Help !

8 Help Desastre na Balada !


Notas iniciais
Oi olha eu aqui de novo postando mais um cap. eee o/ *caraderetardada*
Nesse capitulo a Zoe vai pra balada, fica doidona e passa mal.
Acho que é isso :D

Capitulo 07 — Desastre na Balada !

"Roupas e mais roupas, pessoas e mais pessoas, bebidas e mais bebidas..."

Lembra quando eu disse que arrumei minhas coisas no guarda-roupa, pois é sabe como é bate aquela preguiça! Quando disse isso eu queria na verdade dizer que eu tirei uma calça jeans, um shorts, uma blusa e a partir do meu chinelo começou uma dor muito forte nas minhas costas que é uma doença chamada preguicite, os médicos ainda não sabem a cura. Então agora vou ter que virar toda a minha mala na cama e ver se eu tenho alguma roupa para a situação, não dá pra ir de calça jeans né?!

Tudo o que vejo é blusa, jeans e tênis. Fiquei revirando aquele monte de roupa e vi uma coisa brilhar de baixo de uma blusa, que me chamou atenção, tirei a blusa de cima e vi um vestido de paetê preto. Eu não coloquei isso na minha mala, mães sempre elas pensam em tudo por mas que sejam chatas sempre nos salvam. Só que aquela cabeçuda não pensou em um sapato pra usar com o vestido, droga pensou sim.

Vi uma sandália de salto alto preta, também, que na frente era aberta e aparecia alguns dedos. Não sou boa pra explicar coisas, me desculpa não sou perfeita. Separei a roupa em cima da cama junto com os sapatos, peguei minha necessaire de maquiagem e começei a operação PASSAR MASSA CORRIDA NA CARA DA ZOE!

Depois de seis tentativas de passar o delineador certo, eu consegui. A maquiagem já tinha acabado, só faltava arrumar essa colmeia de abelha mais conhecida como cabelo. Passei a chapinha e deixei ele solto, se eu arrumar mais ele vira um mel daqui a pouco, ali estava eu me olhando o espelho pra ver se eu não estava muito ridícula demais. Alguém interrompeu meu momento batendo na porta.

–Zoe você morreu ai dentro?-Bill perguntou batendo na porta.

–Não por quê?-perguntei ainda me olhando no espelho.

–É que você nunca demora mais de dez minutos pra se arrumar.

–Sabe Bill acho que não vou com vocês.-não acretido que disse isso, vou me matar.

–Como não? O quê aconteceu?

–Eu to medonha.-falei abrindo a porta e coloquei a cabeça pra fora.

–Deixa eu ver.-ele tentou abrir a porta, mas eu empurrei pra ele não entrar.-Abre Zoe eu quero ver.

–Não Bill, você vai morrer com tamanha feiura.-começamos uma guerra pra ver quem era mais forte empurrando a porta, só que ele venceu.

–Nossa Zoe!-ele disse com a boca aberta. Ele não precisava jogar na minha cara desse jeito, eu tenho sentimentos.-Você ta linda.

–Eu sei... O quê você disse?-eu não poderia ter escutado direito.

–Muito linda!-nessa hora cai baba na boca do Bill, não que nojo.

–Sério mesmo?-perguntei fazendo uma cara de cachorro molhado com fome.

–Eu já disse que sim, agora vamos.-ele disse me puxando pra sala.

Lá estava todos os meninos sentados vendo televisão,eu não demorei tanto assim. Todos ficaram olhando pra mim com uma cara de... eu não sei que cara era. Eu devo estar muito medonha pra ninguém falar nada.

–Cadê a Zoe Evans? -Tom como sempre.

–Cala a boca rinoceronte.

–Nossa Zoe você ta linda.-Georg disse vidrado em mim. Esse menino é muito tarado, fica ai olhando para as minhas pernas.

–Já entendi, agora fechem as bocas.-falei já vermelha de tanta vergonha. -Podemos ir então?

–Não falta alguém!-Tom disse. Será que a Barbie vai voltar com aquele peitos gigantes, eu não vou aguentar.

–Quem?-todos perguntamos, mas a campainha tocou no mesmo estante.

–Deve ser ela.-Tom respondeu levantando e abrindo a porta.

Uma garota de olhos verdes e cabelos castanhos entrou, cacete que vestido curto e justo era aquele? Esse mundo ta perdido minha gente.

–Oi, tudo bem?- a garota falou entrando e sorrindo para todos.

–Pessoal essa é a Angel.-Tom apresentou a menina.

–Não Tom é Jane!-ela disse batendo no braço dele. Meu que voz de traveca misturado com bob esponja era aquela?

–Eu sei é que você é meu anjo.-nossa que desculpa foi essa?

–Quando achamos que o Tom se supera, ele só piora.-Gus disse levantando.-Estamos todos aqui podemos ir então.

–Pera aí tenho uma dúvida?- perguntei confusa,quando todos estavam indo para a porta.-Não era a Audrey?

–Quem é Audrey?-o bob esponja, quero dizer Jane, perguntou já desconfiada.

–É que estavamos conversando antes de você chegar sobre família e Audrey é nossa tia avó.-Tom respondeu na maior cara de pau. Que safado metendo família no meio, ainda mais a nossa tia avó.

–Todo dia é uma diferente.-Georg sussurou em meu ouvido pra que pudesse entender melhor.


(....)

(... Já na balada...)


Faz um tempo que chegamos aqui, tinha gente tirando fotos quando chegamos foi até legal fiquei fazendo careta com o Gustav para as fotos. Mudando de assunto acho que bebi o que não deveria, Bill avisou que não era pra mim tomar bebida alcoólica mas era só o que tinha e o barman achou que eu era de maior mesmo. Eu estava no meio da pista dançando que nem uma retardada não sei porque mais parecia legal, os meninos sumiram a última vez que vi eles foi... eu não lembro.

–Zoe você tá bem?- alguém falou comigo, virei e vi o Gustav.

–Festa legal né Gustav?!- eu já eu estou mais animada que o normal, isso é perigoso.

–Eu sou o Georg e você bebeu?- ele disse olhando pro copo da minha mão.

–Eu bebendo? Acho que foi você que bebeu safadinho.

–Isso na sua mão é o quê?

–Água horas.-eu não vou ganhar presente de natal, sou uma menina má.

–Vamos pra casa, você ta muito alterada.-ele disse me puxando pra fora da pista.

–Não Ge, vamos dançar.-disse me soltando.

–Não Zoe pra casa!-ele gritou comigo puxando com mais força meu braço.

–Você é muito chato.-falei apontando pra ele e depois bebi mais um pouco daquele négocio azul.

–Me dá isso.-ele tirou meu copo e colocou no balcão do bar.-Agora vamos.

Saimos da boate e Ge pediu um táxi pra irmos embora. Eu não queria entrar de jeito nenhum naquele táxi, Georg ficou me empurrando e eu fiquei puxando o cabelo dele que deve ter machucado mas depois pedi desculpa.

Chegamos em casa e ele abriu a porta do apartamento, sério eu tava muito doida de verdade fiquei pulando e cantando.

–Zoe para de fazer barulho.-Georg falou tampando minha boca.

–Você é muito chato, parece um velho.-falei cutucando ele com o dedo.

–E você parece o Tom!

–Não precisa xingar, eu não sou tão rídicula a esse ponto Gesão do meu coração que eu amo de montão.

–Você ta muito bebâda, vem comigo.-ele me puxou pro banheiro do meu quarto.

–O que se vai fazer?-perguntei atorduada e sem entender muita coisa.

–Enviar tua cabeça ali de baixo.-ele falou rindo e ligando o chuveiro.

–Não você não vai fazer isso!-gritei e tentei fugir do banheiro o que não deu certo.

Depois de quase me afogar de baixo do chuveiro, sentei na privada e Ge secou minha cabeça com a toalha. Eu parecia um liquidificador no momento pois Georg não parava de sacudir minha cabeça.

–Terminou? Porque acho que fiquei mais bebâda e tonta que o normal.-resmunguei.

–Acho que você já pode ir dormir.-ele riu.

–Que bom!-eu ri junto e levantei indo pra cama.

–Boa noite Zoe!- ele disse saindo e fechando a porta.

–Boa noite.-falei jogando as roupas pro chão e me jogando na cama.

Eu já estava vigésimo quinto sono, quando minha barriga começou a doer, que droga! Levantei e fiquei sentada na cama por um tempo, só que senti um embrulho no estômago e sai correndo pro banheiro. Vomitei tudo o que eu tinha direito, por que eu não escutei o Bill? Agora eu estou aqui sentada no chão frio encostada na privada vendo uma coisa nojenta ali dentro que saiu de mim.

Calma Zoe, vai ficar tudo bem. Não vai não eu vou morrer, eu não queria acabar assim, por que comigo? Chega to sendo muito drámatica!

Levantei e fui no quarto do Bill, na esperança que ele fosse me dar um rémedio, a porta estava aberta e sem ninguém dentro. Que porra o Bill não chegou ainda aquele infeliz me paga! Bom não vou lá encher o saco do Ge, ele já me ajudou bastante hoje. O Gus acho que da última vez que foi me ajudar entrou em desespero junto com o Bill, então descarta. A única pessoa aqui nessa casa que vai pode me ajudar vai ser o Tom, droga de vida!

Andei em silêncio até a porta do quarto do Tom que estava fechada, fiquei parada na frente olhando e pensando se eu deveria mesmo ir ali e pedir ajuda. Pensei em voltar, mas senti uma pontada na barriga. É realmente eu teria que entrar ali, primeiro bati na porta ninguém ouviu. Será que a porta ta aberta? Não custa tentar!

–Ai que merda!- falei assim que abri a porta e vi uma cena não muito agradável. Como eu vou explicar isso, bom o Tom e aquela garota que foi junto na festa com ele estavam em um momento meio íntimo, num rale rolâ, tico e teco nu fubá... merda eles tavam em um momento caliente, pronto falei.

Acho que eles não me viram por sorte, fechei a porta o mais rápido possível pra voltar pro quarto e morrer sozinha com minha dor. Só que esbarrei em alguém e bati minha cabeça no queixo de pessoa.

–Ai meu queixo Zoe!-Gus reclamou, como se minha cabeça não estivesse doendo.

–Desculpa só que você apareceu feito fantasma.

–Fui tomar um copo de água e você virou correndo e bateu em mim.

–Já entendi Gustav, eu sou a culpada!

–Zoe você tá bem?- ele falou olhando meu rosto.

–Não Gus, eu to passando mal!- foi a última coisa que consegui falar antes dos meu olhos fecharem e eu desmaiar.



Esse parece ser o fim de Zoe Evans...

Notas finais
A Zoe não da sorte mesmo hein? Será o que vai acontecer no próximo capitulo? Nem eu sei uahsuahsuahsua