Highschool of another world - Interativa

3 Agora sim, O Primeiro Dia de Aula


Notas iniciais
esse capitulo eu fiz mais pra apresentar os personagens e mostrar um pouco de suas personalidades, não teve nada interessante porque é um bonus.

Visão: Saito

Eu acabei esquecendo de falar como a Neko era. Ela tinha cabelos loiros, olhos vermelhos, um cachecol rosa, um casaco branco, o uniforme escolar, que era a camisa e a saia, mas por baixo da saia tinha uma calça jeans e boras rosas. Ela também tinha uma boina na cabeça, e era branca.

Eu esqueci outra coisa, pra atingir o nível do Bankai, você precisa atingir um certo nível espiritual de sincronia com sua espada. Eu sei que parece que eu fumei um baseado do bom e vim escrever isso, mas é verdade. Agora não me perguntem como, eu só sei que quando mais forte for sua determinação, mais forte o Bankai fica. E pra liberar ele, ou você passa por um momento explosivo de raiva ou então vira um com sua espada.

Assim que eu cheguei na escola, eu cheguei a me impressionar com o tamanho daquela coisa. Agora pensa em uma escola muito louca, tipo aquela do Soul Eater, é essa mesmo.

Aqui também tem aquelas coisas de colega de quarto, mas os quartos parecem mais casas pra ser mais preciso. Claro, o cara pode morar na escola ou na própria casa. No meu caso, como eu não tenho ninguém me esperando, eu decidi morar na escola mesmo. Eu já levei minhas coisas pra lá, então não falta mais nada mesmo, eu só tinha deixado aquelas roupas lá pra poder vestir hoje.

Assim que eu cheguei, a primeira coisa que eu fui fazer foi visitar meu quarto, assim que eu abri a porta, bom! eu encontrei uma garota com cabelos azuis, olhos vermelhos e uniforme escolar. A garota era bem kawaii, ela também tinha partes de gato, como orelha e cauda preta.

P-R-O-T-A-G-O-N-I-S-M-O!

Aqui nessa escola, os quartos não são separados por sexo, mas ainda sim, não é muito comum ver um garoto e uma garota no mesmo quarto.

Assim que eu vi ela, eu fiquei um pouco em silencio pensando se eu realmente tinha o poder mais roubado de todos, ficou o silencio até a Fidget falar:

—tá, vocês vão ficar se encarando ou partir logo pra aula?

A aula estava quase começando, eu e aquela garota nos lembramos disso ao mesmo tempo, fizemos a mesma careta e dissemos ao mesmo tempo:

—é mesmo!

Nós dois saímos pela porta enquanto a Fidget ficou lá parada olhando pra gente de cara torta.

Enquanto íamos pra aula, eu acabei esbarrando em um cara, eu não tinha percebido ele.

Eu e ele caímos no chão, eu me apressei, levantei, estendi a mão pra ele e falei:

—foi mal cara, eu sou meio desatento.

Ele segurou minha mão como se quisesse fazer uma queda de braço, eu o ajudei a levantar e vi como ele era. Ele tinha um olho vermelho e outro verde cinzento, ele estava com a camisa da escola, um sobre tudo preto, a calça da escola e um tênis preto também, a cor dos cabelos dele são escuros, mas não aquele preto.

Assim que ele levantou, ele falou:

—se foi sem querer, de boa.

O cara pareceu bem gente boa, meio educado, e um dos primeiros que já não quis cair na porrada quando eu esbarrava acidentalmente neles.

Mas, como sempre acontece, um maluco esbarrou em mim e no cara ao mesmo tempo, e ele fez de propósito. Assim que ele esbarrou, ele falou:

—saiam do caminho suas bichonas.

O cara ia mandar alguma coisa, mas eu coloquei a mão na frente dele e disse:

—relaxa, vai criar problema desnecessários.

Ele se acalmou e falou:

—realmente, é muita energia pra pouca coisa.

Aquele cara ouviu, deu meia volta e veio na nossa direção dizendo em um tom mais ameaçador:

—o que você disse novato?

Eu já fiquei mais bolado, só que o cara ainda respondeu:

—isso mesmo o que você ouviu.

Aquele maluco que empurrou não quis mais saber, ele já foi dar um soco bem no rosto daquele cara que usa o sobre tudo.

Como já ia dar merda logo no primeiro dia, por que não participar? Eu chutei a mão do cara e fiz ele errar o soco e acertar na parede, o que deu um barulhão.

Aquela raposa que estava no meu pescoço já saiu daquele estado calmo, mostrou os dentes e ficou pronta pra atacar no meu pescoço, tanto eu como o outro cara entramos em posição de combate e a Fidget disse:

—é hoje!

No final, ficamos nós três parados lá, o cara que estava sozinho arrego dizendo:

—esquece, não vale a pena arrebentar novatos como vocês. Não tem graça.

Ele estava de saída. Aquele cara que tinha provocado ia dizer outra coisa, mas eu tapei a boca dele e falei:

—não no primeiro dia.

Ele olhou pra mim e perguntou:

—vai deixar passar batido mesmo?

Eu olhei serio pra ele e falei:

—olha a parede.

Ele olhou pra parede e viu que estava rachada, ele não teve palavras na hora, então eu falei:

—não estou afim de brigar com esse cara tão cedo.

A raposa no meu pescoço se acalmou e a Fidget falou:

—ufa, que bom que não compramos briga com ele.

Na verdade, aquela garota que estava comigo já tinha ido embora, não sei quando, ela simplesmente sumiu.

Assim que os ânimos se acalmaram, eu falei:

—eu não me apresente, mas me chamo Saito, essa aqui é a Fidget.

O cara também se apresentou dizendo:

—Alucard, ou só Aluc mesmo.

Bem, pelo que eu vi, o Aluc vai ser do tipo que não vai deixar ninguém pisar em cima dele.

Eu e ele fomos pra sala bem rápido, sorte que eu tinha pego um mapa da escola, então achamos a sala e fomos até lá correndo.

Assim que chegamos, bateu o sinal e eu entrei, já tinha toda uma turma lá, mas o professor ainda não tinha chegado.

Eu achei a minha colega de quarto lá, mas também achei aquele mesmo cara que empurrou eu e o Aluc, e ele ainda estava sentado do lado dela.

Logo depois que eu cheguei, o professor chegou e falou:

—todos vocês levantem.

Todos levantaram, então o professor continuou:

—venham aqui na frente. Eu que vou escolher os lugares.

Ele arrumou por colegas de quarto, eu fui com a minha colega de quarto. Quando aquele cara descobriu, ele quase bateu a mão na mesa de raiva, e a Fidget ainda mostrou a língua pra ele.

Eu também reparei que a Neko estava lá, ela ficou em dupla com o Aluc. Não esperava que tinha conhecido o pacote completo em um dia só.

A primeira aula era ciências, uma das minhas matérias favoritas, e também, uma das matérias que eu domino na palma da mão.

A aula mais foi uma explicação de como iria funcionar a escola, também passaram os horários, ai a vida ficou mais fácil.

A próxima aula era musica, eu nunca levei muito jeito com instrumentos de cordas, apenas com teclados.

Assim que entramos, a professora falou:

—bem, quem já sabe ou tem alguma experiência em tocar algum instrumento.

Eu peguei um piano logo de cara, eu não vi o que os outros pegaram, mas a Fidget sentou na parte de cima do piano e balançou as mãos igual aquele cara que comanda a orquestra e disse:

—1, 2, 3 e 4

Eu toquei no piano o começo daquela musica que eu disse antes que estava escutando pra Fidget, só que uma versão estendida.

A professora elogiou a minha habilidade no piano, o resto da aula foi uma aula normal. Pra falar a verdade, o resto do dia foi um dia normal. Só na hora que tivemos o treino de espadas que chegou a ser mais interessante.

Lá, tivemos que usar espadas de madeira e treinar uns contra os outros, claro que estávamos usando proteções.

Foi mais um treino de luta livre mesmo, sem nenhuma técnica especifica nem nada. eu sinceramente, não estava atacando, estava só na defensiva pra aumentar minha defesa.

A Fidget e a raposa estavam só observando meu treino, então eu escutei a Fid dizendo:

—vai Saito! Acaba com esse maluco!

Ela estava torcendo por mim e quase me fazendo dar risada. No final, o cara não me acertou nenhuma vez e eu também não acertei ele.

Como as aulas já tinham acabado e era só 3 horas, eu fui pro meu quarto arrumar minhas coisas, mas a Fidget queria sair e tomar um chocolate quente em uma padaria.

Quando ela deu essa ideia, eu achei uma boa, mas disse:

—ótima ideia, mas primeiro, vamos lá arrumar nossas coisas.

Eu tinha chegado no meu quarto e quando fui destrancar a fechadura, vi que já estava aberta, a Fidget estranhou e disse:

—está aberta por que?

Eu respondi:

—provavelmente foi nossa colega de quarto que abriu, não vamos nos preocupar tanto assim.

Assim que eu abri a porta e vi que quem estava lá era um ladrão, não a minha colega de quarto, eu fiquei uma vara, saquei a Blacko e disse com meus olhos ficando vermelhos e eu quase entrando no vampirismo:

—é agora que a censura aparece.

*censura*
Eu joguei o cara pela janela com ele todo surrado de tanto que eu bati nele.

Ele tentou roubar alguma coisa, mas eu já tinha recuperado tudo, então tava de boa.

Eu olhei pela janela e vi aquele mesmo cara sendo cercado pelo pessoal da escola. Ele levantou as mãos e aceitou ser preso.

Só depois que a minha colega de quarto chegou, assim que ela chegou, eu perguntei:

—qual é o seu nome mesmo?

Ela respondeu:

—Riuka.

Eu guardei a espada e falei:

—sou Saito.

Essa escola também, pra deixar um cara entrar aqui e roubar as coisas, acho que deviam reforçar a segurança.

Notas finais
também ficou uma zoeira... no proximo tem mais!