Heroes Of Sand

5 4 - Life is a Highway


Notas iniciais
Gente.. eu agradeço quem está lendo a fic.. eu espero melhorar cada vez mais viu? Espero que gostem eu estou tentando mudar o estilo de escrever (para melhor claro) kkkk Digam o que eu tenho q melhorar..se vcs gostam ou não ok? Bjão avengers e leitores.. boa leitura amigos

4 — Life is a Highway

POV Jimmy

Eu não lembrava de muita coisa, apenas abri meus olhos e deixei as memórias voltarem. Lembrei do sonho, de Bia me ajudando. Olhei á minha volta, eram 12:30 da tarde

- Mas que droga! Brian já deve ter chegado! – eu gritei assustado. Levantei correndo, coloquei a primeira roupa que vi pela frente. Peguei o celular “21 chamadas não atendidas”. Desci correndo as escadas, peguei meu carro e fui em direção ao aeroporto. Eu dirigia rápido pela estrada enquanto flashes do sonho vinham á minha mente, aquela maldita frase “Está feito... Sullivan você perdeu”, levei um susto quando meu celular tocou, era Brian.

- Alô?

- Seu filho da mãe! Eu vou matar você! Tem ideia de que horas são? James Owen Sullivan vou quebrar você inteiro entendeu?

- Brian pare de gritar! Eu já estou indo, me esperem

- Como acha que estamos depois de te esperar por 4 horas nesse maldito lugar? Eu não falo português sabia? Nossa cara eu vou te...

- Brian CALA A BOCA! – ele ficou em silêncio – Melhor assim... Eu tive um problema, mas fica tranqüilo que te conto tudo quando chegar aí. Estou chegando – desliguei. Pisei fundo no acelerador, o motor fez um ruído mais alto, os pneus cantaram.

Não demorou para que eu chegasse em frente ao Aeroporto de Congonhas, tirando todo o transito, não me atrasei muito.

Desci do carro, e avistei meus velhos amigos acenando pra mim. Leticya e Kamily vieram correndo

- Rev! – Kamily pulou no meu colo, Leticya, Diego e Carol vieram me cumprimentar

- Poxa cara quanto tempo hein? Não te vejo desde o caso da mãe do Zacky! Que saudade reverendo – Diego me abraçou. Sorri

- Já eu quero matar você, triturar seus ossos todos! – Brian chegara de óculos escuros, um estilo esportivo, eu tive que rir

- Que porra é essa?

- O que? Minhas roupas? Ah pare Rev, eu não tenho culpa que você não tem estilo! Nem sei o que a Bia linda vê em você! Mas cadê meu afilhado querido?

- Mário está na escola, já deve ter chegado em casa – sorri. Brian me olhou e pela primeira vez sorriu também

- Senti sua falta amigo – nos abraçamos. Faziam anos que não via Brian, principalmente depois do fim do Avenged Sevenfold.

- Vêm, vamos pra casa! – levei meus amigos até o carro, eles foram todos espremidos e Brian teve que ir no colo do Diego.

- Me esquece no aeroporto por 4 horas e ainda me faz sentar no colo desse Diego! Nossa, Sullivan você está morto! – Brian gritava no banco de trás enquanto eu pisava fundo no acelerador. Há tempos eu não sentia aquela velha sensação de paz, poder reunir todos meus amigos de novo era no mínimo incrível.

POV Mário Sullivan

- Cara que louco! – João voltara do bar com algumas Heinekens. Natália me olhava com um certo desprezo, ela não gostava a ideia de estarmos fazendo aquilo e sinceramente, nem eu. – É tão bom ter 18 anos e poder beber a vontade! – ele distribuiu uma cara um de nós. Além de Hugo e Luiz, Victória e Stella estavam conosco. Elas eram demais, sempre foram nossas amigas. Eram roqueiras malucas que eu adorava.

Não reparei, mas logo estávamos bêbados e caídos em uma praça que todos os adolescentes ficavam, Natália era a única que estava bem. Ela evitava ficar perto de mim e aquilo acabou comigo, decidi falar com ela

- Por que está me ignorando? – minha voz estava mole e eu não conseguia ficar de pé, então me apoiei em alguma coisa.

- Fique longe de mim tá? Olha o seu estado Mário! Você não precisa fazer isso pra ser legal! Eu vou embora – ela tentou sair, mas eu a segurei pela cintura colando nossos corpos. Eu nunca havia feito aquilo, não daquele jeito. Segurei – a firme e a pressionei na parede, ela tentava sair, se debatia, mas eu não deixei que ela fosse e então a beijei a força. Foi algo surreal, mas não da maneira correta

- Seu idiota, vai pro inferno! – ela me deu um tapa no rosto – Pensei que você fosse diferente! – ela chorava. Meu cérebro demorou para entender tudo. Eu só me lembro de ter muitas pessoas olhando, eu estava zonzo e caí ali mesmo.

POV Natália

Cretino, cafajeste... Eu queria encher aquele garoto de porrada. Cheguei em casa nervosa e minha mãe logo percebeu. Bati a porta

- Naty querida... Você demorou querida! Como foi a aula?

- Uma droga mãe! Eu odeio esse lugar, essa escola! Eu quero voltar para Florianópolis! – eu chorava. Ela veio até mim e me abraçou

- Filha, alguém fez mal á você? – ela pareceu adivinhar toda a história

- Estou me sentindo ridícula mãe e ainda matei aula pela primeira vez hoje! Ai me desculpa – ela acariciava meus cabelos

- Vem, você precisa descansar – minha mãe era uma mulher batalhadora, já havia sofrido demais por causa do ex marido, meu padrasto. Aquele cara era o diabo em forma de gente, só Deus sabe o quanto sofremos com ele, até hoje eu tinha marcas pelo corpo por causa de todas as agressões. Meu pai foi embora e arranjou outra família e desde então éramos só nós duas. Ela me deitou na cama, cantou uma canção que me fez adormecer. E como sempre, eu nunca conseguia dormir bem, sempre tinha pesadelos terríveis com meu padrasto e hoje não foi diferente.

Eu corria, mas ele estava atrás de mim, mais uma vez estava bêbado. Como eu odiava aquela droga de álcool. Ele me segurou com força e me empurrou na parede, me pressionou. Eu tentava fugir, mas ele era forte e então ele tentou me beijar, mas alguém o impediu. Reconhecia aqueles olhos em qualquer lugar, Mário estava no meu sonho e me ajudou a escapar.

- O que faz aqui? Como me encontrou? – eu perguntava á ele.

- Eu precisava me redimir... Jamais faria você sofrer Natália – eu o abracei. Era um pedido de desculpas? Eu estava com ele enquanto meu padrasto nos xingava. Ele tentava se aproximar, mas eu percebi que se eu ficasse abraçada com Mário ele jamais conseguiria me atingir. Sua fúria era terrível.

- Vagabunda, vem aqui! – um campo de força, parecia isso. Até que mais pessoas chegaram para me ajudar. Não era possível... Amigos estavam lá: João, Hugo, Luiz, Victória e Stella. Eles se juntaram ao Mário, me envolveram num abraço.

- Eu vou pegar você sua vadia... Acha que pode comigo? – ele gritava, eu me encolhia no peito de Mário e meus amigos pareciam absorver toda minha dor. Até que mais duas pessoas chegaram. Eram eles... Meus anjos?

- Pai, mãe! Obrigado por virem! – Ele agradeceu. Mário não me soltava em nenhum momento. The Rev estava lá, meu ídolo e sua esposa Beatriz. Eles se colocaram ao meu lado era como se juntos todos nós fôssemos invencíveis...

Abri meus olhos rapidamente, que coisa maluca! Como... Eu não sabia o que dizer, o que pensar. Apenas me deitei novamente com as lágrimas inundando meu travesseiro e me permiti dormir de novo. Seja o que for, era tudo fantasia, ou não.

“Amigos são como anjos, você não os vê, mais sabe que eles estão ali. Você sente a presença deles, você não vai cair enquanto estiver com eles” (autora)

Notas finais
eu mereço reviews *--* obrigado pessoal o/