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12 Capítulo 12 - O Incidente das Quatro Horas I


[4時間の事件 I]

Capítulo 12 – O Incidente das Quatro Horas I

Em alguma rua perdida de Tóquio, dois homens com fardas policias conversavam descontraidamente, parecendo não se importar com os prédios mal acabados e abandonados em obra.

Em um outro prédio perto dali, uma deslumbrante garota movia suas grandes e torneadas coxas, de maneira de quem visse, se hipnotizava. Pôs-se a frente, ajeitando delicadamente seus cabelos claros para trás da orelha. Estava usando um traje preto que colava no corpo, destacando suas belas curvas. Cobria-se com um cobertor de pano negro e mantinha uma pesada arma de longa distância a sua frente.

Ali, Koyama Haruki; 18 anos de idade; Uma das mais perigosas atiradoras da O.H.D, observava cuidadosamente cada movimento dos homens fardados. Estava li ali fazia horas e não aparentava nenhum sinal de cansaço.

— Está na hora de um de vocês dizer adeus. Ela deu uma piscadela sexy e mirou no homem da direita. Sabia que os dois já tinham notado sua presença e aquilo já havia se tornado uma batalha psicológica. Não podia derrotar os dois sozinha a mano a mano, então decidiu arriscar.

Quando o tiro disparou, a vítima urrou antes de ser acertada, mas foi tarde demais. Caiu morta no chão com um tiro na testa.

O outro se transformou em um ser com espinhos brancos por todo o corpo e grandes chifres na cabeça. Pulou até onde ela estava em um movimento só, quebrando o vidro da janela e adentrando no compartimento. Ela já estava preparada, sacou duas pistolas e atirou contra ele, que recebeu os tiros sem sentir nada. Ele esticou suas mãos até ela e a socou. Ela se espatifou contra a parede e se desviou do espinho que ele havia cravado ali. Quando ele ia investir de novo, deu uma rasteira, o derrubando e depois atirou em sua cabeça sem dó. Ele não morreu, mas começou a urrar de dor e a se contorcer abruptamente no chão, até virar pro lado com o pescoço torto. Ela o averiguou, estava morto por envenenamento. Levantou-se ofegante e olhou para o céu nublado na janela. E ali, ficou pasma com o quê via.

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Mitsu havia se levantado da cama para se esticar um pouco. Ela estava usando uma pequena saia, junto com um blusão cinza que era maior que ela e estava de pés descalços. No mínimo uma figura fofa. Havia pintado seu cabelo para o preto natural de novo. Esfregou seus olhos vermelhos de tanto e chorar e olhou para relógio, vendo 16h00min horas em ponto. Havia muito tempo que tinha conseguido expelir seus sentimentos assim. Dirigiu-se a janela e abriu-a. Ali, expressou, mesmo que sendo pouco, outro sentimento. O de surpresa.

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Sano e Sakurai estavam deitados encima de um prédio. Sano dormindo e Sakurai de braços cruzados e um rosto sério como sempre.

De repente, Sano abriu os olhos e perguntou:

— Não acha que vão nos investigar por estar infligindo as ordens?

Sakurai apontou seu dedo para o céu e disse:

— Quem liga? Olhe isso...

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Em uma das ruas mais movimentadas de Shinjuku, quatro pessoas com sobretudos pretos, óculos de sol, luvas e guarda-chuvas andavam ali, mesmo com o dia nublado. Três homens e uma mulher. Um deles, muito alto, com uns 2 metros de altura.

As pessoas em volta não se importavam. Já que a cada dia, inúmeras modas apareciam por ali, está podia ser apenas mais uma.

Ouviu-se um roncar de moto não muito alto. Ali, a Motoqueira Negra passeava ao lado da moto com extrema tranquilidade. Tirou o capacete, se mostrando linda como sempre.

Ela se aproximou das pessoas com guarda-chuvas e disse:

— Há quanto tempo, Alucard.

A mulher ali gemeu de medo e perguntou:

— Al, quem é essa?

Ele tirou os óculos e respondeu, sorrindo como sempre.

— Não se preocupe Alicia. Ela só veio deixar as coisas mais interessantes...

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Nishi olhava distraidamente pela janela da classe. A aula não o interessava mais. Sua cabeça só estava voltado para o que a Motoqueira Negra tinha-lhe dito no dia anterior.

Olhou para Taikou, que parecia inquieto. Geralmente, ele ficava lendo HQ´S e desenhando na aula. Mas hoje, olhava para os lados e mexia suas pernas de nervosismo.

Repentinamente, pediu para ir ao banheiro e saiu cambaleando pela porta. Nishi o seguiu, correndo. Ignorando o professor indignado. Olhou pelos corredores e não o achou, esbarrou em algumas pessoas e continuou a correr. Decidiu subir as escadas até a cobertura da escola.

Lá, quando abriu a porta, viu Taikou encostado na grade fitando o céu. Aproximou-se dele e o ouviu dizer com uma mistura de excitamento e aflição:

— Ei cara, olhe para o céu.

Ali, exatamente às quatro horas da tarde. Centenas de luzes se espalhavam pelo céu nublado de Tóquio.

Capítulo 12 – O Incidente das Quatro Horas I: Fim.