Heroic Wish

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Mais um cap saindo do forno...

Conner Kent estava sentado à imensa janela do celeiro do rancho Kent, admirando sem muita emoção o pôr do sol de Smallville. O celular rolava de uma mão a outra, e o seu dono não sabia ao certo se estava esperando alguma ligação, ou juntava coragem para fazer uma ligação.

Era uma quarta feira. Já estava há três dias sem ver ou ouvir o dono de seus pensamentos, e o seu íntimo lhe gritava que isso era uma eternidade. Perguntava-se por que não havia voado até Gotham ou mesmo ligado para Timothy Drake, mesmo já sabendo a resposta.

- Não quero dar de cara com o Batman...

Sua fala se referia ao homem morcego, mas sabia que o real motivo era não desejar esbarrar com Asa Noturna enquanto procurava por Robin.

- Eu poderia ligar... Mas ele deve estar ocupado...

Balançou os pés em nervosismo. A grande possibilidade de Robin estar em alguma missão com Grayson, fazia seus músculos se contraírem em raiva, e suspirou pesadamente a distância entre seu Robin e si.

Flutuou por entre a janela quando o sol terminara de se pôr, decidido a ligar para Tim, mesmo que isso acabe o atrapalhando.

Pelo menos mataria a saudade de sua voz caso o rapaz se negasse a vê-lo.

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A umidade da batcaverna o agradava.

Permanecia sentado frente ao grande computador principal, reunindo alguns dados de novos inimigos que surgiram em Gotham ao longo das últimas semanas, à pedido de Batman. Não entendia como tanto louco aparecia na cidade com o intuito de se tornar “super vilão”, mas tal tarefa mantinha a cabeça ocupada. Qualquer tempo livre fazia seu pensamento viajar até Smallville, onde seu clone residia durante a semana.

Apoiou-se no encosto de sua poltrona e suspirou. Queria ter ido a qualquer missão com Batman, mas este já tinha a companhia de Asa Noturna. Desde o último final de semana na Torre Titã, evitava estar no mesmo local que Richard, que insistia em conversar consigo sobre a situação mal esclarecida de sua relação.

Teria que deixar claro para o vigilante que não tinha a intenção de continuar tal contato, e que agora seu coração pertencia à Superboy, mas sabia que Asa Noturna não entenderia facilmente. Pelo que conhecia Richard, o rapaz agiria com certa possessão e infantilidade.

Pegou o celular, com certa esperança de ter alguma mensagem ou ligação perdida de Conner, mas resignou-se ao constatar que o clone não havia se manifestado. Pensou em ligar, e estava pronto para fazê-lo quando ouviu o batmóvel adentrar a caverna.

Batman e Asa Noturna saíram do veículo e caminharam ao seu encontro.

- O caso foi resolvido. – Disse Batman.

- Qual caso? – Perguntou Robin, já que os dois haviam saído sem ter foco em uma missão específica.

- Os roubos do Museu de Gotham. – Richard se apoiou à poltrona de Tim, que logo se levantou de lá, evitando tal aproximação.

- Lucius Fox entrou em contato. Quer falar sobre a situação da empresa. Parece que uma empresa chinesa quer se associar às Empresas Wayne. Fox tem mais detalhes. – Disse Robin.

- Entendido. – Bruce se preparava para subir as escadarias para a mansão. – Vocês podem se retirar. Cuidarei de todo o resto durante o resto da semana.

-... Não me quer por aqui? – Robin estranhou a fala de seu protetor.

- Só estou liberando vocês dos afazeres... Por enquanto. – Disse e se retirou, deixando seus parceiros para trás.

- Descobrimos que Selina estava por trás dos roubos e a encontramos. Ela está trabalhando com uns mafiosos italianos da pesada... A perseguimos por metade de Gotham.

-... Por isso ele está de mau humor...

Richard Grayson postou-se a sua frente e sorriu.

- Porque está fugindo de mim?

- O que? Eu não estou...

- Pare com isso, Tim. – Interrompeu. – Quero conversar com você. – Segurou os ombros do menino prodígio, que logo se afastou do toque.

- Já resolvemos o que tínhamos que resolver, Dick. Esqueça isso. – Deu-lhe as costas e continuou a caminhar para a entrada secreta da mansão Wayne.

- Esquecer? – Correu até Tim e o segurou pela cintura. – Não tem como te esquecer, menino prodígio... – Aproximou a boca da orelha de Tim. –... E não acredito que já tenha me esquecido.

- Me solte, Richard. – Disse, fechando os olhos e apertando os punhos.

- Não quer que eu te solte, não é?

Dick beijou-lhe o pescoço e por pouco não conseguiu desviar de uma cotovelada de Robin. Soltou-o e o olhou interrogativamente.

- Se eu não deixei claro da última vez... – Virou-se para Richard, olhando-o seriamente. – Deixo agora. Não quero nada com você, a não ser que tenha a ver com nosso trabalho. Então, por favor, pare de insistir.

O vigilante mais velho o olhou incrédulo. Ficaram em silêncio por alguns segundos e retirou a máscara.

- Eu disse que te amo, Tim. Não pode esperar que eu simplesmente...

- E eu disse que amo outra pessoa.

Richard passou as mãos pelos cabelos, jogando-os para trás e sorrindo amargamente.

- Então já se resolveu com o clone...

Tim esboçou surpresa.

- Eu sempre soube que era ele, mas tive certeza na reunião dos Titãs. Ele me olhava de um jeito, que não sei como não me fritou com a visão de calor.

- Dick...

Antes de tentar elaborar alguma explicação, o celular em sua mão começa a tocar, dando um fim naquela tentativa de conversa. Olhou para o visor e viu que se tratava de Conner, o que o fez criar um leve sorriso de alívio nos lábios. Viu que Dick caminhava para a mansão, deixando-o sozinho. Talvez finalmente tenha entendido a situação e se conformado. Ignorou todo o resto de pensamento sobre Richard e atendeu o telefonema.

- E aí, menino prodígio? – Conner o cumprimentou como o de costume.

- Ou, Conner. – Sorriu.

- Está ocupado por aí?

- Na verdade, não. Acabei tudo o que tinha que fazer.

- Sério? – Estranhou, pois Batman sempre o mantinha ocupado. – Bom, eu estava pensando em dar um pulo em Gotham... Será que você...

- Fazer o que aqui? – Interrompeu-o, mesmo não sendo essa a intenção.

-... Ver você, caramba. – Disse. – Sinto sua falta, Tim.

Timothy enrubesceu. Também sentia muita a falta de Kon-El ao seu lado, mas queria evitar seu encontro com Richard na mansão.

- Tim?

- Estou ouvindo.

- Está tudo bem, Tim?

- Claro...

-... Eu... Bom, se tiver algum problema eu ir aí, a gente se vê na Torre, no final de semana. – Disse, um tanto frustrado com a frieza de Robin.

- Não, Conner. Eu estava pensando... Talvez você possa me levar para tomar aquele sorvete no parque que comentou da outra vez... – Disse tão baixo que se não fosse de interesse de Conner, este não teria ouvido.

-... Sério? Quer tomar sorvete há essa hora?

- Ou então a gente se vê só no final de semana...

- Não!! – Disse alto, fazendo Timothy rir. – Han... Se é assim, estou indo pra aí...

- Me encontre lá, Conner. Saio em alguns minutos.

- Então estarei no Parque de Gotham em 10 minutos. – Riu. – E menino prodígio...

-... Diga.

- Eu amo você. Estou louco de saudades.

-... Eu também, Kon. Te encontro lá...

Desligou o aparelho e subiu correndo para a mansão, retirando a capa e a máscara que cumpunha seu uniforme de Robin.

Conner voou para a casa dos Kent para tomar um banho e trocar de roupa. Abriu o guarda roupa de seu quarto (que antes era de Clark Kent).

- Tia Martha!! – Gritou

A senhora Kent apareceu na porta do quarto do rapaz, olhando-o interrogativamente.

- Onde estão minhas roupas??

- Estão aí, oras...

- Aqui só tem as roupas caipiras do Clark.

- Eu acabei de colocar para lavar suas camisetas. Vai ter que se virar com essas por enquanto.

- AHH... – Reclamou. – Estou indo para Gotham. Ninguém lá se veste assim! Tem que ter sobrado alguma camiseta minha aqui... – Revirava os cabides e gavetas, sem sucesso. Retirou uma camiseta de botão preta e vermelha xadrez e a encarou desconfiado.

- Deveria ficar orgulhoso por se destacar no meio daquela gente. – E se retirou do quarto do rapaz, que continuava resmungando. -... Adolescentes são adolescente, super poderosos ou não...

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Saiu derrapando sua moto da garagem da mansão Wayne, acelerando para que chegasse logo no local de encontro com Conner. Conhecendo os poderes de Superboy, acreditava que o clone já havia chegado. Atrasou-se um pouco, pois tomara um banho depois de falar com Conner. Falar com o rapaz encheu o corpo de energia e arrepiava-se ao pensar que logo estaria ao seu lado novamente.

Queria vê-lo, abraçá-lo, sentir seu cheiro... Riu envergonhando-se por conta dos pensamentos que brotavam à mente. Perguntava-se se conseguiria segurar a ansiedade e não lhe roubar um beijo assim que enxergasse aqueles olhos azuis que tanto o encantavam.

Estacionou, tirou o capacete e correu os olhos pelo local, esperando ver a silhueta relaxada de Conner. O tal parque estava consideravelmente cheio, parecia estar ocorrendo alguma comemoração, pois havia lanternas e barracas de jogos e artesanato espalhadas em cantos estratégicos. Talvez tenha escolhido o dia errado para lhe cobrar o sorvete.

Caminhou um pouco perdido, não saindo de perto do estacionamento, local onde tinha menos gente amontoada. Começava a se incomodar com as quantidades de pessoas ali, ainda mais com a ausência de Conner.

- Ele falou “10 minutos”... – Colocou as mãos no bolso e deu meia volta, meio emburrado. Acabou esbarrando em um corpo maior a sua frente.

- Perdão...

- Está perdoado.

Conner sorriu abertamente, segurando em ambas as mãos casquinhas de sorvete.

- Quase me fez derrubar nosso sorvete.

Tim olhou-o, primeiramente com surpresa, e em seguida com nítida alegria, fato quase inédito de ser visto no menino prodígio.

- Kon... – Sorriu. – Chegou agora?

- Não, tem um tempinho. Fui atrás do sorvete, por incrível que pareça, estava cheio de gente na fila.

- Parece que está havendo uma comemoração...

- Não está muito frio pra vocês tomarem sorvete? – Entregou o sorvete de flocos para Tim, pois sabia que o prodígio gostava.

- Vocês? – Recebeu o sorvete, retribuindo com um sorriso.

- É, pra mim não está tão frio. Mas... Sei lá, né, todo mundo está cheio de casaco...

- Claro. Está frio sim. Mas as pessoas gostam de sorvete. – Lambeu um pouco de seu sorvete, olhando Conner de cima a baixo. – Roupa legal, aliás.

Referiu-se à calça jeans e a camiseta xadrez vermelha e preta que Conner estava trajando.

- Você está de sacanagem, não é? – Mostrou-se envergonhado.

- Por quê? Combina com você.

-... É do Clark... – Abaixou o olhar e conferiu a roupa mais uma vez, tentando imaginar Superman com tais vestimentas.

Tim sabia que a sombra do Superman pesava mais em Conner do que a de Batman em si. Conner ainda tinha certo “complexo de clone” e não gostava de mencionar o nome de Clark;

- Bom, também gosto da tradicional... – Referia-se à camiseta preta com o símbolo “S” em vermelho.

Caminhavam lado a lado por entre aquela multidão de pessoas, vez ou outra tendo que se aproximar para poderem ouvir melhor a conversa alternativa que haviam começado. O clone do Superman resvalou o braço no de Timothy, entrelaçando levemente os seus dedos com os de Tim, que o olhos com o canto dos olhos.

- O que está fazendo...?

- “Completo”, eu disse... “De mãos dadas e tudo”, eu disse...

- Mas Conner...

- E nem um beijo você me deu quando me viu. Nem um abraço sequer, nem nada... – Disse fingindo revolta.

-... Tem muita gente aqui...

- Boa observação. Não é à toa que te chamam de “prodígio”...

Timothy para de andar, fazendo com que Conner faça o mesmo.

- O que foi?

- Eu quis de agarrar... Mas... Fiquei com vergonha.

-... Eu sei, Tim, estava só brincando... Bom, eu quis o mesmo. Mas imaginei que não aprovaria.

Timothy mirou os olhos azuis de Conner.

- Devia ter escolhido outro lugar...

- Você queria tomar sorvete. – Terminou seu doce gelado, lambendo os dedos com o resto do doce que havia pingado.

Sentiu que Tim apertava sua mão, chamando sua atenção.

- Eu quero você...

Conner o viu lamber o sorvete de forma claramente provocante.

-... Agora.

Conner engoliu seco e pigarreou. A respiração ficou pesada e achou incrível como o menino prodígio mexia com seus sentidos. Era certo que a simples visão de Robin já o excitava demasiadamente, mas aquilo era loucura. Encostou os lábios na orelha de Timothy, que fechou os olhos ao sentir um arrepio.

- Você que mora aqui... É só dizer onde, eu te levo pra lá em dois segundos...

Timothy andou rapidamente, puxando Superboy pelo pulso.

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O clima gelado não parecia incomodar os dois rapazes no meio daquele bosque escuro que fazia parte do parque. Podiam ouvir os festejos ao longe, mas se divertiam de forma mais íntima.

Conner beijava fortemente Tim, respirando pesadamente, sugando-lhe a língua, descendo a carícia para o pescoço do rapaz, que o puxava pelas nádegas e ofegava ao sentir o clone movimentar-se repetidamente, esfregando-se em seu corpo. Teve a blusa de frio levantada, sentindo os mamilos serem chupados por aquele homem fogoso.

Uma mão de Conner acariciava o mamilo que não era atacado por sua boca, e a outra desafivelava o cinto de couro do menino prodígio. Passou a mão por seu membro, seguindo o volume que se formava na cueca vermelha de Tim.

O menor permanecia de olhos fechado, sempre contendo os gemidos que os toques ousados de Conner lhe causavam. Estava perdido na alegria de ser tocado novamente por Kon-El, e só conseguia pensar em como prolongar mais tal prazer.

Levantou o queixo de Conner, que ainda se preocupava em lhe beijar e lamber o torso, acariciando seu membro excitado por cima da roupa de baixo, fazendo-o prestar atenção em si. Viu-o corado e ofegante, e não conseguiu não desejar mais de seu corpo.

- Vem cá...

Puxou-o e deixou-o encostado ao tronco grosso daquela árvore que os acolhia. Beijou sua boca de forma desajeitada, enquanto desabotoava rapidamente sua camiseta xadrez, logo abrindo o zíper da calça jeans de Superboy.

- Eu quero te chupar. – Sussurrou roucamente, sem ver o rubor subir mais ao rosto de Conner.

- Vai me deixar louco, Tim... Isso sim... – O clone disse. -... A vontade que tenho e de te devorar inteiro...

- Já, já... – Respondeu prontamente, terminando de baixar as calças de Kon-El.

Timothy se agachou e teve uma visão maravilhosa do seu clone, de baixo para cima. Passou uma mão pelo torso e abdômen definido de Conner, apertando-lhe uma perna com a outra, admirando-o com desejo, deixando que as mãos passeassem por aquele corpo perfeito aos seus olhos.

- Você é tão... Gostoso, Conner...

Conner, que não havia tirado os olhos do parceiro que o admirava, sorriu com sarcasmo, sem demonstrar vergonha.

- Isso porque ainda nem me experimentou...

- Vou cuidar disso agora...

Teve os cabelos acariciados pelas mãos grandes de Conner, enquanto Tim passava os lábios por seu membro ereto e ainda coberto pela sua cueca preta, vez ou outra o mordendo de leve. O cheiro de Conner já o fazia delirar, e o jovem Timothy gemia baixo mesmo sem ser tocado. Puxou a roupa íntima de Kon-El com os dentes, usando as mãos para puxar a vestimenta na parte de trás, passando as mãos pelo quadril do rapaz. Segurou o membro de Superboy pela base e lambeu-o fortemente, não poupando saliva para facilitar a masturbação.

E chupou-o com o vigor que desejava, vez ou outra se engasgando ao sentir a ponta do pênis de Conner em sua garganta. Tal acontecimento o enchia de mais volúpia, e introduzia mais e mais de Conner em sua boca. Apertava seu quadril e o empurrava e afastava de seus lábios, fazendo do movimento que antes era somente intenso, se tornar também mais repetitivo.

As mãos de Superboy puxavam os cabelos de Tim, que lhe olhava intensamente, não perdendo cada expressão e gemido mais alterado de Kon- El, que se movia instintivamente naquela boca úmida e quente. Também encarava seu prodígio, quase enlouquecendo quando o rapaz parava de lhe chupar para em seguida lamber a glande de seu membro com a ponta da língua.

Segurou seu rosto, fazendo-o parar com aquela brincadeira deliciosa. Puxou-o pelas mãos, colocando-o de pé na sua frente.

- Parecia estar se divertindo... – Libertou o membro desperto de Tim da cueca vermelha.

- Quero que termine na minha boca, Kon... – Esfregou seu pênis com o de Conner.

- Ainda não... – Segurou-o pelo quadril e reforçou os movimentos, esfregando-se intimamente em seu menino prodígio. – Louco... Eu sou louco por você...

Tim apertava os braços fortes de Conner, tendo seu gemido abafado por estar mordendo seu tórax.

-Você o deixou bem molhado, né? – Conner disse em seu ouvido. – Quer ver mais daquela expressão que fez.

Colocou alguns dedos na boca de Tim, que logo os chupou no mesmo vigor que usara no pênis do mais alto, lambendo-os e deixando-os tão molhados quanto.

- Olhe pra mim. – Pediu, logo sendo atendido. -... Você é lindo, caramba...

Tirou os dedos da boca do menino prodígio, atacando-o com um beijo fogoso, enquanto o virava de costas para si e o fazia apoiar as mãos no tronco da árvore.

- Me avise se te machucar. – Beijava o pescoço de Timothy, posicionando seu membro ereto entre as nádegas do prodígio.

Tim sentiu os pelos do corpo se arrepiarem com a introdução e apertou os olhos e punhos ao sentir o volume de Conner adentrar seu corpo.

-K... Kon... – Gaguejou antes que a voz falhasse.

-... Tão quente... – Mordeu os ombros de Tim, segurando-o pela cintura para empurrá-lo mais em si. – Uma delícia... Meu Robin é uma delícia... – Lambia uma de suas orelhas, já movimentando-se no corpo do jovem vigilante de Gotham.

- Mais... Mais forte, Kon... – Levantou um braço e segurou a cabeça de Conner, beijando-lhe antes de repetir o pedido diversas vezes.

- Não peça isso pra mim... – Dizia entre o beijo.

- Pare de se controlar tanto... Eu quero que... Faça mais forte em mim...

Superboy o fez se inclinar para frente, passando uma mão pelas costas arrepiadas do menino prodígio. Forçou a entrada com mais intensidade, o que fez Timothy abafar um gemido mais exaltado entre os dentes.

- É assim que você gosta, não é? – Perguntou para o menor, que o olhava por cima dos ombros, recebendo mais e mais daquelas estocadas fortes.

-... Assim... Assim... – Segurava uma mão de Conner em seu quadril, apertando-a mais forte quando sentia que o clone se enterrava mais fundo em si. – Kon... Que... Que delícia... – Escondeu o rosto com um dos braços, gemendo mais abertamente, para deleite de Kon-El.

Conner sentiu uma fisgada no baixo ventre e puxou os cabelos de Tim, que voltara a ficar de pé, ainda absorto ante o prazer que aquele sexo quase bruto o proporcionava. Tentou respirar corretamente ao dizer no ouvido de Timothy:

- Ainda quer que eu termine na sua boca, meu lindo?

- Ah, Kon... Quero... Eu quero... – Respondia como conseguia.

Saiu de uma vez de dentro de seu Robin, que logo se virou, ajoelhando-se na grama daquele bosque em meio ao breu da noite. Segurou as pernas de Kon-El e abriu a boca, esperando por aquilo que desejava.

Conner mirava o membro para a boca de Tim, masturbando-se um pouco antes de ter seu orgasmo e dar ao seu amor o que tanto queria. Apoiou uma mão no tronco da árvore e gemeu quando sentiu que Robin sugava mais de seu membro, esperando por mais daquele gozo.

Respirou fundo quando o furacão de sensações de delírios parecia ter passado e abriu os olhos. Encontrou Tim sentado naquela grama gelada e logo o levantou, querendo acabar com aquela ereção que não cedia em seu menino prodígio. Abraçou-o por trás e o masturbava enquanto declarava mais de seu amor para aquele rapaz entregue aos seus braços, que encostava a cabeça em seus ombros e parecia não querer mais controlar a altura dos gemidos. Movimentavam os quadris como se ainda estivessem unidos, e assim continuaram até Timothy finalmente gozar nas mãos de seu clone.

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Recolocavam as calças que haviam sido tiradas no meio daquela loucura toda, cada um cuidando dos detalhes de sua vestimenta. Conner fechava o botão de sua calça jeans e começava a abotoar a camiseta que fora quase arrancada por Tim, vendo-o afivelar o cinto preto que sustentava a calça em sua cintura e arrumar os cabelos negros com as mãos.

- Está tudo bem? – Alinhou a blusa de frio que o outro estava usando.

- Ótimo. – Segurou as mãos de Conner e o beijou calmamente. – Eu... Espero não estar te assustando...

- Assustando? – Não entendeu o que fora dito. – Como assim?

- Essa forma meio... Bruta... De fazer sexo...

Conner riu.

- Você é encantador. – Beijou-lhe a bochecha. – Durante o sexo ou no dia a dia. Só o que me assusta é ver o quanto te amo mais a cada dia...

-... – Sentiu o rosto esquentar ante a declaração.

- E cá entre nós... – Aproximou os lábios da orelha de Tim. – Amo o jeito que faz sexo. – Sussurrou. – Amo fazer amor com você, menino prodígio.

Tim escondeu o rosto vermelho em meio ao abraço de urso de Conner.

- O que quer fazer? Quer voltar pra festança?

-... Não. Estou cansado...

- Ah, o povo parece estar se divertindo.

-... Não mais que eu...

Os dois riram abertamente.

- Você quer ir para Smallville comigo?

-... Não dá, Kon...

- Ah, por quê? Te levo e te trago de volta amanhã de manhãzinha...

- Minha moto...

- A levo junto... – Interrompeu, antes que Tim a usasse como desculpa. – Vamos, ninguém nem vai perceber sua falta por aqui... Assim que acordarmos, eu te trago. Vamos. – Choramingou, apoiando a cabeça no ombro de Timothy.

-... Você vai ter que me emprestar algumas roupas...

O clone gargalhou vitorioso e flutuou com o jovem Robin em seus braços.

- Claro. Mas já aviso que só tem roupas caipiras pra usar.

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Continua...

Notas finais
Até o próximo capítulo!
Não se esqueçam de me amar ou de me odiar nos Reviews x**