Notas iniciais
>:) terceiro capitulo, o que estão achando? Não conseguiram terminar de ler aquelas? HAHAHAHAA!!

O Baile

Era um sábado à noite... O baile iria começar às 23:00 hs. Todos chiques, bem arrumados, vestidos para uma noite de gala. Mulheres lindas, homens charmosos.

Richard tinha ido ao baile sozinho. Não tinha namorada, apesar de ser muito bonito. No baile conheceu uma moça muito bonita que estava sozinha e procurava alguém com quem dançar.

Richard dançou com ela a noite toda, e conversaram por muito tempo. Acabaram se apaixonando naquela noite, mas tudo só ficou na conversa e no romantismo. No final do baile, Richard prometeu que levaria a moça embora, mas de repente ela sumiu. Ele procurou-a por todo o salão por muito tempo. Como não encontrou, desistiu e foi embora.

No caminho para sua casa, ainda muito triste, ele passou em frente ao cemitério e viu a moça entrando lá. Desconfiou do que tinha visto... suspeitou que fosse o cansaço e que estivesse sonhando.

Quando Richard chegou em casa, ele não conseguia dormir, nem parava de pensar na cena que tinha visto da moça entrando no cemitério.

Quando amanheceu o dia, Richard não se conteve e foi ao cemitério. Estava vazio e ele não encontrou ninguém. Passando por um dos túmulos, ele encontrou a foto da garota, vestida como no baile. E lá estava registrado que ela tinha morrido há dez anos.

E um detalhe: Ninguém viu a moça com que Richard dançou a noite toda, a não ser ele. Ninguém mais viu a tal mulher entrando ou saindo.

A morte liga a cobrar

Era uma uma noite escura e chuvosa naquela cidade, e na casa número 103 só estava um adolescente, ja que os pais haviam saído.O garoto estava sentado no sofá bebendo refrigerante, comendo pipocas e assistindo a um filme de terror quando o telefone tocou.

Ele resolveu atender, mas quando atendeu não havia ninguém na linha, então ele achou que era trote e continuou assistindo o filme. Então o telefone tocou novamente, ele atendeu e novamente não havia ninguém na linha, ja irritado, ele desligou.
Meia hora depois, o telefone tocou outra vez, desta vez a ligação era a cobrar e o garoto atendeu, pois achou que poderia ser importante, ele perguntou quem era, e uma voz seca respondeu:”é a morte”! o garoto pensou:”não acredito, outro trote”! e desligou o telefone.
Mas, quando ele se sentou no sofá de repente a pipoca caiu no chão, a garrafa de refrigerante quebrou, a TV desligou e as luzes piscaram até se apagarem totalmente, a esta Laura, o jovem já estava assustado, então ele olhou para fora da janela e viu um sujeito usando uma túnica ensanguentada com capuz e segurando com suas mãos de esqueleto uma foice suja de sangue se aproximar da casa,e ele resolveu colocar o sofá em frente a porta, para que o sujeito não conseguisse entrar, mas o sujeito(que era a morte) quebrou uma janela e entrou, e o jovem só teve tempo de gritar enquanto era degolado pela morte.
Uma hora depois, os pais do jovem chegaram em casa e ficaram apavorados ao ver o corpo sem cabeça do filho pendurado na escada, e se mudaram no dia seguinte.

Espíritos — possessões e lições de vida

É certo dizer que aprendemos algo na vida quando passamos por desafios e dificuldades. É certo dizer também, e às vezes assustador, que algumas coisas, coisas importantes, só aprendemos quando já é tarde.

Ainda não aprendemos em definitivo, mas creio que estamos perto de aprender que estamos destruindo o bem que temos de mais precioso na vida, o nosso planeta. Tem horas em que paro pra pensar até quando conseguiremos viver destruindo o que nos dá vida. Mas uma coisa eu sei, e creio que a maioria também sabe, pois já passou por algo do tipo, só damos o real valor a alguma coisa ou a alguém quando os perdemos. É por isso que redijo este texto, sem segundas intenções, apenas com a intenção de conscientizar o que está bem diante de nós.

Eu gostaria de começar citando uma pequena passagem de minha infância, uma passagem marcante.

Quando eu tinha onze anos tive uma conversa interessante com meu avô paterno. Eu dizia a ele que adorava o universo, e que um dia me tornaria astronauta. Ele sorriu e disse que se era meu sonho então que eu seguisse em frente. Porém, ouvi algo marcante naquele dia, que só hoje consigo refletir de uma forma significativa.
Ele disse:
"...é uma pena que eu não estarei aqui pra ver o homem viajar pra outro planeta, mas mais pena ainda será se você não puder ver isso. E meu neto, não procure outros culpados, a culpa será só nossa. Um dia você vai entender o que digo..."
Continuamos conversando sobre outras coisas.

Hoje eu entendo o que ele quis dizer. E acho que você, leitor, deve estar querendo entender porque estou dizendo tudo isso.
É uma forma de chegar ao ponto principal deste texto. Os espíritos e suas lições de vida.

Como já sabemos, segundo a doutrina espírita, existem tipos distintos de espíritos. Os que mais me fascinam, no meu ponto de vista, são os Espíritos Puros, aqueles que servem a um objetivo maior.
Eu me recordo da vez em que fui a uma sessão espírita, queria conhecer melhor essa crença. Um médium ali presente disse que seria "encorporado por um Espírito de Luz" e que passaria uma mensagem para os presentes. O ritual se seguiu por alguns breves minutos e então deu-se início a possessão. O "espírito" dizia se chamar Cavalcante de Almeida, e que tinha uma mensagem importante para algumas pessoas ali.

Me chamou a atenção quando o médium se dirigiu a uma mulher que também assistia ao ritual.
Eu não havia reparado nela antes, mas depois vi que ela chorava muito e em silêncio.
Cavalcante disse:
– Débora, o Bruno está aqui comigo — a mulher se espantou e chorou mais ainda.
– Ele disse que quer ver você feliz, nunca triste, e que sabe o quanto você o ama. Ele disse também que gostaria que você desse todos os brinquedos dele para crianças pobres, ele só pede pra você guardar os desenhos que ele fez.
A mulher chorou como nunca, pessoas a abraçavam e consolavam.

Outras pessoas também foram "auxiliadas" por Cavalcante, ele passava significativas lições para nossas vidas. E disse que mais como ele também faziam isso em outros lugares. A sessão terminou e eu tive a oportunidade de conversar com um integrante do grupo.
Perguntei se aquilo era freqüente e ele disse que sim. E também me explicou que o Cavalcante, como outros espíritos iguais, tinham a tarefa de trazer conforto para o plano físico.
Disse porém, que apesar disso também existiam os espíritos inferiores. Esses dificilmente "encorporam" um sensitivo evoluído. Eles preferem os médiuns iniciantes ou inconscientes de suas condições psíquicas.
O grande mal, disse o membro do grupo, é que os médiuns inexperientes quase sempre "caem na conversa dos espíritos inferiores". Muitas vezes, disse ele, o médium cresce conversando com esses espíritos, acreditando que eles estão sendo guiados por seres bons quando na verdade estão sendo manipulados por eles.

Ele me contou sobre um caso ocorrido alguns anos atrás.
Um garotinho de oito anos foi levado até aquele centro espírita pela mãe, que já não sabia a quem recorrer. Ela o havia levado a psiquiatras e psicólogos, e a resposta foi a mesma, esquizofrenia. Mas a mãe do garoto se recusava a acreditar. Ele me contou que o garoto havia colocado a irmã de 2 anos em uma banheira de água fervendo, resultando em queimaduras por todo o corpo da menina.
Eu perguntei ao Ramalho, o membro do centro com quem eu conversei, porque o garotinho tinha feito aquilo.

Ele me explicou que quando fizeram uma sessão um espírito inferior se manifestou de forma rude. O garoto não estava no local por segurança. Disse Ramalho que esse espírito vinha conversando com o garotinho desde que ele tinha cinco anos, e que se fazia passar por um anjo da guarda. O garotinho chegou a comentar com a mãe sobre esse "anjo", mas ela não deu muita importância. Esse espírito veio a revelar, na sessão, que ele havia convencido o garoto de que a irmã estava doente, e que a única cura seria mergulhá-la em água fervente. Foi então que o garoto fez o que fez.
Ramalho disse que com outras sessões eles conseguiram afastar esse espírito inferior do garoto, e explicaram à mãe que seu filho era sensitivo, e que seria bom se ele fosse acompanhado de perto por eles. Me explicou também que essas entidades fazem isso, na maioria das vezes, por puro prazer.

Depois disso eu nunca mais procurei saber como anda o garoto.
Mas naquela mesma conversa ele me disse que Cavalcante era um espírito de luz que quase sempre estava ali com eles, e que sempre tinha uma lição de vida pra passar. Ramalho me disse também, segundo Cavalcante, o quão importante é que todos os homens do mundo se unam sob um só ideal, o da paz e do amor. E que só viveremos de maneira evoluída no plano físico quando aprendermos a respeitar tudo o que existe nele, tudo mesmo.

Muitas evidências sobre esses seres são postas em cheque, muitos charlatões são desmascarados, porém muitos outros não são. Acho que muita coisa só saberemos depois que morrermos e formos para outros planos de existência, se eles existirem...

Essa historia que vou contar aconteceu comigo e meus dois primos .

Bom, nesse dia fui pra fazenda do meu avô, com minha vó e meus primos. Chegamos lá por volta das cinco da tarde. Como sempre meu primo foi assistir televisão na sala e eu,minha prima e minha vó ficamos na cozinha conversando. Ficamos lá até umas sete horas. Depois de jantarmos, fui pra sala junto com minha prima. Meia hora depois, minha vó foi também. Sempre antes de ir pra sala ela tranca a cozinha. Porém desta vez ela não trancou; ai que veio o problema: sempre que um de nós queria ir na cozinha depois das sete da noite, minha vó fala para não irmos sozinhos. Minha prima como sempre quis que eu fosse com ela; fui até a cozinha com ela e enquanto ela bebia água, eu ouvia passos (o que era estranho, já que todos estavam na sala e meu avô no quarto dormindo). Perguntei: – “prima, você ouviu esses passos?” e ela disse: -” Não… não ouvi nada… você deve estar louco Felix.” Então alguma coisa bateu fortemente na porta de trás da cozinha .
A cozinha tinha duas portas uma que levava pra sala e outra que levava para os fundos. Depois que eu ouvi a batida, minha prima também ouviu. Nós saímos correndo da cozinha, entramos na sala, trancamos a porta e sentamos no sofá ; fomos assistir a um desenho porquê minha prima naquela época só se acalmava de algum susto se ela assistisse desenhos.
Depois da meia noite ela estava dormindo. Meu primo me chamou para assistir um filme de terror. Quando estava no meio do filme, algo bate de novo na porta e forte dessa vez! Não parava de bater! Até que minha prima acordou e com muito medo me abraçou forte. Disse à ela para ficar calma e meu primo apenas desligou a televisão e deitou para dormir como se nada estivesse acontecendo. Perguntei incrédulo: -” Você não está ouvindo essas batidas na porta?” Ele respondeu- ” Sim… mas deve ser o vento” Pensou assim até ouvir passos e algo bater na janela da sala. Nessa hora, todos nós ficamos assustados. Eu tremendo de medo cheguei perto da janela, tentei abri-la, mas meu medo não deixava. Começou a chover e dar fortes trovoadas; e como todos os meus parentes que estavam dormindo, as batidas na porta e os trovões e raios não acordavam eles. Certa hora, tive a idéia de ir no banheiro e olhar pela janela dele. O que ou quem estava lá fora parecia com uma mulher. Emitia sons como de choro. De repente, ela olhou em minha direção e os olhos ficaram vermelhos. Sai correndo do banheiro. Meu primo como sempre tentando dar uma de corajoso, abriu a porta da sala. Quando voltei pra sala, só tinha visto a porta aberta e minha prima disse-me que o irmão dela estava lá fora. Quando sai na porta vi a mesma mulher e meu primo. A mulher veio na minha direção antes de meu primo chegar na sala. Enquanto a mulher vinha na minha direção percebi que tinha outro espirito com ela. Esse espirito não se movia. Apenas olhava pra mim com um olhar triste.
olhos
Fechei a porta da sala e tranquei. Ao me virar para ir sentar no sofá a mulher estava em minha frente. Nessa hora dei um grito de susto e desmaiei. Tive um sonho com essa mulher; ela dizia que havia mais espíritos naquela fazenda além dela.Disse também que deveríamos ir embora no outro dia antes das oito da noite, se não todos nós morreríamos. Quando acordei, já eram umas nove da manhã. Contei tudo para minha vó e ela disse que há 60 anos, uma família inteira tinha morrido na fazenda vizinha. A mulher queria me proteger com aquele aviso que deu no meu sonho e sobre a chuva os raios e trovões minha vó disse que não tinha chovido, nem dado raios ou trovoes e ela disse que eu deveria estar louco. Meu primo e minha Prima disseram o mesmo que eles não ouviram nenhum raio,trovão ou som de chuva. Depois disso,minha vó achou melhor irmos embora. Quando entrei no carro, vi o espirito da mulher de novo e desta vez estava sorrindo. Não me assustei porquê eu estava pensando na chuva que podia jurar que tinha visto e ouvido naquela noite assombrada.

A Mão

Eu estava rolando na cama desde a meia-noite, inquieta após haver assistido a um filme de terror. Maldita sexta-feira treze. desenrolei-me dos lençóis e pousei os pés nus no carpete do quarto. Foi quando o inusitado ocorreu. Não foi como se me segurassem, ou como se me apertassem, foi apenas um toque, vindo de sob a cama. Tenho certeza de que não era fruto da minha imaginação, a sensação foi clara o suficiente para evitar qualquer dúvida. Gritei, e instintivamente olhei para a fonte do meu desespero. Nada havia. Corri para o banheiro, por causa do susto. Ao voltar para o quarto, entrei sem muita coragem. Acendi a luz e, a uns dois metros de distância da cama, ajoelhei-me, encostei lateralmente a cabeça no chão e tentei divisar algo. Tinha bastante entulho embaixo, mas nada que se assemelhasse a uma mão, ou a algum dono de mão. A hipótese de ser meu irmão estava descartada. Rastejei até lá e, no caminho, apanhei um tênis, para dar uns safanões, caso fosse algum bicho (rato?!) desgarrado. Encontrei caixas de Barbie (bonecas aposentadas),caixas de sapatos, às quais afastei com o bico do tênis, uma meia suja coberta de cabelos e poeira. Respirei aliviada, afinal de contas, poderia ter sido minha imaginação — era mais fácil me agarrar a uma mentira —, um vento encanado, qualquer coisa, menos uma mão.
Apaguei a luz e, no mesmo instante em que o quarto foi tomado pelo breu, um relâmpago brilhou pela cortina, e vislumbrei talvez um rosto, cabelos brancos desgrenhados, sorriso mórbido fitando-me por debaixo da cama. Acendi mais uma vez a luz, e ri sozinha, meio apavorada, mas também me convencendo de que a visão se devia a alguma configuração bizarra de luminosidade no entulho acumulado abaixo do estrado. Quando estamos com medo é isto mesmo que acontece: quantas vezes não vemos pessoas e fantasmas nas roupas dependuradas no cabide estando as luzes apagadas ou o ruído do armário, dos móveis, do vento, de passos, de sussurros? Pura obra
de nossa imaginação, pois não há nada, apenas nosso medo.
Para não ficar na completa escuridão, deixei acesa a luz dum abajur. Depois, mais confiante, apaguei-a também e tentei dormir. Mas eu estava muito nervosa, (temia que alguém viesse puxá-los), trêmula. Encolhi-me como um feto, a chuva havia engrossado, repicando na vidraça. Tive a impressão de ouvir sons debaixo de mim, alguém se arrastando, movendo a bagunça lá embaixo.
Pensei em me levantar e acender a luz, mas não tive coragem. Preferi ficar quietinha, crente que, se eu me acalmasse, uma hora isto passaria. Mas não foi o que aconteceu, o som aumentou, adicionado a um ranger de dentes e a um estertorar idêntico ao que ouvi de meu avô agonizando, pouco antes de morrer. não havia do que duvidar: alguém estava lá embaixo! A situação era tão aterradora que se tornou insuportável, insustentável, ou eu ficava lá e morria de medo, ou fugia. Num pulo, voei para fora da cama e fui bater à porta de meus pais. Mais ele me pediram para que voltasse a dormir.
Eu não entraria naquele quarto novamente, por isto, fui para a sala assistir TV. Estava tarde, logo Meus olhos começaram a pesar e, em pouco tempo, adormeci no sofá.
Fui acordada por meu pai, na manhã de sábado, ele se preparando para ir ao trabalho.
Passei o dia na casa da Camila; Quando Cheguei em casa tarde, apenas para comer um lanche e ir dormir, mas não consegui entrar no meu quarto, Pensar que meu medo era mero capricho, e que uma noite no meu quarto e na minha cama quentinha já seria suficiente para espantar os fantasmas da minha alma Realmente, ao ser coberta pelo edredom e pelos lençóis cheirosos, caí num sono profundo e devo até ter roncado. Mas fui acordada por ruídos e grunhidos. Não havia chuva para que eu me confundisse, além disto, havia um ligeiro tremor na cama. Alguém se arrastava lá embaixo.Eu estava meio lenta, com sono, mas não estava tendo pesadelo nem delírio, alguém tentava sair de sob a cama.
O medo fez com que o sono desaparecesse, mas, quando considerei a possibilidade de saltar para fora e me refugiar na sala, a visão duma mão, esquálida e branca, se erguendo pela borda do colchão, agarrando o edredom, dando suporte ao resto do corpo que haveria de aparecer, me fez mudar de ideia. Encolhi-me contra a parede, abraçando minhas próprias pernas, tremendo, pelos todos eriçados.
A segunda mão apareceu, também agarrando as cobertas e, entre o espaço das mãos, uma cabeça começou a surgir, cabelos brancos, os olhos vazios, fundos, a pele desta criatura era ressecada e apegada aos ossos duros da face, os dentes podres e enegrecidos. A criatura erigiu a parte superior do tórax, vestia uma camisola amarelecida e ensanguentada, podia-se ver as vértebras e os ossos dos ombros saltando por entre o tecido.
Ela se arrastou até mim e, quase encostando a boca no meu nariz, exalando aquele hálito pútrido, a criatura sibilou a questão;

— Onde você estava, Silvana? Eu estava apenas te esperando.

Notas finais
O que acharam? Espero que tenham gostado
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.