Here without you

9 Conversations and Problems


Notas iniciais
Oiii... Desculpe minha demora... Meu Deus mais de uma semana sem postar /O/ Bem espero que o cap esteja bom pelo menos... hehehe Vou tentar parar de ser irresponsavel....;D Espero que gostem!!!! Boa Leitura!!!!

Depois daquele momento único entre os dois. Perseu teve que se separar de Annabeth e voltar para o baile, já que seu pai provavelmente se perguntaria o que havia acontecido para que ele saísse daquele jeito.

O príncipe entrou e por um momento ficou apenas parado perto da porta observando enquanto a maioria dos convidados dançando e conversando entre si. Sentiu alguém se aproximar e parar ao seu lado, assim que se virou acabou dando de cara com olhos verdes como os seus e suspirou.

– Olá pai. – ele disse e Poseidon apenas fez um aceno com a cabeça.

– Ela é linda não é? – perguntou e Perseu olhou para o lugar onde o pai olhava e viu Raquel conversando com os pais.

– É sim. – disse simplesmente.

– Não acha que ela seria uma boa companheira? – Poseidon perguntou e o príncipe suspirou infeliz.

– Pai. – ele disse – Nem a conheço.

– Isso não importa. – falou decidido – Ela é bonita e inteligente. Seria perfeita para você e seria um idiota se deixasse essa passar.

– Quero encontrar alguém que eu ame e que me ame também. – deu de ombros – E ainda tenho duas semanas para encontrar alguém assim. O senhor não pode me obrigar a nada antes disso.

– Quero que saiba que o amor só nos faz sofrer. – comentou o rei.

– E se eu não me casasse com alguém da nobreza? – perguntou tentando parecer natural e Poseidon olhou para ele um pouco incrédulo.

– Sabe que tem que se casar com uma princesa. – falou determinado – Não fique inventando besteiras em sua cabeça.

– Mas a minha mãe não era da nobreza. – Perseu insistiu – E você me disse que a amava.

– E veja no que deu. – Poseidon suspirou – Tem coisas maiores envolvidas em todas as decisões que tomamos.

Então Poseidon caminhou para conversar com o Rei Zeus e Perseu ficou onde estava ainda perdido em seus pensamentos tentando entender do que seu pai parecia ter tanto medo.

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– Foi incrível. – disse Annabeth um pouco sonhadora e Mary sorriu dando gritinhos baixos de felicidade.

– Ai meu Deus. – exclamou Mary – Vocês estão apaixonados um pelo outro. Isso é muito fofo. Quem dera um príncipe se apaixonasse por mim também.

– Não exagere. – disse Annabeth sorrindo – Talvez ele nem goste de mim como mais que uma amiga.

– Está de brincadeira? – comentou – Ele te levou para dançar em um lugar especial. Não acha que isso já motivo suficiente para achar que ele te ama?

– Ele não me ama. – deu de ombros – E mesmo que gostasse de mim, em menos de duas semanas terá que escolher uma princesa que se tornará a futura rainha.

– Já pensou na possibilidade de ele te escolher? – Mary insistiu e Annabeth balançou a cabeça negativamente – Seja mais positiva.

– Mary isso não é um conto de fadas como nos livros onde a mocinha sempre consegue ficar com o príncipe. – suspirou – Está é a vida real.

– E o que importa? – perguntou Mary que antes estava sentada na cama do quarto da amiga – Se for amor verdadeiro vai dar certo.

– Se continuar falando tanto assim de amor verdadeiro vou começar a achar que quem está apaixonada aqui é você e não eu. – as duas riram e Annabeth continuou – Agora é melhor irmos dormir e amanhã veremos no que vai dar essa história.

– Tudo bem. – Mary falou indo em direção a porta – Te vejo amanhã.

Annabeth apenas assentiu com a cabeça e assim que a amiga saiu de seu quarto ela se jogou em sua cama e inspirou contra seu travesseiro pensando em tudo que havia acontecido, sem deixar de pensar que o que Mary disse poderia ser verdade. Ela estava realmente apaixonada por ele e nesse momento não conseguiu decidir se isso era ou não uma coisa boa.

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Assim que o baile acabou e todos os convidados foram embora o rei Poseidon entrou em seu escritório com Grover junto com ele. Perseu havia ido para seu quarto, por isso o rei achou que seria uma boa ideia falar com o conselheiro de seu filho.

– Grover preciso que seja sincero. – começou o rei e Grover engoliu em seco assentindo com a cabeça – Meu filho gosta de uma moça?

– Eu não sei senhor. – mentiu sabendo que Perseu não gostaria que seu pai soubesse sobre Annabeth.

– Preciso que o impeça de fazer uma besteira. – disse Poseidon e Grover pareceu confuso – Ele deve se casar com uma princesa e se ele começar a se aproximar de uma garota que não seja da nobreza preciso que faça com que ele se afaste.

– Mas senhor. – disse – Não posso fazer isso.

– É preciso para o bem dos dois. – ele suspirou parecendo infeliz fazendo aquele pedido – Não podemos deixar que as coisas se repitam. É para o bem dele e também dela, quem quer que ela seja.

– Se Perseu se apaixonar por ela não sei se conseguirei impedi-lo. – explicou Grover um pouco hesitante.

– Ao menos tente. – o rei disse – Amo meu filho por mais que não pareça e realmente quero que seja feliz, mas você sabe o que realmente aconteceu com a mãe de Perseu.

– Eu sei. – admitiu Grover – Vou fazer o possível para impedi-lo.

Então o conselheiro saiu deixando o rei sozinho em seu escritório pensando em tudo que estava para acontecer. As coisas no reino vizinho estavam cada vez piores e ele sabia que uma guerra provavelmente estava a caminho, por isso precisava que seu filho escolhesse uma noiva logo. Sabia que deveria contar a verdade para Perseu, mas o garoto ainda não estava pronto.

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– Ela é incrível. – disse Perseu para seu amigo Grover que agora estava em seu quarto – Queria que essa noite nunca tivesse acabado.

– Tem certeza de que quer continuar com isso? – Grover perguntou e o príncipe que antes estava jogado em sua cama se sentou e encarou o amigo que estava em pé encostado na porta.

– O que está querendo dizer? – perguntou um pouco confuso.

– Que talvez devesse parar de pensar nessa garota e tentar encontrar uma noiva. – explicou com um suspiro.

– E se eu realmente gostar dela? – o príncipe perguntou exasperado – Está querendo que eu desista?

– Estou dizendo que o que há entre vocês dois é algo que provavelmente não terá futuro. – explicou – E mesmo que vocês se amassem seu pai nunca permitiria isso.

– Meu pai não pode controlar minha vida para sempre. – exclamou Perseu – Já tenho dezoito anos.

– Eu sei Perseu, mas seu pai ainda é o rei e pode muito bem te proibir de fazer isso. – Perseu o olhou incrédulo, mas ele continuou – Pode ser melhor para os dois.

– Meu pai falou com você não foi? – perguntou e quando Grover não respondeu ele soube que era o que tinha acontecido – O que foi que ele disse para te convencer a me afastar de Annabeth?

– Nada mais do que já lhe disse. – disse simplesmente – E por um lado concordo com ele.

– Como pode concordar com isso? – perguntou o príncipe sem acreditar que seu melhor amigo havia concordado em ajudar seu pai a se afastar de Annabeth – Você disse a ele sobre Annabeth?

– Não. Claro que não. – afirmou – Nunca faria isso, mas pense bem tem coisas que você não sabe.

– Me fale uma. – resmungou e Grover ficou em silencio – Não vou desistir de Annabeth assim. Meu Deus, acho que eu estou realmente me apaixonando por ela.

– Bem eu já vou. – Grover disse abrindo a porta, mas antes de sair ele olhou para o amigo – Se gosta tanto dela já parou para pensar no que vai a estar colocando se ficar com ela? Ou no que seu pai seria capaz de fazer?

Então ele saiu e Perseu caminhou até a pequena varanda que tinha em seu quarto. Sabia que por um lado seu amigo estava certo, mas pensar em não ver mais Annabeth parecia completamente errado. Precisava de tempo para pensar, mas de uma coisa ele sabia. Não desistiria assim, não mesmo.

I could of gave up then, but
Then again I couldn’t have ‘cause
I’ve traveled all this way for something

I take it in, but don’t look down

Notas finais
Comentem o que acharam... hehehe Vou ver se consigo postar durante a semana... :DDDDD Beijos...