Herança dos Deuses
15 Capitulo 13 - Floresta dos Encontros Parte 2
Felipe acordou e foi cegado pelas luzes que passavam por entre as folhas das arvores "Felipe?" era a voz de Iasmin, ele moveu a cabeça até conseguir olhar para ela "Você está bem?" Felipe fez que sim com a cabeça mas não falou pois sentia uma dor muito forte ao respirar. "Você quebrou algumas costelas mas vai ficar bem." Ela o entregou uma bebida com gosto de capuccino "O nectar vai te ajudar a recuperar." Puco tempo passou até que uma mulher com cicatrizes no braço e uma face cansada e transmitindo medo pelos olhos cinzas apareceu "Como está o filho de Poseidon?" "Mãe?! Ah, ele esta melhorando, o nectar esta agind..." "Ele ja consegue falar?" Atena cortou Iasmin "Sim senhora, ja consigo." Felipe disse com a voz rouca "Ótimo. Você veio atrás de Pã?" "De quem?" "Quem mandou você aqui?" "Hermes mandou Rapha, Daniel Eren e e.." "Você não veio sozinho? Hermes que o mandou?" Si..." "Iasmin, crie dois grupos de busca, avise Arthemis que há mais 3 perdidos. Tenha cuidado, nao podemos perder mais ninguém." "Sim, mãe" Iasmin saiu em direçao a mata "Filha, espera." Disse Atena e Iasmin a olhou com um olhar de tristesa "Tome cuidado, por favor." Iasmin deu um sorriso breve e seguiu "Você tem noção do problema que vocês causaram vindo ate aqui?" "Não viemos, fomos mandados." Disse Felipe. "Estamos atras de Pã, ele pode nos ajudar com essa luta, e possivemente sabe onde está seu pai." "Ele esta vivo? Digo, meu pai, Posêidon... ele esta vivo?" "Sim, mas os servos de Chronos já estão por aqui, temos que tomar cuidado."
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"Vamos semideus, mais rápido, estamos quase chegando." Larian e Raphael corriam em disparada ouvindo as árvores quebrarem atrás deles. "Corre semideus." Larian tomou a forma de um lobo e começou a correr mais rápido "Eu não consigo correr tão rapido assim." Raphael ouviu o som de árvores se quebrando e olhou para trás vendo um dos troncos voar em sua direçã. Ele tombou o corpo para tras desviando-se por pouco da tora de madeira, então olhou e viu o gigante que imediatamente começou a correr em sua direção, Raphael virou-se e começou a correr. "Por aqui!" A voz de Larian vinha de algum lugar "Por aqui semideus, tenho um plano." Larian estava atraz de uma arvore, o gigante se aproximava cada vez mais de Raphael que ja perdia o folego, o gigante ja estava a menos de 5 metros de Raphael que foi correndo ate Larian e tropeçou em um tipo corda fina, Raphael deu de cara com as folhas mortas no chão umido e um vento passou rapidamente por cima de sua cabeça, quando Raphael se levantou viu que havia acionado uma armadilha gigante, que acabara de matar o gigante perfurando seu corpo, uma das pontas da armadilha estava cravada em sua testa e os olhos do gigante pareciam ter estourado com o impacto "Bom trabalho semideus!" Disse Larian "Como você sabia que não ia me matar?" "Eu não sabia, mas achei que como filho de um deus teria proteção, ou apenas sorte." Seu..." "Seu nada, salvei você, estamos empatados." Raphael abaixou a cabeça e concordou "Obrigado." "Não tem que agradecer, te devia uma." "Como você fez essa armadilha?" "Não foi eu, foram elas." Larian se escondeu atras de Raphael e apontou para algumas mulheres que vinham ao encontro a eles apontando suas flechas. "Acho melhor que você nao movam um musculo!" Gritou uma delas, Raphael olhou para tras e não viu ninguém *Ótimo, me deixou sozinho* pensou ele.
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O cheiro de lodo invadia suas narinas, seus punhos estavam presos pror correntes pesadas, sua cabeça latejava muito. Daniel estava em um lugar frio, úmido e ao que parecia, sem vida "ALGUEM!" gritou ele e ouviu sua voz ecoar "SOCORRO!" "Acordou, invasor?!" uma voz veio até seu ouvido fazendo-o se jogar na direção oposta, "Quem está ai?!" "Voces invadem, matam, destroem e ficam impunes? Eu estou farto." "Do que você está falando?" "Não se faça de sonso, a guerra! A guerra por poder! A guerra que voces criaram! Matam às criaturas, destroem as pobres árvores... Vocês acabam com a minha PAZ!." A voz parecia vir de todos os lados "Eu quero o fim dessa guerra tambem, Dionísio que meandou..." "Dionísio?" "Sim foi..." "Mentiroso, Dionísio morreu e perdeu sua divindade." "Não, ele estava com Gaia, ele esta vivo." "Sim, ele morreu aos pes de Gaia..mas mas como você sabe disso?" "Ele não morreu! Ele mandou nós quatro para ir ate as montanhas..." "Vocês quatro?" "Sim, eu e mais três semideuses." "Você fala a verdade?" "Juro pela alma de meus irmãos." Um silêncio tomou o lugar, poucos instantes depois as correntes que prendiam seus punhos se soltaram e o lugar começou a ficar mais claro. Uma tocha veio de encontro a Daniel, um satiro velho a segurava "Você parece..." "Dionísio? Mas nao sou... sou mais velho, muito mais, mas não tenho tempo, vamos sair daqui." "Para onde vamos?" "Não importa, apenas vamos." "Quem é você?" "Sou Pã, o deus da natureza."
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