Notas iniciais
Não resisti tinha que postar esse capítulo hoje em vez de esperar até o final de semana. Esse capítulo ainda não e o que está realmente mexendo comigo e sim o próximo no qual muitas fichas iram aparecer e está muito legal. Queria agradecer pelos comentários e pelo apoio que todos vocês vem dando para a fic. Espero que continue assim até o final.

Tudo bem eu fiz merda! Tonks tivera que me arrastar pelo beco diagonal depois que eu quase soquei o dono de uma lanchonete – por sorte ele não era idoso se não eu até poderia sentir culpa (ou não). Aquele sujeitinho tivera a coragem de tentar nos escorraçar como se fossemos leprosos depois que ele ouvira meu sobrenome. Se eu estivesse sozinho ou tivesse sido só comigo eu deixaria quieto, mas ele fora rude com a Tonks também a chamando de “Punk” e outras coisas que me deixaram mais irritado ainda. Mexer comigo é uma coisa, mexer com alguém que eu goste é pedir problemas.

Fomos para a Londres trouxa onde pude em fim relaxar. Por mais poderoso que eu quisesse ser o mundo bruxo era meio... sufocante. Eu percebi rápido que eles eram muito tradicionalistas, viviam um estilo de vida um pouco antiquado – pareciam estar presos no século dezoito ou dezenove (no maximo). Eu estava acostumado com a modernidade, gostava de ver e experimentar coisas novas, conhecer pessoas interessantes com quem eu pudesse aprender algo novo. Os bruxos não gostavam muito de inovações pelo que eu notei – a não ser se fossem sobre algo envolvendo seus sports.

Achei um pouco engraçado o jeito perdido com que Tonks olhava para Londres trouxa. Ela era uma adulta, mas parecia uma criança curiosa. Pra piorar... eu também estava bem animado. Era a primeira vez que eu era o turista em um país novo. Batemos perna atoa de um lado para o outro. Tonks quase não se envolvia com a comunidade trouxa, mas ela soubera me guiar um pouco (nos perdemos algumas vezes). Já eu cuidava de mostrar para ela como se comportar, felizmente ela tem a sua maneira estilo.

– Fora muito engraçado ela se fingindo de freira – dizia Tonks rindo enquanto saiamos do cinema.

– Verdade. Mudança de Habito com certeza fora um dos melhores filmes de comedia do ano (1993), mas na próxima tenta maneirar e parar de gritar gigante a todo momento – disse rindo me lembrando Tonks dando um grito de pavor quando o filme começara.

– Fica quieto. Fora a primeira vez que eu vim ao cinema eu não sabia que as imagens eram tão grandes e realistas – dissera Tonks dando um soco de leve no meu braço.

– Paz, paz. Não precisa ser agressiva – disse rindo até ver que horas eram – nossa minha mãe deve estar uma fera. Já são seis horas. Era pra eu ter encontrado ela uma hora atrás.

– Certo. Então vem comigo – disse Tonks me arrastando pra um beco deserto (já estava pensando besteira). Tonks erguera sua mão esquerda fazendo uma vassoura surgir nela. Tonks me olhara boquiaberto e dera um sorriso convencido que me fizera fechar a boca.

– Bruxa – disse virando os olhos.

– Sou mesmo. Agora sobe – dissera Tonks subindo na vassoura fazendo sinal para eu subir atrás.

– Pode deixar – disse sorrindo indo na direção dela.

– Nada de gracinhas. Se não te derrubo – dissera Tonks me fazendo abaixar a cabeça desamparado.

– Certo – disse desanimado. Foi quase.

Como eu posso descrever sobre voar em uma vassoura? Irado! Melhor coisa do mundo! Principalmente quando uma adulta desmiolada está pilotando! Tonks dera piruetas, voara entre ônibus de três andares e muito mais! Ela era a adulta mais divertida e louca que eu conhecia. Pena que o passeio fora muito curto. Chegamos em poucos minutos ao beco diagonal e fomos correndo até o local em que eu tinha marcado com a minha mãe. Chegamos no local rindo... até ver a cara da minha mãe – até os cabelos da coitada da Tonks ficaram brancos.

– M-Mãe... desculpa o atraso. Nos perdemos em Londres e demoramos pra achar o caminho de volta – menti ou pelo menos tentei até ver minha mãe de braços cruzados arquear uma sobrancelha – tá bom eu convenci Tonks a me levar no cinema. Perdi completamente a hora, mas em compensação eu pude assistir o filme que você assistira sem mim quando sairá com suas colegas.

– Sei. Por sorte eu adiantei o seu relógio em uma hora. Agora vamos eu já comprei todo o seu material e o mandei para o Caldeirão furado. Agora só falta comprar a sua varinha. O uniforme a gente vê amanhã – dissera minha mãe fazendo sinal para seguirmos ela.

– Sua mãe previu que você se atrasaria uma hora? Ela é vidente? – perguntara Tonks em um sussurro ao meu lado olhando para minha mãe que andava na nossa frente.

– Vidente? Duvido. O problema é que ela me conhece bem até demais – disse deixando meus ombros caírem.

– Mas ela já até comprou o seu material escolar antes mesmo de você fazer a prova – dissera Tonks enquanto seus cabelos passavam pra ruivo.

– Ah tá. Se algum dia eu reprovar em uma prova te garanto que nunca vão achar meu corpo – disse até ver minha mãe dando uma olhada por cima do ombro pra gente e sorrir. Se eu digo que ela da medo é porque tenho meus motivos.

– Aproposito compre os livros do primeiro ao quarto ano. Espero que estude todos para seu exame – dissera minha mãe olhando para frente.

– Mãe eu fiz treze a pouco tempo. Mesmo se eu passar na prova não tem porque querer me colocar em uma classe superior a minha idade – disse exasperado. Ela fizera a mesma coisa no colégio em que estudava anteriormente. O pobre diretor tentara fazer ela ser razoável, mas tentar argumentar contra minha mãe é perda de tempo.

– Já faz meses que você fez treze. Infelizmente eu não vou conseguir fazer você pular alguns anos em Hogwarts, mas mesmo assim quero que você se prepare adequadamente – dissera minha mãe com pesar. Notei que ela parecia um pouco diferente.

– Aconteceu algo? – perguntei estreitando os olhos.

– Nada que eu não pudesse lidar – dissera minha mãe com simplicidade, mas notei que ela fechara os punhos com força.

– O que aconteceu? Alguém tratou a senhora mau? – perguntei começando a sentir meu sangue ferver.

– Fora um pouco difícil receber a herança que herdemos de seus avós. Ainda tem quem acredite no absurdo de que eu matei toda minha família pra herdar a fortuna e financiar Você-sabe-quem e seu grupo – dissera minha mãe parecendo enojada com tal ideia.

– Como se atrevem a pensar isso? – perguntei irritado fechando os punhos. Eu sabia pouco sobre você-sabe-quem, mas era o suficiente pra saber que ele era mal.

– Quando seu pai fora preso muitos nos viraram as costas e fui vitimas desse tipo de acusações – dissera minha mãe com seriedade.

– Mesmo minha mãe e o Sirius não sendo tão próximos ela se sentira mal por não poder ajuda-los mais do que fizera na época – dissera Tonks abaixando a cabeça parecendo desapontada.

– Ela não devia. Seus pais também enfrentaram problemas por causa do parentesco... Chegamos – dissera minha mãe parando em frente a uma loja. A loja era estreita e feiosa. Letras de ouro descascadas sobre a porta diziam Olivaras: Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C .

– Certo... essa é a loja mais antiga que eu já ouvi falar – serio que ela existia desde 382 a.C?

– Junior entre logo – dissera minha mãe segurando a porta já do lado de dentro fazendo sinal para que eu entrasse.

– Mãe! Já disse que é Tony ou Anthony – disse aborrecido. Aquilo só podia ser uma eterna brincadeira irritante dela. Eu nem me pareço... tá eu até que me pareço muito com meu pai quando mais jovem, mas isso não vem ao caso. E eu sou bem, mais bem mais bonito.

– Entre – dissera minha mãe sorrindo gentilmente, mas seus olhos eram ameaçadores. Heita ela tá de mal humor hoje eu posso até imaginar uma mascara de hannya (exemplo) assustadora flutuando ao seu redor exalando uma forte intenção assassina.

– Sim senhora – dissemos em uníssono entrando o mais rápido possível na loja. Serio a Tonks é adulta e tem medo da minha mãe de tal forma que parece já ter sido vitima dela.

Tive a impressão de que tinha adentrado uma biblioteca velha e empoeirada com estantes repletas de pequenas caixas. Minha mãe sinalizará uma cadeira para Tonks que se sentara imediatamente – o que será que minha mãe já fizera pra coitada ser tão obediente?

Um homem velho surgira do nada atrás do balcão, cabelos brancos, pele clara, olhos grandes e muito claros brilhando como duas luas na penumbra da loja. Ele olhara para mim demoradamente ficando boquiaberto.

– Black? Como pode estar tão jovem? – perguntara o velho ainda boquiaberto.

– Ham... senhor? Me chamo, Anthony. Muito prazer. Vim comprar uma varinha – disse ignorando o fato de obviamente ter sido confundido com meu pai.

– Há... claro, claro. Olá Marlene. Vejo que ele herdara seus olhos. Só espero que não tenha herdado o gênio também— resmungara o velho se movendo em minha direção, mas como eu estava mais perto eu ouvi – me chamo Garryck Olivaras. Parece que foi ontem que sua mãe esteve aqui, comprando a primeira varinha dela. Vinte e cinco centímetros de comprimento, feita de salgueiro com núcleo de pelo de unicórnio. Uma boa varinha para encantamentos e feitiços.

Aceitei a mão dele em sinal de comprimento a apertando, mas ele chegara mais perto olhando fixamente para mim com aqueles olhos cinzentos. Era um pouco intimidador e invasivo seu olhar fazendo com que eu me sentisse muito desconfortável.

– Você parece ser um caso difícil. Diferente de seu pai que encontrara uma varinha facilmente. Feita de mogno, vinte e seis centímetro, com núcleo de corda de coração de dragão, meio flexível – disse o velho me dando as costas voltando para trás do balcão pegando uma fita métrica prateada e medindo meu braço direito – Toda varinha Olivaras tem o núcleo feito de uma poderosa substância mágica, Sr. Black. Usamos pelos de unicórnio, penas de cauda de fênix e cordas de coração de dragão. Raramente trabalho com núcleos diferentes, mas algumas substancias como cabelo de veela eu evito se possível. Não há duas varinhas Olivaras iguais, como não há unicórnios, dragões nem fênix iguais. E é claro, o senhor jamais conseguirá resultados tão bons com a varinha de outro bruxo – notei que enquanto ele falava a fita passara a tirar medidas sozinhas flutuando ao meu redor enquanto o Sr. Olivaras que estava passando a mexer nas caixas colocando algumas sobre o balcão. Ele se virara e me entregara uma das caixas que colocara sobre o balcão – vejamos como essa se sai. Vamos testes.

Abri a caixa pegando uma varinha de madeira um pouco estranha. Peguei a varinha com a mão direita e a balancei fazendo uma caixinha sair de uma estante voando na minha direção fazendo eu e minha mãe nos abaixarmos ao mesmo tempo. Infelizmente Tonks que estava distraída fora atingida na testa.

– Desculpa, Tonks – disse assustado para ela enquanto abaixava a varinha.

– Tudo bem – dissera ela massageando a testa.

– Próxima – dissera Olivaras me entregando outra varinha. Novamente balancei a varinha fazendo duas caixas voarem na direção de Tonks que se esquivara por pouco de uma e fora atingida pela outra na cabeça.

– Foi mal – disse envergonhado devolvendo a varinha.

– Tudo bem... – dissera Tonks me lançando um olhar desconfiado.

– Próxima – dissera Olivaras me entregando outra varinha. Novamente balancei a varinha e a cadeira na qual Tonks estava sentada sairá do lugar a derrubando.

– Tá de implicância comigo!? – perguntara Tonks se levantando ficando com os cabelos vermelho.

– Serio, juro que não foi minha culpa – disse erguendo as mãos em sinal de rendição.

– Acho bom – dissera Tonks bufando cruzando os braços.

– Vocês não mudam. Era a mesma coisa quando Andromeda te levava para nos visitar em Hogsmeade e o Junior vomitava em você Tonks – dissera minha mãe rindo parecendo lembrar de algo que eu provavelmente acharia constrangedor.

– Ele vomitava em mim ou puxava meu cabelo sempre que eu o pegava no colo – dissera Tonks dando um sorriso zombeteiro para mim – nem deixava eu dar banho nele sem fazer bagunça.

– Ah não – disse batendo na minha testa com minha mão esquerda. Ninguém merece, historias humilhantes de quando eu era bebe! – Próxima! Por favor! Próxima!

– Certo – dissera o Sr. Olivaras parecendo achar minha desgraça divertida enquanto as duas conversavam coisas que eu realmente não queria ouvir. Prefiro enfrentar dementadores!

Testei dezenas de varinhas algumas com alguns efeito meio assustadores – serio uma delas disparara fagulhas vermelhas pra todos os lados. Não preciso dizer que eu não era o único que estava ficando irritado com toda aquela confusão, certo? Minha mãe começava a me olhar de forma ameaçadora principalmente depois que uma varinha a escolhera na segunda tentativa. Tonks mantinha a varinha em punho pronta para defender as duas. O Sr. Olivaras parecia realmente intrigado ficando em silencio por um tempo. Ele fora para o fundo da loja e voltara trazendo um pequeno baú o abrindo. Dentro do baú tinha caixas com mais varinhas, mas sobre as caixas havia papeis estranhos. Ele colocara as caixas em cima do balcão uma do lado das outras.

– Faremos um teste diferente. Quero que feche os olhos e se concentre. Me diga se sentir algo diferente vindo de uma dessas caixas – dissera Sr. Olivaras com seriedade,

Fechei os olhos e me concentrei como ele pedira. Quase enfartei quando ouvi sussurros, vozes me chamando... me atraindo. Quando abri os olhos as caixas estava abertas e Sr. Olivaras estava com os olhos arregalados olhando de mim para as caixas de uma forma estranha.

– E-Então? – perguntara Sr. Olivaras com evidente curiosidade e cautela.

– Eu ouvi alguém sussurrando... – disse olhando para as varinhas nas caixas. Elas eram realmente lindas. Cores e detalhes completamente diferentes das anteriores.

– Elas estavam lhe chamando? Talvez... seduzindo o Senhor? – perguntara Sr. Olivaras olhando para mim como se eu fosse o maior mistério que já vira.

– Sim... – disse olhando para elas. Pisquei me dando conta de que tinha me aproximado inconscientemente do balcão.

– Peço para que feche os olhos novamente... erga sua mão direita e ouça os sussurros, deixe que ele lhe guiem – dissera Sr. Olivaras se afastando e fazendo sinal para as duas que nos olhavam fazerem o mesmo.

Fechei os olhos e me concentrei. Os sussurros pareciam mais claro, eram convites, promessas e juras. Respirei fundo procurando a mais clara dentre eles a encontrando com facilidade. Eu ouvia uma voz feminina me chamando como as outras essa também se oferecia, mas diferente das outras nessa eu sentia que suas palavras eram honestas diferente das outras. Enquanto eu sentia que as outras tentariam me dominar essa eu sentia querer me acompanhar e proteger. Abri os olhos vendo uma varinha cinza quase metálica com detalhes prateados.

– I-Incrivel... ela apenas voara para sua mão... uma das intocáveis – dizia Sr. Olivaras se sentando em uma cadeira atrás do balcão com uma expressão de choque.

– Algo errado com essa varinha, senhor? – perguntei incerto olhando para ela. Ela parecia perfeita.

– Errado? Essa é um dos tesouros dessa loja, Sr. Black. Nem mesmo eu posso tocá-la diretamente. Os selos nas caixas eram para impedir que elas fossem abertas por pessoas que não fossem merecedoras. Mesmo assim todas elas se abriram para o senhor e essa simples voara para suas mãos. Escolhera o senhor. Faz mais de mil anos desde que uma intocável escolhera um mestre – dissera Sr. Olivaras parecendo em transe.

– Vou me arrepender de perguntar isso, mas quanto quer pela varinha, Olivaras? – perguntara minha mãe massageando sua têmpora esquerda com sua mão esquerda.

– Essa varinha não tem preço. É um tesouro adquirido por um de meus ancestrais a mais de mil anos. Eu nem mesmo sei qual é a idade certa dessa varinha

– Então... – comecei a dizer temendo ter que me separar dela.

– Ela lhe escolhera. É sua – dissera Sr. Olivaras se levantando começando a fechar as outras caixas e restauras os selos delas.

– Muito obrigado, senhor! – disse sorrindo com sinceridade.

– Apenas peço para que tome cuidado com ela. Não deixe que outros a toquem... pode ser muito perigoso. Ela se parece com uma varinha feita de bordo mesmo tendo uma coloração diferente. Eu geralmente percebo que aqueles que são escolhidos por varinhas de bordo são por natureza viajantes e exploradores; elas não são varinhas de tarefas-de-casa, e preferem ambição em seus donos, caso contrário sua magia se desenvolve carregada e imprecisa. Novos desafios e mudanças regulares fazem essa varinha literalmente brilhar, desenvolvendo-se à medida que cresce com seu parceiro em habilidade e status. Essa é uma madeira muito bonita e desejada, e a qualidade da varinha de bordo foi a mais desejada e cara durante séculos. O possuidor de uma varinha de bordo se tornará uma pessoa com status, por causa da reputação e alto valor de sua varinha. A sua no entanto mesmo parecendo ter as mesmas características de uma varinha feita de bordo também parece ansiar por mais... ansiar não... desejar... ela deseja elevar o senhor e ser elevada junto. Com certeza você fara grandes coisas com essa varinha de bordo prateado – dissera Sr. Olivaras analisando a varinha em minhas mãos com curiosidade, mas mantendo uma distancia segura.

– Olivaras e o núcleo dela? – perguntara minha mãe parecendo pensativa.

– Vejamos – dissera Sr. Olivaras pegando uma tira de papel velho na caixa onde minha varinha esteve guardada – bordo prateado, vinte e oito centímetro, meio grossa, levemente flexível, núcleo de pelo de... – dizia Sr. Olivaras até parar e piscar algumas vezes parecendo confuso – estranho não consigo ler do que o núcleo é feito.

– Posso ver? – perguntara minha mãe recebendo o papel também parecendo confusa – estranho... as letras... eu não consigo ler também. Essa palavra só pode estar enfeitiçada.

– Deixa eu ver – dissera Tonks olhando por cima do ombro da minha mãe arqueando uma sobrancelha – só pode estar escrito em um idioma antigo.

– Vejamos – disse pegando o papel da mão de minha mãe enquanto segurava minha varinha em minha mão direita. Eu não entendi porque eles estavam tão confusos a palavra estava normal – Raiju – da ponta da minha varinha sairá uma esfera de luz que assustara a todos.

A esfera de luz crescera formado um aro com o interior repleto de sombras. De dentro das sombras sairá um grande animal negro com listras brancas coberto do que parecia ser eletricidade. Eu sabia perfeitamente o que era, mas eu estava tão fascinado que em vez de me afastar do enorme tigre eu me aproximei o fazendo me olhar atentamente antes de abaixar a cabeça mudando de forma se transformando em um lobo negro. Me abaixei instintivamente e afaguei sua cabeça o que fizera minha mãe prender a respiração. Senti uma leve descarga elétrica passar pelo meu corpo, mas não houvera dor alguma. Quando dei por mim estava segurando um gato preto nos braços.

Fiquei de pé e olhei para mim mãe fazendo minha melhor cara de criança inocente. Minha mãe estava pálida, Tonks tinha os cabelos em pé completamente brancos e os olhos arregalados e o Sr. Olivaras... estava em cima de uma estante – como foi que ele chegou lá tão rápido?

– Mãe... posso ficar com ele? – pedi sorrindo enquanto o gato em meus braços ronronava dormindo tranquilamente.

Notas finais
Então o que acharam? Sei que muito estão ansiosos pra verem a historia em Hogwarts e peço um pouco de paciência isso só ocorrera daqui dois capítulos. Estarei esperando que muitos de vocês leiam e comentem em nossa fic.