High School Evil!

5 Capítulo 5 - Love is on... AGAIN!


Notas iniciais
um cap mais quente pra vocês, leitoras taradas. HAHA

23 de Junho (madrugada boladona )

Lorenna abriu os olhos, quando o celular tocou. Era Finkle, às 2 da manhã! Qualé, ele estava bêbado e nem era final de semana ainda... Lorenna atendeu meio irritada, por ter sido acordada:
— Que foi, Finkle?
— Uhhh, oi Lorenna. – ele disse meio envergonhado. Lorenna achou graça no comportamento inseguro de Finkle. Esse era o verdadeiro Finkle, afinal!
— Por que ta me ligando essa hora, seu filho da mãe? – ela disse, querendo dar um susto nele, mas logo caiu na gargalhada.
— Estava com saudadeeeeesssss – ele cantarolou a última palavra. Era óbvio que ele estava um pouco bêbado.
— Quem tá te acompanhando na bebida, em? – disse Lorenna, já bem acordada, ignorando a confissão bêbada do garoto.
— Na verdade, ninguém, mas queria ter você aqui... – ele disse meio malicioso.
— Você queria mesmo me ter aí, é? – ela riu. – É você que quer, portanto, é você que deve vir para cá. – naturalmente, ela estava brincando.
— Ah é? Eu estou vindo – ele desligou o telefone. Ela ficou chocada: e agora, o que faria com o Finkle?

O garoto deixou sua bicicleta em um canto escondido, pulou o muro da casa de Lorenna e foipara a parte de trás da casa, onde ele sabia que ficava a janela do quarto de Lorenna e começou a tacar pedrinhas pequenas no vidro.
— Tá bom, ta bom – disse ela, abrindo a janela – Eu já te escutei. O que você quer, garoto?
— Eu quero você... E quero entrar aí. Vai me convidar não? – ele disse, jogando uma rosa laranja para ela. E sorrindo, encantador. Ele estava com uma camiseta de gola em V salmão e uma calça moletom cinza da Puma que era a fofura em forma de calça. Nesse momento, ela já havia sido cegada por aquela fofura e esquecido todos os medos anteriores.
— Ah, Qualé Finkle, o que aconteceu com você, em? – disse ela, achando ele uma gracinha. Ah, o que aconteceria de ruim se ele entrasse, aliás? – Tá fofo. Uhmm, só tem um problema, você vai ter que escalar isso aqui, para entrar. — Se ela fosse abrir a porta, o barulho seria demais, e teria grande probabilidade do irmão mais velho ou a empregada acordar. Já os pais, estavam em jantar de negócios como sempre.
— Eu estou indo, Julieta! – ele gritou. Lorenna teve um flash de riso e mandou-o ficar quieto, para não acordar ninguém. Aquilo era tão emocionante, ela estava adorando cada momento.
Finkle começou a escalar a casa. Ele colocou um pé em cima de um apoio que havia na janela do primeiro andar. Então, ele se lançou na arvore à direita e subiu no galho, que dava direto para a sacada de Lorenna. Agora era só ele pular para a sacada. Quando ele foi pular, porém, tropeçou em um pequeno galho e ficou pendurado no lado de fora da sacada. Lorenna olhou para ele, chocada e arfando desesperada. Finkle conseguiu se impulsionar para o topo, e ficou com metade do corpo pendurado para dentro da janela e metade para fora. Ele simplesmente não tinha mais força no braço, então foi a vez de Lorenna ajudar. Ela puxou o braço do garoto, para que ele fosse para dentro da varanda, mas acabou se desequilibrando, fazendo com que ele caísse em cima dela, com os corpos e o rosto muito próximos. Finkle sorriu o maior sorriso que Lorenna já viu. Não tinha nunca percebido como ele tinha um sorriso encantador e aqueles dentes perfeitos. Repreendeu-se por isso. Não era típico dela só enxergar o lado ruim de uma pessoa, e era isso que ela estava fazendo com Finkle. Depois de alguns segundos, ela sorriu para o garoto que estava em cima dela. Foi então que ele se levantou um pouco ficando de quatro em cima dela. Ele começou a tirar o cabelo loiro do rosto de Lorenna, com toda a delicadeza possível. E então, ele a beijou. Primeiro no pescoço, demorando-se na área jugular. Logo, ele beijou um canto bem perto da boca. Finkle, não tinha intenção de continuar, só estava provocando a loira (se bem que sua maior vontade era continuar, mas não queria assustá-la como... Como naquele primeiro beijo). Provocada, era tarde demais quando Lorenna percebeu que se virou para beijá-lo na boca. E começou um beijo ardente, onde as línguas dançavam e se trançavam em um beijo bem selvagem, meio desesperado. Enquanto se beijavam, Finkle acariciava a lateral do corpo dela, seguindo toda a sua silhueta com dois dedos delicados. Parava na parte alta da coxa e voltava contornando as pernas pela parte interna da coxa. Quando chegava perto da intimidade da garota, parava e começava todo o trajeto de novo. Ele não queria ser precipitado, ainda mais sabendo que Lorenna era sensível. Toda aquela delicadeza estava deixando Lorenna louca. O beijo só parou quando ambos perderam o fôlego. Finkle continuava ali, de quatro, sobre ela. Foi quando ela o puxou para ela e eles se abraçaram, finalmente esquecendo tudo aquilo que aconteceu há tanto tempo entre eles. O abraço foi apertado, e eles ficaram ali por vários minutos, apenas respirando o pescoço do outro, através do abraço. Ambos estavam serenos, aliviados. Finkle a puxava cada vez mais para si, ele não queria perdê-la nunca mais e por motivo algum. De repente se largaram do abraço, e Finkle ficou do lado dela. Lorenna apoiou a cabeça no braço do garoto e ele a puxou para mais perto.
— Foi hoje que eu percebi o quanto você mudou, eu estava enxergando só a parte ruim em você. Nem eu me entendo. Sendo que você tem tantas partes boas. – ela subiu em cima dele, se deitando sobre o seu corpo e aninhando a cabeça no peito dele. – me perdoa mesmo tá? Você não sabe o quanto eu estou me sentindo arrogante, no momento.
— Pára de se lamentar e curte o momento. A gente tá aqui, juntos agora. Isso que importa. Eu adoro você. – ele disse de olhos fechados. Lorenna poderia ter se chateado com o “adoro” em vez do “amo”, mas ela sabia que era muito cedo. Ela adorava a maneira despojada como tudo aconteceu, e o “eu te amo” aconteceria da mesma maneira despojada. Ela não queria nada mais do que um “eu te adoro” naquele momento. Ela só o queria.
Cansado e meio bêbado, Finkle logo pegou no sono, enquanto Lorenna o observava. Ele tinha um corpo bonito, mas não tão desenvolvido como Sam Allores, por exemplo. Ele não tinha um tanquinho tão definido, mas os braços e o peitoral eram divinos. O cabelo era bem preto, contrastando com a pele clara. E os olhos eram praticamente amarelos, cor de mel. A boca grande e perfeita era o que mais chamava atenção de Lorenna. Finkle flagrou Lorenna observando a sua boca.
— Quer me beijar, é? – ele provocou, fazendo Lorenna corar na região do colo. Quando ela corou enquanto Finkle riu, achando ela uma gracinha.
— Eu não sabia que você corava aí – ele disse, olhando para os seus seios e peito; o que fez Lo corar mais ainda. Foi aí que Lorenna percebeu o que estava vestindo, ou melhor, o pouco que estava vestindo. O pijama era de algodão, com uma blusa de alçinhas e um shorts curtíssimo. Ele estava bem velho, desgastado, mas não deixava de ser extremamente sexy. Ela olhou meio apavorada para a roupa, que mostrava coisas demais.
— Tá, Lo, eu sei que você é linda, mas não precisa olhar desse jeito para o seu corpo, impressionada com ele, sua metida. – ele brincou, dando uma mordidinha no ombro dela.
— Uhhh... Eu vou me trocar, eu já volto, Finkle... Eu...
— Não, você não vai. – Ele a segurou pela cintura, puxando-a para ele. – Hmmm, à menos que eu veja você se trocando. – ele a olhou, malicioso. Meu deus, Finkle era um demônio, ‘evil’. Acho que ele se juntava ao time “High School Evil” de ser, com toda aquela potência. E Lorenna tinha que confessar, ele era quente. Sim, muito quente.
— Você quer ver eu me trocar? – ela gargalhou, jogando a cabeça para trás, mas logo ficou séria – Não.
Lorenna se levantou e foi para o quarto, encostando a porta da varanda para poder se trocar. Ela tirou a blusa devagar, e enquanto Lorenna escolhia uma blusa para usar naquele momento, Finkle a abraçou por trás. Ele passava a mão pela sua barriga, e subia novamente, ele a beijava, chupava, lambia, beliscava... De repente, o sutiã de Lorenna caiu, e junto com ele a camiseta de Finkle. Ele percorria o corpo dela, enquanto ela se desmachava em prazer. O contato era selvagem, desesperado, ardente, insistente. Aquela era primeira experiência dos dois, e a dor era nada comparada ao prazer de estar ali, de estar sendo invadida daquele jeito tão selvagem e ao mesmo tempo delicado, de Finkle. Eles se amavam, tocavam, chupavam, ardiam, mordiam, gemiam. E foi assim. Foi assim que eles se amaram, mais uma vez de um jeito despojado, sem drama... Que, cá entre nós: é o melhor jeito.

Notas finais
awn, eles são uma fofura juntos né? TEAM FINKLENNA!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.