History of teen life
44 Brigas, dúvidas e... reconciliações.
Notas iniciais
POV. ANNA
— Então, meninas acharam ela? – pergunto para elas.
Estávamos algumas horas procurando a Astrid, mas nada até agora. Saímos continuando com a procura dela até nos esbarramos com os meninos.
— Oi, senhoritas! – disse Jack se aproximando – Vocês viram o Hiccup por aí? – pergunta ele.
— Não, a gente estava procurando a Astrid. Vocês a viram? – diz e pergunta Elsa.
— Não, mas acho que sei com quem ela está... – diz ele sorrindo malicioso.
— Esses dois só vivem namorando – diz o Hans cruzando os braços.
— Será que não tem outra coisa que eles fazem, além de namorar? – pergunta a Punzie pensativa.
POV. HICCUP
— EU QUERO RESPOSTAS!!! – grita ela.
— Asty, acalma-se... – digo, mas sem sucesso.
— ACALMAR?! EU ESTOU CALMA! SEMPRE ESTOU CALMA! – diz ela e engulo seco.
— Astrid, eu sei que devia ter de contado mas... – ela me interrompe.
— MAS O QUE?! NÃO DEVE TEMPO?! – ela ironiza – Por favor, né Hiccup...
— SERÁ QUE POSSO FALAR PELA AMOR DE DEUS, ASTRID!!! – continuo – EU FIZ TE TUDO PRA CONTA PARA VOCÊ, SÓ PRA VOCÊ!
— ENTÃO, A CULPA É MINHA?
— QUE?! Não, Asty... o que estou tentando te dizer é...
— É O QUE, HICCUP??? – ela continua gritando.
— Asty...
— ESQUECE EU NÃO QUERO OUVIR NADA DE VOCÊ! – ela estava para ir embora, mas a seguro – Hiccup, me solta!
— NÃO ATÉ VOCÊ ESCUTA-ME! – digo sério.
— EU NÃO VOU OUVIR NENHUMA PORCARIA, NO QUE TEM A ME DIZER!!!
— MAS, EU VOU DIZER MESMO ASSIM! – digo e a puxa para perto de mim – Asty, eu te amo e me perdoe? Sei que não fui sincero com você, mas fiquei com medo de perde você – continuo – Não sabia que a Heather era sua irmã, eu juro.
— Você ainda gosta dela? – pergunta, mas eu não respondo – Hiccup, você ainda gosta dela?
— Eu... não sei, estou confuso – digo e a mesma me dá um tapa na cara.
— COMO CONFUSO??? VOCÊ DIZ QUE ME AMA, MAS ESTÁ CONFUSO PELO QUE SENTE PELA MINHA IRMÃ??? – olho pra ela que já estava chorando.
— Asty...
— NÃO ME CHAME ASSIM!!! – tento me aproxima, mas ela sai correndo dali.
POV. MERIDA
Quando chegamos no pátio, vimos a Astrid saindo chorando do local e o Hiccup estava com a cabeça baixa. Antes que ela se afasta, me aproximo dela.
— Astrid, o que aconteceu? – pergunto, mas ela não responde e sai correndo – Astrid!
Olho para o Hiccup, que continua de cabeça baixa, vou até ele e pergunto.
— O que aconteceu?
— Ela já sabe – disse baixo, mas ouço e os outros também.
— O que ela sabe? O que você fez? – pergunta Punzie – Responda, Hiccup!
— Gente, vamos nos acalmar! – disse a Elsa tentando acalmar a Punzie.
— Hiccup, o que Astrid sabe? – pergunta Anna.
— Meninas, por favor! – digo – Vocês não estão ajudando.
— Ela descobriu... – ele olha pra mim com olhos vermelhos, e com uma marca no rosto. Provavelmente ela deu um tapa nele – Acho que acabou...
— Acabou, o que? O que ela descobriu? – pergunta Kristoff.
— Alguém explica, o que está acontecendo aqui? – fala Jack.
— Eu também quero entender – disse o Hans.
— Gente, conto pra vocês depois – digo – Mas, agora preciso ir atrás da Astrid, meninas vem comigo – olho para o Hiccup – Vai ficar tudo bem, ok? – ele assente e saio de lá junto com as meninas, deixando eles com os rapazes.
— x – x – x – x – x – x – x – x – x – x – x –
Chego na casa da Astrid junto com as meninas. Toco a campainha e adivinhem quem abre? É ela mesmo, a Heather.
— Ah, oi meninas e... Merida – diz ela me encarrando – Vieram conversar com a minha irmã?
— Irmã uma... – a Punzie tampa a minha boca, me impedindo de falar algo, ou seja, uma besteira.
— Sim, Heather – diz a Elsa – Será que podemos entrar? – pergunta gentilmente e a mesma deixa.
— Mas, é claro Elsa! – ela sorrir. Essa falsa escancarada.
Assim que entramos, fomos direto para o quarto da nossa amiga. Chegando lá, bato na porta e nada. Mais uma vez bato na porta, só que dessa vez falo.
— Astrid, sou a Merida – digo e continuo – Abra a porta, as meninas e eu estamos preocupadas – ouço a porta sendo destrancada.
— O que vocês querem? – pergunta Astrid enquanto enxugava as lágrimas.
— Queremos falar com você – diz a Elsa suavemente.
— Estamos aqui como amigas, Astrid – disse a Punzie sorrindo.
— Vocês sabem do acontecimento? – pergunta ela enquanto entravamos em seu quarto.
— A Merida nos contou – diz a Anna e a mesma olha pra mim.
— Você sabia? – eu assenti – Por que... – eu a interrompo.
— Sabia, mas não te conte pois sei que o certo era o Hiccup conta pra você – digo – E mesmo se eu contasse, você não acreditaria em mim.
Ela senta na cama, abraçando as pernas e enterrando a cabeça nos joelhos. Me aproximo dela, e as outras fazem o mesmo, nós a abraçamos e ficamos assim por um tempo.
POV. HICCUP
Depois dos meus amigos aconselhar-me, fui pra casa e não queria está lá. Quando chego, sou recebido pela minha irmã.
— Hiccup, tenho te conta uma coisa.
— Agora não, Luane – digo – Não estou com cabeça pra hoje.
— Mas é importante – diz ela – Você sabia que Astrid é irmã da Heather? Pois eu... – a interrompo.
— Sim – me afasto dela e subo as escadas.
— Você sabia e não me contou! – continua – Mas, isso não importa. Eu as vi juntas e falei umas coisas para aquelas cobras, principalmente para Astrid. E...
— Como assim??? – olho pra ela – Você contou pra Astrid?
— A verdade – ela cruza os braços.
— Como você pode fazer isso??? – falo me aproximando dela – Você não devia ter feito isso!
— Mas fiz! – diz ela e me afasto dali. Entro no quarto e fecho a porta, mas a Luane me segue e fica batendo na porta – Hiccup, deixar eu entrar!
— Me deixa em paz! – digo enquanto estava sentado na cama, mas a mesma não compartilhe a ideia.
— Não, eu fiz isso por você! Eu queria te ajudar! – ela bate na porta com mais força e me irrito.
Me aproximo na porta e abro brutalmente com raiva.
— VOCÊ ESTRAGOU A MINHA VIDA, SABIA?! PARA DE ME AJUDA! O QUE VOCÊ FEZ, FOI O ESTRAGO SUFICIENTE!!! – grito com ela.
— SEU CHATO!! – ela chuta a minha perna.
— AI! SUA PESTE!! – ela corre direto para seu quarto – EU QUERIA QUE VOCÊ NUNCA ESTIVESSE NASCIDO!
— Opa, o que gritaria é essa? – pergunta a minha mãe – Hiccup, o que aconteceu?
— Nada que é do seu interesse! – falo indo para o meu quarto.
— Olha aqui rapazinho, me respeita que eu sou sua mãe! – grita a mamãe.
— Calma querida, ele só teve um dia ruim – ouço o meu pai, Stoico, fala com ela. Amanhã vou pedi desculpa pra ela e pra Luane.
POV. HEATHER
Depois que as meninas saíram, fui pra cozinha e preparo achocolatado. Pego duas canecas, uma pra mim e para minha irmã. Vou até o quarto de Astrid e bato na porta.
— Vai embora! – disse ela.
— Astrid, deixar me entrar... – digo – Por favor, mana – ela não responde, mas ouço passos se aproximando e a porta sendo destrancada – Asty, eu...
— O que você quer? – pergunta ela ríspida, mostro as canecas e estendo uma pra ela – O que é isso?
— Achocolatado... – ela pega e depois me olha – do jeito que gosta – completo.
Ela toma um gole, voltando para cama e a sigo.
— Você ainda não respondeu a primeira pergunta – ela me olha enquanto tomava o achocolatado.
— Quero te pedi desculpas... – suspiro – Sei que está zangada comigo... e também com ele – refiro o Hiccup – Mas, eu tenho uma explicação...
— É claro que tem... – ironiza ela.
— Astrid, eu não trair o Hiccup – continuo – Tudo passou mal entendido, eu nunca o traíra. Mas, ele não acredita em mim.
— Como assim? – pergunta ela desconfiada.
— Hiccup e eu íamos completa um ano de namoro – digo e vejo sua expressão muda – E estava querendo comprar alguma coisa interessante pra ele, mas não sabia o que – continuo – Então, fui pedi ajuda do melhor amigo dele pois ele conhecia o Hiccup – olho pro outro lado – Quando fomos comprar o presente, eu agradeci. Mas, tarde tinha recebido um bilhete de Hiccup, para encontra-lo no vestiário, eu estranhei mas fui assim mesmo. Quando cheguei fui pega de surpresa pelo amigo dele, que me beijou a força – começo a chora – Tentei me afastar e quando consegui, vi o Hiccup ali nos olhando com ódio e me chamou muitas coisas, sem dá atenção no que eu falava... – choro e sinto que alguém me abraçar, que era Astrid.
— Não fique assim, mana – diz ela e eu retribuo o abraço – Não é a sua culpa... – separo do abraço enquanto enxugava as lágrimas.
— Obrigada, por acredita em mim – digo sorrindo – Você é uma irmã maravilhosa, sabia?
— De nada, Heather – ela sorrir – Você também é uma irmã maravilhosa – abraço-a mais uma vez.
— Astrid? – chamo, ainda abraçada com ela.
— Sim?
— Você vai perdoa o Hiccup? – ela se separa do abraço e me encarra.
— Eu não sei, preciso pensar... um pouco – diz ela triste.
— Ok, se precisar estarei aqui! – digo – Vai dar tudo certo.
— Eu espero – saio de seu quarto e vou para o meu sorrindo.
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