Hiatus - Te Beijar Ou Te Matar? Segunda Temporada
24 Capítulo 23
Notas iniciais
Depois de ser ameaçada de morte várias vezes aqui esta o cap que vocês tanto pediram. kkk' Então quero bastante reviews ok?
Fantasminhas apareçam eu não mordo. Ficaria muito feliz em saber da opinião de vocês. *-----*
Essa cap a Ln N me ajudou a escrever o finalzinho então créditos a ela tbm. Obrigada amiga, não sei o que seria de mim sem você;
Espero que gostem.
Boa leitura!
P.O.V Nathan Calleigh
Maldita hora que fui seguir os conselhos do Jason e aceitar o divórcio. Segundo ele será mais fácil se a Olívia souber que estou me separando de verdade, para descobrir alguma coisa, já que nesse um mês passou não descobrimos absolutamente nada sobre essa atitude de me separar da Miah.
Mas o que eu realmente não estou gostando é desse tal Riley. Quem diabos é esse homem? De onde surgiu? Quem me garante que não é nenhum infiltrado da Olívia? E é com essas perguntas que eu fico com mais medo quando ele chega perto da minha filha e da Miah.
Cheguei em casa e não encontrei ninguém. Provavelmente Jason foi buscar Tay na escola, que para minha surpresa estava levado numa boa. Não que ela tenha me falado até porque ela não fala comigo desde que a Miah deixou essa casa. Subi para quarto e a Olívia estava deitada na cama olhando televisão.
— Oi meu amor, então como foi o trabalho? – perguntou sorrindo.
— Não interessa. – falei seco. – Vou para o banho. Por favor não mexa em nada que não é seu.
— Como iria mexer se não tem nada meu aqui? Não entendo o que as coisas daquela vadia estão fazendo aqui ainda. – disse brava.
— Ela vai vim buscar amanhã, e se não for pedir demais, poderia sair da minha casa por algumas horas? Só o tempo da Miah pegar as coisas dela. – pedi calmamente.
Olívia me olhou com um misto de surpresa e desconfiança. De uns tempos para cá eu tenho sido simpático, atencioso e o menos rude possível com ela. Tudo a pedido do Jason, mas às vezes era difícil por que só de lembrar que tudo que estou passando é por culpa dela, meus dedos coçam para pegar uma arma e meter uma bala na cabeça dela.
— Você esta bem Nathan? – perguntou se aproximando.
— Só estou cansado, agora de me dá licença. – falei apontando para o banheiro.
Ela sorriu e voltar a sentar-se na cama.
— Tudo isso deve ser pelo novo amiguinho da Miah não é? – falou. – Mas não fica assim meu amor, daqui a um tempo nos vamos nos casar e você vai poder esquece-lá. Tudo questão de tempo. – disse sorrindo.
Não tinha mais como ser simpático, diante daquilo.
— Olha aqui sua vadia, eu já falei que não vamos nos casar. E coloca isso na sua mente: Eu NUNCA vou esquecer a Miah, nunca ouviu. – falei e notei que estava frente a frente com ela. – Sabe eu ainda não consigo entender por que tudo isso. Por que me separar dela, por que ameaçar a minha filha. Por quê? – perguntei.
— Sabe, depois que você flagrou eu e o Caleb no meu apartamento naquele dia, ele nunca mais falou comigo. Ele só ficava comigo pela adrenalina de saber que a qualquer momento você poderia descobrir, mas depois que você nos viu ele foi para Londres e não me ligou mais. Você pode acreditar ou não, mas eu entrei em depressão. Eu realmente te amava e ainda amo, mas você não conseguiu ver isso, só ligou para um erro que eu cometi. Quando soube que você iria casar novamente eu piorei, de verdade. Um homem me achou e me propôs um acordo e eu aceitei... – falou olhando em meus olhos, pela primeira vez eu vi que ela falava a verdade.
— E o que ele propôs? – perguntei com a voz fraca.
— De alguma forma ele descobriu que eu era sua noiva e perguntou se eu não queria separar você da Miah. A principio eu não queria participar disso, mas ele me convenceu que seria muito mais que só separar vocês, que eu poderia fazer qualquer coisa. Bom resumindo eu passei esses dois anos treinando, aprendendo técnicas de lutas, sobre armas, e agora estou aqui reivindicando o que é meu.
— Mas por que me separar da Miah e por que você quer tanto que eu case com você? – perguntei atônito. Nunca imaginaria Olívia em uma organização.
— Confesso que não sei mesmo por que querem separar vocês, mas eu juntei o útil ao agradável. Se era a separação de vocês que eles queriam por que eu não podia ficar com você? Eu te amo, embora você não acredite, Nathan eu te amo. – agora lagrimas brincavam nos seus olhos.
— Me ama e ameaçou matar a minha filha? Você é doente isso sim. – falei levantando-me, para ir tomar banho e acabar com aquela conversa, mas senti algo me impedindo d caminhar, era Olívia agarrada na minha perna.
— Eu amo sim e nunca seria capaz de matar a Sophia eu vejo ela como minha filha, a que eu não pude ter. – falou. – E eu sabia que você faria qualquer coisa para proteje-lá.
— Como assim nunca pode ter? Olívia você nunca ficou grávida. – falei e ela se calou. Vi uma lágrima correr pelo seu rosto. – Olívia você já ficou grávida? – perguntei.
— Eu... err. – ela não conseguia falar. A segurei pelos braços, fazendo-a ficar de pé.
— Você já ficou grávida? – perguntei. – O filho era meu? – uma angustia nascia no meu peito.
Ela não seria capaz disso... Não ela.
— Nathan eu... – vacilou novamente.
— RESPONDE! – gritei impaciente a sacudindo pelos ombros.
— Sim. – encarou o chão. – Fiquei. Mas eu achei que era do Caleb e eu não conseguiria mentir para você... – ela hesitou e me olhou. – Então depois que eu fiz a burrada toda eu descobri que você era o pai. Você Nathan era o pai do meu filho. – eu estava tão frustrado que a joguei sobre a cama.
Pai. Eu poderia ter sido pai antes mesmo de ter conhecido a Miah. Era demais para a minha cabeça. Senti lagrimas escorrer pelo meu rosto. Ela não tinha o direito de fazer aquilo. Mas era passado, embora estivesse doendo eu tinha que pensar no agora e o agora era a Miah e a Sophia.
Larguei a toalha de banho que ainda estava em minhas mãos e caminhei em direção a porta. Olívia ainda estava jogada sobre a cama, mas ao contrario que eu pensei ela não chorava, ela não sentia a dor de ter perdido um filho. Que embora fosse ou não do meu irmão tinha o direito de vir ao mundo.
— E depois de toda essa revelação, você não tem medo de eu voltar com a Miah? – perguntei.
— Não, por que eu sei que se você ama mesmo a sua filha como diz que ama, se afastara dela. Por que eu não tenho coragem de matar uma criança, mas eles têm. – falou me encarando séria.
Ri sem humor.
— Você não tem coragem de matar uma criança? Pelo amor de Deus Olívia, some da minha frente antes que eu mesmo atire em você. E avise ao seu chefe que eu nunca vou me separar da Miah. Esta me ouvindo? – nem esperei ela responder e sai do quarto.
Peguei a chave do carro e dirigi sem rumo. Precisava falar com a Miah, mas não sabia o endereço dela. Parei na frente de um bar, fazia mais de dois anos que não bebia.
Não sei quanto tempo fiquei ali, pensando como iria achar a Miah, sendo que ninguém me diria onde ela estava. Tomei umas cinco ou seis doses de whisky e sai dali. Peguei meu celular e liguei para a única pessoa que me diria. Alan.
— Alô. – falou com a voz sonolenta, só então percebi que já era noite.
— Alan, Nathan. Preciso saber o endereço do apartamento da Miah. E não venha me dizer que não pode dar ou que não sabe. – falei entrando no carro.
— Pedindo assim com jeitinho. – Ironizou. – Anota ai. – falou.
Alan me passou o endereço e o andar do apartamento. Pisei fundo do acelerador, já que estava muito longe. Eu estava alterado, mas não o suficiente para enfiar o carro em um poste.
Para minha surpresa meu nome estava na lista de visitas autorizadas a subir sem aviso prévio. Peguei o elevador e apertei o botão para o ultimo andar. Assim que as portas abriram vi porta do apartamento, sem numero, já que era o único no andar.
Respirei fundo e toquei a campainha.
P.O.V Miah Calleigh
O jantar com o Riley foi maravilho. Ele me contou de algumas coisas de sua vida e eu contei algumas da minha. Não entrando muito em detalhes, já que o conheço há pouco tempo e mesmo sendo meu amigo não confio nele cem por cento.
Tinha acabado de sair do banho. Jane estava no quarto da Sophia tentando fazer ela dormir. Passei o creme hidratante e me vesti; Coloquei um short jeans e uma camisa social branca. Embora fosse noite ainda não iria dormir.
A capainha tocou, olhei para o relógio que marcava onze horas da noite. Sai do quarto e fui atender a porta, achando que era o Riley que tivesse esquecido algo, mas para a minha surpresa era o Nathan.
Como ele conseguiu o meu endereço? – pensei.
— O que faz aqui? – perguntei, mas ele não respondeu. Apenas avançou um passo em minha direção e deitou sua cabeça no meu ombro. O cheiro forte de whisky exalava dele. – Desde quando você bebe? – perguntei fechando a porta com um pouco de dificuldade, já que ele não desgrudou de mim.
— Desde quando minha vida virou um inferno. – falou se afastando de mim e se jogando no sofá mantendo os olhos fechados. – Desde que perdi você. – falou. – Tem água?
Fui até a cozinha pegar um copo de água para ele. Voltei para a sala o Nathan não estava mais lá deduzi que tivesse ido embora. Larguei o copo na mesinha perto do sofá e fui para o meu quarto.
Assim que abri a porta me assustei quando vi o Nathan deitado na minha cama, com apenas os pés para fora dela, já que ainda estava calçado.
— Sério Nathan? – perguntei indignada, mas ele não respondeu.
Dei a volta na cama e sentei ao seu lado, apoiando minhas costas na cabeceira da cama.
— Você não pode ficar aqui, sua namorada deve estar te esperando em casa. – falei e logo ele abriu os olhos, mas fechou novamente.
— Não quero voltar para casa, aquela vadia está lá. – falou e me olhou novamente. – Será que eu posso dormir aqui essa noite? – o olhei séria. – Por favor. – fez bico.
— Tudo bem, mas no sofá. O quarto de hospedes ainda não ficou pronto e a Jane esta dormindo no da Tay. – falei, mas ele ignorou. Puxou um travesseiro para debaixo da sua cabeça e fechou os olhos. – Nathan eu disse no sofá. – falei o sacudindo. – Nathan!
Desisti de tentar mandá-lo para o sofá. Como ainda estava cedo, peguei meu livro e liguei o abajur do criado mudo ao meu lado. Nathan ainda mantinha os olhos fechados, mas não estava dormindo. Eu sabia pelo simples fato de ele abrir um olho para ver o que eu estava fazendo e depois fechar, ou quando ele simplesmente se debatia na cama querendo atenção.
— Tudo bem, você conseguiu. – falei fechando o livro e o colocando sobre o criado mudo. Ele sorriu vitorioso e deitou sua cabeça sobre as minhas pernas. Fiquei sem reação, mas talvez por instinto levei minhas mão paras seus cabelos, tão pretos como a noite e macios.
— Seu cheiro mudou. – falou baixo. – Eu gostava de morango. – disse cheirando a pele da minha perna que o short não cobria.
— Por isso que eu mudei. – falei, ainda com minhas mãos em seu cabelo.
— Mas eu gostei desse também. – falou e senti sorrir contra minha pele. – Posso perguntar uma coisa? – perguntou.
Fiquei em silêncio.
— Você esta com o Riley? Tipo namorando com ele? – perguntou erguendo seu rosto para olhar nos meus olhos.
— Por que isso agora Nathan? – perguntei, mas ele não respondeu apenas voltou a deitar onde estava antes. – Não. Não estamos namorando. Ele é o pediatra da Soph e é só meu amigo. – falei e ele suspirou, talvez aliviado.
Nathan voltou a deitar ao meu lado, manteve os olhos fechados.
(musica para acompanhar essa parte: http://letras.mus.br/david-cook/1240296/traducao.html )
— We were as one babe Nós fomos como um
For a moment in time Por um momento no tempo
And it seemed everlasting E parecia eterno
Ele começou a cantar, com a voz arrastada como se estivesse muito bêbado. Não pude deixar de rir da sua desafinação.
— Vai acordar a Sophia se continuar cantando assim. – falei divertida ele abriu os olhos e ficou encarando os meus e seguiu cantando.
— That you would always be mine Que seria sempre minha
Now you want to be free Agora você quer ser livre
So I'm letting you fly Então vou deixar você voar
'Cause I know in my heart babe Por que sei que no meu coração, amor
Our love will never die, no Nosso amor nunca irá morrer
Nathan ainda me olhava nos olhos. Naquele momento eu não ria mais. Ele passou seu braço na minha cintura me puxando para baixo deixando meu rosto na altura do seu e continuou cantando.
- You'll always be a part of me Você sempre será uma parte de mim
I'm part of you indefinitely Sou uma parte indefinida de você
Girl don't you know you can't escape me Garota você não sabe que você não pode escapar de mim
Ooh darling 'cause you'll always be my baby Oh querida, porque você sempre será meu amor
And we'll linger on E nós vamos resistir
Time can't erase a feeling this strong O tempo não pode apagar um sentimento tão forte
No way you're ever gonna shake me Não tem como, você nunca irá escapar de mim
Oh darling 'cause you'll always be my baby Oh querida, porque você sempre será meu amor
Senti seu polegar secar a lagrima que eu sequer havia notado que rolava no meu rosto. Eu chorava com aquela declaração tão linda.
— I ain't gonna cry, no Eu não vou chorar, não
And I won't beg you to stay Não vou implorar para você ficar
If you're determined to leave girl Se você estiver determinada a partir garota
I will not stand in your way Eu não ficarei no seu caminho
But inevitably you'll be back again Mas inevitavelmente você irá voltar novamente
'Cause you know in your heart babe Por que você sabe que no seu coração
Our love will never end, no Nosso amor nunca vai acabar, não
Meus olhos já transbordavam em lágrimas. Por um momento até pensei que esse romantismo todo se dava a bebida, mas logo me livrei desse pensamento idiota, me fixando no par de olhos azuis.
Sem ao menos pensar no que estava fazendo colei meus lábios nos dele. Era indescritível a sensação de beijá-lo novamente. Sua língua forçou contra meus lábios pedindo passagem. Nossas línguas procuravam espaço um na boca do outro. Nossa respiração estava escassa e paramos o beijo pra respirar.
— Miah eu... – começou a falar.
— Shh, não fala nada, deixa eu pensar que é real. – falei ainda com os olhos fechados. Tinha medo de abri-los e ver que tudo não passou de um sonho.
— Mas é real. Eu estou aqui. – ele deu uma pausa. – Miah... – me chamou tocando meu rosto. Abri os olhos lentamente encontrando novamente o par de olhos azuis me encarando. – Eu te amo, sempre amei e me desculpa se um dia eu deixei você duvidar disso. – falou secando novamente as lagrima que rolou no meu rosto.
— Cala a boca e me beija. – falei, ou melhor, ordenei.
Nathan sorriu e colou sua boca na minha, começando assim um beijo selvagem, como se quiséssemos arrancar os lábios um do outro. Ele puxou meu corpo sobre o seu, fazendo com que minhas pernas ficassem em cada lado do seu corpo. Nathan ergueu-se um pouco, ficando sentando sobre a cama comigo ainda em seu colo.
O ar novamente se fez necessário e Nathan desceu seus beijos pelo para o meu pescoço, mordendo e chupando o que com certeza deixaria marcas. Minhas mãos foram para o seu cabelo onde dava alguns puxões, talvez estivesse doendo, mas no momento não me importei com nada e pelo visto ele também não.
— Não acha que esta vestida demais? – perguntou olhando para mim. Apenas assenti mordendo o lábio inferior.
Nathan começou a abrir os botões da camisa que eu usava, lentamente depositando um beijo em casa pedaço de pele que ficava exposta. Ele tirou totalmente e ficou me olhando, suas mãos foram para minhas costas em busca do fecho do sutiã, que rapidamente abriu, deixando meus seios expostos.
Ele voltou a me beijar, só que agora doce e lentamente. Minhas mãos que estavam em seus cabelos desceram até a barrada da sua camiseta a erguendo, ele entendo o que eu queria fazer, tirou suas mãos das minhas coxas desnudas por causa do short e levantou os braços, para tirar completamente a camiseta. Passei minhas unhas pelo seu abdômen definido deixando marcas, ele gemeu no meu ouvido o que fez eu me arrepiar ainda mais.
— Adoro seu novo cheiro. – falou e mordeu o lóbulo da minha orelha.
Começou a descer seus beijos, passando pelo meu pescoço e seguiu descendo para meus seios. Gemi e puxei seu cabelo quando chupou forte meu mamilo. Podia sentir o grande volume que se fazia na calça jeans, eu o queria dentro de mim, ansiava por isso.
Parecendo ouvir meus pensamentos Nathan levou sua mão até o botão do meu short o abrindo. Nos girou rapidamente na cama, se afastou um pouco para poder tirar meu short, juntamente com a calcinha me deixando completamente nua. Ele me olhou como se quisesse me devorar.
— Estou em desvantagem. – falei me referindo à calça jeans que ele ainda vestia.
— Não seja por isso. – falou abrindo o botão da calça e a tirando juntamente com a boxer branca. Rocei minhas pernas na outra em busca de contato, por só em ver a cena dele ali nu na minha frente aumentou ainda mais minha excitação.
Nathan voltou para cama e deixou sobre mim, entre minhas pernas. Não sei tirei tamanha força de nos virar na cama, ficando novamente por cima enquanto ele se mantinha sentado na cama.
Segurei seu membro e o posicionei na minha entrada. Nathan segurou minha cintura e me fez sentar lentamente, ligando meu corpo ao seu. Quando estava todo dentro de mim jogou sua cabeça para trás e gemeu meu nome fraco, sorri com aquilo. Comecei a me movimentar lentamente. As mãos do Nathan que ainda seguravam minha cintura começaram a ditar o ritmo, deixando mais rápido. Minhas mãos que agora arranhavam suas costas resposta do prazer que eu estava sentindo.
Novamente eu estava deitada com ele sobre mim sem cessar os movimentos, ao contrario, ficavam cada vez mais rápido. Ele gemia contra a pele do meu pescoço e eu gemia palavras desanexas. Seu membro latejava dentro de mim, e ele respirava com dificuldade. Eu estava na mesma situação, tudo parecia a ponto de explodir dentro de mim.
— Eu... Vou... Goz... — eu não conseguia terminara frase diante do prazer que eu sentia. Depois de poucos segundos o senti jorrar dentro de mim gemendo meu nome agora mais alto e depois se deixar cair sobre o meu corpo, olhando nos meus olhos e me dando um selinho em seguida.
— Eu te amo, Miah. – ele disse com aqueles olhos azuis vidrados nos meus. Eu não pude deixar de sorrir.
— Eu também te amo, Nathan. – fazia tanto tempo que eu não dizia que o amava, embora eu não tivesse deixado de amá-lo em momento algum. Ele sorriu me escutando e me puxou contra ele, me fazendo deitar no peito dele.
— Ooh darling 'cause you'll always be my baby Oh querida, porque você sempre será meu amor
And we'll linger on E nós vamos resistir
Time can't erase a feeling this strong Tempo não pode apagar um sentimento tão forte
No way you're ever gonna shake me Não tem como, você nunca irá se livrar de mim
Oh darling 'cause you'll always be my babyOh querida, porque você sempre será meu amor. – ele continuou cantando enquanto acariciava a minha cabeça. Meus olhos começaram a vacilar e eu acabei adormecendo o escutando cantar aquela música tão linda para mim. Não podia ser um sonho, mas eu sentia como se fosse... Aquele momento havia sido perfeito.
Notas finais
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Dicas de leituras assim... Que ultrapassam os limetes da perfeição.
Dica¹:"Que o Jogo Comece" - http://fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece.../
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Dica²: "Somente Sem Sorte" - http://fanfiction.com.br/historia/269815/Somente_Sem_Sorte/
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Dica³: "A Assassina em Mim" - http://fanfiction.com.br/historia/237712/A_Assassina_Em_Mim/
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"Somente Sem Sorte" é a fic nova da Ln N, a autora do Que o Jogo Comece, então nem preciso dizer que é perfeito né!? Bom como leitora vip posso dizer que a fic é o máximo, leiam não vão se arrepender.
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Beijos e até o proximo cap *----*
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