Highschool of another world - Interativa
12 No Dia Seguinte...
Notas iniciais
Visão: Fidget
Esse idiota do Saito está quase morto, perdeu tanto sangue e ainda abusou do modo vampírico, eu dei o cristal pra ele apenas para extrema emergência, não pra ficar desperdiçando por ai. Agora ele está todo costurado e queimado por causa dos cortes e do modo vampiro, se ele usa muito no poder alto, a pele dele começa a queimar e os ossos ficam igual vidro, fora que ele não pode nem se mexer direito. Mas acho que eu joguei lenha de mais na fogueira...
Visão: Frisk
No dia seguinte, eu estava deitado, na minha cama, no meu quarto. Eu levantei e só estava com o corpo dolorido.
Eu fui até a porta, mas antes que eu abrisse ela, eu vi que tinha um bilhete, eu peguei o bilhete e li em voz alta:
—“pelos próximos 4 dias, não haverá aula devido aos danos na escola. Obrigado pela colaboração. Diretoria”
Então, não vai ter aula pelos próximos 4 dias... não sei se fico feliz por não ter aula ou se fico triste por causa que não vai ter nada pra fazer.
Pensando bem, eu tomei um coro da professora, aquele Bankai é bem útil, mas pra ter algo daquele nível, deve usar muita concentração mental, deve ser bem desgastante se usar muitas vezes.
Visão: Austin
Eu tinha escutado o Frisk falar que não iria ter aula por uns dias, então eu iria treinar, o Saito que ficou com todo o credito quando lutou com a professora, e isso não pode passar batido.
Eu levantei da minha cama e sai do quarto, o Frisk veio comigo, ele também iria treinar pra ficar forte.
Visão: Neko
Eu estava andando pelos corredores e vi a Fidget voando sozinha, aquilo foi estranho, eu nunca vi ela sem o Saito, eu fui até ela e perguntei:
—Fidget, por que você está voando sozinha? E por que tem tantas salas destruídas?
Ela respondeu na hora:
—o Saito está internado, ele acabou tendo uma confusão com a professora, por isso está tudo quebrado.
Eu cheguei a ficar assustada, a professora tinha aquele jeito tão dela mesmo, ela falava feliz com a gente, nos explicava tudo certinho. Eu fiz outra pergunta:
—e foi a professora que fez isso com ele?
A Fidget respondeu sem hesitar de novo:
—mais ou menos, uns 60% dos danos a professora que fez, só que o resto ele mesmo fez usando uma habilidade por muito tempo e com muita força.
De assustada eu passei pra curiosa, então perguntei:
—que tipo e habilidade ele usou?
A Fidget começou a seguir caminho, mas respondeu:
—segredo.
Ela continuou voando sem nem olhar pra trás, provavelmente está preocupada com o Saito.
Depois de uns 2 dias, eu fui pra cidade dar um passeio, talvez comprar algo, mas acho que eu estava entediada mesmo.
Enquanto eu estava na cidade, eu encontrei a Fidget voando sozinha de novo, mas ela parecia triste, ela estava carregando algo nas costas enrolado com um pano.
Eu fui até lá cumprimentar ela dizendo:
—oi, Fidget.
Ela respondeu:
—oi.
O tom da voz dela estava meio caído, os olhos dela estavam meio deprimentes também, ela deve estar bem preocupada com o Saito. Eu decidi perguntar:
—Fidget, como está o Saito?
Ela respondeu:
—ele não acordou e os batimentos dele estão caindo, eu acabei de visitar ele.
Eu arregalei os olhos e perguntei:
—como ele está tão ruim?!
A Fidget não respondeu, ela parecia não saber também.
Ela realmente estava deprimida, então tomei uma atitude e perguntei:
—Fidget, você não quer ir comer algo?
Ela olhou pra mim e respondeu com animo:
—pode ser, vamos aonde?
Ela se recuperou rápido demais!
Fomos pra uma padaria, a Fidget me recomendou aquela. Assim que chegamos, o dono de lá pareceu reconhecer a Fidget, porque logo quando ele viu ela, ele falou:
—Fidget e...
Ele pareceu um pouco chocado com algo, depois disse:
—desculpe mocinha, te confundi com outra pessoa.
Eu sentei em uma mesa, depois o dono perguntou:
—Fidget, aonde o Saito está?
Eu ia responder, mas a Fidget disse primerio:
—ele está ocupado fazendo uma coisa, então eu vim aqui com a Sophia.
Ele ainda não estava convencido, mas deixou passar. Parece que a Fidget está escondendo o fato do Saito estar internado, talvez seja pra não precisar preocupar ninguém.
Nós comemos alguma coisa, eu comi um pãozinho e a Fidget comeu uns pães de queijo.
Antes que fossemos em bora, o Dono pegou um pote, colocou algumas coisas e deu pra mim dizendo:
—aqui, pra quando vocês encontrarem o Saito, pode dizer que é por conta da casa.
Saímos da padaria, andamos um pouco e eu percebi que a Fidget parecia um pouco maior que antes, por isso perguntei:
—Figdet, você cresceu?
Ela respondeu:
—uns 6 cm, isso aconteceu quando o Saito me deu uma gota do sangue dele.
Eu não tinha entendido e perguntei:
—por que ele te deu uma gota do sangue dele?
A Fidget respondeu algo que eu não esperava:
—cansei disso, vou abrir o jogo de uma vez, o Saito é um vampiro e só derrotou a professora por causa do “modo vampírico” que ele tem, mas ele é muito perigoso, e por causa disso o Saito está tão ruim. E sobre o sangue, eu sou uma criatura magica, mas tenho um “contrato” com o Saito, se ele me der sangue, eu ganho um boost temporário nas minhas habilidades e ganho alguns centímetros de tamanho. A outra parte do tratado é que eu tenho que obedecer tudo que o Saito fala, e se ele beber meu sangue, ele tem uma regeneração bem mais acelerada, só que ele não quer de jeito nenhum beber meu sangue. Acho que ele só fez isso uma só vez, depois nunca mais tocou no assunto.
Muita informação em pouco tempo.
Depois que eu entendi toda a historia, começou a fazer mais sentido algumas coisas que o Saito fazia, depois perguntei:
—e por que ele escondeu isso?
A Fidget respondeu:
—na antiga escola em que ele estudava, ele era bem isolado por causa de ser um vampiro, então pensou que poderia pelo menos fazer alguns amigos aqui se escondesse o fato dele ser vampiro. Claro que uma hora alguém iria descobrir ou ele mesmo contar, ele mesmo me disse isso.
A Fidget ia perguntar mais uma coisa, mas algo como um terremoto, e do nada, um dragão cor de terra saiu da terra.
A Fidget me puxou pra trás, assim que nos afastamos, ela disse:
—eu nunca imaginei encontrar um dragão de terra por aqui, esse mundo está começando a ficar caótico.
Eu nunca ouvi falar de um dragão de terra, na verdade, eu nunca ouvi falar de nenhum dragão de verdade!
Eu acabei ficando um pouco distraída, a Fidget chamou minha intenção de novo perguntando:
—Neko, você pode com aquela coisa?
Eu respondi:
—eu... não tenho certeza.
A Fidget pegou aquilo que ela carregava nas costas, tirou o pano e eu vi o que era, era um frasco com sangue. Assim que ela jogou o pano pra longe, ela disse:
—bem, eu vou. Se esse troço continuar aqui, vai matar um monte de gente. Ou pelo menos é o que o Saito diria.
Visão: Bell
Eu tinha visto ao longe uma espécie de dragão, eu nem iria chegar perto de não tivesse visto uma garota-gato sacando a espada e ficando pronta pra lutar contra ele.
Eu fui correndo até lá dizendo:
—Bankai
Minhas adagas de obisidiana polida se transformaram em um espadão, eu joguei a espada na direção do dragão com força total, a espada abriu um corte enorme. Enquanto isso um escudo de materializava na minha mão. Eu pulei na direção do dragão pra pegar a espada, mas ele me deu uma rabada e me jogou meio longe, sorte que eu tinha defendido.
Visão: narrador em 3° pessoa
Enquanto o Bell voava, a Neko avançava com sua espada de cabo dourado e fio vermelho, o dragão tentou atacar ela com a cauda, passado uma rasteira, mas a Neko pulou por cima e enganchou a sua espada na cauda do dragão, o que acabou quase cortando ela fora.
Logo em seguida, a Fidget apareceu segurando uma marreta, ela começou a girar e depois deu a marretada com tudo na cabeça do dragão, que provavelmente rachou os ossos de lá. O dragão caiu no chão, o Bell aproveitou a oportunidade que teve para tentar decapitar o dragão, e foi isso o que ele fez.
O corpo do dragão ficou largado no chão sem a cabeça, o Bell desativou o Bankai e cumprimentou a Neko com bastante carisma e educação.
Visão: Fidget
Depois de ouvir aquele cara falando tantas coisas pra Neko, eu puxei ela de lá, depois disse:
—eu não gosto desse cara, ele é narcisista demais pro meu gosto. E também dá muitas cantadas indiretas.
Acho que a Neko nem tinha percebido, aquele cara era bom.
Eu escutei mais alguns gritos vindos do final da rua, quando fui perceber, tinha mais dois dragões da terra atacando a cidade.
Eu voei bem pra cima pra ver se realmente estava acontecendo o que eu estava pensando, e realmente, a cidade estava sendo atacada por vários dragões de terra.
Agora eu estou me perguntando: como diabos a situação ficou assim?
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