Heart Of Dragon

2 Um Pouco Mais Sobre A Família Cyrus


Notas iniciais
Bom... Acho que esse cap aqui ta uma droga... Kkkk Anyone, boa leitura.Escutei passos longos, vindo da minha esquerda. De repente uma luz se acendeu, e vi que não estava em uma caverna, e sim em um quarto. As suas paredes eram feitas de pedras enormes e cinzas, tinha uma janela bem grande, uma cama de casal, no qual eu estava deitada, nos pés da cama, um baú, e na parede na frente do baú, uma mesinha, com espelho, banquinho, e o que me parecia ser escovas e perfumes. Por um breve momento, pensei estar sonhando, me dei uns beliscões, mas nada aconteceu. Comecei a pensar onde eu estaria, em um tipo de prisão? Castelo talvez... Meus pensamentos foram interrompidos por uma voz fina e delicada.
-Você está acordada?
-Não, capaz, eu durmo de olhos abertos e falando! - respondi eu com ignorância.
Olhei para a esquerda, e vi uma garotinha, que aparentava ter uns 9 anos, ou mais. Ela tinha cabelos loiros, com delicadas ondas nas pontas, deslumbrantes olhos verdes esmeralda, que eram realçados por sua pele pálida e aparentemente macia.
-Me desculpe, é que as vezes a minha ignorância fica num nível que não consigo controlar. - disse eu meio sem jeito, e com umas risadinhas no final.
-Não foi nada, todos tem o direito de errar.
-É...
-Você pode me acompanhar?
-Depende... Para onde você vai me levar?
-Até a Rainha.
-Ta bem... Então vamos...
Segui a garotinha, que ainda não sabia o nome, por um corredor enorme, com paredes de pedras brancas, e algumas lâmpadas pelo caminho.
-Ah, me desculpe, qual é o seu nome?
-Miley, Miley Cyrus.
-Bem que a Rainha desconfiava... -murmurou a garotinha
-E qual é o seu?
-Emerald.
-Bonito o nome.
-Obrigada, o seu também é muito bonito!
Finalmente chegamos ao fim do corredor, onde tinha uma porta dourada. Ela parecia pesada, porém Emerald, a abriu com facilidade. Ali dentro havia um tapete vermelho, com bordas douradas, sobre um piso branco, que levava até um trono, onde aparentemente, estava a Rainha, no qual eu ainda não sabia o nome. Por toda a volta da enorme sala, haviam guardas, com armaduras, segurando grandes e pontudas lanças.
-Rainha, a visitante acordou.
-Obrigada por trazê-la ela até aqui Emerald. Agora pode deixá-la sob meus cuidados.
-Como quiser Majestade.
Emerald se retirou da sala, e um guarda me guiou até a Rainha. Ela tinha cabelos pretos, longos e lisos. Usava um vestido azul petróleo, longo e com mangas. Seus olhos eram pretos e profundos. Poderia dizer que ela era um demônio, se não foce pela delicadeza em sua voz, e a energia alegre e agradável que me passava. As vezes eu sinto meio que a alma das pessoas, como acabei de fazer com a Rainha sem nome. Mas não é sempre. Um exemplo é a minha avó, na maioria das vezes que estou perto dela, ela me passa uma energia bondosa, como se essa energia viesse de sua alma. É realmente muito bizarro!
-Muito prazer Miley, meu nome é Angelina, e esse é o me...
A interrompi.
-Como é que sabe o meu nome?
-Emerald me falou.
-Quando?! Desde que contei meu nome a ela até chegarmos aqui, não passamos por mais ninguém!
-Telepatia.
-Ah... Ta bem... Super normal...
-Você é a neta da Luana?
-Sim, mas como você sabe? Conhece a minha avó?
-Querida Miley, a sua avó não te contou a história da nossa família?
-Que história?! E como conhece a minha avó?
-Ah, me desculpe. Nós somos irmãs.
-Mas você parece bem mais nova do que ela!
-É porque quando ela decidiu sair desta dimensão, ela perdeu a sua grande longevidade. Vejo que ela nunca te falou nada...
-Não pode ser verdade! Eu só posso estar sonhando! - exclamei eu assustada e confusa.
Eu só podia estar sonhando mesmo! Uma mulher fala que é irmã da minha avó! E depois fica falando ela não te contou a história da nossa família?. Mas que história?
-Me desculpe, você deve estar meio confusa.
-Meio? Não quer dizer MUITO?
-É, muito confusa.
-Bom, para desconfundir a minha cabeça, porque não começa contando a história da nossa família? - me senti uma louca, quando usei a palavra desconfundir.
-Você disse, desconfundir?
-Sim, porque, algum problema? - respondi com o máximo de ignorância que alguém pudesse usar.
-Não... Mas você não prefere que a sua avó a conte?
-Bom, acho que ela não está aqui. Então vai ter que ser você mesmo! respondi com ignorância novamente.
Ela me levou até uma mesa, daquelas de jantar bem compridas, que vemos em filmes. Me sentei na cabeceira, e ela na minha esquerda. E então começou a me contar a história.
-Bom, para começar, nossa família, ou melhor, nosso reino, cria dragões dês de... Bem, dês de sempre. Mas nunca ninguém foi para a outar dimensão, que no caso, é o seu mundo. Mas à muitos anos atrás, sua avó decidiu ir para lá, pois queria explorar essa dimensão, que era tão desconhecida na época.
-Bom, deixa eu ver se entendi tudo até agora: Nossa família criava dragões, e minha avó resolveu do nada se mandar para a outra dimensão, que no caso, é o meu mundo. È isso?
-Isso mesmo, mas sua avó foi para lá por um motivo. Ela soube da estrutura, ela era melhor e mais segura para treinar dragões. Pois aqui, corriam o risco de serem exterminados, quando voavam muito alto, treinando suas técnicas aéreas, pois os inimigos rondavam nossos campos. Treinávamos dragões para guerras, algumas pessoas para batalhas amistosas, outras para concursos onde mostravam suas habilidades e beleza, e outros simplesmente para proteger ou servir a família. Mas hoje não acontecem mais guerras. Todos deste reino tinham, ainda tem dragões. Porém, ainda os treino, para lutarem em batalhas, de reinos vizinhos, que nos ajudaram em tempos difíceis, e agora estamos retribuindo o favor. Sua avó ainda tem vários dragões, e mesmo morando em outra dimensão, ainda vem até aqui para cuidar deles. Sua mãe foi uma ótima treinadora, mas recusou o trono, pois queria construir uma família em seu mundo. Seu pai também foi um grande treinador e guerreiro, era um dos nossos soldados mais fiéis e competentes. E os dois acabaram se apaixonando, e indo para a sua dimensão, querida Miley. Agora o seu destino, é se preparar para assumir o trono, daqui à alguns anos. Mas se preferir seguir os passos de sua mãe, eu compreenderei, e continuarei a ser a Rainha de Dragonya.
Não sabia o que falar. Estava pasma por minha avó não ter me contado isso antes. Eu sempre gostei muito de dragões, tenho até miniaturas muito iradas, mas sempre pensei que fossem seres mitológicos, e não existissem de verdade. Eu estava muito confusa...
-Ã... Ta bem...
-Bom, imagino que você queira voltar para a sua dimensão, para conversar um pouco com a sua avó, não é?
-É... Isso ai...
-Por favor, acompanhe-me.
-Ela me guiou até a saída do castelo, depois até um buraco enorme, igual ao da sala da loja da vovó. Entrei, e voltei para a minha dimensão. Fiquei em pé, na frente da escada, olhando para o buraco, pensando em muitas coisas, que nem eu sabia direito o que eram, quando fui interrompida por minha avó e Demi.
-Miley!! - exclamou Demi, me dando um forte abraço.
-Oi Demi.
-Meu Deus! Você está super pálida! O que aconte...
A interrompi.
-Demi, pode deixar eu e minha avó a sós um pouco? É só 5 minutinhos.
-Ta bem fofa, como quiser!
Ela se retirou da sala. Me sentei no segundo degrau da escada, enquanto minha avó se aproximava de mim.
-Eu não sei o que dizer querida.
-Não precisa dizer nada, a sua irmã me contou toda a história, quer dizer, até onde eu sei, é tudo, mas vai saber se a senhora não está escondendo mais alguma coisa de mim.
-Minha querida, por favor não fale assim comigo... Eu ia te contar, foi por isso que pedi para o seu pai te trazer aqui. Mas você acabou descobrindo tudo sozinha.
-É, o que foi muito assustador! - não consegui evitar rir, mas ainda sim, eu estava um pouco brava com a minha avó.
-Bom, já que sabe da história, quer me perguntar alguma coisa?
Olhei bem fundo nos olhos cinzas meio azulados dela, que eu particularmente, invejava muto, e depois para o seus cabelos negros, um pouco grisalhos, e finalmente consegui perguntar:
-Por que não me contou antes? E quantos dragões você tem?
-Porque não sabia como contar, e tenho 7 dragões.
-Uau!
-Ainda está brava comigo?
-Só se você disser, que vai me mostrar todos eles!
-Então tá, eu vou te mostrar todos eles!
-Te amo vovó! -exclamei, abraçando-a bem forte.
-Também te amo minha querida!
Fomos para casa, onde contei toda a história a Demi, que achou muito bizarra, mas também muito legal. Ela também disse que queria conhecer os dragões comigo. Meu pai me contou mais um pouco da história, e como ele e a mamãe se conheceram. Depois fomos dormir, a Demi acabou posando na minha casa. Boas lembranças.
Na manhã seguinte, nos acordamos bem cedo, lá pelas cinco e meia. Minha avó fez biscoitos maravilhosos, acompanhados por um cappuccino fantástico! Adoro a comida dela, especialmente a lasanha de quatro queijos! Delícia!
-Quando é que vamos para Dragonga? - perguntou Demi.
-É Dragonya, e vamos assim que vocês terminarem de comer. - respondeu minha avó, sorridente como sempre.
-Vovó, sabe, eu estava pensando ontem a noite, e realmente gostaria muito de virar a rainha de Dragonya, mas queria muito, levar a Demi comigo, se ela quiser é claro!
-E eu quero!
-Bom minha querida, você pode levar quem quiser, mas sabe que vai demorar alguns anos, para isso acontecer, não sabe?
-Sei sim vó. Bom, então eu estava pensando, sabe... se a senhora não poderia, você sabe, tipo... nos treinar...?
-Ficaria muito feliz. Quando chegarmos lá, deixarei escolherem um dragão inicial, para ser o primeiro companheiro de vocês, está bom?
-ESTÁ ÓTIMO! - respondemos eu e Demi, com um grande sorriso.

Escutei passos longos, vindo da minha esquerda. De repente uma luz se acendeu, e vi que não estava em uma caverna, e sim em um quarto. As suas paredes eram feitas de pedras enormes e cinzas, tinha uma janela bem grande, uma cama de casal, no qual eu estava deitada, nos pés da cama, um baú, e na parede na frente do baú, uma mesinha, com espelho, banquinho, e o que me parecia ser escovas e perfumes. Por um breve momento, pensei estar sonhando, me dei uns beliscões, mas nada aconteceu. Comecei a pensar onde eu estaria, em um tipo de prisão? Castelo talvez... Meus pensamentos foram interrompidos por uma voz fina e delicada.

-Você está acordada?

-Não, capaz, eu durmo de olhos abertos e falando! — respondi eu com ignorância.

Olhei para a esquerda, e vi uma garotinha, que aparentava ter uns 9 anos, ou mais. Ela tinha cabelos loiros, com delicadas ondas nas pontas, deslumbrantes olhos verdes esmeralda, que eram realçados por sua pele pálida e aparentemente macia.

-Me desculpe, é que as vezes a minha ignorância fica num nível que não consigo controlar. — disse eu meio sem jeito, e com umas risadinhas no final.

-Não foi nada, todos tem o direito de errar.

-É...

-Você pode me acompanhar?

-Depende... Para onde você vai me levar?

-Até a Rainha.

-Ta bem... Então vamos...

Segui a garotinha, que ainda não sabia o nome, por um corredor enorme, com paredes de pedras brancas, e algumas lâmpadas pelo caminho.

-Ah, me desculpe, qual é o seu nome?

-Miley, Miley Cyrus.

-Bem que a Rainha desconfiava... -murmurou a garotinha

-E qual é o seu?

-Emerald.

-Bonito o nome.

-Obrigada, o seu também é muito bonito!

Finalmente chegamos ao fim do corredor, onde tinha uma porta dourada. Ela parecia pesada, porém Emerald, a abriu com facilidade. Ali dentro havia um tapete vermelho, com bordas douradas, sobre um piso branco, que levava até um trono, onde aparentemente, estava a Rainha, no qual eu ainda não sabia o nome. Por toda a volta da enorme sala, haviam guardas, com armaduras, segurando grandes e pontudas lanças.

-Rainha, a visitante acordou.

-Obrigada por trazê-la ela até aqui Emerald. Agora pode deixá-la sob meus cuidados.

-Como quiser Majestade.

Emerald se retirou da sala, e um guarda me guiou até a Rainha. Ela tinha cabelos pretos, longos e lisos. Usava um vestido azul petróleo, longo e com mangas. Seus olhos eram pretos e profundos. Poderia dizer que ela era um demônio, se não foce pela delicadeza em sua voz, e a energia alegre e agradável que me passava. As vezes eu sinto meio que a alma das pessoas, como acabei de fazer com a “Rainha sem nome”. Mas não é sempre. Um exemplo é a minha avó, na maioria das vezes que estou perto dela, ela me passa uma energia bondosa, como se essa energia viesse de sua alma. É realmente muito bizarro!

-Muito prazer Miley, meu nome é Angelina, e esse é o me...

A interrompi.

-Como é que sabe o meu nome?

-Emerald me falou.

-Quando?! Desde que contei meu nome a ela até chegarmos aqui, não passamos por mais ninguém!

-Telepatia.

-Ah... Ta bem... Super normal...

-Você é a neta da Luana?

-Sim, mas como você sabe? Conhece a minha avó?

-Querida Miley, a sua avó não te contou a história da nossa família?

-Que história?! E como conhece a minha avó?

-Ah, me desculpe. Nós somos irmãs.

-Mas você parece bem mais nova do que ela!

-É porque quando ela decidiu sair desta dimensão, ela perdeu a sua grande longevidade. Vejo que ela nunca te falou nada...

-Não pode ser verdade! Eu só posso estar sonhando! — exclamei eu assustada e confusa.

Eu só podia estar sonhando mesmo! Uma mulher fala que é irmã da minha avó! E depois fica falando “ela não te contou a história da nossa família?”. Mas que história?

-Me desculpe, você deve estar meio confusa.

-Meio? Não quer dizer MUITO?

-É, muito confusa.

-Bom, para “desconfundir” a minha cabeça, porque não começa contando a história da nossa família? — me senti uma louca, quando usei a palavra desconfundir.

-Você disse, desconfundir?

-Sim, porque, algum problema? — respondi com o máximo de ignorância que alguém pudesse usar.

-Não... Mas você não prefere que a sua avó a conte?

-Bom, acho que ela não está aqui. Então vai ter que ser você mesmo! – respondi com ignorância novamente.

Ela me levou até uma mesa, daquelas de jantar bem compridas, que vemos em filmes. Me sentei na cabeceira, e ela na minha esquerda. E então começou a me contar a história.

-Bom, para começar, nossa família, ou melhor, nosso reino, cria dragões dês de... Bem, dês de sempre. Mas nunca ninguém foi para a outar dimensão, que no caso, é o seu mundo. Mas à muitos anos atrás, sua avó decidiu ir para lá, pois queria explorar essa dimensão, que era tão desconhecida na época.

-Bom, deixa eu ver se entendi tudo até agora: Nossa família criava dragões, e minha avó resolveu do nada se mandar para a outra dimensão, que no caso, é o meu mundo. È isso?

-Isso mesmo, mas sua avó foi para lá por um motivo. Ela soube da “estrutura”, ela era melhor e mais segura para treinar dragões. Pois aqui, corriam o risco de serem exterminados, quando voavam muito alto, treinando suas técnicas aéreas, pois os inimigos rondavam nossos campos. Treinávamos dragões para guerras, algumas pessoas para batalhas amistosas, outras para concursos onde mostravam suas habilidades e beleza, e outros simplesmente para proteger ou servir a família. Mas hoje não acontecem mais guerras. Todos deste reino tinham, ainda tem dragões. Porém, ainda os treino, para lutarem em batalhas, de reinos vizinhos, que nos ajudaram em tempos difíceis, e agora estamos retribuindo o favor. Sua avó ainda tem vários dragões, e mesmo morando em outra dimensão, ainda vem até aqui para cuidar deles. Sua mãe foi uma ótima treinadora, mas recusou o trono, pois queria construir uma família em seu mundo. Seu pai também foi um grande treinador e guerreiro, era um dos nossos soldados mais fiéis e competentes. E os dois acabaram se apaixonando, e indo para a sua dimensão, querida Miley. Agora o seu destino, é se preparar para assumir o trono, daqui à alguns anos. Mas se preferir seguir os passos de sua mãe, eu compreenderei, e continuarei a ser a Rainha de Dragonya.

Não sabia o que falar. Estava pasma por minha avó não ter me contado isso antes. Eu sempre gostei muito de dragões, tenho até miniaturas muito iradas, mas sempre pensei que fossem seres mitológicos, e não existissem de verdade. Eu estava muito confusa...

-Ã... Ta bem...

-Bom, imagino que você queira voltar para a sua dimensão, para conversar um pouco com a sua avó, não é?

-É... Isso ai...

-Por favor, acompanhe-me.

-Ela me guiou até a saída do castelo, depois até um buraco enorme, igual ao da sala da loja da vovó. Entrei, e voltei para a minha dimensão. Fiquei em pé, na frente da escada, olhando para o buraco, pensando em muitas coisas, que nem eu sabia direito o que eram, quando fui interrompida por minha avó e Demi.

-Miley!! — exclamou Demi, me dando um forte abraço.

-Oi Demi.

-Meu Deus! Você está super pálida! O que aconte...

A interrompi.

-Demi, pode deixar eu e minha avó a sós um pouco? É só 5 minutinhos.

-Ta bem fofa, como quiser!

Ela se retirou da sala. Me sentei no segundo degrau da escada, enquanto minha avó se aproximava de mim.

-Eu não sei o que dizer querida.

-Não precisa dizer nada, a sua irmã me contou toda a história, quer dizer, até onde eu sei, é tudo, mas vai saber se a senhora não está escondendo mais alguma coisa de mim.

-Minha querida, por favor não fale assim comigo... Eu ia te contar, foi por isso que pedi para o seu pai te trazer aqui. Mas você acabou descobrindo tudo sozinha.

-É, o que foi muito assustador! — não consegui evitar rir, mas ainda sim, eu estava um pouco brava com a minha avó.

-Bom, já que sabe da história, quer me perguntar alguma coisa?

Olhei bem fundo nos olhos cinzas meio azulados dela, que eu particularmente, invejava muto, e depois para o seus cabelos negros, um pouco grisalhos, e finalmente consegui perguntar:

-Por que não me contou antes? E quantos dragões você tem?

-Porque não sabia como contar, e tenho 7 dragões.

-Uau!

-Ainda está brava comigo?

-Só se você disser, que vai me mostrar todos eles!

-Então tá, eu vou te mostrar todos eles!

-Te amo vovó! -exclamei, abraçando-a bem forte.

-Também te amo minha querida!

Fomos para casa, onde contei toda a história a Demi, que achou muito bizarra, mas também muito legal. Ela também disse que queria conhecer os dragões comigo. Meu pai me contou mais um pouco da história, e como ele e a mamãe se conheceram. Depois fomos dormir, a Demi acabou posando na minha casa. Boas lembranças.

Na manhã seguinte, nos acordamos bem cedo, lá pelas cinco e meia. Minha avó fez biscoitos maravilhosos, acompanhados por um cappuccino fantástico! Adoro a comida dela, especialmente a lasanha de quatro queijos! Delícia!

-Quando é que vamos para Dragonga? — perguntou Demi.

-É Dragonya, e vamos assim que vocês terminarem de comer. — respondeu minha avó, sorridente como sempre.

-Vovó, sabe, eu estava pensando ontem a noite, e realmente gostaria muito de virar a rainha de Dragonya, mas queria muito, levar a Demi comigo, se ela quiser é claro!

-E eu quero!

-Bom minha querida, você pode levar quem quiser, mas sabe que vai demorar alguns anos, para isso acontecer, não sabe?

-Sei sim vó. Bom, então eu estava pensando, sabe... se a senhora não poderia, você sabe, tipo... “nos treinar”...?

-Ficaria muito feliz. Quando chegarmos lá, deixarei escolherem um “dragão inicial”, para ser o primeiro companheiro de vocês, está bom?

-ESTÁ ÓTIMO! — respondemos eu e Demi, com um grande sorriso.

Notas finais
Espero que tenham gostado ;)
Até o próximo cap!
Bjkas