Hilary Potter - A irma gêmea de Harry Potter
8 Capitulo sete
Quando todos os alunos saíram dos barcos, Minerva escancarou a enorme porta dando entrada para o enorme saguão.
As paredes de pedra estavam iluminadas com tochas flamejantes parecidas com as de Gringotes, e o teto, era alto demais para se ver e uma escada majestosa que levava aos andares superiores do castelo.
Os alunos acompanharam a professora Minerva até o quinto degrau da escada se agrupando de uma forma que todos pudessem ter ela no seu campo de visão.
— Bem vindos a Hogwarts — disse Minerva séria — o banquete de abertura para o ano letivo irá começar daqui a pouco, mas antes de vocês se sentarem, iram fazer a seleção de casas.
— Então era disso que você falava? — sussurrou Hilary para Max
— Sim! agora me deixe prestar atenção Hilary! — retrucou no mesmo sussurro
— A casa que vocês ficarem serão como suas famílias enquanto estiverem em Hogwarts. — começou Minerva novamente — conforme seu comportamento receberam ou perderam pontos para suas casas. No fim do ano a casa com mais pontos ganharam a taça das casas, uma grande honra! — se virou para ir — esperem eu voltar para levá-los!
— Então é verdade o que disseram no trem? Harry Potter está em Hogwarts. — disse um menino extremamente loiro e claramente arrogante.
O garoto foi para a parte da frente do pequeno amontoado de alunos.
— Eu sou Draco, Draco Malfoy. — estendeu a mão
Hilary, curiosa como era, passou silenciosamente pelos alunos e se aproximou do garoto loiro. Olhando em volta percebeu que o garoto falava com o menino que ela conheceu na Olivaras.
— Hmm, cabelo ruivo, veste de segunda mão e rindo desse jeito... Só pode ser um Weasley- disse com desgosto e depois se virou novamente para o menino da Olivaras — Logo você perceberá que algumas famílias bruxas são melhores que as outras. Posso te ajudar a ficar com as pessoas certas.
— Eu posso descobrir sozinho quem são as pessoas certas.
O garoto loiro abriu a boca para retrucar mas foi impedido por Minerva.
— Venham comigo!
Todos a seguiram olhando admirados cada pedacinho por onde andavam.
Eles entraram no grande salão envergonhados – a maioria ao menos – pela atenção que os outros alunos lhe davam, cada um com seu uniforme e o brasão da sua casa.
Eles ficaram parados da mesma forma que antes. A professora Minerva andou. Direção a um chapéu e o segurou firmemente em frente ao corpo e na outra mão um papel longo que Hilary desconfiou ser uma lista.
— O nome de quem eu chamar, por obséquio sente na cadeira! – exclamou ela. – Ana Abolt!
Uma garota foi em frente a cadeira confiante e sentou-se elegante mente.
E para a surpresa de muitos, inclusive para Hilary, o chapéu marrom e estranho que foi colocado na cabeça dela comeu a falar. – Corvinal! – O chapéu gritou e todos da mesa da Corvinal bateram palmas.
— Draco Malfoy – o garoto loiro repugnante foi em direção a cadeira, porém o chapéu mau encostou em sua cabeça e falou – Soncerína!!
— Hermione Granger – Minerva chamou
Hermione olhou para Hilary insegura. Hilary apenas abanou a cabeça positivamente em sua direção.
Ela foi para a cadeira da mesma forma que os outros.
— Mais uma garota da... Grifinória! – Hermione sorriu e foi saltitante para a mesa da Grifinória.
— Max Furchaiold!
Max foi sem cerimônias porém mais tímido que os outros e se sentou na cadeira de olhos fechados e os dedos cruzados.
— Difícil a escolha mas... Soncerína!
Ele abriu os olhos tão rápido e olhou animado para a mesa da Soncerína que batia palmas.
Hilary ficou intrigada, pois ela tinha entendido que a Soncerína era a casa dos maus só que Max foi para lá.
— Harry Potter!
O salão, que estava mortalmente quieto até então, passou a ter cochichos de ambas as casas.
Hilary então virou seu olhar para o garoto que começou a andar na direção do banco tímido.
— Então o Harry da Olivaras é esse famoso “Harry Potter” mesmo... – falou consigo mesma – Bem, espero que ele não seja tão arrogante quando aquele loiro... Lá ele parecia ser legal, apesar de estranhamente saber meu nome... – ela parou de falar rapidamente quando viu que um grupo de pessoas a olhavam como se ela fosse uma maluca falando sozinha. Me deixem com o meu monólogo seus enxeridos!, Ela pensou brava.
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