Hell

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Ofereço-lhes mais essa Zoro e Nami meio pervertida(?). Por favor, eles são muitos sexies! Nami toda linda e o Zoro é um puto de um tesão delicius. Por que tão lindos?

A ideia me ocorreu quando a Nami adoecera na Ilha de Drum (esse lugar meu deu uma inspiração fodida). Enquanto todos foram avistar a Ilha, o Zoro ficou no quarto com ela. Foi lindo. Por favor, ele assumiu a posição dela no navio, dormiu em seu quarto e ainda cuidou dela enquanto todos estavam eufóricos com a Ilha. Eu acho que isso é cuidar, até por que eles são nakamas (queria que fossem muito mais) e sempre se ajudam. Sem contar, que ele a salva dos perigos.

Essa fanfic é semelhante a ''Hot or cold'', porém enfocando mais no Zoro. O cenário é parecido, mas a situação não.

O pensamento está em itálico.

Então, boa leitura!

– Digamos que ocasionalmente você salva a minha vida. — Nami afirmou bebericando o líquido azulado contido na caneca.

– Ocasionalmente? — o Roronora indagou rispidamente. Embora tivesse esgotado praticamente com todo o estoque de sakê, ainda aparentava estar lúcido. — Quem lhe resgatou hoje pela manhã daqueles assassinos, mulher ingrata?

– Isso por que lhe entreguei suas katanas que estavam a metros de distância! — retrucou sorrindo excêntrica, provavelmente pelo efeito do álcool.

– Grande coisa! Quer um prêmio por isso?– o moreno presumia que era impossível conversar com aquela mulher irritante sem alguma ofensa ou escárnio. Era difícil manter uma relação pacífica com ela sóbria, após vinte canecas de sakê então... era algo inimaginável.

– Eu prefiro um beijo.

Zoro mal conseguiu assimilar a frase. Quando deu-se por si, a navegadora já havia esmagado seus lábios sobre os dele selando um beijo ávido e repleto de luxúria. O espadachim retribuiu calorosamente, depositando suas mãos sobre a cintura da ruiva, impedindo que de alguma forma ela recuasse. Era espantoso o modo repentino que aquilo havia acontecido. Milhares de dúvidas pairavam sobre a mente do Roronoa, mas decidiu ignorá-las e aproveitar o momento, saboreando cada parte da boca daquela maldita bruxa.

O esverdeado compreendia as circunstâncias nas quais encontravam-se. Evidentemente a ruiva estava embriagada e ele desejava acreditar imensamente, que também estavaligeiramente dominado pelo efeito do álcool. No mínimo, ninguém poderia provar ao contrário.

Nami sentia a respiração quente e descompassada do moreno em seu pescoço. Murmurava frases desconexas no ouvido dele, deixando-se levar por cada toque e carícia as quais ele executava, esbanjando um desejo reprimido há tempos. Os bracos dela estavam em volta do pescoço dele, trazendo-o mais próximo de si. Uma onda elétrica percorria o corpo de ambos e embora ele desejasse afastar-de daquela maldita, simplesmente não conseguia. Não compreendia o motivo, mas o álcool assumira essa culpa.

Os olhos dela fecharam-se finalizando cada movimento realizado. As carícias foram interrompidas pelo corpo da navegadora, que despencava vagarosamente sobre o chão, deixando o homem perplexo.

Será que o beijo dele era tão ruim assim a ponto de fazê-la desmaiar? Ou após vinte canecas de sakê o corpo dela não aguentou? Ele sorriu. Sempre soube que Nami não era tão resistente ao álcool quanto aparentava. Tentou despertá-la chacolhando seu corpo severamente, porém ela nem ao menos movera-se. A solução cabível nessas circunstâncias era levá-la até o quarto, afinal era extremamente perigoso passar a madrugada no navio fora do quarto e distante de todos.

Zoro bufou estupefato. Essa mulher maldita só dava trabalho! Ele não mudaria seu conceito e nem a forma de tratar a navegadora apenas por um beijo, que nem foi lá grande coisa, ele pensava. Estavam inconscientes e não correspondiam acerca de seus atos... pelo menos ela. A decisão plausível no momento, era esquecer o que havia acontecido e não mencionar o assunto com ninguém, tampouco com a mesma.

xx

Segurou-a em seus bracos, rumando com a navegadora adormecida em direção ao quarto da mesma. Chegando neste, adentrou sorrateiramente afim de não despertar arqueóloga adormecida no lado oposto do aposento. Depositou a ruiva cuidadosamente sobre a cama. Sorriu satisfeito, afinal havia concretizado a boa ação do ano.

O modo espalhado e desleixado no qual havia deixado Nami, causou-lhe desconforto. Seu corpo inclinado e seus bracos fora do móvel, ocasionaria uma forte dor na região dorsal. Poderia muito bem virar as costas diante desse fato, porém o remorso dominaria sua mente. Sendo assim, acomodou delicadamente a ruiva sobre o móvel, ajustando seu corpo no mesmo. Posicionou o travesseiro macio e confortável, afofado por ele, sob o pescoço dela. Estirou sobre seu corpo um lençol fino partindo do pescoço em direção aos pés. O vento gélido imperava na madrugada, provocando um rigoroso resfriado a quem ficasse exposto. Rumou em direção a janela, fechando-a.

Questionou-se o motivo de obter tantos cuidados com aquela bruxa mercenária de caráter desprezível. Afinal, não evocava-se de ser cuidadoso com ninguém e cordialidade não era uma característica que lhe preponderava.

Era óbvio. Ele estava sobre o efeito do álcool. No mínimo, era o que gostaria de acreditar.

Aproximou-se da navegadora afastando para o lado uma mecha teimosa que insistia cobrir-lhe o rosto. Zoro ficara por algum tempo contemplando-a dormir tranquilamente. Sua face rosada detinha um brilho natural infindável combinando com seus lábios devidamente desenhados. Os tracos de seu rosto eram tão frágeis e sua expressão terna predominava enquanto ela adormecia. Embora seus olhos estivessem fechados, omitindo o brilho costumeiro de suas órbes, a ladra continuava esbelta aos olhos do espadachim, mesmo que não reconhecesse.

Sentiu a face da navegadora esquentar. Cogitou a possibilidade do início de um estado febril. Dirigiu-se a cômoda mais próxima, retirando desta uma pequena toalha. Rumou cautelosamente a cozinha do navio, pois não desejava acordar ninguém que lhe bombardeasse de perguntas. Abriu o armário procurando alguma tigela que não fosse extremamente grande. Após amassar quatro panelas, quebrar duas xícaras e entortar dois garfos, achara o procurado. Introduziu uma pequena quantidade de água na mesma, colocando-a para ferver no processo. Após alguns minutos, mergulhou a pequena toalha na tigela de água quente, retirando o excesso do líquido em seguida.

Retornou ao quarto da navegadora, sentando-se ao seu lado enquanto aguardava a diminuição da temperatura do pano. Quando o ocorreu, afastou os fios de cabelo ruivo de seu rosto, depositando a compressa improvisada na testa da navegadora. Certa vez, Chopper mencionou que esse método afastava a febre, pois a compressa absorveria o calor em excesso do corpo.

Zoro revoltou-se por estar sendo tão dócil.

Caso alguém o flagrasse naquela situação não acreditaria. Ele mesmo estava custando acreditar. Ex-caçador de recompensas, pirata e agora babá de bruxa! Provavelmente deveria estar sendo atencioso como retribuição pelas vezes as quais ela ficou ao seu lado, quando adoecera ou pelo fato de estar ligeiramente embriagado. As razões que fantasiava em sua mente eram diversas e isso dava-se pelo medo de assumir o inevitável.

Refletiu sobre o acontecido de algumas horas atrás acarando a navegadora em fixado. Desejava extremamente olvidar o acontecido, sabendo que não seria algo fácil. Logo que o amanhã chegasse, provavelmente ela não lembraria-se do ocorrido. Não seria ele quem a recordaria. Era melhor permanecer assim.

Notou a arqueóloga adormecida aconchegar-se para o lado. Levantou-se espantado decidindo que o melhor a fazer era dormir, pois assim esqueceria os transtornos ocorridos pela noite. Rumou em direção a porta do quarto permitindo dar uma última olhada na ruiva adormecida. Era tão irônico alguém com a aparência angelical ser demasiadamente insuportável. Após essa bebedeira ela provavelmente já detinha sua vaga reservada no inferno. O olhar do espadachim transmitiam um ''boa noite'' silencioso e sua boca ainda contia o doce sabor dela.

Persuadiria Chopper, para que o mesmo alegasse que havia zelado por Nami na madrugada. Afinal, ninguém precisava saber que ele encarregou-se de cuidar a finco da navegadora.

Definitivamente, após a uma noite conturbada seu lugar já estaria reservado no céu.

Porém, caso Nami fosse para o inferno, ele seguiria ao lado dela e isso bastava.

Notas finais
Espero ter conseguido deixar as coisas bem claras. O Zoro usava a bebida para justificar o fato de corresponder o beijo, o tratamento e a admiração pela Nami. Nós sabemos que ele não se rende ao álcool facilmente e mencionei isso inicialmente. Espero que não tenha ficado confusa.
Pelos motivos que citei inicialmente, eu acho que o Zoro seria capaz de fazer isso. Gente, eu cismei com Drum... ele tomando conta dela. Eu só aprofundei nessa história. A Nami também é a mulher que amoleceria o coração dele, na minha concepção. Também foi isso que tentei passar. Não me julguem.

Caso tenha ficado estranha as atitudes dos personagens, me avisem. Não sou experiente no anime e fico muito insegura em postar qualquer coisa relacionada aos dois. Eu só tenho a agradecer a vocês que me acompanham e sempre darei o meu melhor, pois eu amo esse casal.

Se gostarem, deixem review *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.