Heart

1 One Shot- Meu amor!


Notas iniciais
Hello, olha eu aqui com uma one-shot pervertida u-u, espero que comentem e deixem a opinião de vocês, boa leitura :D

19h00min

Domingo.

Encontrava-me em meu quarto. Olhava paralisada para o guarda-roupa aberto, indecisa de que roupa iria vestir em um momento tão especial. Em meu corpo, repousava uma lingerie rosa, não era nada muito provocante, apenas delicada.

Ele gostava disso.

Estava nervosa e quase me arrependia do que fiz, do que aceitei.

Tarde demais. Quando fui perceber já havia aceitado aquela proposta, já havia me entregado ao amor que sentia por ele.

Nosso namoro iria subir um nível aquele dia. Sentia-me nervosa à medida que chegava a hora de encontrá-lo. Combinamos de que seria às 20h00min em ponto, os segundos passavam, e meu coração acelerava cada vez mais.

Cebola viria me buscar com seu carro, tinha acabado de tirar a carteira de motorista fazia quase cinco anos, mas nunca estreou dirigir uma só vez, afirmando querer experimentar comigo, em um momento especial, era o que iria acontecer hoje. Depois de esperar oito anos de namoro, ele iria me buscar, e iríamos ter a melhor noite de nossas vidas. Era o que eu esperava.

Percebi no fundo de tantas roupas diferenciadas – a maioria foi o próprio Cebola quem me deu – um vestido lindo que havia comprado e nunca usei, pois não achava a ocasião perfeita para o mesmo. Pois aquele seria o momento perfeito.

Sabia que a gente não iria a nenhum lugar fino, nenhum restaurante ou qualquer local especial antes de qualquer coisa, mas queria ficar bonita para o rapaz que eu amava, queria impressioná-lo.

Cebola até propôs algo maravilhoso, um lugar perfeito para irmos, mas nunca fui dessas coisas, preferi então algo casual, iria a sua casa. E ele nem era doido de me fazer alguma surpresa. Odiava com minha vida surpresas.

Éramos já bem crescidos, ambos tínhamos 24 anos e não tínhamos mais aquele espírito jovem de aventuras e surpresas, planejamos tudo para que nada saísse errado. Mas no fim, nossas experiências já seria uma surpresa, e aquilo estava me deixando agitada.

O vestido era preto, cheio de rendas e tomara-que-caia. Vesti-o tomando cuidado para que não aparecesse a lingerie. Procurei meu melhor salto e passei uma leve base no rosto, apenas para esconder os mínimos defeitos, por fim, passei um leve batom vermelho. Não queria exagerar.

Sentada na cama, penteei meu cabelo e olhei as horas, aumentando ainda mais minha ansiedade.

19h55min

—Mas já?

Minha voz estava trêmula e completamente alterada, daqui a pouco ele estaria ali, em poucos minutos me buscaria e ficaríamos em sua casa... A sós.

Nunca ficamos completamente sozinhos juntos dentro de casa, apesar de sermos já bem crescidinhos, nossas famílias nunca permitiram tal coisa, eles tinham uma ideologia antiga de relacionamentos. Mesmo eu e ele já tendo nossas próprias casas.

Apesar de tudo eu e Cebola fazíamos faculdade, nunca tínhamos muito tempo para nem sair juntos, éramos totalmente focados no estudo e nossos momentos juntos eram praticamente raros. Apesar de tudo, nosso amor era grande e invejava muitos, nunca o deixávamos morrer.

Cortou-me os pensamentos um som estridente: era a campainha!

Enchendo-me de coragem, respirei fundo e me levantei com tudo, sentindo uma tontura com o ato. Recuperei-me e fui andando em passos lentos, desci a escada e fui em direção da porta. A campainha tocava várias vezes, como sempre, apressado.

Abri a porta, e logo o vi. Tão lindo, e seu sorriso era de orelha a orelha.

—Meu amor, você está tão linda!

Ele me analisava, e assim que terminou de me admirar, veio de encontro a mim, me dando um abraço cheio de amor, e carinho. Meu coração que antes estava acelerado, agora estava perto de um ataque cardíaco. Depois de anos, Cebola ainda causava as melhores sensações em mim.

—Para, Cê! Você que está...

Eu sussurrava. Estava com vergonha e ele entendia muito bem isso, tanto que deu uma pequena risadinha me dando um selinho logo em seguida, mas não me largava.

Cebola vestia roupas simples do dia a dia, sabia que terno e roupas chiques não eram de sua natureza.

Pegou-me no colo em completa surpresa. Dei um gritinho de espanto, mas logo comecei a rir com ele.

—Bobo, me larga!

—Não!

Levou-me até seu carro, me colocando com cuidado no banco da frente, cavalheiro, ele mesmo colocou o cinto em mim. Deu a volta e montou também no banco de motorista, virando para mim com um sorriso cúmplice:

—Tem um presente para você no banco de trás amor.

Ouvindo aquela revelação, olhei para trás, vendo uma bolsa ali, da marca em que queria.

—Sério amor?

—Claro! Tudo para a minha mulher.

Adorava quando me chamava daquela maneira, me contorci de uma maneira anormal para pegar a bolsa que estava lá, quando consegui, coloquei-a em meu colo e por mera curiosidade, quis ver o que tinha dentro da mesma.

Não acreditei naquilo.

—Safado!

Ouvi gargalhadas. Dentro da bolsa, várias camisinhas de diversos sabores (sabores!) tanto feminina quanto masculina repousavam ali. Senti meu rosto corar. Pervertido como sempre!

Não tinha percebido, mas já havíamos chegado à casa dele. Meu estômago embrulhou.

—Vou ter que pegar minha princesa no colo de novo?

Não teve resposta. Saiu do carro chegando ao meu lado. Abriu a porta do mesmo e ameaçou me pegar no colo, mas me levantei ainda chocada.

—É assim então?

Sua voz pareceu fria, mas logo me tomou em seus braços e me deu um beijo ali mesmo. Suas mãos percorriam toda extensão de minhas costas, em quanto sua língua fazia um belo trabalho dentro da minha boca.

Sentia ele me apertando cada vez mais para si, aprofundando o beijo que agora estava suave e carinhoso, podia sentir o quanto me amava. Largou meus lábios e começou a dar pequenos beijinhos em meu pescoço, arrancando vários suspiros de mim.

Minhas mãos puxavam seus cabelos, em quanto as suas desciam timidamente até minha bunda, apertando-a. Várias sensações agora percorriam meu corpo, incluindo o calor da excitação. Ele também parecia sentir o mesmo, pois já sentia sua ereção tocando em mim.

Seus beijos desciam cada vez mais. Acabou beijando a parte exposta de meus seios, mas quando pensou em descer meu vestido, se tocou que estávamos no meio da rua.

—Agora você não pode recusar meu colo.

Sua voz estava rouca e sexy, totalmente alterada. Dizendo aquilo, pegou-me no colo e me trouxe para dentro, continuando até chegar ao quarto. Sorriu em quanto olhava para a cama, seguindo o olhar para mim.

Acabei corando, escondendo meu rosto no pescoço dele.

—Linda.

Ele adorava minha timidez, e adorava tirá-la também. Aproximou-se da cama, e me colocou na mesma com cuidado, mantendo-se por cima de mim.

Cebola deu um beijo na minha testa, nas minhas bochechas seguindo assim dando um selinho em meus lábios, sempre olhando atentamente em meus olhos, que já derrubavam lágrimas.

—Por que chora meu amor? Está com medo?

Agora sua voz transbordava preocupação, e carinho.

—Não amor... É que...

Não consegui terminar a frase, e para tomar coragem, colei sua boca na minha, selando outro beijo, simples, mas cheio de sentimentos.

—Eu te amo.

Completei. Agora era ele quem chorava.

Não obtive resposta, mas pude sentir o calor de seus beijos agora em meu pescoço. Já estava muito excitada, e aqueles toques acabaram por me fazer gemer baixinho, apenas para ele ouvir.

Largou meu pescoço com um sorriso satisfeito, e logo foi descendo meu vestido, percebendo então a lingerie que encobria meu corpo.

—Isso tudo para mim é?

Seu sorriso transbordava malícia. Terminou de tirar meu vestido, jogando-o em algum canto. Mordidas eram espalhadas pela minha barriga que estava à mostra, em quanto suas mãos acariciavam meus braços. Ele não pareceu suportar, e caçou com as mãos o fecho do meu sutiã.

Quando conseguiu tirá-lo, fechei meus olhos por vergonha, agora ele estava vendo meus seios completamente expostos.

—Olha pra mim meu amor, eles são lindos!

Assim que os abri, senti suas mãos acariciando meus seios, e seu olhar sempre (sempre!) me encarando.

Acabei dando um gemido alto, ele gostou, assim mexendo com seus lábios quentes em mim, chupando meus seios em quanto eu não parava de puxar seu cabelo de tanto desejo e excitação.

Já não parava de me contorcer, só aquele contato já me deixava assim, imagina outro? Não parava de gemer imaginando ele dentro de mim.

Seu pênis não parava de roçar entre as minhas pernas, mesmo ele estando de calça, já deu para perceber que seu volume era grande. Tinha certeza que já estava literalmente encharcada.

Em um movimento ousado, ele pressionou ainda mais em minha intimidade – que agora estava coberta com o pano da calcinha – me fazendo dar um grito, não agüentando, tentei tirar a camisa dele, que concedeu.

—Apressadinha.

Sua voz saiu quase como um gemido, já dava para perceber que como eu, Cebola estava enlouquecendo.

Assim que tirei sua camisa, ele mesmo se levantou, e apontou para baixo, como quem dissesse para tirar o resto que sobrava. Corei.

Levantando da cama, me ajoelhei para ele e comecei a tirar sua calça, Cebola me ajudou, e assim a jogou em outro canto. Pude ver assim meu namorado apenas de cueca, agora podia ver mais ainda o quanto ele era grande.

Senti um calor imenso quando o vi colocando seu pênis para fora, não me reconhecia mais, queria chupar e engolir tudo aquilo, e assim o fiz. Sem nem um aviso prévio, abocanhei-o e comecei a chupar apenas a cabecinha. Ouvi um urro de prazer, fiquei feliz em poder satisfazê-lo.

Mas Cebola queria mais. Colocou uma das mãos em minha cabeça, e tentou pressioná-la para baixo, para que assim o coloca-se todo para dentro. Atendi ao pedido, e fui colocando-o inteiro em minha boca. Nunca pensei que aquilo tudo caberia em mim.

Apenas ouvia seus gemidos baixinhos, mas que conforme eu fazia vai e vem com a boca, ficavam mais altos e selvagens. Agora ele já pegava em meu cabelo e me ajudava com os movimentos.

Chegou um momento em que senti seu pênis pulsar, sabia o que iria acontecer, mas não queria largá-lo. Fui mais rápida nos movimentos, até sentir seu liquido quente jorrando dentro da minha boca, e ouvir um grunhido prazeroso dele.

—Desculpa amor!

Ele tentou se desculpar, mas como resposta, engoli todo seu gozo, fazendo questão de lamber também o que tinha ficado ainda nele.

Aquilo pareceu atiçá-lo ainda mais, pois me pegou no colo e me pôs novamente na cama, ficando novamente por cima de mim.

Em um movimento rápido e quase selvagem, rasgou minha calcinha com os dentes, apenas com aquele ato, quase tive um orgasmo, mas apenas respondi com um gemido manhoso.

—Minha gatinha, isso, geme pra mim.

Disse aquilo dando um tapinha na minha intimidade exposta, minhas pernas estavam abertas, então ele apenas me admirou um pouco, em quanto eu não parava de gemer como uma louca.

Cebola a acariciava com a mão, em quanto se deliciava percebendo que eu estava com vontade dele, por estar molhada. Não agüentou por muito tempo, e sua língua começou a percorrê-la, dando incrível atenção ao meu clitóris. Aquilo estava me deixando louca. Comecei a me contorcer e a gemer seu nome.

Vendo minha reação, não foi nada bonzinho. Começou a me penetrar com a língua, em quanto ainda estimulava meu clitóris com os dedos. Meus gemidos e gritos estavam cada vez mais freqüentes, até que ele parou de me penetrar, e começou a me chupar, secando toda minha excitação.

Não agüentei quando Cebola tentou colocar um dedo dentro de mim, tive um orgasmo, e junto dele também gritei de prazer, me contorcendo à medida que a sensação do ápice me consumia.

Ele observava atento cada reação minha, e aquilo acabou o deixando ereto novamente. Posicionou-se melhor em cima de mim, me dando um selinho doce nos lábios.

—Você quer mesmo meu anjo?

Agora Cebola nem parecia o mesmo de antes, sua voz transbordava carinho e amor, além de uma pitada de desejo. Aquilo me deixou ainda mais louca de tesão, e vontade de senti-lo me possuir.

—Quero você amor!

Declarei. Puxei-o ainda mais para cima de mim, e rebolei, podendo sentir seu pênis roçando em mim, só com aquilo, gemi baixinho em seu ouvido, terminando de deixá-lo maluco.

Cebola colocou-o melhor em posição da minha intimidade, e com suas mãos apoiadas em meus braços, começou a me penetrar devagar e com cuidado. À medida que o sentia dentro de mim, o medo me consumia. Sem querer, acabei soltando um grito e fechei com toda força meus olhos.

Imediatamente parou de adentrar em mim, e me deu um beijinho na testa, logo dizendo, com uma voz doce:

—Olha pra mim meu amor, não tenha medo, não vou te machucar.

Meu coração acelerou com aquela declaração. Sentia muitas sensações juntas, mas com coragem, olhei para ele, que se mantinha atento em mim.

Como quem cedesse, pressionei ainda mais seu pênis em minha entrada, chegando assim muito perto de meu hímen. Tinha certeza que queria que fosse com ele, era Cebola o amor da minha vida, e dor nenhuma me impediria de ter aquele momento especial com o mesmo.

Entendendo meu recado, continuou com todo cuidado do mundo. Começou a arder, mas não quis transparecer, ele já estava sendo carinhoso o suficiente. Todo seu volume agora já estava dentro de mim, me senti preenchida, completa por ele, aquela sensação me dava os mais prazerosos gemidos.

Cebola permaneceu parado dentro de mim, queria que me acostumasse, e em quanto isso, me dava beijinhos por todo meu rosto. Nunca me senti tão amada na minha vida.

Movimentando-me nele, dei permissão para que o mesmo continuasse, e assim o fez, começando com movimentos lentos, que me faziam gemer mais e mais a cada vez que se tornavam rápidos e profundos. Suas entocadas me preenchiam por inteira, seu pênis praticamente sumia dentro de mim, o que parecia deixá-lo ainda mais louco, aumentando a velocidade.

Suas mãos prendiam meus braços como quem queria me dominar ali mesmo. Eu estava mesmo dominada, entregada ao prazer e tudo que conseguia fazer era gemer e gritar seu nome, pedindo que fosse mais e mais forte.

—Isso, me fode gostoso!

Não conseguia nem mais raciocinar, o prazer era imenso, mas Cebola pareceu gostar, tanto que começou a gemer e urrar também, colocando mais força em mim.

Acabei não agüentando mais, e em um ato de puro êxtase, tive um orgasmo. Minha vagina acabou apertando ele, que também gozou dentro de mim.

Nós dois gritamos juntos o nome do outro.

Cebola estava exausto, assim como eu. Ele apenas deu um selinho em mim, caindo para o lado e se deitando, aliviado.

Chamei-o com a voz manhosa:

—Cê?

—Hum?

—Esquecemos a camisinha.

Lembrei-o assustada. Meus olhos já estavam começando a se encher de lágrimas, temia o pior.

Ele olhou para mim, mas não vi nenhum vestígio de medo ou de surpresa, Cebola apenas sorriu para mim de um jeito doce, se levantando e procurando algo na cômoda que estava ao lado da cama.

Perguntei com a voz trêmula:

—O que foi?

—Espera um pouco amor.

Atendi ao seu pedido e esperei ansiosa. Percebi que ele ainda estava nu, e que estava agachado mostrando seu bumbum. Acabei dando uma gargalhada, diminuindo um pouco a ansiedade. Ele riu comigo.

Levantando-se com um sorriso no rosto, mostrou-me uma caixinha.

Não podia ser.

Iria me pedir em casamento?

Cebola abriu-a, e pude ver seu conteúdo.

Era o anel mais lindo que já vi na minha vida.

—Mônica, sei que gosta das coisas mais simples, então serei breve, quer casar comigo?

Ele me conhecia mesmo, gostava do simples, mas também errou em me fazer uma surpresa, como sabe, odeio surpresas, mas aquela foi a melhor da minha vida. Minha suspeita de que me abandonaria com um filho na barriga, foi completamente eliminada.

—Quero!

Fim!

Notas finais
espero que tenham gostado :D Favoritem, comentem, e quem sabe recomendem se eu merecer, bjuuuss!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!