History of teen life
32 Acampamento part. 1
Notas iniciais
Mais um dia começa, me levanto, tomo banho, pego o meu uniforme e desço para tomar café. Não podia demora muito, pois estou um pouco atrasada. Rapidamente tomo o meu café, me despeço dos meus pais e saio apressadamente. Eu ia sozinha para escola, pois o Hiccup não poderia me levar, estava distraída que nem ouvi alguém me chama.
– Astrid, hey! – viro e vi que era o Goldere.
Ele se vinha numa moto Honda da cor vermelha com um adesivo de cavera. Ele para no meu lado.
– Oi! – digo e sorrindo gentilmente.
– Por que você está correndo? — perguntou ele.
– Estou atrasada pra escola – digo.
– Então aceita uma carona? – pergunta ele sorrindo.
– É acho melhor não! – digo e volto a andar.
– Ahh, Astrid!! – diz ele e continua – aceita vai, por favor!
Fico pensando se aceito ou não a carona dele?
POV. ELSA
Estava no meu carro, ouvindo música, quando vejo a Astrid conversando com alguém que estava na moto, era o Goldere, o que será que eles estão conversando? Eu não sei, mas não vou deixar ela sozinha com esse...Ah não me importa. Me aproximo deles e buzino chamando atenção.
– Hey Astrid, tudo bem? – digo sorrindo e ignorando a presença do Goldere.
– Oi Elsa, sim tudo bem – diz ela sorrindo.
– Oi Elsa! – diz o Goldere, mas continuo ignorando.
– Então, Astrid por que a senhorita não me esperou, hein? – pergunto pra ela e a mesma fica confusa, mas acaba entendendo.
– Ah é que eu esqueci, me desculpe – diz ela sorrido e depois olha para Goldere – Desculpe.
–Tudo bem – diz ele sorrindo – a gente se ver mais tarde – ele vai embora e a Astrid suspira aliviada.
– Obrigada! – ela sorrir e eu retribui.
– Entra logo no carro! – digo e a mesma obedece, e fomos para escola.
POV. ASTRID
Estávamos na sala de aula, agradeci a Elsa e contei pra ela sobre o meu final de semana, que passei sem o Hiccup, não que estou chateada com ele. Estava conversando animadamente, quando o professor Lucio de Geografia chega na sala, fazendo que todos voltassem para seus respectivos lugares. Olho para o lugar, onde o Hiccup senta junto com seus “amigos” e o mesmo não estava lá, provavelmente chegará atrasado. Quando o professor ia começar a aula, alguém bate na porta e abre.
– Com licença, professor! – era o Hiccup, que estava com a mão machucada?! Mas como?
– Pode entrar e se senta, senhor Strondus! – diz o professor e o mesmo vai para o seu lugar. Fico olhando pra ele, enquanto o mesmo ia para o seu canto. Ele os cumprimenta e senta.
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Depois das três primeiras aulas, vou até o Hiccup que estava conversando com a turma dele, até que um deles me cumprimenta.
– Oi Astrid, tudo bem? – pergunta a Cabeça Quente.
– Sim, eu só quero troca algumas palavrinhas com o meu namorado! – digo e vejo eles olharem para o Hiccup, que o mesmo assente e eles vão embora.
– Então, o que quer fala comigo? – pergunta ele, um pouco sério.
– Nada de mais – digo e continuo – só quero saber o que aconteceu com a sua mão? – pergunto e vejo ele aperta os seus lábios.
– Bom, eu... – ele parecia pensar – eu cair da moto, mas tá tudo bem! – diz ele sorrindo e dou um soco nele.
– por que você não me ligou? – pergunto zangada.
– porque não queria que você se preocupasse! – diz ele e continua – Me desculpe!
– Tudo bem – digo e o mesmo me dá um selinho.
– Sabe estava com saudades! – diz ele e o beijo.
– Eu também! – eu sorrir e o mesmo retribui.
Ficamos juntos no intervalo, só eu e ele, até toca o sinal.
POV. HICCUP
O tempo agora era Matemática, mas a professora Milena não veio e isso chateou os alunos, ou seja, os meninos (eu fiquei um pouquinho, ela me ajuda com a tarefa). Então ficamos sem professor e alguns foram aproveita, incluindo eu e Astrid que a mesma estava no meu colo. Todos estavam fazendo a maior algazarra na sala, até que ouvimos um pigarro que vinha perto da porta e assustamo-nos, era a vice-diretora Gothel.
– Bonito, hein?! – diz ela se aproximando – você senhorita Hofferson, seu lugar é aí? – pergunta e a mesma rapidamente sai do meu colo envergonhada voltando para seu lugar – Bem, estou passando de sala em sala, para comunicamos que nos finais de semana haverá um acampamento oferecido para escola, onde vocês poderão se divertir e apreender algo por lá – a sala fica animada – e também quero comunica-los que vai haver uma competição de bandas que vai representar a escola, mas tarde passarem o resto desse comunicado – ela estava preste a sair até que... – NADA DE BAGUNÇA!!! – e todos nós ficamos quieto.
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Depois de tudo falamos com o pessoal e acharam um máximo de irmos para o acampamento juntos. Todos concordaram em fazer de tudo para que os nossos pais deixassem e falem com os meninos para escrevemo-nos na competição de bandas e as meninas nos apoiaram até pedimos para elas se escreverem também, mas não se sabe se elas gostaram da ideia, continuando, estava na minha casa arrumando a mochila para o acampamento. Consegui convencer os meus pais, principalmente a mamãe, pois ela é muito protetora (até demais).
– Querido está pronto? – pergunta a minha mãe.
– Quase! – digo enquanto colocava mais umas coisas – Acabei! – pego a mochila e desço as escadas – Pronto podemos ir!
– Tudo bem! – diz a mamãe pegando as chaves do carro e indo até a garagem.
– Hic não vá, ficar aqui!!! – diz a Luane chorando e fazendo biquinho.
– Luane só vou para o acampamento, mas eu volto – digo enquanto a mesma soluçava.
– Mas você vai ficar dois dias fora e eu faço o que? Nada! – diz ela zangada – Já basta eu dividi você com aquela loira oxigenada – resmunga baixo e eu rir.
– Primeiro: você tem amigas e o Banguela, pode fazer uma festa de pijama, ou algo do tipo – digo e continuo – Segundo: o nome dela é Astrid e o cabelo é natural – vejo uma lagrima escorrer e a enxugo – Ela é legal só basta conhece-la!
– Tá bom, mas faço isso por você, maninho! – ela sorrir e eu retribuo.
– baixinha! – digo e a mesma dá língua.
Ficamos conversando durante o caminho, ela ficava tirando fotos de nós dois, já vi que alguém vai virar fotografo. Chegamos na escola, pois o ônibus levara-nos para o acampamento, me despeço mais uma vez e a Luane chorar, mas consegue se acalmar. Procuro os meus amigos e é claro a minha namorada até que encontro todos juntos, conversando animadamente vou até eles, cumprimentos todos. Estávamos ansiosos, animados e não demorou muito para ônibus chegar. Entramos cada um foi se sentando nos lugares e partimos para o acampamento.
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