Notas iniciais
Primeiramente, amadinhos de titia, não reclamem por ser descritivo, vocês queriam que eles narrassem futebol durante o ato? u-u HSUHAUHSAHSH Tenho que descrever, vocês tem que imaginaaaaar u.u Segundo, cortei o capítulo sim senão ia ficar grande e já é meia noite, to cansada e com preguiça de continuar. Não preocupem, sei o que to fazendo! Terceiro, desculpem não ter postado no domingo, deu um bloqueio básico de imaginação KKKKKK Acho que estou precisando me inspirar um pouco mais, isso que dá estar há duas semanas sem ver meu poço de desejos, de sex appeal e de todo o resto. I don't deserve this! KKKKKKKKK Quarto e último: Boa leitura *-*

As mãos de James estavam sobre meus olhos. Minha respiração estava pesada enquanto eu sentia meu peito subir e descer com meus batimentos cardíacos acelerados, tamanha a adrenalina correndo em minhas veias. Seu corpo, colado em minhas costas, guiava-me pelos cômodos ao passo em que sua pele quente era abrasadora. Eu estava pisando devagar tateando o chão com as solas dos meus pés. A sensação de não saber se bateria de cara na parede no próximo instante causava-me angústia e, ao mesmo tempo, saber que teria que confiar meu próximo passo — literalmente — a James, de que meu corpo estava em suas mãos e sob seu controle causava-me um arrepio fora do comum. Respirei novamente buscando oxigênio que eu sabia não estar em meus pulmões e muito menos naquele ar carregado de tensão sexual entre nós dois. Jay parou de conduzir-me e saber que tinhamos parado indicava que haviamos chegado ao lugar que ele queria. Porra, eu devia ter decorado melhor a arquitetura da casa. Seus lábios umidecidos percorreram minha nuca criando um rastro lento e torturante pelo bulbo até o início da minha coluna. Seus dedos, ágeis e macios, desenharam a linha da minha clavícula escorregando pelos meus ombros conforme baixava as alças do meu sutiã. Apesar de suas mãos já não estarem mais em meus olhos, não insisti em abri-los. Não ver tornava a situação mais excitante e eu sabia que James criaria a atmosfera perfeita de mistério e sedução. Eu senti seu toque se expandir até meus seios tomando-os em suas mãos com uma força um pouco maior da que eu já conhecia. Parecia o homem de anos atrás — tamanho desejo investido sobre mim — , mas eu sabia que sua alma permanecia intacta e romântica, do jeito que eu amava que fosse. James massageou-os em movimentos circulares alternando com alguns puxões na ponta. Deixei que minha cabeça pendesse para trás sentindo-me excitar ao passo que suas carícias tornavam-se mais lentas e fracas. A ansiedade e a dúvida de que aquele contato maravilhoso fosse interrompido me faziam suplicar em minha mente para que algo maior e grandioso estivesse por vir. Pausadamente, seus dedos foram contornando meu mamilo de forma suave e delicada, quase como uma pluma. O trajeto prosseguiu por entre meus seios descendo pelo meu abdome e mais uma vez parando de repente. Suspirei. Parecia uma eternidade sem saber onde James estava ou o que poderia estar acontecendo, minha curiosidade murmurava em meu ouvido de maneira cruel para que bisbilhotasse, mas eu me negava a fazê-lo. Meu coração batia mais depressa, eu não ouvia nenhuma ruído e a ausência de pistas era desesperadora. Então, tão inesperadamente quanto a pausa dada minutos atrás, pude sentir seu hálito quente soprando na pele da minha barriga, deixando-me arrepiada. Estiquei a mão ansiando por tocá-lo e encontrei seus cabelos onde segurei com um pouco de força enroscando meus dedos em sua nuca. A língua quente e molhada de James escorregou pela minha pele lambuzando-a até chegar ao meu umbigo onde uma mordidinha suave e safada foi depositada. Senti o botão da minha calça ser aberto e não demorou muito para o zíper e seu tecido serem descidos.
– Acho que você deveria olhar para mim — Sua voz rouca era sugestiva, apesar de eu saber que havia um tom de ordem na maneira com que pronunciava cada palavra.

Abri os olhos e encontrei o tom esverdeados dos dele encarando-me com luxúria. James mordeu o canto da boca e roçou os lábios pelo meu ventre preocupando-se em prender devagar o cós da minha calcinha em seus dentes puxando um dos lados com a boca enquanto descia o outro com os dedos até a altura dos meus joelhos. Respirei fundo sabendo que estava exposta ao seu toque e ele ergueu-se fazendo questão de arrastar seu peitoral ainda vestido contra meu corpo prendendo sua mão esquerda em minha nuca com firmeza. Sua boca tomou a minha tragando-a com volupia e necessidade, seus lábios sugavam os meus com vontade enquanto sua lingua apossava-se depressa da minha girando-a em circulos ao redor. Seu braço livre envolveu minha cintura apertando-me contra seu corpo deixando-nos tão colados que eu suspeitava se havia a possibilidade de alguma corrente de ar se esgueirar entre nós mas, que se dane, eu não queria mesmo me distanciar daquela anatomia maravilhosa por um segundo que fosse!

Quando nossas bocas separaram-se estavamos ambos respirando como se oxigênio fosse algo raro em nosso planeta. Jay mantinha um sorriso malicioso e brilhante estampado em seus lábios um pouco avermelhados devido às mordidas que eu dera minutos antes. Eu poderia vê-lo sorrir daquela maneira diariamente e me pergunto como consigo resistir à tentação de ter aquela boca escorregando por toda minha pele. Ah, claro, eu não resisto. Finalmente, pela primeira vez desde que abri os olhos, pude me permitir observar o lugar onde estavamos. A banheira cheia de espuma ao meu lado indicava que estávamos em um dos banheiros da casa e o aroma de rosas perfumava o cômodo.
– Por que não entra na água? — Sugeriu mais uma vez, mas a ordem já não estava expressa em sua voz.
– E perder a oportunidade de despi-lo? — Questionei erguendo uma das sobrancelhas
– Bem, você pode assistir um show à parte.
– O que está planejando, sr. Diamond? — Brinquei mordiscando o cantinho da minha boca enquanto olhava em seus olhos flertivamente
– Por que não entra na água? — Ele apenas repetiu.

Decidi não argumentar e segui até a banheira sentindo a água quente em meu corpo conforme submergia. Levei as mãos aos cabelos enrolando-os em um coque que eu sabia que não duraria muito tempo e mantive meus olhos fixos em James esperando o que poderia partir daquela mente incrívelmente sedutora e criativa. Ele parou diante de mim e percorreu dedo por dedo os botões de sua camisa de tecido fino. Eu ainda não havia entendido o porque de sair para jantar com uma camisa tão elegante como aquela, mas observando-a agora apertada em seus bíceps enquanto seu abdome esculpido começa a ficar a mostra devo admitir que não havia escolha melhor. Deixei minha lingua correr pelos meus lábios — de repente eles estavam tão secos — umidecendo-os à medida que a peça de roupa era retirada de seu corpo. Jay não fazia questão de que aquela cena parecesse uma encenação barata de um gigolo qualquer. Ele estava apenas despindo-se para mim. Puramente, sensualmente e de uma maneira tão máscula e natural que me fazia pensar o quanto a simplicidade lhe caía bem.

Quando a última peça a ser retirada era sua cueca e seu corpo já estava próximo o bastante da banheira onde eu permanecia, levantei-me ficando de pé na mesma e o puxei pelo quadril tornando a distância entre nós reduzida a centimetros. James olhou-me surpreso, mas o sorriso em seu rosto demonstrava admiração pela minha atitude. Aproveitei e subi minhas mãos pelo seu peitoral, inclinando-me para frente e sussurrei baixinho em seu ouvido:
– Preciso de você aqui dentro.
Sim, eu estava falando da banheira. E não, eu não estava falando apenas dela. Ele entendera o recado e eu soube disso quando suas mãos guiaram a minha até o cós de sua cueca boxer baixando-a no mesmo compasso em que meu coração batia em meu peito. Seus olhos em momento algum desviaram dos meus, pareciam hipnotizar-me e ele não esforçava sequer para piscar. Era como se seus braços estivessem programados para conduzir-me e eu, magnetizada, programada para obedecê-lo. Soltei seu corpo devagar e virei-me de costas sabendo que James observaria cada uma das minhas curvas assim que eu o fizesse. Ele seguiu-me entrando na banheira, o que fez a água se agitar, e deitou-se em uma das extremidades da mesma esparramando-se. Sempre, sempre espaçoso. Jay mordeu o canto da boca, observando-me com aquele ar brincalhão nos olhos. Soltando seu lábio devagar — tão devagar que seus dentes arrastaram pelo mesmo -, ele sorriu e chamou-me com o indicador sussurrando uma espécie de "vem aqui" rouco o bastante para me convencer de qualquer coisa. Esgueirei-me até seu corpo subindo devagar em seu colo. James balançou a cabeça negativamente como se estivesse me dando um aviso, mas eu ignorei qualquer sinal vermelho que estivesse diante de mim. Toquei suas mãos devagar colocando-as sobre meus joelhos e as subi por toda extensão até a parte superior das minhas coxas ao mesmo tempo em que movimentava meu quadril tantricamente para a frente e para trás causando uma deliciosa fricção para ambos. Ele as apertou com força em resposta, isso definitivamente não ia prestar.