Notas iniciais
OI! Desculpem, sério, desculpa desculpa desculpa! Eu sei que eu prometi postar a tipo, uma semana atras. Não me matem! Meus motivos basicamente foram: o VMA ta chegando e eu tenho que votar, tive provas internas e do estado essa semana na escola e, por fim, estou planejando uma fanfic. Mas, como eu sou preguiçosa, quase sempre pego emprestada ideias de música. Enfim, espero que gostem.

Percy

–Que droga...

–Ouvi dizer que lá tem cheiro de estrume!

–NÃO ME OBRIGUEM A IR!

–Bando de frescurentos.

–Já consigo imaginar os mosquitos me picando...

–CALEM AS BOCAS! — O professor gritou — Como ia dizendo, a excursão para a fazenda McDonald vai deixar vocês boquiabertos. É um trabalho imenso que aquelas pessoas enfrentam e eu e a diretora achamos que é uma ótima ideia, já que vocês estão no terceiro ano do colegial e acham que é difícil enfrentar a vida adolescente. No próximo ano, muita gente irá viver aquilo. E o pessoal é muito simpático. São dois adultos e quatro adolescentes cuidando daquela fazenda! Peguem as autorizações. Vocês irão para a fazenda na ultima semana de Novembro — O professor distribuiu as autorizações pela sala.

–Com licença, professor Quiron? — Annabeth levantou a mão.

–Sim? — Ele levantou as sobrancelhas para ela.

–Vai valer ponto? — Surgiu-se uma onda de "ah"s na sala.

–NERD! — Eu disse alto, sem gritar.

–Cale a boca, Percy! — Ela sorriu.

–Bom, respondendo a pergunta da Srta. Chase, sim. Dependendo da quantidade de atividades que vocês fizerem nesses dois dias que ficaremos lá, vocês ganharam pontos. As atividades mais difíceis, fazem com que vocês ganhem mais pontos, as mais fáceis, menos. Os pontos serão somados na média, se você não for, provavelmente ficará com uma média bem baixa. Ou com um zero, estou falando com você diAngelo — Quiron disse sem nem olhar para Nico, que revirou os olhos.

Nico pode ser considerado uma pessoa... problemática. Ele (só) se veste de preto e fez uma tatuagem sem os pais saberem. Ele ouve músicas punk e rock e não usa nada além de camisetas de bandas e anda olhando para baixo. E do jeito que ele anda, andam as notas dele.

–A autorização tem que estar em minhas mãos na quarta-feira antes da viagem, esqueceu a autorização? Uma pena para suas notas — Ele sorriu calmamente de um modo levemente psicopata.

–Professor? — Ergui o braço

–Sim?

–Vamos de ônibus? Temos que trazer dinheiro ou algo do tipo?

–Não, sr. Jackson. Vocês vão com o caminhão da própria família McDonald.

–Eles virão até aqui? São quarenta minutos de viajem.

–É uma viajem até curta. Eles costumam faze-los com as galinhas.

–Não que não tenham galinhas aqui nessa sala, poderiamos doar algumas a ele — Leo disse olhando para Drew, que levantou as sobrancelhas para ele e revirou os olhos.

–E caras galinhas também, não é, Valdez? — Reyna sorriu irônica.

–Vá a merda — Ele revirou os olhos.

–Bom, agora voltando a nosso assunto principal, a fazenda McDonald... — Quiron sorriu e voltar a falar sobre a história da fazenda, mas eu dormi nessa parte.

(...)

–Você vai? — Annabeth me perguntou quando saímos da sala para o recreio.

–Não tenho outra escolha, se eu não for pode ser que meu sete vá para o fundo do poço.

–Você tem razão. Eu estou muito animada — Ela sorriu

–Você vai?

–Não posso comprometer minha nota só por não gostar de fazendas.

–Eu odeio fazendas.

–É, eu também — Sorrimos de modo desanimado.

–Estou com tanta fome — Coloquei a mão na barriga.

–Vamos para o refeitório encontrar o pessoal — Ela puxou minha mão e fomos até o refeitório, um lugar grande com várias mesas.

Você tem duas opções: ou compra alguma porcaria nas máquinas, ou come a comida de graça. Ai vem o problema: em quase todos os dias da semana, a cozinheira, Deméter, da cereal para comermos.

Isso mesmo, cereal integral. E o gosto é horrível! Poucas vezes temos a sorte de conseguir comer arroz. Arroz e batata. Uma vez por mês, comemos pão. É difícil, acho que mais ninguém naquela escola come cereal de manhã.

Um problema grande que enfrento é a Nancy Bobofit. Ela é uma ruiva problemática que adora me irritar e ainda se acha superior a mim. Bom, é uma história boa de contar, me sinto muito bem no final. Aí vai:

Desde a primeira série a garota me odeia! E o pai dela era dono de uma empresa por aí, mas meu pai na época era o vice-presidente da mesa empresa, mas o pai da Nancy odiava ele. Ela me humilhava na frente de todas as pessoas. Um dia, quando cheguei em casa depois de um dia de escola na quinta série, o noticiário estava passando e dizia que o pai de Nancy Bobofit estava roubando a empresa para comprar coisas para sua vida pessoal. Ele levou um chute na bunda de todos os funcionários e claro, da lei, e meu pai assumiu o cargo.

E o legal foi que pouco tempo depois, conheci a Annabeth. Todos sabem que a Annie é legal, bonita e desejada, então, toda a vez que ela caçoava de mim, Annie me protegia e consequentemente, muitos garotos que se iludiam por aí. Então ela parou e hoje, eu só sei rir.

Olhei para Nancy sentada com suas únicas duas amigas na mesa e olhei para baixo dando risada. Quem diria?

–Percy? Acorda garoto, hoje não tem cereal! — Annie deu um pulinho de alegria.

–'Ta brincando? Vamos, antes que acabe a comida — Eu rio e vamos até a fila. Depois de pegarmos as bandejas, fomos até a mesa onde Thalia, Luke, Rachel, Leo e Silena estavam.

–Olá, vocês — Sorrio me sentando

–Percy! — Rachel sorri, mas trato de sentar um pouco longe dela — Senta aqui — Ela apontou para seu lado.

–Então, sabe o que é? É que... — Comecei mas me atrapalhei.

–É que o Percy quer sentar do meu lado, vagabunda, agora cale a boca e engula sua comida — Annabeth disse grossa e eu reprimi a vontade de rir. Essa é minha melhor amiga sendo ela mesma.

De repente, meu suco se tornou muito interessante. Rachel olhou para Annie com uma certa fúria nos olhos.

–E quem te garante isso? Ele? — Rachel sorri — Por que você acha que ele passou mais de duas semanas só andando comigo e esqueceu de você? Ele enjoou de você, queridinha — Os outros que estavam dentro e fora da mesa só estavam observando, assim como eu.

–Não ouse dizer isso, cabeça de cenoura — Annabeth cerrou os punhos.

–Ele não quer mais a sua amizade. Não vê? Ele não liga para... — Annabeth não deixou-a terminar, já havia se levantado e dado um belo tapa na cara da ruiva, que se levantou também.

–BRIGA! BRIGA! BRIGA! BRIGA! — Um coro foi formado. Annabeth e Rachel travavam uma batalha de chutes, pontapés, tapas e puxões de cabelo.

–MAS O QUE É QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? — A diretora, Gaia, apareceu na porta do salão — VOCÊS DUAS, PARA A DIRETORIA — As meninas ficaram paradas com cara de pastel — AGORA! — Todos levaram um susto com o berro da diretora, e as duas começaram a andar em direção a porta.

Assim que a diretora saiu, um mar de sussurros e cochichos foi formada.

–Ela que começou...

–Não, a ruiva está certa.

–'Ta brincando? A Annabeth tinha toda a razão

–Sempre achei a loira meio mesquinha.

–Não aceita que o amigo deixou ela...

–QUE FOI? — Gritei e todos olharam para mim — NUNCA VIRAM NINGUÉM IR PARA A DIRETORIA NÃO? — Sai do refeitório e fui para os jardins.

(...)

–Ela é uma nojenta, acredita que quis colocar a culpa em mim? Ah, ela fica falando essas coisas e a culpa é minha. E você, Perseus, deveria ter feito algo além de ficar parado com cara de nada! — Ela me repreendeu. Estávamos parados em frente a sua casa, conversando.

–Annie, você sabe que não é verdade. Você é minha melhor amiga– Funguei, mas acho que ela não percebeu — e eu já disse que não te trocaria por ninguém, por nada — Ela ainda queria protestar, mas eu a abracei o mais forte possível e ela parou de tentar.

–'Ta, me convenceu. Te ligo mais tarde — Ela sorriu entrando dentro de casa, não antes de me dar um beijo na bochecha. Sorri como um bobo e girei a chave em minha mão, entrando na carro e dando a partida, ainda sentindo seus lábios tocando meu rosto.

Notas finais
Gente, os nomes das pessoas que vão estar sentados nas mesas e tal eu escolho meio aleatoriamente viu? *risos* Espero que tenham gostado. Beijo :*