History of teen life

37 Inesperável...


Notas iniciais
Oi! gente!! Começando o ano com cap. novo! Espero que Gostem! Boa Leitura!!!

POV. ASTRID

Quando terminamos de apresenta-nos, saímos do palco bastante animadas e vejo os meninos se aproximarem, pareciam sérios.

– E aí, meninos? Gostaram? – perguntamos ao mesmo tempo.

Ficamos olhando pra eles, que até agora nada da resposta. Eles se entreolharam e depois voltaram a nos olhar. As meninas e eu ficamos confusas.

– Vocês não vão falar nada? – pergunta a Punzie.

– Então, essa era a surpresa de vocês? – pergunta Hans e assentimos.

– Gostaram ou não? – pergunta Elsa meio nervosa.

Eles se entreolharam de novo!

– Bom... – começou o Flynn enquanto passava a mão em seu cabelo – onde eu começo?

– que tal começa pelo início! – disse a Merida entre os dentes.

– se acalma aí, ruivinha! – disse Jack – só estamos sem palavras!

– ele quer dizer, que vocês arrebentaram – disse Kristoff e o Hiccup concorda.

– É isso aí! – disse o Hans – mas me explica uma coisa, o diretor deu a permissão para vocês se apresentarem assim? – ele aponta para nossa roupa.

Uma de nós usavam bermuda, ou seja, short (Merida e eu). Já as outras meninas usavam saia (minissaia) e também colete, regata e blusa. Essa é a nossa roupa.

– Bem...mais ou menos, mas isso não importa – digo dando de ombros.

– Tudo bem, então quem está com fome? – pergunta o Jack e todo levantaram a mão.

– vamos para lanchonete! – disse a Merida e todos começaram a andar, quase todos.

Olho para trás, pois um estava distraído no celular e nem tinha percebido o pessoal sair.

– Hiccup! – chamo e o mesmo me olha confuso.

– Que foi? – pergunta ele confuso até que lembra – Ah, claro vamos!

– Está tudo bem? – pergunto.

– Sim, só estava visualizando a mensagem que recebi do meu pai – diz ele e continua – você dança bem – eu sorrir.

– Obrigada, a Punzie e a Anna foram as nossas coreógrafa – digo enquanto colocava a mecha do cabelo atrás da orelha.

– e pelo visto deu trabalho – ele coloca sua mão na minha cintura.

– é, mas valeu a pena – digo sorrindo.

POV. HICCUP

Continuamos conversando, enquanto seguimos o pessoal para lanchonete. Estava tudo bem até que...

– Oi, Trid! Como vai? – era o Goldere. O que esse imbecil está fazendo aqui?

– Oi, Gold! – Gold!? Tá de brincadeira! – vou bem.

– Que bom! Você e as meninas foram ótimas, principalmente você! – esse tá querendo morrer!

– Obrigada – ele sorrir e a mesma retribui.

– É muito obrigado, mas agora temos que ir – digo já muito irritado e começo a puxa-la.

– Strondus? Eu não tinha te visto – ele é muito sem noção, né?

– É percebi – digo revirando os olhos – vamos Asty, não podemos deixar o pessoal esperando por nós.

– Tudo bem, tchau Gold! – disse ela e fomos para lanchonete.

POV. ASTRID

Chegamos na lanchonete, em silencio, pois percebi que o Hiccup estava um pouco irritado (muito irritado). Nos sentamos junto com pessoal e os mesmos nos olham, estranhando o nosso comportamento.

– Hiccup... – eu estava preste a fala, mas ele me interrompe.

– vou ao banheiro – disse ele saindo de perto – volto logo.

– O que deu nele? – pergunta Anna.

– Eu não sei – suspiro.

POV. HICCUP

Estava no banheiro, tentando me acalmar.

– Você sempre quer me destruir, por que? – pergunto para ninguém importante.

– Eu??? Te destruir? Eu só queria o que você tinha – olho no espelho e vejo o Goldere atrás de mim.

– E não consegui? – digo enquanto enxugava as minhas mãos.

– mais ou menos – diz ele dando de ombros – mas o que eu quero está ocupada, por enquanto.

– E por que acha que vou larga-la? – viro encarando-o e cruzo os braços.

– porque elas são todas iguais e não consegue resistir a me – diz ele e eu rir.

– contar outra, Goldere – digo me aproximando dele – você não passa de um mentiroso e traidor.

– Não é minha culpa se a sua ex preferi-o te trair comigo – rapidamente seguro no seu pescoço.

– não ouça fala dela.

– por que? Você ainda gosta dela? – pergunta ele e acaba rindo – mesmo ela ter traído, você ainda gosta dela!

– Cala a boca! – digo apertando o seu pescoço – Eu amo Astrid, mais do que tudo – solto seu pescoço e o mesmo continua rindo.

– você está cometendo o mesmo erro de novo – diz ele se apoiando na pia – acha mesmo que ela está com você, porque ela te ama – ele rir – você tem dinheiro e ela tem o corpo, se bem que é um belo corpo – quando ele fala isso dou um soco em sua cara.

– não se atreva a fala mal dela – digo muito furioso.

– isso ainda não acabou – diz ele saindo de lá.

POV. ASTRID

Nós estávamos conversando e até agora nada do Hiccup. Estava distraída, quando alguém senta do meu lado me abraçando, era o Hic.

– Desculpa pela demora, o banheiro estava lotado – diz ele me olhando.

– Tudo bem – eu sorrir e o mesmo beija a minha testa.

– Desculpa pelo meu jeito – sussurra no meu ouvido e olho pra ele.

– Desculpo, se você me desculpa e quero um beijo – ele sorrir.

– Mas é claro, milady! – eu sorrir e nos beijamos.

– x – x – x – x – x – x – x –

Depois disso, fui pra casa e estava anoitecendo. Chego em casa, vejo que meus pais ainda não chegaram. Vou para quarto, entro no banheiro, tomo banho, visto uma roupa confortável e vou para cozinha. Procuro algo que eu possa comer até que ouço a porta sendo aberta.

– Mãe? Pai? – digo indo até eles.

– Oi filha! – diz a minha mãe – temos uma notícia?

– De quem? – pergunto.

– da sua irmã – disse meu pai.

– minha irmã.

POV. HICCUP

Acordo com mais um dia, levanto vou ao banheiro. Lavo o meu rosto, escovo os dentes e desço pra tomar café.

– Bom dia! – digo sentando enquanto pegava as torradas.

– Bom dia, querido! – disse a mamãe que estava com pressa – vamos Luane, termine o seu café.

– Clafro mafdmsae – diz ela de boca cheia.

Minha mãe estava um pouco atrasada para o trabalho e ainda tinha que levar a Luane para um curso. Assim que ela terminou o seu café, pegou a mochila e me deu um beijo na bochecha, a mesma coisa que a mamãe fez e saíram. Estava sozinho em casa, pois o Banguela estava no Pet shop e só volta amanhã.

– Sozinho em casa – digo tomando um gole de achocolatado.

Assim que termino, limpo tudo, depois vou para o quarto, entro no banheiro e começo a tomar banho até que ouço a campainha toca.

– Já vai! Já vai!!! – digo indo em direção até a porta — Mãe, a senhora esqueceu alguma...VOCÊ?! – falo não acredito nos meus olhos.

Notas finais
Sinto cheiro de treta, por aí! Comentem!!!