Era uma vez uma história que seria contada a alguém. Era uma história que, de início, era cheia de mistério. Isto porque acabara de ser apresentada, e a curiosidade dos leitores ou ouvintes começava a aguçar ao saber que ela seria contada. Então ela apresentou normalidades que despertaram ainda mais o interesse pela história por parecer que aquela normalidade seria rompida.

E então, de repente, um rompimento aparece. Algo não tão estranho, mas um pouco, começa a acontecer. Talvez uma pessoa diferente, talvez uma situação inusitada... O que se sabe é que a história começou a cativar a atenção das pessoas que a liam. Crianças, jovens, idosos... Todos começaram a ficar curiosos com relação à tal história, que começou a romper a normalidade que apresentara no início. Afinal, como seria possível a história lidar com o rompimento que foi apresentado nessa parte dela mesma? Como lidar com um conflito que acabara de surgir?

Mas de repente, no conflito, percebe-se uma lacuna. As coisas parecem um pouco mais explícitas, e a forma de lidar com o conflito começou a ser um pouco mais evidente. Mesmo assim, há curiosidade sobre o fato dessa forma mais explícita de lidar com o conflito ser efetiva ou não. Será que a história conseguirá lidar com esse conflito que aparece?

É neste momento que a história apresenta algo inusitado, que constitui o clímax. É o ponto alto da história, que pretende prender a atenção ao máximo e conquistar o fim desejado pelas histórias: ser ouvida. Mas não apenas ser ouvida, mas sim ouvida até o final. E a história luta constantemente para ser ouvida até que, finalmente, consegue efetivar seu objetivo.

Depois de conseguir, a história apresenta uma conclusão importante. Seja com lição de moral, seja com uma atitude crítica diante da sociedade, isso não importa. O que importa é que finalmente a história foi ouvida. E assim ela termina.

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