Heroes Of Sand

34 33 - Love on Top


Notas iniciais
Oi Gente..resolvi fazer um capítulo menor e com uma homenagem á todas as mães.. Nada melhor do que o dia das mães da família Sullivan e Baker certo? Pois é, mas como estamos chegando ao fim algo vai acontecer aí pra agitar esse final! Eu agradeço a cada leitor pelor reviews carinhosos! No fim da fic farei um capítulo que será como dedicatória e mencionarei cada um de vocês que tem me acompanhado, cada um que virou personagem enfim... expressarei meu carinho de algum modo a cada um!
FELIZ DIA DAS MÃES PESSOAL *--------*

33 – Love on Top

POV Mário Sullivan


Os dias foram passando e tudo estava caminhando bem e minha recuperação ia cada vez melhor. Eu estava na casa de tio Zacky decidindo o dia das mães, meu pai e ele queriam fazer uma surpresa para suas mães e eu pensei o mesmo.

Minha mãe sofrera muito com tudo que acontecera e então decidi fazer algo bacana pra ela hoje. Subi até o quarto de Melissa e bati na porta.


– Melissa, sai daí que eu tenho uma ideia! – ela abriu a porta e me puxou pra dentro


– Mário, fala baixo que estou organizando uma surpresa pra minha mãe!


– Caramba, eu pensei o mesmo! Eu queria compensar tudo que fiz pra minha mãe


– Tem razão, tia Bia sofreu pra caramba... Mas calma, vamos pensar. Hoje nossas avós vêm almoçar conosco. Podemos entregar umas flores e comprar um presente


– Você já comprou?


– Claro né Mário! Seu lerdo, eu comprei um perfume bem caro do Boticário – ela riu – Gastei todas minhas economias, mas vai valer a pena...


– Preciso comprar um presente pra minha, mas na boa eu não faço ideia do que comprar... – Ao dizer isso, eu olhei para um desenho que estava na parede de Melissa. – Já sei! Volto já! – saí correndo e deixei Melissa falando sozinha e me xingando.


– Ei rapaz onde vai com tanta pressa? – Meu pai perguntou sorrindo


– Eu preciso comprar o presente da minha mãe! – Não sei o que meu pai disse, mas nem dei atenção e corri.

Andei, procurei até cruzar com a vitrine de uma loja de jóias e encontrei o que ela iria amar.


– Mário! O que está fazendo por aqui menino? – Caio perguntou, ele entrou na loja acompanhado de tio Brian. Eles haviam se tornando amigos e isso era muito bom


– Comprando o presente da minha mãe... O que acharam? – mostrei á eles a gargantilha com um pingente em forma de clave de Sol.


– Mini Rev, parabéns! Bia vai pirar nisso! Eu vou dar um mero telefonema para minha mãe em Huntington Beach e dizer o quanto a amo... – Tio Brian sorriu e fez um coraçãozinho patético com as mãos


– Seu tio é viado? Alguém tem que avisar a Carol disso – Caio disse sorrindo


– É, meu pai suspeita que ele seja sim... – confirmei


– Ah parem com isso, bando de invejosos! Isso tudo é porque eu sou sedutor e irresistível? Vai pagar logo isso e vamos pra casa mini Rev... – Tio Brian disse cruzando os braços.

Após o pagamento fomos todos para casa de meu pai para buscar minha mãe e as mulheres de meus tios.


– Gente hoje vai rolar feijoada! – Lorena surgira com uma panela nas mãos – Olha que delícia meu povo! – sorri


– Isso, mostra pra todos os vizinhos o que vamos comer hoje! Vai anuncia! – Diego disse


– Ah pessoal, eu estou tão feliz... – Minha mãe disse – Onde está Jimmy filho?


– Foi buscar a avó e o avô... – respondi


– Olha a saladinha de maionese! – Tio Brian viera com uma travessa de salada – Fala sério, eu cozinho pra caralho! Olhem isso, uma verdadeira obra de arte!


– Não esqueçam a farinha! – Paloma disse.

Definitivamente era uma exposição ao ridículo, meus tios, tias e toda família gritando em frente à sua casa. E pior, gritando o que iam levar para o almoço. Abaixei minha cabeça enquanto caminhávamos até a casa de tio Zacky. Minha família continuava a gritar e dar risada o tom mais alto possível, ficavam falando besteiras e dizendo o que levavam nas mãos


– Sabe Mário, não sei como sua família ainda não foi expulsa do bairro – Caio viera ao meu lado, carregava uma travessa de sobremesa com pudim


– Pois é, acho que eles gostam muito de Avenged Sevenfold e deixam a gente fazer zoeira em troca de alguns shows de graça... – sorri


– Obrigada pelo convite... – ele sorriu tímido


– Sem problema parceiro... – mais alguns metros de gritaria e barulho infernal, chegamos a casa de tio Zacky. Como de costume, ninguém fechou o portão e começaram a chamar todos os vizinhos e suas mães para levarem um pouco do nosso almoço.

- Bora almoçar vizinhança! Podem pegar a comida aqui! — Tio Brian gritava, ele já devia estar bêbado


– Mano que pobreza, sua família é um sarro! Adorei! – João, meu amigo estava conosco também


– Ah claro, isso porque você não convive com eles dia a dia – sorri. Mais uma hora e meu pai e tio Zacky chegaram com meus avós.


– Querido que saudade! – vovó me abraçara, e meu avô sempre elegante, também veio a meu encontro com um grande abraço.


– Ah até que enfim chegou todo mundo! Bora comer galera! Atacar! – Tio Brian sempre retardado arrancava gargalhadas de todos.

Comemos, bebemos, dançamos, cantamos. Foi algo que eu não tinha a muito tempo, meu pai começou a fazer alguns batuques na mesa e minha mãe cantava uma música linda que eu amava... Com isso, eles arrancaram choros dos membros da terceira idade e claro, tio Brian.


– Isso foi tão lindo, tão lindo ah eu vou chorar! – ele limpava o nariz na toalha da mesa e foi repreendido por Carol. Levantei da mesa e fui entregar meu presente à minha mãe


– Mãe eu te amo muito e queria te desejar um feliz dia das mães. Obrigada por sempre estar comigo e por ter tido forças para me ajudar... – ela chorou e me abraçou.


– Mãe linda eu também tenho meu presente pra senhora! Mas o meu é bem melhor que o do Mário! – Melissa disse rindo de mim


– Olha só um perfume! Ah filha eu amei! Obrigada! – tia Rosana abraçara Melissa


– Já sabe né Rô, se não usar o perfume eu uso! – Tio Brian piscou para ela que riu alto.

Não sei por quanto tempo ficamos ali, mas a noite havia chegado e com ela uma preocupação. Não sei alguém havia dado falta, mas Melissa desaparecera.


– Porra Melissa onde você tá mano? – eu disse enquanto procurava nos fundos. A escuridão não deixava que eu identificasse se alguém me seguia ou não, mas esbarrei na árvore e machuquei minha testa. – Que droga... – murmurei. Até que olhei no chão e vi um bilhete dobradinho com cuidado. Abri o papel e li a mensagem: “Não pensou que tudo isso tinha acabado né? Ótimo, corra agora e mostre ao seu papai e sua mamãe o que está acontecendo. Eles saberão quem sou. E corra, porque a garota não é forte para aturar minhas brincadeiras.”

Isso já era loucura! Como a pessoa sabia que eu encontraria o bilhete? Estava nos vigiando, claro.


– Pai se liga nisso! – interrompi outra música que ele e mamãe cantavam pra o pessoal – Meu pai leu o bilhete e logo ouvimos tia Rosana gritar


– Levaram minha filha! Foi aquela vaca da Leana! Foi ela Zacky! – ela abraçou meu tio e desatou a chorar. Pude ver meu pai amassar o papel com raiva e olhou para minha mãe e Caio como se dissesse: “Lá vamos nós de novo


Notas finais
Amo vcs ducks *-*