Hisadeva
13 Capítulo 13
Notas iniciais
– Sabemos que o Agnor Age mora na cidade que invadimos a Findaram. – disse o Hatori.
Estávamos no acampamento que os Draknoys montaram a vários quilômetros da floresta que estávamos, partimos de lá uma hora depois de descansarmos. O acampamento era cheio de tentas, unicórnios, armamentos e vários elfos do exercito do castelo de Draken (que eram também parte do Drakonoys de ceciliana) O skot estava no acampamento, ele era o elfo líder do exercito, era alto, loiro, de olhos castanhos, parecia ter uns quarentas anos de idade. Apresentamo-nos assim que chegamos até o acampamento.
– Isso moleque, todos sabem. – disse skot, ele sempre brincava com o Hatori. – O problema é como entrar lá e continuar vivo.
– Nos estivemos presos por muito tempo em findaram e Agnor Age não sabia que éramos umas das crianças prometidas, pois ele não sabia nem as raças das crianças e... – começou a falar sara antes de ser interrompida.
– Mas na profecia fala! – disse a July levantando em um salto e colocando as mãos em cima da mesa que tinha o mapa de Hisadeva, a qual estava no centro da tenta e todos nos estávamos em volta dela. – Estava escrito nela que era um mago, uma ninfa e todo o resto.
– Na profecia da terra! – falou o Daniel – Aqui nos só sabíamos que a Rainha Lucinda escolheu seis crianças que duas eram de hisadeva e quatro impuras. Nem temos por escrito a profecia, ela foi passada através da oralidade, por isso muitos nem acreditavam nela.
– Nos não sabíamos disso. – Falou o hélio que estava sentado, quase deitado, no sofá atrás de nos. – Nossos pais, quer dizer, os impuros que cuidavam de nos, não sabiam muita coisa, então não tivemos muitas informações sobre Hisadeva.
– Eu entendo. – respondeu o Daniel.
– O que você iria dizer Sara? – perguntei rapidamente, pois parecia ser algo importante.
– Então, o que eu estava falando é que eu e o Daniel recolhemos informações e dados sobre a cidade de Findaram, o Agnor mora no castelo principal da cidade “a grande casa” Que era o castelo dos antigos reis e Rainhas de Hisadeva. O castelo tem uma parte subterrânea, na qual é muito protegida, porem se treinarmos ataques em conjunto poderemos passar por lá! Pois como dizia a Rainha Lucinda: Só unindo as forças que a magia se tornará invencível.
– Se é muito protegido, porque vamos passar por lá? – Perguntou a July, ela estava muito confusa sobre o plano.
– É bem protegido, mas todos os lugares são protegidos, porem as outras entradas são abertas e difíceis de escapar ou se esconder, se formos pelo subterrâneo vamos ter mais chances de infiltrar lá dentro! – disse a sara.
– Ela está certa – falou o Hatori – Luna, você tem que memorizar a nossa magia para não ter dificuldade de nos identificar.
– Já memorizei a de todos aqui nos acampamento! – Falei orgulhosa
– Ótimo! Agora tente identificar a dos estranhos que chegam perto de você! – disse ele me desafiando.
– Pode ficar tranquilo, pois isso não vai se repetir, mas se acontecer de novo lembre-se que você me ama, vai me proteger e não ficara zangado comigo. – falei com um sorriso enorme.
– Boa Luna! – disse o Helio se levantando. – O que aconteceu?
– A Luna foi ataca por trás na hora que estávamos na prisão. – disse o Hatori pegando uma mochila. – Agora está tudo bem, então vamos treinar um pouco?
– Espera, o que vai acontecer com os outro que salvamos da cadeia de Agnor? – perguntou o Daniel, ele estava muito preocupado com os ex-prisioneiros, mas ele tinha razão, pois ele viveu com ele por muito tempo, então já eram uma família!
– Calma jovem! Eles estão sendo mandados para as cidades/vilas de suas raças, com pequenos grupos de Draknoys os acompanhando, ele abriu a porta da tenda — Eu vou treinar com vocês crianças. – disse o Skot.
– Sim! – falamos em conjunto e fomos para fora.
Aprendemos a “Estrela na Onda” foi assim que batizamos, o Skot disse que quanto mais bobo e simples for o nome mais fácil será de lembramos do ataque. Então deixamos o Helio batizar quase todos os ataques! Esse era uma combinação da July com o Helio, o Helio lançava um furação de estrelas e a July simulava um tsunami, fez um grande estrago na floresta perto do acampamento.
A outra foi um ataque meu com o Hatori, eu juntava a magia – que na luta deveria ser a dos inimigos – e mandava ela para o Hatori, então ele lançava chamas que pareciam fogos de artifícios e eu os controlava para serem acertados nos alvos escolhidos. Fez outro estrago na floresta, Skot disse que as fadas boreais arrumariam depois os espaços que estragamos, o Helio batizou o ataque de “Fogos de Magia”.
O Daniel disse que o poder as sara era de cura, então servia apenas para zelar dos nossos ferimentos durante a luta e explicou que ele poderia controlar a gravidade para qualquer direção, em cima de algumas pessoas ou até mesmos de um lugar.
O Daniel e o Hatori fizeram um golpe, o Hatori pediu para ele fazer a gravidade ficar pesada em cima de nos e assim ele fez, caímos nos chão, era muito forte e intenso, eu não conseguia mexer, logo depois o Hatori jogou uma chama em cima de nos. O que?
– Seu filho da... Espera eu não estou queimando. – disse a July.
O Skot e o Hatori não paravam se rir, o Daniel nos liberou e a chamas se apagou.
– Você está louco Hatori? – Falei brava.
– Calma criança! – disse Skot rindo mais ainda.
– As minhas chamas não machucam vocês! – falou o Hatori parando de rir. – Eu as controlo ela só queima quem eu quero.
– Poxa! Não dava para avisar isso antes? – Falou o Helio, ele correu atrás do Hatori e começou a bater nele de brincadeirinha. – Você também Daniel! – ele começou a correr atrás do Daniel.
– Eu não sabia! – disse o Daniel rindo e correndo. – Eu também assustei quando ele atirou!
– Foi ideia do skot só pode! – Gritou o Helio.
Eles ficaram correndo um atrás do outro os quatro: Helio, Skot, Hatori e Daniel.
– Sara, você vai ficar responsável por nos curar, certo? – ele fez que sim com a cabeça sorrindo – Quanto tempo demora para curar uma pessoa?
– Depende da gravidade do ferimento, se for simples de 1 a 2 minutos, se for grave de 15 a 25 minutos.
– Um ferimento de espada ou uma queimadura?
– Um minuto! – ele respondeu rapidamente – se a espada alcançar um órgão e feri-lo gravemente 5 minutos.
– Você pode curar o cansaço de uma pessoa? – perguntei e me sentei na grama.
– Temos que combinar! Eu recupero o físico e você a magia! – diz ela empolgada e sentando ao meu lado.
– Gostei da ideia!
– Vamos fazer um ataque de três? – perguntou a July nos abraçando pelas costas.
– Podemos focar em você July – diz a sara – Quando usamos muita magia isso afeta o nosso físico nos machucando, então você pode lançar milhares de agulhas de agua cortantes e eu recupero o seu físico e a Lunally a sua magia, assim você ficara bem!
– Você é boa em montar ataques! – eu disse para sara – Me chame de Luna, por favor.
– Obrigada, Luna! Você duas são legais! – ele disse sorrindo.
– Você que é uma fofa Sara! – disse a July.
Os meninos estavam correndo e gritando ainda.
– Hatori, a gente pode fazer uma combinação “estrelas flamejantes” – disse o Helio caindo na gargalhada.
– Não é uma má ideia! – disse Hatori – Como um meteorito!
– Então basicamente a Luna e a sara ficam para nos manter vivos e bem, Eu, o Helio, o Hatori e o Daniel lutarão!
– É isso! – disse o Helio caindo no chão pelo cansaço de tanto correr e o resto dos meninos vieram com ele.
– Então vocês dependem de nos, não é sara? – dei uma piscadinha para ela e batemos as mãos. – E eu também posso defender os ataques mágicos.
– Claro! Nos somos a base desse time!
– Não vão se achando, pois nos é que vamos proteger vocês, se não seriam presas pelo Agnor! – disse Helio com um tom que parecia que estava contando uma historia de terror.
Fingi que estava com medo e disse:
– Nossa ainda bem que temos o Sr.liuty do nosso lado! – e comecei a rir.
Treinamos mais um pouco durante o dia e criamos a “água benta” era junção dos poderes da Sara cm os da July, a July voava a jogava agua em cima de nos e essa agua curava porque a sara a “benzia” tentamos fazer amis alguns só que não deram certo.
–Vocês não acham que os nome que estamos dando para os ataques não são muito ridículos? – disse enquanto me sentava. – Pois não tem possibilidade de matarmos o Agnor de tanto rir com esses nomes!
– Seria bom se fosse assim. – disse o Daniel que estava com a cabeça no colo da sara, estávamos exaustos.
– É verdade são patéticos, mas quanto mais bobos mais fáceis de lembrar. – disse o Hatori retomando a frase do Skot e se aninhando em meu colo.
Skot foi conversar com os soldados Draknoys sobre a hora de nossa partida, pois a maioria que veio nos acompanhar tinha ido embora para escoltar os magos que resgatamos para casa. Estavam somente os prometidos e 200 soldados no acampamento.
– Agora que acabou a parte difícil e chata, porque não vamos à cidade da frente para dormir em uma cama descente e tomar um banho? Porque já estamos sem nos lavar faz uns dias galera! – falou a July.
– Seria bom, ficar suja é horrível. – disse a sara.
– Essas mulheres, Luna, por favor, não fique assim. – disse o Hatori
– Nossa! Eu estava preste a concordar com elas. – disse e comecei a rir.
– Vou falar com o Skot! – disse o Hatori
O Skot concordou, pois seria ate mais fácil ficarmos na cidade, mas era para ficarmos em nossas formas originais, sem transformação por hoje.
– Pela razão que lhe contei Hatori, o Agnor nunca iria atacar uma cidade populosa sem ter certeza de que vocês estão realmente lá! Ele não vai perder vidas, magia! Então eu acho que ele só vai ter um confronto com vocês quando vocês forem até ele. – disse o Skot antes de irmos para a cidade.
O comentário dele me deu arrepios, mas fico feliz em saber que estamos seguros até o momento que formos ao ataque, porem ele disse para não ficarmos desatentos, estávamos em uma cidade colonizada pelas tropas de Agnor, então todos eram espiões dele. Contudo nos separamos os prometidos em um lugar e cada grupo de 10 soldados em um local diferente da cidade, mas todos no centro, pois se acontecesse algo teríamos como atacar por vários lados. Eu iria perguntar qual era a razão que ele tinha falado ao Hatori para o Agnor não atacar cidades, mas me lembrei de que o Hatori tinha comentado sobre isso antes conosco.
Fomos a uma cidade chamada Jindtin, era realmente populosa, mas Fandiram era mais, tinha varias casinhas de dois andares, a cidade era como uma cidade na terra, mas tinha seres vivos que não existiam lá, tipos: Unicórnios e fadas. Tinha placas para os automóveis mágicos, no centro só havia lojas e pensões. Entramos em uma pensão.
– Quero três suítes. – disse a July ao caixa.
– A diária é 120 Cotireys. – disse o caixa. Cotireys era o dinheiro de Hisadeva, Cotireys notas e reys moedas, como: 40 Cotireys e 27 reys são iguais a 40 reais e 27 centavos.
– Aqui o dinheiro. – disse o Hatori entregando para o caixa. – Vamos sair logo após o café da manhã.
Subimos para os quartos, cada casal ficou em uma suíte, iriamos descer em breve, pois nos combinamos de nos arrumar e jantar no restaurante da pousada.
O quarto era pequeno, mas aconchegante. Tinha uma cama de casal, mesinhas flutuantes, um guarda roupa, e uma televisão, na verdade era uma lacrima de reprodução pode-se ver filmes nela, antes tinha canais de tevê em Hisadeva, porem Agnor os tirou das lacrimas e colocou um canal de conduta que ninguém assiste.
– Vamos Hatori? – falei para aquele lindo modelo deitado na cama.
Ele tirou a camisa e disse:
– Eu não estou com fome. Vai jantar que eu te espero aqui.
– Você tem que comer Hatori! – me sentei na cama – Tem que estar nutrido para lutar! – dei um sorriso bobo.
– Não se importe comigo, estou bem. – ele me deu um beijo. – Vai jantar.
Desci as escadas e fui até o restaurante.
– Oi Luna! – disse o Daniel – Posso te chamar assim?
– Claro! – respondi – Somos amigos, você tem que me chamar assim!
– Cadê o Hatori? – perguntou o Helio.
– Ele está de regime, está jejuando para ganharmos a guerra. – falei rindo
– Meu deus! Você está andando demais com o Helio. – disse a July rindo também – Não tem importância, Vamos nos divertir sem ele hoje!
– Divertir? – disse a Sara – O que quere fazer?
– Podemos conhecer a cidade. – falou a July toda animada.
– Não. – falei para July
– É só a gente ter cuidado!
– Não July. – falei seria – Se algo inesperado acontecer, o que vamos fazer? É melhor ficarmos aqui! – ela estava preste a falar alguma coisa, mas o Helio colocou a mão sobre a dela e disse:
– Ela está certa, July mesmo o Skot e os soldados estando aqui e nos sabemos que Agnor não virá ate aqui, ainda assim estamos correndo perigo e sempre tem a maldita lei de Murphy para nos atrapalhar.
– Murphy? – perguntou o Daniel
– É! Tipo, você pode ter 0,00001% de chance de cair dessa cadeira, mas ainda assim você vai cair! A lei é: “Se algo pode dar errado, dará”
– Que horror. – disse a Sara.
– Não é o momento de pensarmos isso! Eu só quero tentar fazer algo para animar vocês! Desculpe-me é que eu só... Eu não estou servindo para nada.
– O que? – todos nos falamos quase que imediatamente.
– July, o que é isso? – peguei a mão dela – Você é muito importante! Você sabe!
– Podemos conversar Luna? – ela faz um beicinho.
– Claro.
Jantamos e nos despedimos dos outros, fomos até o jardim da pousada e sentamos nas cadeiras.
– Diga! – falei olhando para July.
– Estou me sentindo inútil... – eu estava quase falando até que ela diz:
– Deixe-me terminar minha reclamação! – ela sorri. – Você e Sara Whaaal! Vocês são divinas! Sem vocês morreríamos por qualquer corte ou falta de magia. O Helio? Ele ganhou uma estrela magica por seus esforços. O Hatori? Tenho até vergonha de conversar com ele agora, pois ele é um gênio! Ele faz tudo! Faz os planos, cuida da gente, conhece os lugares, achou um exercito para lutar conosco e ainda se tornou o elfo mais forte de Hisadeva. Eu? Eu espirro agua igual uma arma de brinquedo.
– E voa, faz ataques que destroem uma floresta inteira, é divertida, atenta a tudo, é a ninfa do jardim de Hesperídes, o qual tem o fruto da imortalidade, quer mais?
– Quero!
– É sedutora, que é um fato importante sobre as ninfas, minha melhor amiga e o mais importante aqui, você é uma das crianças prometidas! Você é a escolhida!
Ela começou a chorar. – eu sei, mas..
– Se você, eu ou qualquer outro fosse inútil aqui, com toda a certeza nos não estaríamos aqui, não seriamos os prometidos! Você é importante July! Você é útil!
– Eu te amo Luna! – ela limpa as lagrimas.
– Eu também te amo July.
Nos duas levantamos e fomos para recepção.
– Eu vou pegar um pouco de comida. – falei para a July
– Para o seu boy magia? – ela perguntou rindo.
– lógico!
– Eu estou feliz por ele te fazer feliz, eu implico de brincadeira você sabe, eu só quero que você seja feliz! E o Hatori é a sua fonte de felicidade, então fica com ele para sempre!
– Minha fonte de felicidade são todos os meus amigos! Eu fico muito feliz por você e o Helio, vocês começaram a namorar um mês antes de sabermos sobre Hisadeva, fico feliz que ainda estão juntos. E é melhor você ir até o seu boy magia também! Ele está preocupado com você!
– Ele deve estar dormindo! – ela ri.
– Acho que não! – apontei para trás dela, o Helio veio buscar ela.
– Meu amor, porque você não está no quarto? – ela o abraça.
– Não consigo dormir sem você meu docinho.
Os dois são um casal tão fofinho, me despedi deles e fui buscar comida para o Hatori aproveitei e levei um pedaço de bolo ele gostava.
– Hatori? – o chamei assim que entrei.
Ele estava lendo, tinha vários livros sobre a cama – Eu não percebi que você estava entrando. – ele começou a reunir os livros.
– Pode continuar. – sentei na ponta da cama que não tinha livros.
– Já terminei. – ele guardou os livros. – Como foi o jantar? – e mudou de assunto.
– Teria sido melhor se você estivesse lá! – eu sorri – Eu trouxe comida e bolo para você!
– Obrigado. – ele pegou a marmita que entreguei – Bolo de chocolate – e sorriu.
Ele comeu tudo, apesar de ter falado que não estava com fome, depois foi no banheiro e voltou para a cama.
– O que você estava pesquisando? – eu deitei-me do lado dele.
– Sobre o Agnor, sobre os seus poderes.
– Você está bem?
– Estou. – ele me abraçou na cintura.
– Não, você não está. – o abracei também – Me conta! O que aconteceu?
– Nos estamos na reta final, praticamente, e não temos muitas informações sobre os poderes de Agnor, pois ele se livrou de todos os registros sobre ele, o que temos são livros preservados nas vilas/cidades que não foram colonizadas, e temos o conhecimento do povo de Hisadeva, ou seja, pouca coisa, se não descobrirmos mais informações será difícil enfrentar ele.
– Ele também não sabe muito sobre nos! Nem sabe a nossa raça!
– Ele conhece muito bem todas as raças.
– Mas ele não conhece os impuros!
– Ele controla a matéria, todo matéria que não tenha vida, você sabe qual é a raça dele?
– Não.
– É a mesma da Lucinda, ele é mago. – ele parecia preocupado. – Pelo que li sobre os magos da matéria eles são a raça mais antiga que tem em Hisadeva, depois vem as Le Fay’s. Agnor dominou a matéria em um nível que ninguém conseguiu, nem mesmo a Rainha Lucinda. Isso é preocupante.
– E nenhum elfo dominou as artes dos dragões tão rápido quanto você! – falei para ele perceber que estamos em vantagem.
– Luna. – ele me fala com um expressão seria – A pedra é matéria. A aqua-luz
– Não! Ela é magia! Ela é vida!
– É só uma possibilidade, mesmo ele sugando a magia dos seres de Hisadeva não tem explicação de como ele usa tanta magia! Você viu Findaram! Essa cidade! Tem itens mágicos em todo lugar!
Fiquei calada, eu não sabia o que dizer, não tem como e Agnor controlar a pedra.
– Desculpe-me lhe deixei preocupada.
– Impossível! – falei com raiva e ele estranhou. – Pensa comigo Hatori! A pedra foi criada para acabar com o caos, ela é o dispositivo de controle de magia, é o núcleo de magia, então quer a controlar, que até então era somente os que ela escolheu, pode controlar tudo! E não precisaria de ninguém e nada para dominar o mundo, se ele a controlasse teria acabado com tudo isso.
– Ele pode controlar ela parcialmente.
– Não, se fosse assim os magos da matéria teriam se revoltado e controlado ela a muito tempo!
– Talvez nem eles soubessem sobre isso. – disse o Hatori persistente em sua tese.
– Logico que saberiam Hatori! Se nos aqui que estamos aqui faz 5 meses descobrimos!
– Então me diga como ele controla tanta magia?
– Ele tem uma fonte de poder maior, mas não sabemos qual é!
– E você espera que eu me contente com isso?
– Não, mas tipo ele matou nossos pais, certo? E ele não sabia que eram os nossos pais, pois ele nem sabia a nossa raça, se ele pudesse controlar a pedra, logico que e pedra revelaria quem eles eram, pois a profecia foi feita com o poder da pedra!
– Tem razão, tudo o que você falou está certo, mas apenas voltamos na ideia inicial e não sabemos como ele controla tanta magia! E nossos pais foram mortos na guerra, não foi diretamente pelo Agnor Age, foi pelas tropas dele.
– Mas ele saberia!
– Ok! Ele saberia. – disse ele perplexo com a minha teimosia
– Vamos descobrir Hatori, acalme-se – eu dei um beijo na testa dele – É melhor você descansar um pouco.
– Agora? – ele passou a mão no meu rosto – Agora não. – ele começou a me beijar. – Agora eu quero você!
Fale com o autor