Her Birthday
4 Capítulo 4 - "O que ele faz na floresta?"
Ele se encostou na parede da entrada da cozinha, e obsevou Belle e Bae conversando.
- Papa? – Bae logo notou sua presença. – Não vem almoçar?
-Ah... claro. – Ele fez seu prato e sentou-se na mesa, ao lado de Belle.
-O que ela queria? – Ela olhou para a mesa depois para ele.
-Bom... queria saber do livro. – Ele respondeu, encarando seus olhos.
-E...?
-Ela ainda me deve um favor, mesmo o livro não funcionando. – Depois de um tempo, Belle se levantou da mesa, pegou seu prato, colocou no balcão da cozinha e foi para o quarto, como fazia todas as tardes.
Ela ficou com seu corpo de banda encolhido na cama, olhando para o abajur sem vida do lado da sua cama. Ela estava sem sono, então fez uma coisa que sempre fazia para passar o tempo. Abriu a gaveta da cabeceira, tomando cuidado para não cair o abajur, e tirou seu livro, “Contos Inacabados”, colocou os dedos entre as páginas e abriu em uma. 15 páginas depois, o sol se pôs entre as nuvens, e ela deu seu primeiro bocejo.
Sua leitura foi interrompida com o barulho de passos ecoando pelo quarto. Ela fechou o livro e virou a cabeça em direção a porta, numa atitude involuntária. Sr. Gold parou na porta do quarto.
-Oh, desculpe querida.
-Não tem problema. – Um sorriso se formou em seu rosto, e ela abriu o livro de novo, sentada na cama. Ele tirou a camisa (uma de manga comprida azul marinha que ele usava quando não estava no seu famoso terno) e deitou ao lado dela. Ela numa t-shirt branca, ainda sentada na cama com seus pés afogados no cobertor. Ela sentiu o toque dele no seu braço esquerdo, que a convidava pra deitar-se na cama. Ela pôs o livro ao lado do abajur e encostou a cabeça no peito dele.
-O que pretende pedir a Regina como favor? – Ela perguntou com sua voz sonolenta.
-Um velho medalhão do antigo mundo. – Ele similou de volta, alisando seus cabelos morenos.
-E o que examente ele faz? – Belle estava alisando seu peito, com um toque único.
-Aqui, nada. Quero apenas como lembrança do antigo mundo. – Ele respondeu com a voz mais ativa.
-Durma. – Ele completou.
-Uhum.. Sua voz ainda estava sonolenta, e seu toque diminuindo. Ele deu um beijo na sua testa depois fechou os olhos, com seu braço ao redor dela.
Belle acordou com o barulho do despertador, que ele odiava desde de que chegou a este novo mundo. Ela bateu com raiva no aparelho, e o barulho parou. Logo ela percebeu que ela estava sozinha na cama. “Ele já deve ter ido para a loja”, ela pensou. Ela sacudiu a mão na cabeceira e puxou o relógio e fez um pequeno esforço para ver as horas, pois ainda estava com muito sono. 4:28 PM. Ainda era seu aniversário.
-Belle! – Bae chamou por ela subindo as escadas. –Ah, desculpe. Pensei que estava acordada. – Ele parou na porta do quarto, olhando para ela.
-Não, eu... Eu já estava acordada. Onde está seu pai? – Ela sentdou na cama, virada para Bae.
-Bom, ele saiu a uns 20 minutos, disse que ia resolver algumas coisas.
-Ah, ta... O que foi?
-Er... Você sabe onde tem um pano? – Ele disse com um pouco de vergonha na sua voz.
-Por quê?
-Porque eu derramei suco na sala, sem querer. – Belle riu.
-Não se preocupe. Eu limpo pra você. – Ela levantou da cama e desceu as escadas, com Bae logo atrás.
-Obrigado.
-De nada.. – Ela pôde escutar o barulho da TV e os papeis molhados em cima da mesa e suco no chão, quando desceu totalmente as escadas.
Rumpel estacionou o seu carro na frente da casa da prefeita. Ele saiu do carro, fechou a porta e olhou com desdém para a casa. Ele foi até sua porta da frente e tocou a campainha. Nada aconteceu. Ele tocou novamente. Nada aconteceu. Por curiosidade, ele verificou se aporta estava aberta. Para surpreendê-lo, estava. Ele entrou na casa, e viu um bilhete em cima da mesa.
“Estou na floresta com o medalhão. REGINA”
Depois de lê-lo ele jogou-o no chão e deixou a casa, apressado. Ele dirigiu até a floresta, e estacionou numa calçada na entrada da floresta. Ele caminhou até o poço, o primeiro lugar que esteve com Belle nesse novo mundo, e viu Regina, apoiada no poço de costas pra ele.
-Achei que não viria.
-O que queria falar comigo? – Ela virou, e notou o medalhão dourado nas suas mãos.
-Ah, o medalhão... – Ele observou. Ela foi até ele e puxou sua mão com força.
-O que está fazendo? – Ele perguntou como se não soubesse. Ela pressionou a parte da frente do medalhão contra a palma da mão dele, que entrou em uma dor insuportável. Ele ajoelhou-se de dor, e ela o largou. Depois colocou a mão no bolso do casaco.
-Não pode fazer isso! – Ele gritou. – Apenas eu posso!
-Mentindo como sempre, Rumple. –Ela abriu um sorriso no resto. – A verdade é que apenas sua adaga pode. –Ela puxou a adaga do sombrio, que continha seu nome na lâmina ondulada.
-O... Onde conseguiu?! – Ele perguntou, sentado no chão, com um símbolo se formando na sua mão esquerda.
-Não importa. Se não der seu livro para mim.. Bom, você sabe o que sua adaga e o medalhão podem fazer.
Belle estava sentada no sofá, tentando aprender a mexer no controle remoto. “Isso não pode ser tão difícil!!” ela pensou. Bae desceu as escadas e a viu no sofá.
-O que foi? – Ele arrodeou o sofá e sentou-se do seu lado.
-Nada, é que... essa coisa... –Bae riu e pegou o controle da sua mão.
-Esse é o botão de ligar. –Ele apertou e a TV ligou.
-Hã... obrigada. E como faço para mudar os canais?
-Ah, é fácil. É com esses dois botões. – Ele mudou, mostrando para ela.
-Obrigada. – Ela pegou o controle das mãos dele e desligou a TV.
-De nada... Estou com fome.
-Eu também. O que acha de irmos comer na Granny`s? – Ela perguntou sorrindo para ele.
-Bom, é seu aniversário. Você manda. – Bae sorriu de volta.
-Então, vá se arrumar. – Ela levantou-se do sofá, calçou seus sapatos cor de vinho e pegou um casaco.
-Bae? – ela o chamou, abrindo a porta. Ele desceu as escadas.
-Vamos. – Ele disse.
-Ah, é só um segundo. – Ela apressou o passo, pegou uma caneta e um pedaço de papel e deixou sobre o centro de madeira um bilhete para Rumple, avisando onde tinham ido.
-Agora podemos ir. – Ela saiu, e Bae saiu depois.
Eles andaram 2 quarteirões até chegar a lanchonete. Na entrada, ela parou do lado de fora, e olhou em direção a floresta. Ela avistou um carro muito parecido com o de Rum. Ela abaixou as sobrancelhas, confusa.
-Belle? – Bae a chamou do lado de dentro da lanchonete.
-Eu só... – Ela ainda olhava para o carro. Bae olhou em direção aos olhos de Belle.
-Aquele é... o carro do papai? O que ele faz na floresta?
“O livro. O medalhão. Regina.” – Belle pensou.
-Eu acho que vou dar uma olhada, Bae. Você pode ir pedindo na frente. – Ela sugeriu.
-De jeito nenhum, eu vou com você! – Ele saiu da lanchonete e Belle sorriu para ele.
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