Heart By Heart
19 I ride, I just ride
Notas iniciais
Sentiram minha falta? Não? Okay. Talvez tenham sentido falta da história, mas não de mim KAKA
Faculdade ocupando todo o meu tempo mas consegui um tempinho e vim aqui postar.
Boa Leitura amores
POV ALINE
Sábado — 05/10/2013 — 16:35
Estava no meu quarto me arrumando, tinha acabado de sair do banho e coloquei uma calça preta e uma blusa xadrez azul com uma jaqueta de couro, e uma bota cano baixo. Ia sair com Gabe e Maíra para comemorar meu aniversário, mas não estava muito no clima. Tudo por causa da Fernanda. Parece que ela tinha esquecido meu aniversário, a última vez que conversei com ela, foi ontem quando ela me disse que iria sair com Guilherme e não poderia me ver hoje. Não conversei com ela o dia todo e fiquei um pouco irritada. Tinha percebido que ela andava estranha há algum tempo, e nem quis me dizer para onde iria com Guilherme, não importei já que provavelmente conversaria com ela hoje, mas não recebi nem mesmo uma mensagem.
Não queria ficar chateada atoa, mas poxa, nesse mês que se passou ficamos cada vez mais próximas, os pais dela descobriram. É claro, perderam o chão, mas nos deram uma força quando se recuperaram do choque. Ainda não tinha conversado com a minha, estou esperando o momento certo.
E agora ela simplesmente esquece! Já recebi telefonemas de todos, até mesmo Guilherme me ligou, ele deu maior força para Fernanda, e ele e Maíra se aproximaram mais de mim nesse tempo. Acho que eles perceberam o quanto isso fez bem para ela, perder a amizade de Anna acabou com Fernanda, e se tivesse perdido mais alguém, acho que ela não teria suportado.
Jogo o pensamento de Fernanda para lá e me concentro em acabar de me arrumar. Ouço batidas na porta e vejo Gabe e Maíra ali.
_ E ai meninas entrem. — digo dando passagem para elas.
_ Ta pronta? — pergunta Gabe se sentando na minha cama.
_ Aham, só falta o cabelo. — digo soltando a presilha e o liberando solto. — Pronto.
_ Ta linda. — ela diz olhando para mim. — Ainda bem que Fernanda não esta aqui, ela provavelmente teria me fulminado agora.
_ Nem me fale desta biscate. — digo dando os últimos retoques no espelho. — Ela esqueceu meu aniversario.
_ Ela é assim mesmo, ela até mesmo já esqueceu a data do próprio aniversario. — diz Maíra.
_ Mas poxa, tem facebook, calendário. Não dava para não lembrar, até mesmo porque somos quase namoradas ou qualquer coisa. — digo e pelo o espelho vejo as duas trocando um olhar, e me viro para olhar as duas. Tento perguntar o porquê, mas sou interrompida por Henrique e um amigo dele entrando no quarto. O que mais me choca e que eles estão de terno preto, e com óculos escuros. Abro a boca para falar algo e Henrique cobre minha boca com sua mão.
_ Não fale nada, apenas faça tudo o que eu falar. — ele diz me virando e colocando uma venda nos meus olhos.
_ Que praga é essa? Meninas me ajudem. — recebo apenas risadinhas delas.
_ Apenas fique em silêncio maninha. Agora vem, Tales e eu vamos te levar até lá fora.
Ele pega um braço e Tales o outro, e eles me levam até embaixo, com direito a Henrique descendo as escadas comigo no colo.
_ Agora vamos entrar no carro, abaixe um pouco a cabeça. — ele fala e eu entro me jogando contra o banco.
_ O que está acontecendo? — pergunto chorosa.
_ Você vai saber daqui a pouco. — diz Maíra e Gabe completa. — É uma surpresa.
_ Vocês sabiam disso??? Vacas. — digo indignada e ninguém fala mais nada durante um tempo.
Odeio surpresas, e esse ódio esta me deixando mais nervosa e com mais vontade de saber o que está acontecendo, por que estou vendada? E por que esse suspense todo? Sinto que o carro está parando, e logo ouço o barulho da porta se abrindo. Eles pegam meu braço e me ajudam a sair, me acompanham enquanto ando e de vez em quando dou alguns tropeções, e xingo os dois. Desisto de tentar perguntar onde estamos, eu já sei que eles não vão me dizer nada. Eles me param e tiram a minha venda. Olho para os lados e vejo que estamos em uma área aberta, perto de um grande lago. Ali vejo uma passarela de madeira que leva até uma construção sobre a água. Continuo passando o olho pelo redor e vejo Guilherme sentado em uns bancos embaixo da marquise.
_ Guilherme?! O que você está fazendo aqui? – pergunto enquanto ele se levanta da cadeira onde estava sentado. Ele está segurando um buque de flores e o estende para mim. O pego e cheiro. – O que é isso?
_ Não posso dizer nada, logo você vai entender. Vem — Ele disse e me leva até a cadeira onde estava, e ali tinha um notebook com um fone plugado. – Sente-se.
_ Pra que tudo isso? – digo enquanto me sentava e colocava o fone.
_ Só dê play e saberá. Quando terminarem, estaremos ali atrás.
Não deixei de notar o “terminarem” na frase dele, mas decido não comentar. Ele sai e leva a trupe toda junta. Posiciono o notebook na minha coxa e mexo no touchpad. Ali tinha uma imagem congelada de Fernanda. AI MEU DEUS! Não posso acreditar, será que é o que eu estou pensando? Ela não pode ter pensado nisso tudo, pode? Paro de tentar adivinhar e dou play.
Fernanda estava ali parada, no que parecer ser aquela mesma marquise ali atrás. Estava claro e ela estava com a mesma roupa de sexta feira, ultima vez que a vi pessoalmente. Tínhamos ido no Mc Donalds e me lembro de que naquele dia ela estava nervosa e não parava de ficar olhando no celular, e que quando recebeu uma ligação, saiu sem dar muita explicação.
No vídeo, ela esta segurando uma placa com alguns escritos.
“Hey, Pequena! Você deve estar se perguntando por que estou estranha essa semana...”
Ela vai passando para a próxima placa.
“Bom, porque além de estar planejando isso tudo, também estava tentando escrever minha história...”
“Não consegui escrever de fato, mas apenas relembrar partes.”
“Conheci uma garota, não apenas uma garota, mas sim A GAROTA. Ela me proporcionou alguns momentos muito bons...”
“Momentos de felicidades, alegrias, descobertas, conversas e mais conversas.”
“E também situações complicados, apoiamos uma à outra em momentos difíceis da vida que enfrentamos e conseguimos superar juntas.”
“Às vezes, me mostrou como ser feliz... Mas, ultimamente, ela é a causa principal da minha felicidade.”
“Isso é um jogo. Nosso jogo. Um que eu pedi, e que a cada dia se sente mais real. Mais real do que qualquer coisa que já tive e eu não sei como me sinto sobre isso. O que fazer?! Eu não deveria me apaixonar por essa garota.”
“Mas, o que fazer se é só você que me entende, me ajuda e me completa? Mas eu faço. Eu acho que eu gosto dela e parte de mim quer gostar dela, enquanto a outra acha que eu deveria enfiar tudo em minha mochila e nunca mais voltar.”
Eu já estava muito emocionada e estava chorando demais. E eu pensando que ela tinha esquecido, quando na verdade ela estava planejando isso tudo.
“E vale a pena jogar tudo pro alto e ficar com você? Se não valer me ferrei, já me entreguei.”
“Porque se é errado me apaixonar por você...”
“Erro sem me arrepender!”
“Uma vez, alguém chegou em mim e perguntou se eu seria capaz de te fazer feliz. Parei pensei, pensei, pensei e eu cheguei a conclusão de que...”
Ela para em uma placa que tem uma grande interrogação e fica sorrindo para a câmera com um sorrisinho cínico. Ela sabe o efeito que isto teria em mim e depois de mais um tempo sorrindo, passa para a próxima em que está escrito:
“Se quiser mesmo saber, sabe como me encontrar.”E então a tela se apaga.
É a cara dela isso, seco minhas lágrimas e vou correndo até os meninos.
_Me deem logo a venda e vamos logo. – digo me preparando.
Eles me vendam e começam a me levar até Fernanda. Não me aguento de tanta emoção, não esperava isso dela, novamente ela me surpreende. Reparo no quanto evoluímos nesse tempo. Naquele dia em sua casa em que disse que já estava apaixonada há tempos, não era brincadeira. Já tinha tempos reparava nela, bem antes de namorar Guilherme. Aquela menina que vivia lendo e brincava com as amigas.De alguma maneira eu sabia que era algo diferente, mas enquanto não aconteceu nada entre nós, eu não pensava muito sobre isso. Então conheci Guilherme e fiquei sabendo um pouco mais sobre ela, como por exemplo o vício em TMI.
Foi por isso que comecei a ler, e foi também o que nos aproximou. Ela não sabe, mas TMI virou minha série favorita por causa disso.
Sou tirada do meu pensamento quando os meninos param e soltam os meus braços e começam a tirar a venda. Aos poucos vejo que estamos na marquise e ali no meio está Fernanda segurando uma rosa branca com alguns pontos rosa. Ando até lá e ela me estende a rosa e pega em minha mão.
_ Oi. Gostou?- ela diz sorrindo e olhando em meus olhos. Estou sem palavras então apenas aceno, e logo ela continua enquanto secava uma lágrima. — Espero que esse choro seja de alegria e surpresa, por que foi dureza fazer isso tudo, e foi feito especialmente para você.
_ Foi lindo, estou sem palavras. — digo conseguindo falar algo.
Ela sorri e tira uma caixinha e me entrega. Acho que consigo ouvir as batidas aceleradas do meu coração, ela tá me pedindo em namoro? AI MEU PAI! Abro a caixinha e ali tinha uma um tubo de linha. Olho sem entender e ela pega a linha da minha mão.
_ O namoro é que nem uma linha... – ela começa a amarrar a linha no meu dedo.
_ Temos que dar nós bem fortes para que ela não se arrebente. – Acaba de dar alguns nós e arrebenta depois de deixar mais um pouco de linha.
_ E se ela arrebentar... – diz enquanto pega algo atrás dela e coloca na linha. – Eu estarei do outro lado segurando a outra ponta. – fala e uma aliança desliza do alto da linha até meu dedo.
_ Ai Meu Deus. — digo entre o choro.
Ela entrega outra para mim e eu coloco em seu dedo. A puxo para mim e a beijo. Nos separamos quando falta o ar.
_ Estou curiosa, qual é a continuação da resposta? – digo colocando minha testa na dela.
_ Eu cheguei à conclusão que eu te amo. E se eu não posso te fazer feliz, mais ninguém pode.
Ela diz e me beija novamente.Nem preciso dizer que chorei ainda mais, e finalmente, digo as palavras que nunca tinha dito para ninguém, a não ser meus pais.
_ Eu também te amo.
_Loving you is easy 'cause you're beautiful, And making love with you is all I wanna do. Loving you is more then just a dream come true, And everything that I do, is out of loving you.
La la la la la, la la la la la.... – cantam Henrique e Guilherme. Tinha esquecido que eles ainda estavam ali.
Eles vêm até nós e nos parabenizam.
_ Agora é a parte boa, FESTA. – diz Guilherme tirando o terno. – Não aguento mais usar esse trem. Esquenta pra caramba.
_ Que festa? – pergunto para Fernanda
_ Achou que ia passar seu aniversário sem uma festa? Tem muito mais coisa. Mas... – ela diz levantando a venda e abrindo aquele sorriso lindo. Só por causa desse sorriso me viro, e ela coloca a venda.
_ Quero saber quando é que essa palhaçada vai acabar. – Digo resmungando, mas não escondendo o sorriso.
_ Daqui a pouco.
Vamos andando e dessa vez quem me leva é Fernanda. Continuamos até ela parar e tirar minha venda.
_ Cadê à festa? – pergunto olhando para um breu a minha frente.
_ Vai indo, e verá. – diz e se afasta. Dou alguns passos para frente e dou de cara em uma porta de vidro. Xingo e abo a porta, e tento achar um interruptor. Quando acho, acendo e sou recebida por várias pessoas levantando e gritando “SURPRESA.”
Estava todo mundo ali, minha mãe, os pais de Fernanda e vários amigos nossos, até mesmo Jonas e Daniel, que quase tiveram um treco quando perceberam as alianças em nossas mãos. Eles vêm até mim me desejando feliz aniversário e felicidades. Cumprimento todos e fico um bom tempo recebendo isso. Reparo que o salão está todo cheio de balões coloridos com 17 estampados, e fotos minhas com todos espalhados por todo o lugar. Num canto do salão, uma banda conhecida do meu irmão estava tocando, e muitas pessoas já estavam curtindo o som. Quando os ânimos se acalmaram, vou procurar Fernanda. Ela estava encostada no bar e sorri quando em vê.
_ E ai namorada? – eu digo e ela gargalha.
_ Gosto de como o som dessa palavra sai da sua boca.
_ Que bom, pretendo te chamar assim por um bom tempo. E obrigada por tudo isso, pensei que tinha esquecido meu aniversário.
_ Como é que eu poderia ter esquecido o aniversário da minha garota? Foi duro não te ligar nenhuma vez para te desejar feliz aniversário, sabia que se fizesse isso acabaria contando alguma coisa.
E foi dureza fazer isso tudo, as meninas tiveram que fazer um dobrado para enrolar você.
_ Depois de tudo o que rolou durante esse tempo, você ainda consegue me surpreender. Não sei o que seria de mim sem você Nanda. Eu falo sério.
_ Te amo pequena.
Ela me da um selinho e ficamos abraçadas conversando com o pessoal.
Depois de quase 1h 30mim de festa, Fernanda sobe no palco junto com a banda e pega um violão.
_ E ai galera, para quem não me conhece sou Fernanda e vou cantar uma música em homenagem à Aline. E antes das perguntas que farão depois da música, sim. Eu estou super apaixonada por essa garota e eu acho que ela também, já que acabou de aceitar namorar comigo. Fazer o quê?! Tem louco para tudo.
Eu poderia dizer que queria me esconder de tanta vergonha, mas não senti nada disso. O que senti foi orgulho dela por assumir assim em público nossa relação, e não consigo conter um sorriso. É claro que recebi olhares de apoio e outros surpresos ou de indiferença, mas não estava ligando. Só me importei com um, o da minha mãe, que me dava um olhar indecifrável.
Fernanda diz qual música tocar e se prepara.
ÔoohÔoohÔooh
O que todos querem é só separar nós dois
Você é o que quero e vou continuar te amando
Eu não to nem ligando para o que vão dizer
O que a gente sente ninguém tem nada a ver
Todos ficam falando que eu não sirvo para você
Dizem que eu não presto e só me meto em confusão
Querem nos afastar e acabar com o nosso amor
Tirar você de mim
Com o nosso amor todos querem por um fim
Querem nos afastar, tirar você de mim
Com o nosso amor todos querem por um fim
Querem nos afastar, tirar você de mim.
Eu amo você, e não importa o que vão dizer
Eu quero só você,Eu quero só você,Eu quero só você!
E não importa o que vão dizer
Eu quero só você,Eu quero só você,Eu quero só você!
Ôooh
Com o nosso amor todos querem por um fim
Querem nos afastar tirar você de mim
Com o nosso amor todos querem por um fim
Querem nos afastar tirar você de mim
Eu amo você e não importa o que vão dizer
Eu quero só você, eu quero só você, eu quero só você!
E não importa o que vão dizer
Eu quero só você, eu quero só você, eu quero só você!
Eu quero só...
A música acaba e todos batem palmas, Fernanda agradece a banda e desce. Estou esperando ela perto do palco, e abraço ela assim que a vejo.
_ Estamos em público, não se esqueça. — ela diz e rio sobre seu ombro.
_ Idiota.
_ Sim, mas agora sou sua idiota.
_ Só minha. — digo e a beijo. Abro os olhos por um momento e vejo minha mãe nos olhando em um canto. Me afasto e olho para ela — Acho que temos um problema, minha mãe esta nos olhando com uma cara não muito boa.
_ Não vai me dizer que ela não sabia? — ela pergunta e nem espera eu responder, já leu minha expressão. — Pensei que já tinha dito, se eu soubesse teria esperado você falar.
_ Estava esperando o momento certo, agora já era. Vamos lá.
_ Vamos né, me deixa rezar para meu anjo da guarda primeiro. Ai! — diz quando dou uma tapa nela.
_ É para você parar de brincar com coisa séria. — digo e a puxo em direção a minha mãe.
_ Quem sabia? — ela pergunta seria quando chegamos lá.
_ Meus pais, Henrique e meus amigos. — diz Fernanda.
_ Mãe, sei que pode ser complicado aceitar que gosto de meninas e que...
_ O que? Não é disso que estou falando. Estou querendo saber do porque que só fiquei sabendo do namoro junto com todo mundo. — Ela pergunta nos olhando séria.
_ Espera, você não esta brava, surpresa ou, sei lá, indignada por saber que nós duas estamos juntas? — pergunto incrédula.
_ Claro que não. Já desconfiava que rolasse algo entre as duas, vocês passavam muito tempo juntas para serem só amigas, e se olhavam bastante quando tinham outras pessoas por perto. Pra falar a verdade, vocês eram bastante óbvias.
_ Êê sogrinha gente boa essa minha. — diz Fernanda.
_ E pretendo continuar assim, é só não me chamar de sogrinha que esta valendo.
_ Toma trouxa. — digo e minha mãe ri comigo.
Conversamos mais pouco e o clima aliviou durante isso. Fernanda sai para conversar com os pais da e eu abraço minha mãe.
_ Obrigada.
_ O minha linda, só quero te ver feliz e se ela te faz feliz, tudo que posso fazer é te apoiar.
_ E ela faz, mamãe. Mais do que você imagina.
_ Que ótimo. Isso também é o que seu pai mais queria.
_ Sinto falta dele, muita.
_ Eu também. — ela me abraça mais forte. — Mas agora chega de chororó, a festa é sua e devemos curtir. Vai lá para sua turma, sei que está doida para ir.
Sorrio e me afasto dela. Chego até onde eles estão dançando e começo a dançar também.
Ali também estavam Henrique e Letícia. No estado de alegria que estava aguentava até a chatice dela.
A festa continua por horas, lá pelas cinco, vamos todos para a marquise esperar o sol nascer.
Fernanda se senta no cercado e eu a abraço por trás enquanto Guilherme faz o mesmo com Maíra. Foi lindo como sempre, e para melhorar estava com Fernanda.
_ Para sempre. — ela diz no pé do meu ouvido.
_ Para sempre. -
Suspiro e me acosto mais nela desejando que esse momento nunca acabe.
Notas finais
Comentem, favoritem e leitores fantasmas apareçam nem que seja para dizer um OI.
O Nyah marca quae 60 acompanhando, mas 7 comentam, fico sem saber se estão gostando mesmo ou não.
Nos vemos no próximo u.u
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