta adornada em vermelho abrindo a e entregando a Carlie a varinha negra e bem desenhada (lagrima de ninfa, foi o que ele disse). Minha irmã sacudiu o objeto e um vento frio entrou pela lojinha me fazendo sorrir.

Depois disso, Olivaras se aproximou de mim fazendo o mesmo procedimento e depois de três varinhas me entregou uma dourada, na qual ele dizia conter uma pena de fênix. Eu soube que era aquela quando o mesmo vento de Carlie rodopiou ao meu redor, tudo faz sentido então.

— Vocês vão grandes, escolham bem para onde vão.

E as coisas foram até normais depois disso.

Carlie P.o.V

Expresso de Hogwarts, depois de encontrar a plataforma 9/2 com ajuda de uma senhora muito simpática, embarcamos no grande trem com ares antigos.

— Acha que tem alguma cabine livre? — perguntei olhando para dentro das cabines, nenhuma me parecia agradável.

— Aqui — Lizzy abriu a porta de uma das cabines e entrou se jogando em um dos bancos e sorrindo, eu fechei a porta e me sentei a sua frente — É inacreditável, digo, tudo isso.

- Definitivamente — sorri e então me lembrei de algo que eu havia lido sobre a tal escola de magia e bruxaria. 4 grandes casas aonde os aluns são distribuídos de acordo com suas virtudes. Grifinória para os corajosos e leais, Sonserina para os ambiciosos e astutos, Lufa-Lufa para os cordeais e gentis e por fim Corvinal para os inteligentes e sinceros. Eu não sabia aonde me encaixava e muito menos para onde quero ir.

— Com licença, vocês viram um sapo? — uma garota de cabelos cacheados e armados abriu a porta da cabine sem nenhuma cerimonia. Eu apenas fiz que não com a cabeça e ela me analisou da cabeça aos pés — Deviam ir colocar suas vestes, estamos chegando. Nos vemos.

— Nos vemos — Lizzy murmurou e a garota saiu. Estranha.

Quando desembarcamos logo vi um homem com dobro do tamanho de um homem comum e muito mais pelos no roto do que qualquer um com bom senso usaria.

— ALUNOS DO PRIMEIRO ANO, ATRAS DE MIM — o meio gigante gritou — Oh, olá de novo Harry! — ele disse e alguém respondeu, mas não consegui ve-lo. Alguns garotos atrás de mim falavam alguma coisa sobre ele ser Harry Potter, o menino que sobreviveu. Não dei muita atenção.

Embarcamos em barquinhos de quatro lugares, eu e Elizabeth estávamos com duas garotas uma loira e uma morena ambas com os cabelos curtos, nenhuma de nós queria dialogar. Ao sair dos barcos, uma mulher alta com traços rígidos nos recebeu se apresentando como Minerva McGonagall, nós nos arrumamos em uma fila unica e a mulher começou a chamar nossos nomes para a seleção. Era em ordem alfabética, vários alunos se sentaram no pequeno banco e um chapéu era colocado em suas cabeças e então ele praticamente berrava a casa para a qual o aluno iria.

— Carlie Curson — chamou e eu andei até o banco, Minerva colocou o chapéu em minha cabeça e a voz do objeto soou em minha cabeça

"Hmm, vejo uma mente brilhante e curiosa... seria uma bela Corvinal, o que acha? Vejo coragem também, muita coragem e vejo um coração leal... O que acha da Grifinoria? "

"Não acho nada, para falar a verdade"

"Sincera, indiferente um pouco arrogante..."

— SONSERINA! — berrou e a mesa a minha esquerda aplaudiu. Me sentei e o proximo foi um garoto.

— Draco Malfoy — o chapéu nem encostou em sua cabeça e ja gritou, Sonserina.

— Hermione Granger! — a garota do trem que estava perguntando pelo sapo. Grifinoria

— Elizabeth Curson! — chamou e algumas pessoas na mesa me olharam, nunca viram gêmeas na vida?

O chapéu demorou para dizer algo em voz alta, mas pela expressão de minha irmã não estavam tendo uma conversa agradavel.

— SONSERINA — berrou e eu sorri, estávamos encaminhadas. E não parecia ser ruim

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.