Notas iniciais
Oi meus amores! Como vão? Espero que bem, por que eu estou com gripe. kkkk'
Queria novamente me desculpar por demorar a postar, é por que esta difícil mesmo viu? Estou tentando ser o mais rápida possível. ^^
Bom, não me matem esse é o primeiro hentai que eu escrevo e claro que não chegou nem aos pés do cap que a Ln N escreveu lá na primeira temporada, mas um dia eu tenho que aprender né!? aushuahs
Espero que goste e se estiver muito ruim me falem ok?
Boa leitura *--*

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P.O.V Miah Calleigh

Depois que Nathan praticamente se trancou no banheiro. Caminhei até o closet e peguei minha camisola vermelha e vesti. Peguei o creme corporal de morango que ficava em cima da cômoda e comece a passar pelo corpo, desde que estava grávida da Soph que passava e a Lauren tinha razão, o creme deixava minha pele macia e perfumada.

Estava terminando de passar o creme quando a porta do banheiro foi aberta, mesmo hesitante olhei para trás ele usava uma calça de moletom cinza e estava sem camisa. E mais uma vez o orgulho falou mais alto, desviei meu olhar dele e fiquei encarando a parede a minha frente.

Meu coração começou a acelerar quando senti que ele se aproximava, o olhei novamente, pelo pouco que podia ver de seus olhos, já que o quarto era iluminado somente pela luz da lua, havia um pouco de tristeza, me doeu o peito só em pensar que estava assim só por que me deixei levar pelo orgulho.

Ele continuou se aproximando e parou ao meu lado. Com a mão direta afastou o pouco de cabelo que cobria meu pescoço, logo depositou um beijo e meu ombro e foi subindo até o pescoço. Meus olhos se fecharam extintivamente quando ele me tocou, incrível o poder que ele tinha sobre mim.

— Nathan eu... – ele não me deixou terminar.

— Shhh, não quero falar sobre isso agora. – sussurrou no meu ouvido.

Ele afastou seu rosto do meu pescoço e me olhou nos olhos, agora não era mais tristeza que havia ali e sim luxuria, felicidade por saber que não conseguiria ficar brava com ele. Nathan puxou meu rosto para si, seus lábios encontraram os meus e começamos um beijo calmo e doce, mas com amor, esse que eu sabia que sentia por mim.

Quando o ar se fez necessário ele desceu seus beijos para meu pescoço, minhas mãos estavam em seus cabelos dando leves puxões e as suas passeavam pelas laterais do meu corpo até encontrarem as alças da camisola que eu vestia. Ele deslizou lentamente as alças pelos meus ombros enquanto sua boca encontrava a minha novamente. Nossos lábios moldavam-se um no outro, nossas línguas procuravam espaço na boca do outro.

Pouco a pouco ele foi deslizando a peça sobre meu corpo, deixando-a cair no chão.

— Tão linda. – disse ele quando voltou seu olhar para mim, que estava vestida apenas com a calcinha também vermelha.

Nathan me deitou gentilmente na cama. Ele começou a beijar e dar leves mordidas no meu pescoço, o que provavelmente deixaria marcas. Tapei a boca na tentativa falha de abafar um gemido, quando ele desceu sua boca até o vale entre meus seios, depositando um beijo ali, para logo atacar meu seio direito, enquanto sua mão esquerda massageava o esquerdo.

— Isso é maldade sabia? – falei.

Ele sorriu contra a minha pele, o que fez eu me arrepiar.

— Maldade foi o que você fez, ficando o dia todo sem falar comigo. – falou.

Ele se afastou de mim e eu gemi em protesto. Nathan sorriu e tirou a calça de moletom ficando apenas com a boxer preta, mordi o lábio inferior quando vi a cena daquele homem perfeito semi nu na minha frente, ele sorriu malicioso e voltou para cama, ficando sobre mim novamente.

Nathan apertou minha cintura e ficou brincando com o elástico da minha calcinha enquanto nossos lábios se grudavam para iniciar mais um beijo. Sua boca abafou meu gemido, quando ele roçou sua ereção na minha intimidade, eu queria, ou melhor, eu precisava dele dentro de mim, mas ele queria se vingar pelo que fiz e se a intenção era me deixar louca de desejo ele estava conseguindo.

O empurrei invertendo nossas posições, ficando sobre ele. Ataquei seu pescoço beijando e dando leves chupões, minhas unhas percorreram por todo seu abdômen o arranhando e parando quando cheguei à borda da sua boxer, que agora quem brincava com o elástico era eu.

Gemi por antecipação vendo o grande volume formado na boxer preta, pousei minha mão sobre sua ereção fazendo Nathan gemer alto e jogar sua cabeça para trás. Antes mesmo que eu pudesse me livrar da peça ele me virou na cama, ficando sobre mim.

— Não agüento mais essa tortura. – sussurrou no meu ouvido.

— Foi você quem começou. – fiz bico. – Eu mal havia começado. – sorri maliciosa.

Ele retirou a boxer e rasgou minha calcinha, fazendo-a se partir em duas e jogou em um canto qualquer do quarto. Um gemido alto saiu da minha boca quando ele me penetrou, era inexplicável a sensação de tê-lo dentro de mim, ele gemia contra a pele do meu pescoço, e minhas unhas marcavam suas costas, deixando-as vermelhas.

Arqueei minhas costas e gemi seu nome quando o senti chegar fundo dentro de mim, estocando cada vez mais rápido e duro.

— Nathan, eu vou... – não foi preciso falar mais nada. Uma bomba de prazer explodiu dentro de mim quando cheguei ao ápice, fazendo meu corpo ficar mole. Nathan me estocou mais duas vezes chegando também ao ápice, deixando seu corpo cair sobre o meu.

Ele saiu de dentro de mim e deitou-se ao meu lado, me puxando para deitar em seu peito. Ele ainda respirava ofegante assim como eu. Ficamos alguns minutos em silêncio, só então lembrei que não havíamos usado camisinha.

— Nathan. – chamei.

— Eu sei amor, eu vacilei não era para eu ter deixado aqui sozinha para socorrer a Olívia. E quando você ficou sem falar comigo eu me senti péssimo... – o cortei.

— Nathan eu... – ele me interrompeu.

— Me perdoa vai? Eu não consigo ficar longe de você, sem falar com você, sem tocar em você, sem... – coloquei meu dedo em seus lábios o calando.

— Nathan, eu só ia dizer que não usamos camisinha. – falei rindo.

Ele fez cara de pensativo e me olhou.

— Verdade. Mas agora você esta tomando remédio não é? Então não temos que nos preocupar. – disse ele e eu respirei alivia, embora eu amasse muito a minha filha, não estava pronta para ser mãe novamente.

— E quanto à ontem, você é Nathan Calleigh, o cara que sempre faz idiotices, por isso eu te perdôo. – falei olhando em seus olhos. – Eu te amo. – sussurrei e selei seus lábios, me aninhando mais em seu peito.

— Eu também te amo minha pequena. – falou beijando o topo da minha cabeça. Ele ficou cariciando meu rosto até que eu adormecesse.

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Notas finais
Então?? Gostaram? ou nunca mais devo tentar escrever uma cena dessa? aushuash
Dicas de leitura ^^
Dica¹:https://fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece.../
Dica²:https://fanfiction.com.br/historia/237712/A_Assassina_Em_Mim/
Leiam e se viciem. kk'
Beijos Miah =D