Histórias da Ecomoda.
216 Visitinha a emergência
No apartamento dos Mendonza:
—Bom, filha já vamos, amanhã você vai para a empresa? Hermes pergunta.
—Sim papai! Quero sentar-se com todos os acionistas para discutir essa parceria com o Michel.
—Certo! Então até amanhã!
—O senhor vai papai?
—Sim, lembre-se que eu sou o braço direito do seu Roberto Mendonza.
—Sim papai eu sei!
—Não discuta Betty, o seu Hermes sempre quer meter o pitaco em tudo!
—Olha aqui saco sem fundo cuidado com o que você fala comigo, o seu Roberto confia em mim porque eu não fiz as besteiras que vocês fizeram, lembre-se que o diabo é porco!
—Aí querido, deixa isso pra lá e vamos que a menina tem que descansar, amanhã vai ser um dia cheio pra ela. Deus te abençoe filha. Julia faz o sinal da cruz, bem no momento que o elevador chega.
—Tchau Betty, e pode contar com o meu voto a favor, gostei bastante da ideia! Camila fala entrando no elevador, junto com Nicolas, Hermes e Julia.
Quando a porta do elevador se fecha, Betty pensa em Armando, e na demora pra chegar em casa ou ligar pra avisar onde estava.
—Será que aconteceu alguma coisa? Acho que vou ligar pra ele. Betty se aproxima do telefone, quando Milinha começa a chorar.
—Já vou mi amor! Betty deixa o telefone pra lá e vai acudir a filha.
No estacionamento:
Armando chega com seu carro, ele buzina para que o porteiro abra a porta.
Ele entra com o carro e vai para a sua vaga. Ao descer do carro a surpresa, o elevador abre. Seu Hermes, dona Julia, Camila e Nicolás descem de dentro.
—Oi boa noite.
—Oi meu filho, acabamos de sair do apartamento. Fala dona Julia.
—Onde estava doutor? Hermes pergunta desconfiado.
—Estava em um jantar seu Hermes, fui fechar um negócio. Armando fala.
—Nossa maninho que demora! Camila fala abraçando o irmão. Ela sente o perfume de Gisele nas roupas de Armando, e vê a marca de batom no pescoço de Armando.
—Eu sei Mila, demorou mais do que eu podia imaginar!
—Armando vem cá! Mila puxa o irmão pelo braço até o elevador.
—O que você fez, está com cheiro de perfume feminino, sem falar que está com marca de batom no seu pescoço. Armando não me fala que você voltou a ser aquele...
—Não Mila, não foi isso que aconteceu. A maluca da modelo... ela deu em cima de mim quando fui levar ela no hotel...
—Armando!
—Calma, eu não fiz nada!
—Você vai falar a verdade pra Betty?
—Claro que vou.
—Armando! Não minta pra mim.
—Mila, é a verdade, vou subir agora e contar tudo pra minha esposa, acredite em mim!
—Tá sobe logo, ela está preocupada com você! Mila abraça o irmão mais uma vez ela sai do elevador.
—Lembre-se fale a verdade! Ela fala enquanto o elevador fecha a porta!
—Sim mana!
Mila segue para o carro de Nicolás.
—Está tudo bem com o cabeção? Nicolás pergunta ligando o carro.
—Se ele falar a verdade, vai ficar tudo bem com ele. Nada melhor que a verdade em um relacionamento.
—Isso é verdade! Nicolás sai com o carro.
—Coisa que você deveria fazer né Nicolás!
—Ai Mila!
A porta do elevador abre e Armando sai de dentro.
—Mi amor? cheguei! Armando fala ao sair do elevador. Ele olha, mas não encontra ninguém. Ele segue procurando Betty.
No quarto de Milinha, Betty estava observando a filha a dormir, quando ela sente alguém nas suas costas.
Betty se vira e Armando está encostado na porta do quarto.
—Mi amor, já chegou? Betty fala se aproximando de Armando.
—Sim mi vida! Mas eu preciso falar com você, vamos até a sala. Armando fala puxando Betty pelo braço.
Armando se senta ao lado de Betty, que sente o cheiro de um perfume diferente do perfume que Armando usa.
—Mas que cheiro é esse?
Armando tira o paletó e abre a camisa. _Mi amor, aconteceu uma coisa nesse jantar!
—Me conte tudo Armando Mendonza. Betty fala fechando a cara.
Na casa da senhora Mora:
Michelzinho estava dormindo, ele cansou de esperar os pais.
—Mas vocês demoraram muito, o menino caiu no sono! Reclama dona Mora.
—Desculpe mamãe tivemos uma reunião, saindo da empresa passamos na casa da Betty.
—E como ela está?
—Bem, vamos colocar o Michelzinho pra dormir mamãe obrigado! Nicolás fala pegando o menino no colo.
Eles sobem as escadas e colocam o menino no seu quartinho. Depois seguem para o quarto do casal.
Camila continua com a cara fechada para Nicolás, ela passa por ele e vai tomar um banho.
Nicolás por sua vez se senta na ponta da cama tira o sobretudo, afrouxa a gravata e tira seus sapatos que estão apertando os joanetes.
Após alguns minutos Camila sai do banho ela seca seus cabelos na frente da penteadeira enquanto é a vez de Nicolás tomar banho.
Quando o rapaz de óculos fundo de garrafa sai do banho, Mila está deitada lendo um livro. Nicolas se deita ao seu lado, ele retira seus óculos coloca no criado mudo e fecha os olhos.
—Nick?
—Oi Mila!
—Você arrependeu de se casar comigo? Quer o divorcio pra ficar com a oxigenada?
No apartamento dos Mendonza:
Betty engole mais um pouco do seu suco de amora, ela olha para Armando que está sentado com um copo de whisky.
—Mi amor, eu juro que essa é toda a verdade.
—Armando eu quero te fazer uma pergunta. Betty toma mais um gole de suco.
—Por que você a deixou beijar o seu pescoço?
—Como eu disse mi amor, ela disse que tinha visto a Tania Vinci e se pendurou no meu pescoço.
—E você deixou assim de bom grado?
—Sim mi amor sei que é difícil de acreditar, mas nem percebi, só queria vir logo pra casa.
—Outra pergunta! Betty fala terminando seu suco.
—O que mi vida?
—Você disse que sentiu arrepio quando ela te tocou, por quê? Sentiu atração por ela?
—Senti sim alguns arrepios, mas quando estava voltando pra casa percebi o que era.
—E o que era?
—Você mi amor!
—Eu? Como?
—Sim minha doutora, afinal antes que eu sai-se você me deixou acesso. Armando fala se aproximando de Betty.
—Armando! Isso não é desculpa. Betty se levanta e vai em direção ao quarto do casal.
—Mi amor, me desculpa eu juro que falei a verdade.
Nas ruas de Bogotá:
A moto de Freddy chega na frente da casa da Inezita, Aura Maria desce enquanto Freddy desliga a moto.
O carro de Hugo para logo ao lado e atrás para um taxi. Inezita desce do carro de Hugo, as meninas do quartel saem do taxi.
—Quanto deu moço? Pergunta Sandra.
—10 pesos! Responde o motorista.
—Aqui está! Sandra paga ao taxista enquanto Hugo solta o seu veneno.
— Olha eu não sei como esse pobre motorista não morreu de susto com tanta gente feia no mesmo lugar, bom, mas esse motorista também faz parte do quartel, porque é feia igual a elas. Jajajajaja.
—Aí seu Hugo, eu não sei o que o senhor veio fazer aqui. Fala Aura Maria.
—Vim trazer a minha velhinha, porque eu conheço bem vocês peitudinha, vai saber onde vocês iam levar a minha velinha linda! Hugo fala abraçando Inezita.
—Claro que não, ele veio aqui pela fofoca, vamos entrar gente, eu quero saber o que as cartas vão mostrar sobre essa saída do seu Armando. Fala Mariana tirando gargalhadas do quartel.
—Nada disso, vocês vão embora porque a Inez aqui tem que descansar. Se quiserem fazer os seus mafuás vão pra outro lugar. Hugo fala puxando a pobre senhora pelo braço.
—O que é isso seu Hugo, deixe as meninas ficarem, eu me sinto tão sozinha esses últimos dias e elas me fazem companhia. Inezita fala abrindo a porta da sala.
—Como assim sozinha, e o seu marido? Fala Hugo indignado.
—Seu Hugo, o Rafael foi embora a anos.
—Não estou falando desse marido, estou falando do seu marido postiço muito melhor que qualquer homem desses, por aí. Aqui estou minha dama de cabelos brancos. Hugo segura a mão de Inezita e dá um beijo.
—Ahhhh que lindo! Fala as meninas do quartel.
—Não se iludam suas assanhadas! Hugo fala tirando o paletó vermelho em cima de Freddy.
—Cruz credo! Freddy fala jogando o paletó no sofá.
No apartamento dos Mendonza:
Armando segue para o quarto do casal, ao chegar na porta Armando escuta o choro de Betty.
—Mi amor! Armando entra no quarto desesperado.
Betty olha para Armando com os olhos cheios de lagrimas, Armando a ver sua Betty chorando não aguenta e cai no chão. Ele começa a socar o chão com todas as suas forças.
—Armando o que está fazendo? Betty vai em sua direção.
—Eu sou o pior ser humano que existe, eu não devia ter nascido Meu Deus! Armando fala enquanto soca o chão.
—Não Armando, não faça isso. Betty tenta segurar Armando, ao olhar para suas mãos Betty vê sangue.
—Armando, suas mãos estão sangrando! Betty fala tentando fazer com que Armando pare de socar o chão.
— NÃO MI AMOR, ISSO NÃO É NADA! EU SOU UM MONSTRO! Armando sai do quarto em direção da cozinha.
Betty assustada corre atrás de Armando com medo de que ele faça alguma besteira.
Ao chegar na cozinha, Armando estava com as duas mãos cheias de sangue, ele segurava o balcão com força. Ele estava de costas para a porta da cozinha.
Betty não sabia o que fazer, nunca tinha visto Armando tão nervoso, os músculos de suas costas estavam tensos, dava pra ver que lagrimas escorriam de seu rosto.
Betty abraça Armando por trás.
—Não Betty não faça isso!
—Armando eu...
Armando se vira e fica frente a frente com Betty. _Eu te amo, passamos muita coisa pra ficarmos juntos, mas não aguento ver nenhuma lagrima escorrendo de seus olhos, Betty, desde o dia em que eu li seu diário, jurei pra mim que jamais iria te fazer chorar mais uma vez! E hoje quebrei a minha promessa.
—Armando, não... Armando colocou um dedo na boca de Betty e fala_ Não diga nada, eu te amo, e prefiro morrer do que ver outra lagrima saindo dos seus olhos.
Betty ao ouvir isso, olha fundo nos olhos de Armando e o beija. Ela puxa os cabelos da nuca de Armando fazendo com que ao mesmo tempo que ele sinta dor, sinta um grande prazer.
—Mi amor, me perdoe. Por favor Betty me perdoe, não sei viver sem você, não sei mais viver sem a nossa família! Armando apertando Betty contra seu corpo.
—Mi vida, não tenho nada o que perdoar. Armando você é humano e tem desejos, desejos esses que nesse momento eu não posso satisfazer.
Armando puxa o rosto de Betty olha fundo em seus olhos e fala. _Não diga bobagens, meu corpo, minha alma só desejam você minha vida!
Armando coloca Betty sentada em cima do balcão, e com muita habilidade ele rasga o vestido de Betty com as mãos, mesmo com sangue Armando não liga. Ele suga o pescoço de Betty, que grava suas unhas nas costas de Armando.
Os lábios de Armando descem e sugam as aureolas dos seios de Betty, que geme alto, fazendo com que Armando continue.
—Aí mi doutor.... Betty fala se remexendo nos braços de Armando.
Armando pega Betty nos braços e a leva para o quarto do casal. Ele a deita com delicadeza em na cama, depois sobe com cuidado na cama ficando por cima de Betty, mas sem machuca-la, tomando o máximo de cuidado com sua barriga. Armando segue beijando o corpo de Betty que continua a se retorcer ao sentir os lábios de seu amado.
Armando chega na virilha de Betty, e com maestria começa a beijar e sugar o sexo húmido de sua amada.
Betty continua a se mover e gemer, cada vez mais alto.
—Aí ahhhhhh doutor isso é uma tortura.
—Tortura é o que você faz comigo Beatriz, tortura é não poder te beijar, te abraçar quando eu quero. Isso é tortura. Armando segue sugando Betty que não demora nada e chega ao ápice nos lábios de seu amado.
—Doutoooooooooor. Ahhhhhhhh.
Armando ao ver o rosto sorridente de sua amada, deita-se ao seu lado.
Betty se levanta da cama, e segue para o “pé” da cama. Lá ela puxa os sapatos de Armando e depois suas calças para baixo.
—O que está fazendo mi amor? Armando pergunta querendo se sentar ao lado de Betty, mas Betty é mais rápida e joga Armando em cima da cama.
Ela abaixa a cueca de Armando que já estava acesso somente com o toque de sua amada.
—Mi amor o que vai fazer? Ahhhhh Betty.
Betty segura o membro de Armando e depois beija e suga o membro de Armando fazendo com que ele revire seus olhos de uma forma prazerosa.
—Mi amor... ahhhh, não, eu não aguento mais.... minha Betty!
Betty não liga para o que Armando fala e continua a sugar o membro de seu marido até que, Armando não aguenta e chega ao ápice nos lábios de sua amada esposa. Betty se deita ao lado de seu marido que está ofegante.
—Mi amor, desculpe, mas isso é o máximo que posso fazer nesse momento por você. Betty fala olhando para Armando,
—Porque você está me pedindo desculpas, isso que fizemos foi maravilhoso. Betty eu te amo. Armando puxa Betty para que ela se deite em cima de seu corpo.
Betty ao deitar nota que as mãos de Armando ainda estão sangrando.
—Mi amor, suas mãos! Betty fala assustada.
Na casa dos Mora:
—Que história é essa Mila?
—Eu sei Nick que você ainda gosta da oxigenada.
—Não fala besteira Mila!
—Nick eu sei que você gosta... Nicolás puxa Camila para um beijo quente.
No apartamento dos Mendonza:
—Mi amor eu estou bem! Armando fala indo para a sala
— Não senhor, vamos ao hospital. Betty fala colocando Milinha no carrinho de bebê.
—Mas mi amor!
—Vamos Armando, Betty empurra o carrinho até o elevador.
Na casa dos Mora:
Camila e Nicolas acabaram de fazer amor.
Camila estava deitada no peito de Nicolas, quando ele fala. _ Mila?
—Hum!
—O que você acha de darmos um irmãozinho para o Michel?
—Como assim Nick! Camila fala se levantando e olhando para Nicolas.
—Isso mesmo, já faz um tempo que eu venho pensando nisso, podíamos dar um irmãozinho ou irmãzinha para o Michel, afinal ele está crescendo e é bom que comece a ter responsabilidades, sem falar que eu sonho em ser pai!
—Nicolás, você sabe que esse é um passo gigante na nossa relação, eu digo por que faz pouco tempo que nos casamos e você quer ter um filho comigo, você está preparado pra isso Nicolás?
—Claro que sim Mila, eu quero muito que tenhamos um filho.
—Ai Nick! Camila lhe dá um beijo doce nos lábios.
Na emergência:
—Senhor Armando Mendonza! O médico chama Armando.
Betty e Armando se dirigem para o consultório médico.
—Boa noite doutor! O casal fala ao entrar.
—Em que posso ajudar? O médico de pouca idade e cabelos lisos fala.
Armando estica as mãos mostrando os machucados.
—Meu Deus, o que foi isso? O senhor brigou com um elefante?
—Não senhor, foi somente um acidente doméstico. Armando fala olhando pra Betty que ri.
—Mas me diga uma coisa, a outra pessoa sobreviveu? Digo por que...
—Doutor, estamos com um pouco de presa! Armando fala sem paciência.
—Claro.
Depois de alguns exames e medicamentos Armando foi liberado pra voltar pra casa, suas mãos tinhas alguns curativos. Mas nada demais.
—Mi amor, você sabe que amanhã as meninas do quartel vão querer saber o que aconteceu, quando virem suas mãos assim!
—Falaremos a verdade, eu quebrei a cara de um engraçadinho que deu em cima de você! Armando fala abraçando Betty.
—Seu bobo! Betty fala beijando os lábios de Armando.
—Mi amor, acho que na hora que passei na frente da Ecomoda, as meninas do quartel me viram.
—Sério? Então amanhã cedo se prepare para a fofoca na Ecomoda.
—Nem me fala mi amor, vamos dormir que essas injeções me deram muito sono! Armando fala pegando Milinha e colocando ela no seu berço.
Ao chegar no quarto Armando vê Betty deitada dormindo, ele a cobre dá um beijo doce na sua bochecha e fala. _Te amo mais que tudo! Depois ele se deita ao seu lado, Betty parece perceber que Armando está ali e joga seus braços em cima de Armando, que a abraça com delicadeza e os dois dorme abraçadinhos, tomando cuidado com a barriga de Betty.
Continua.....
Fale com o autor