Histórias Infantis... Ou Não! (Bônus)
2 A Praga de Buda
Notas iniciais
Em 1282, a cidade de Hamelin estava sofrendo com uma praga de ratos jogada por Buda. Um dia, chega à cidade um homem que reivindica ser um "caçador de ratos" dizendo ter a solução para o problema, mas na verdade, o homem é vindo do inferno. Prometeram-lhe um bom pagamento em troca dos ratos — uma moeda pela cabeça de cada um, mas Buda lhe prometeu o perdão divino em troca das almas de Hamelin. O homem aceitou os acordos, pegou uma flauta e hipnotizou os ratos, afogando-os no Rio Weser.
Apesar de obter sucesso, o povo da cidade renegou a promessa feita e recusou-se a pagar o "caçador de ratos", afirmando que ele não havia apresentado as cabeças. O homem deixou a cidade, mas retornou várias semanas depois e, enquanto os habitantes estavam na igreja, tocou novamente sua flauta, atraindo desta vez as crianças de Hamelin. Cento e trinta meninos e meninas seguiram-no para fora da cidade, onde foram afogadas junto com os ratos. Logo depois, o “flautista” recolheu a alma de cada cidadão podre de Hamelin.
Na cidade, só restou repletos celeiros e bem cheias despensas, protegidas por sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.
E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança, nem um ser.
“No inferno foi ensinado que a teia de aranha do Buda é o caminho mais fácil para a salvação, mas os rumores dizem que isso é pura mentira. Vi Buda fora da sua casa, com as mãos algemadas. Os rumores dizem que ele era um famoso vigarista.”
**Não achei uma imagem que ilustrasse o capítulo... Imaginem aí! ;)
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