History of teen life
49 Encontros e uma descoberta.
Notas iniciais
POV. HEATHER
Estava em casa, no quarto da Astrid, que a mesma chorava entre as cobertas.
— Astrid, ele não pode ter dito isso! – digo enquanto tentava acalma-la.
— Ele disse sim... ele me trocou por outra, me deixou – ela fala chorando.
— Calma Astrid! – digo.
— O Hiccup me deixou pela vadia da Marie... ele me esqueceu, por que ele fez isso?! Por que ele me deixou? – ouço a campainha e uma batida na porta.
— Tem alguém na porta – falo.
— Eu não quero ver ninguém, por favor – diz ela.
— Não se preocupe – falo – Volto logo!
Saio do quarto e vou até a porta, abro e vejo as meninas (Anna, Elsa, Punzie e a maldita Dunbroch).
— O que vocês querem? – pergunto pra elas.
— Viemos ver a Astrid, não é obvio?! – diz a Dunbroch.
— Astrid, não quer ver ninguém! – continuo – Ela está muito cansada, então deixam a descansar! Ela quer ficar sozinha, tchau! – não as deixam responder e fecho a porta. Volto para o quarto de Astrid.
— Quem era? – pergunta ela.
— Ninguém importante – digo me sentando ao seu lado – Descanse, hoje seu dia foi meio agitado!
— É... e como – ela deita e fico lá até que a mesma adormece.
Saio do quarto e vou para o meu, me arrumo, pois, ia fazer uma visita para alguém.
POV. HICCUP
Não acredito que falei isso pra ela, sei que prometi para Merida. Mas, agora não posso fazer nada e tenho que para te pensar nela, por mais que seja difícil tenho que fazer. Estava na praça com meu skate, não tô afim de volta pra casa agora. Fiquei pensando em tudo o que aconteceu quando ouço...
— Sabia que te encontraria aqui! – olho e vejo a... Heather.
— O que você quer, Heather?! Será que não posso ficar sozinho, não?! – pergunto irritado.
— Calma, nervosinho! – diz ela se sentando do meu lado.
— O que veio fazer aqui?! Não conseguiu o que queria?! Já está satisfeita ou quer algo mais?! – pergunto para ela.
— Desculpe... – ela abaixa a cabeça – Não queria que você e Astrid brigasse, só queria você comigo....
— Sei... – digo não acreditando.
— Eu queria você, mas aí percebi o meu erro – diz ela triste – Me perdoe, Hiccup. Sei que vocês se amam, agora percebi isso, desculpe de verdade.
— Mas você... – eu não sabia o que falar – Aquilo que você disse...
— Hiccup, eu estava cega e agora que percebi o que eu estava fazendo – ela pega no meu rosto – Me perdoe pelo que fiz a você, quero que seja feliz. Não fui uma namorada muito boa, mas acho que posso ser sua amiga se você quiser, é claro.
Ficamos no silencio, estava tentando evita o olhar dela. Estou confuso com que ela falou, mas ainda não confio nela e não posso acredita nela assim. Então....
— Obrigado, Heather – digo – Mas, não posso acreditar no que diz!
— Entendo – ela suspira – Mas, estou falando a verdade! Agora tenho que ir, tchau!
— Tchau! – digo e a vejo indo embora, logo depois eu.
Assim que chego em casa, vou para o meu quarto até que recebo a mensagem dos gêmeos e logo me arrumo pra sair, pois hoje teria corrida e acho que isso possa me distrair... um pouco.
POV. ASTRID
Acordo já estava anoitecendo, me levanto e ouço batidas na porta de casa. Percebo que a Heather tinha saído, pois ainda estavam batendo na porta. Vou até lá e abro.
— Oi, Astrid! – era o Goldere que sorria pra mim.
— Goldere, o que faz aqui? – pergunto confusa, ele estenda um boque de rosas para mim.
— Eu quero te convidar para sair comigo, aceita? – pergunta ele gentilmente, mas eu não podia aceita.
— Muito obrigada por trazer flores e por convidar-me, mas eu sinto muito Goldere não estou afim de sair – digo, mas o mesmo insiste.
— Sei que você ainda está chateada, mas também sei que você precisa conversa com alguém – disse sorrindo suavemente até que é estranho – Aceita o meu convite e vamos como amigos ou como você disse “conhecidos” – ele faz aspas com as mãos.
— Ok, então só espera um pouco! – digo.
— Não precisa ter pressa! – disse ele se sentando no sofá, enquanto eu vou me arrumar.
Não demoro muito e desço, vejo ele ainda no sofá quando me viu ele se levantou e indo na minha direção, mas a Tempestade começa lati sem parar.
— Tempestade para! – digo, mas sem sucesso até que consigo – Desculpe, ela costuma ser comportada.
— Tudo bem, como vai Tempestade? – ele acaricia, mas rapidamente tira a mão de perto – Acho que é melhor não me aproxima dela – ele fala se afastando enquanto a minha cachorrinha rosna.
— Desculpe, mesmo – digo levando a Tempestade para longe dele – Fica aí, Tempestade! – ordeno e vou ao encontro dele – Vamos?
— Vamos! – saímos da minha casa e fomos para... não sei aonde.
— Onde estamos indo? – pergunto.
— Pensei ir ao cinema, o que acha?
— Pode ser, mas o que vamos assistir?
— Deadpool! Se você não quiser... – interrompo.
— Não sem problemas, estava louca pra assistir esse filme – digo sorrindo.
— Eu também!
Chegamos no local, Goldere paga os ingressos, a pipoca e o refrigerante, pra ele e pra mim e fomos assistir ao filme.
POV. HICCUP
A corrida está um pouco violenta, muitos competidores saíram feridos e já cair da moto três vezes mas acabo voltando. Como disse uma vez, só existe uma regra que é: não existe regra nenhuma!
Estava sendo secado por dois motoqueiros, um de cada lado. Essa corrida é um pouco diferente, temos que desvia de um dos obstáculos que são objetos jogados em nossa direção pela plateia que estão assistindo e olha eles jogam qualquer coisa!
POV. ASTRID
Assim que o filme acabou, continuamos a conversar e isso me distraia. Estávamos passando perto de um terreno proibido, quando ouço barulho de motores e gente gritando.
— O que será que está acontece ali? – pergunto para o Goldere.
— Não sei, mas é melhor irmos Astrid – diz ele me puxando, mas a minha curiosidade é enorme.
— Vamos ver o que é? – falo já entrando no local, sem esperar pela resposta dele.
Vou me aproximando mais, o som de gritos cada mais aumentava, continuo andando e vi que estava ocorrendo uma corrida de moto.
— Nossa, olha isso Goldere! – digo animada, pois adoro corrida.
— É, mas acho melhor a gente sair daqui – diz ele – Pois essas gentes causam problemas e eles tem passagem com a polícia, são perigosos, usam drogas e não são boas companhias!
— Você está com medo? – pergunto rindo.
— Eu?! Medo?! É claro que não!
— Então, vamos fica só mais um pouco – digo.
— Astrid, mas...
— Por favor – eu sorrir e o mesmo suspira.
— Ok – diz ele e volto a olhar a corrida.
Vejo que as pessoas jogavam coisas nos motoqueiros, mas isso é muita loucura e percebo que um dos motoqueiros é atingido por um vaso de planta. Nossa deve estar doendo, mas ele volta para pista e pelo que vi o pessoal estavam torcendo por ele, esse motoqueiro é um louco, insano, destemido e gostei disso.
POV. HICCUP
Droga já basta, um dos motoqueiros tentando me derrubar, sou atingido por um vaso de planta na cabeça, ainda bem que estou com capacete. Mas tenha dó!
Estava tentando recuperar a posição, desviando de cada jogador até chegar em Dagur que começa a fazer seu discurso chato e blá blá blá, e ganho a corrida.
POV. ASTRID
Comemorei pela vitória daquele motoqueiro até que ele tirar o capacete e... NÃO ACREDITO!!! NÃO PODE SER!!! ERA O HICCUP! O QUE ELE FAZ AQUI?! POR QUE ESTÁ NA CORRIDA?! DESDE QUANDO ELE FAZ ISSO?! Estava com muita coisa na cabeça, não sabia o que fazer e agora?
— Até isso você escondeu de mim – sussurro baixinho.
— Astrid está tudo bem? – perguntou Goldere.
— Sim, tô! – digo ainda olhando para o local – Vamos, quero ir para casa.
— Tudo bem – saímos de lá e fomos para minha casa.
Dias depois....
POV. HICCUP
Hoje, começaria mais um show das bandas da escola. Estava com os meninos até que um deles falou.
— Não acredito, que daqui alguns dias estaremos de férias – disse o Kristoff.
— Pois é, vou me divertir bastante! – diz o Flynn sorrindo malicioso.
— Hiccup, você vai fazer alguma coisa nas férias? – pergunta o Jack e fico pensando, não tenho nada para fazer.
— Não, tenho não – digo.
— Então, você podia ir com a gente para praia e alugamos uma cabana pra passar algumas semana, que acha? – pergunta o Hans.
— Parece legal, mas eu não acho que devo ir! – falo.
— Qual é?! Vai ser só nós, homens! – diz o Jack – A gente fica duas semanas lá.
— Mas, as meninas? – pergunto.
— Elas passaram o dia delas sem a gente e elas concordaram! – diz o Kristoff – Então, topa?
— Tá bom, eu vou! – sorrir pra eles.
— Ótimo, então tá combinado! Agora vamos para o show! – fala o Jack e fomos cantar.
POV. ASTRID
Estávamos nos arrumando para apresentação, até que a Merida fala.
— Astrid, estávamos pensando se você gostaria de ir para praia com a gente? – pergunta ela.
— Praia?! – pergunto confusa.
— É passar duas semanas na praia e vamos alugar uma cabana – diz a Anna animada.
— Mas, os namorados de vocês concordaram? – pergunto.
— Eles vão entender que estamos dando duas semanas de folga pra eles – diz a Punzie.
— Hum... sei, tá bom – digo – Não vejo porque não.
— Legal! – disse a Merida – Isso vai ser demais! – eu rir.
— Vamos gente é nossa vez! – diz a Elsa e fomos para o palco.
POV. HICCUP
Assim que que terminamos de nos apresentamos, era a vez das meninas. Estavam saindo do palco enquanto elas subiam, olho para Astrid e a mesma me olha não sei dizer se ela está com raiva, triste ou sei lá... só sei que me senti mal com isso.
Elas se posicionaram nos seus lugares, enquanto nós ficamos perto do palco e começar a tocar a música.
Little Mix — DNA
https://www.letras.mus.br/little-mix/dna/
E: Does he tell you he loves you
When you least expect it?
Does he flutter your heart
When he kisses your neck?
No scientist or biology
It's obvious, when he's holding me
It's only natural that I'm so affected.
Logo era Astrid, mas não parava de me olhar.
As: Oh, and my heart wont beat again
If I can't feel him in my veins
No need to question, I already know
Todas começam a cantar.
A;M;E;P;As: It's in his Dna, D-D-D-Dna
It's in his Dna
And he just takes my breath away
B-B-B breath away
I feel it every day
And that's what makes a man
Not hard to understand
Perfect in every way
I see it in his face
Nothing more to say
It's in his D-D-D-D-Dna
Astrid mesmo dançando, não tirava os olhos de mim.
M: It's the blue in his eyes
That helps me see the future
Fingerprints that leave me covered for days
Yeah hey yeah
M;P: Now I don't have any first degree
But I know what he does to me
M: No need to work it out, it's so familiar
Oh...
Sinto alguma coisa sobre isso.
As: And my heart won't beat again
If I can't feel him in my veins
No need to question, I already know
Percebo algo no olhar de Astrid.
A;M;E;P;As: It's in his Dna, D-D-D-Dna
It's in his Dna
And he just takes my breath away
B-B-B breath away
I feel it every day
And that's what makes a man
Not hard to understand
Perfect in every way
I see it in his face
Nothing more to say
It's in his D-D-D-D-Dna
Acho que isso tem a ver comigo?
A: It's all about his kiss
Contaminates my lips
Our energy connects
It's simple genetics
I'm the X to his Y
It's the colour of his eyes
He can do no wrong
No he don't need to try
Made from the best
He passes all the tests
Got my heart beating fast
It's cardiac arrest
He's from a different strain
That science can't explain
I guess that's how he's made
In his D-D-Dna
Ela continua a me olhar.
A;M;E;P;As: Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
Oh woah woah woah woah
A;M;E;P;As: It’s in his DNA
D-D-D-DNA
It’s in his DNA
And he just takes my breath away
B-b-b-breath away
I feel it every day,
And that’s what makes a man (As: what makes a man)
Not hard to understand (As: to understand)
Perfect in every way (As: in every way)
I see it in his face (As: in his face)
Nothing more to say (As: nothing more to say)
It's in his D-D-D-DNA
Assim que terminaram, todos aplaudiram menos eu pois a olhava e percebi o que aquela música queria dizer. Não sabia o que fazer, me sentia mal por tudo que aconteceu entre nós dois.
POV. ANNA
Saímos do palco encarrando a Astrid, pois percebemos que ela estava um pouco esquisita na apresentação.
— Nós saímos muito bem, né?! – Astrid pergunta.
— O que aconteceu hein?! – pergunto para ela.
— Do que está falando? – ela nos olha confusa.
— Astrid, percebemos que você estava agindo de forma diferente – diz a Merida.
— Como assim?!
Estava quase a responder quando o Goldere aparece e a mesma sorrir para ele.
— Oi, Astrid! – diz ele – Você estava incrível, sabia?!
— Obrigada, Gold – ele sorrir, nós nos entreolhamos e vou até a Merida.
— Nós precisamos agir rápido – sussurro para ela e a mesma concorda.
— Então, vai fazer alguma coisa nas férias? – pergunta ele.
— Na verdade, ela vai está ocupada com a gente, né Astrid?! – fala Merida atrapalhando a conversa dos dois – Vamos Astrid, temos que ir! – ela puxa o braço da mesma, sem deixa-la responder.
— Tchau, Astrid! – ele fala enquanto nos distanciamos.
— O que deu em vocês, hein?! – pergunta Astrid.
Mas antes de responder (de novo), o diretor comunica uma nova banda que irá se apresenta que se chama “As Poderosas” (SQN) e logo aparece as meninas, uma delas estava Toothiana e...
— Não acredito! – falo e olho para Astrid que estava com os olhos arregalados.
POV. HICCUP
Estava muito triste, pois vi a Astrid com o Goldere e pelo visto estão se dando muito bem, mas sei que ele não é de confiança. Tava preste a ir embora, quando o diretor comunica sobre mais uma banda “As Poderosas” e logo um grupo de meninas subia no palco, só que uma me chamou atenção e arregalo os olhos.
POV. HICCUP/ ASTRID
— Heather?!
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