He Doesn't Like The Lights

3 #3 - As aparências enganam


Notas iniciais
Queria dedicar esse capítulo para a Gabriela, Carol e Aysha e todos que não me deixaram desistir de escrever. Graças a vocês aqui estou eu ♥ Carol, não me mate por eu ter feito de novo algo que você odeia que eu faça ♥ Aysha, você disse que eu podia parar com todas, menos essa, então ♥ Gabriela, sempre me aguentando quando eu vou escrevendo, então pra ti também ♥ Boa leitura! Ps: A fic havia sido excluída daqui por eu usar o Grant, então eu substituí ele, infelizmente..

#3

As aparências enganam

Blaine acordou cheio de disposição naquela manhã. O moreno havia marcado de se encontrar com Kurt em frente ao hotel onde estavam na noite anterior para irem almoçar juntos.

Blaine colocou uma roupa que havia em sua mala de sempre, se ajeitou e desceu para o térreo do prédio. Ao chegar lá, encontrou Kurt completamente arrumado e lindo. O moreno se aproximou e cumprimentou o Hummel.

– Você está muito bonito para um mísero almoço comigo. – Blaine disse.

– Você é famoso, tem sempre um milhão de câmeras ao seu redor. Preciso aparecer decentemente pelas revistas. – Blaine riu de uma maneira gostosa, fazendo Kurt rir também.

– Vamos? – Kurt assentiu e os dois foram em direção a porta do hotel.

Ao sair do local, eles foram atacados por dezenas e mais dezenas de paparazzi na rua. Todos começaram a encher Blaine de perguntas, como sempre faziam.

– Blaine, quando você vai nos falar sobre as datas da turnê? – Blaine já estava cansado daquela pergunta.

– Amanhã saem as datas. – Blaine disse paciente.

– Esse garoto é o seu namorado? – Perguntou outra repórter, essa era de um canal de televisão.

– Não. – Disse Blaine. – Esse homem maravilhoso aqui é o meu mais novo estilista.

Kurt corou fortemente e continuou em silêncio. Após mais um monte de perguntas, Blaine e Kurt seguiram até o carro, onde entraram e ficaram em silêncio.

No primeiro semáforo, Blaine quebrou o silêncio.

– Eu gosto do jeito que você se veste. – Blaine disse. Kurt apenas deu um sorriso sem mostrar os dentes. – Você tem algo contra os meus elogios?

– N-não. E-eu... eu só fico sem saber o que dizer. – Kurt disse gaguejando.

– É só agradecer. – Blaine fez uma pausa. – Ou retribuir.

Porque é muito fácil admitir o quão lindo você é. – Pensou Kurt. – Eu só não estou acostumado a ser elogiado.

– Vai me dizer que não tem ninguém que esteja de olho em você?! – Kurt negou. – Sério isso?

– Digamos que eu não seja a preferência da população. Não tem nada de muito atraente em mim. – Blaine parou em outro semáforo alguns minutos depois e encarou Kurt.

– Você só pode estar brincando comigo. – Kurt deu uma risadinha. – Só uma pessoa muito idiota para não querer você.

– Isso quer dizer que você me quer?

Ok, isso era novo. Blaine ficou sem saber o que dizer. O moreno estava corado.

– Eu deixei Blaine Anderson sem palavras? – Blaine sorriu sem jeito para Kurt.

Aquela pergunta teria volta. Blaine ainda tinha armas mais fortes contra Kurt.

– Ainda quer sua resposta? – Kurt assentiu. – Eu quero você. Na minha cama, de preferência.

– Posso pensar no seu caso. – Blaine ficou novamente sem palavras.

Ele pensou que Kurt fosse ficar envergonhado e em silêncio, mas não, o castanho simplesmente falou.

Blaine estacionou o carro e os dois garotos desceram ainda em silêncio.

Um silêncio que era ensurdecedor.

Eles entraram no restaurante, sentaram-se e fizeram seus pedidos. Foi o único momento em que a voz deles foi escutada.

O silêncio ainda pairava no ar enquanto eles comiam. Blaine olhava de canto para Kurt, que não se importava em olhar descaradamente para o moreno.

– Você está vermelho. De novo. – Kurt disse rindo.

– Deve ser porque você está olhando mais para mim do que para sua comida. – Disse o moreno.

– Estou mesmo, porque você parece mais gostoso do que o que está no meu prato. – Blaine largou os talheres e encarou Kurt.

– Uma hora atrás você estava corando por eu te elogiar e agora você está dizendo que eu pareço mais gostoso que sua comida e que pode considerar o convite de estar na minha cama? Pode me explicar isso? Porque eu não estou entendendo nada. – Blaine disse e o Hummel riu.

– Sei lá, achei que pudesse me soltar um pouco. Ser tão travado não funcionou muito bem no meu último relacionamento. – Confessou Kurt. – Mas isso não é importante. Não mais.

– É importante sim. Eu quero saber. – Blaine disse simpático.

– Eu tinha um namorado, o nome dele é Daniel. Começamos a namorar ainda no ensino médio, eu tinha dezesseis anos e era um garotinho iludido por um aluno do quarto ano, que tinha dezoito anos de idade. Eu me apaixonei tão rápido quanto me decepcionei. – Kurt suspirou. – Nós ficamos em uma festa e duas semanas depois ele me pediu em namoro. – Kurt suspirou de novo. – Eu não quero falar disso agora.

– Tudo bem. Mas quando você quiser falar, é só me chamar. – Disse o moreno e os dois voltaram a comer.

[...]

Após o almoço, Blaine levou Kurt para sua casa para que eles pudessem falar sobre as roupas da turnê.

Eles ficaram conversando por mais de cinco horas e Blaine já estava cansado de falar sobre roupas.

– Você não quer conhecer o meu estúdio? – Perguntou o moreno.

– Claro. – Disse Kurt, pegando seu casaco.

– Para que o casaco? – Blaine perguntou levantando.

– Está frio na rua. – Disse o castanho.

O Anderson apenas puxou Kurt pela mão e o guiou até seu estúdio. Kurt ficou boquiaberto quando viu aquele gigante estúdio. Aquilo mais parecia uma casa do que um cômodo.

– Pela sua cara, eu posso jurar que você gostou. – Blaine disse rindo.

– Eu só conhecia estúdios de filmes e séries, mas entrar em um é muito mais legal. – Kurt disse sorrindo.

– Esse é o meu refúgio. Aqui dentro nada nem ninguém pode me julgar, sabe? Você é a primeira pessoa que entra aqui. Eu uso o estúdio só para ensaiar e escrever minhas músicas, fora que eu sempre deixo tudo trancado. – Kurt se sentiu lisonjeado.

– Eu adoro essa música. – Kurt disse ao ver algumas partituras em cima de uma mesa. – Você vai cantá-la nos shows?

– Não. Eu apenas gosto de escutar. – Disse o moreno. – Canta comigo?

– O que? Não. Eu não, não, nem pensar. – Blaine riu.

– Ou você canta ou eu agarro você na força. – O moreno disse sério.

– Agora mesmo que eu não canto. – Blaine puxou Kurt pela cintura e iria beijá-lo, mas o castanho recuou e riu. – Ok, eu canto. Coloca aí a música.

Blaine ligou o fundo da música nos aparelhos e sentou em um banco, puxando outro para Kurt. O moreno foi quem começou a cantar.

“We'll do it all (Nós vamos fazer de tudo)
Everything
(Tudo)
On our own
(Sozinhos)

We don't need (Nós não precisamos)
Anything
(De nada)
Or anyone
(Nem ninguém)

Blaine começou calmamente, entregando-se completamente à emoção necessária para a música.

Kurt observava Blaine admirado. O moreno era tão perfeito em cada detalhe. Tudo que o envolvia em relação à sua fama era ridículo, mas aquele Blaine ali não parecia o Blaine Anderson famoso, parecia o Blaine normal, fora das câmeras.

“If I lay here (Se eu me deitar aqui)
If I just lay here
(Se eu apenas me deitar aqui)
Would you lay with me and just forget the world?
(Você vai deitar comigo e apenas esquecer o mundo?)

Kurt se juntou a Blaine na música, fazendo a voz dos dois se entrelaçar em uma perfeita sincronia. Era como se eles tivessem nascido para cantar juntos.

Os dois sorriam serenamente um para o outro, ambos se concentrando para que a música continuasse da mesma forma.

“I don't quite know (Eu não sei bem)
How to say
(Como dizer)
How I feel
(Como eu me sinto)

Those three words (Essas três palavras)
Are said too much
(São ditas demais)
They're not enough
(Elas não são o suficiente)

Kurt cantou sozinho e Blaine sentiu seu coração bater mais rápido ao ouvir aquela bela voz sozinha. Blaine estava se sentindo um idiota apaixonado, mas ele não sentia nada por Kurt.

Nada além de uma enorme atração.

Blaine não iria se apaixonar tão rápido, não é mesmo? Claro que não. Ele ainda era Blaine Anderson.

“If I lay here (Se eu deitar aqui)
If I just lay here
(Se eu apenas deitar aqui)
Would you lay with me and just forget the world?
(Você vai deitar comigo e apenas esquecer o mundo?)

Forget what we're told (Esqueça o que nós dissemos)
Before we get too old
(Antes que nós sejamos muito velhos)
Show me a garden that's bursting into life
(Me mostre um jardim onde esteja nascendo vida)

Eles voltaram a cantar juntos e sorrir um para o outro. A cabeça de Kurt agora estava confusa. Fazia tanto tempo que ele não se sentia tão bem perto de um garoto e agora ele estava em transe apenas por observar Blaine. O moreno passava, de uma certa forma, segurança para Kurt, mas só de o castanho lembrar o que aconteceu da última vez que se apaixonou, ele tratou de mandar esses pensamentos para longe.

“Let's waste time (Vamos perder tempo)
Chasing cars
(Procurando carros)
Around our heads
(Em volta de nossas cabeças)

I need your grace (Eu preciso da sua graça)
To remind me
(Para me lembrar)
To find my own
(Para me encontrar)

Blaine cantou sozinho e se botou a pensar. Seus pensamentos eram tão impróprios perante o doce menino que havia em sua frente.

Blaine ainda não entendia Kurt completamente.

Em um momento o castanho está todo envergonhado, já em outro está praticamente se jogando em cima do moreno.

Isso era confuso demais, até para Blaine.

“If I lay here (Se eu deitar aqui)
If I just lay here
(Se eu apenas deitar aqui)
Would you lay with me and just forget the world?
(Você vai deitar comigo e apenas esquecer o mundo?)

Forget what we're told (Esqueça o que nós dissemos)
Before we get too old
(Antes que nós sejamos muito velhos)
Show me a garden that's bursting into life
(Me mostre um jardim onde esteja nascendo vida)

Kurt cantou sorrindo. E que sorriso lindo ele tinha.

Blaine, pare de pensar nisso. Você não quer um relacionamento que vá além de sexo. – Pensou o moreno. – Se bem que... por um garoto como Kurt até valeria a pena ter um relacionamento sério.

“All that I am (Tudo que eu sou)
All that I ever was
(Tudo que eu sempre fui)
Is here in your perfect eyes, they're all I can see
(Está aqui em seus perfeitos olhos, eles são tudo que eu consigo ver)

Blaine segurou a mão de Kurt e olhou profundamente nos olhos do castanho, principalmente na parte em que dizia “está aqui em seus perfeitos olhos”. Kurt sorriu envergonhado e mexeu no cabelo, mostrando seu nervosismo.

Blaine percebeu e achou adorável.

Mas uma coisa ele tinha razão: os olhos de Kurt eram perfeitos. Mas ninguém havia sido capaz de dar valor o suficiente para o dono desses lindos olhos azuis.

Iria ser Blaine o primeiro?

“I don't know where (Eu não sei onde)
Confused about how as well
(Confuso sobre como também)
Just know that these things will never change for us at all
(Apenas sei que essas coisas nunca vão mudar para nós)

If I lay here (Se eu deitar aqui)
If I just lay here
(Se eu apenas deitar aqui)
Would you lay with me and just forget the world?
(Você vai deitar comigo e apenas esquecer o mundo?)

Os dois encerraram a música sorrindo e um silêncio se instalou no local.

– Você canta muito bem. – Elogiou Blaine, quebrando o silêncio depois de um tempo.

– Você também. Você consegue cantar ainda melhor pessoalmente. – Disse o castanho e o silêncio voltou a dominar o local.

– An, você não quer jantar aqui? Já está ficando tarde de qualquer maneira. – Blaine disse e Kurt assentiu.

– Não posso ficar até muito tarde. Meu amigo me convidou para ir em uma festa. – Blaine assentiu e os dois saíram do estúdio.

[...]

O jantar estava completamente divertido. Todos conversavam alegres. Todos: Blaine, Kurt, John e Gabriela. Blaine e John falavam de uma festa de alguns anos atrás onde todos ficaram extremamente bêbados.

– Eu não sou gay, Blaine. – John disse com convicção.

– Não foi isso que você pensou quando transou comigo, John. – John ficou nervoso ao ouvir o amigo.

– Eu estava bêbado. – Se defendeu o castanho.

– Vocês realmente precisam lembrar disso? – Gabriela perguntou com ciúmes e Kurt riu.

– Kurt, não ria, isso é sério. – John disse e logo começou a rir também.

– Ok, ok! Vou tentar parar, mas é um pouco impossível. – Disse Kurt entre as risadas.

– Como vocês são engraçadinhos. – John disse e todos cessaram o riso por falta de ar. O que não durou muito, pois logo os quatro já estavam rindo novamente.

O restante do jantar correu normalmente e, logo que o mesmo acabou, Kurt se despediu e foi embora. Blaine queria se divertir mais um pouco e tirar seus pensamentos atuais da cabeça, então se arrumou e foi em direção ao local de sempre.

Ele estava vestido com a roupa toda preta e colada ao corpo. A única peça de cor diferente, era sua blusa, a qual era branca e dava um contraste em seu look.

Blaine chegou, estacionou o carro e desceu. Uma multidão estava na fila, mas os seguranças liberaram Blaine ao ver quem o moreno era.

O Anderson entrou e chamou os olhares de todos para si. Ele apenas ignorou e foi até o bar, mas, ao contrário do que sempre fazia, optou por uma água. Sim, uma água. O atendente do bar sabia que o moreno sempre pedia algo forte e estranhou ele optar por água, mas fez o que lhe foi pedido.

Após tomar sua água, o moreno foi para a pista de dança a fim de se divertir.

[...]

Já se passava das três horas da manhã e o local continuava uma loucura. Blaine começou a se sentir cansado e sabia que no dia seguinte ele teria uma reunião. A reunião em questão, era com Kurt e era no turno da tarde, mas o moreno não queria demonstrar nem um resquício de cansaço. Ele queria estar perfeitamente bem.

Quando Blaine estava quase na saída do local, ele avistou um garoto com roupas apertadas demais para serem desconhecidas por ele. Ao ver aquelas roupas, ele soube que a pessoa que as vestia, era Kurt.

O castanho estava sentado e sozinho em um canto do local, ele estava mexendo em seu celular e tinha uma feição triste.

Blaine foi até ele para ver o que poderia estar acontecendo.

– Kurt, você está bem? – Ele perguntou preocupado.

– Meu melhor amigo me deixou aqui sozinho e foi embora com algum idiota, eu fiquei negando bebidas e homens a noite inteira, acho que estou bem. – Kurt disse e olhou para Blaine logo depois. – Desculpa. Isso não é culpa sua.

– Quer que eu te leve para casa? – Perguntou o moreno.

– Eu moro com esse amigo e eu não acho que ele queira alguém em casa no momento. – Blaine puxou Kurt pela mão e colou seu corpo no dele.

– Nesse caso você vai para a minha casa. – Ele sussurrou no ouvido do castanho, que se arrepiou completamente.

Blaine puxou Kurt pela mão e os dois saíram da festa com todos os olhares das pessoas na direção deles. Kurt corava mais a cada segundo, mas isso não parecia o suficiente, pois quando a multidão se esgotou e apenas ele e Blaine permaneceram, por estarem dentro do carro, Kurt corou ainda mais.

O moreno começou a dirigir e percebeu a tensão que havia ficado no ar. Parecia que Kurt queria fugir e ele não entendia o motivo do castanho querer isso.

Blaine se arriscou em encostar sua mão na coxa de Kurt, mas parecia que o mesmo recuava cada vez mais. Se fosse possível entrar no banco do carro, Kurt já teria o feito.

– Por que parece que você está indo para a forca? – Kurt riu e deu de ombros. – Isso não é bem a resposta que eu esperava.

– Blaine, as vezes você subestima o poder que você tem sobre as pessoas. Eu tento pensar que você é alguém como eu, mas eu sei que você não é. Por mais que eu tente separar o Blaine famoso do Blaine que me mostra o estúdio e canta comigo, eu não consigo, porque você não é tão diferente quanto aparenta ser. – Kurt fez uma pausa. – A sua fama é algo que chega a assustar e eu sei lá, eu só fico nervoso de estar perto de você.

– Eu sou uma pessoa normal. – Kurt riu de novo.

– Essa é a questão, Blaine. Você não é uma pessoa normal. Você não percebe que por ser famoso todo mundo sabe o que você faz praticamente o dia inteiro? Eles sabem até o que você come e que hora você come. – Blaine sorriu sem graça e encarou rapidamente Kurt.

– Você não quer que o mundo saiba que você esteve comigo? É isso? – Perguntou ele, estacionando em seguida.

– Eu não ligo para fama, Blaine. Eu não ligo se eles vão falar de mim. O que me preocupa não é bem isso.

– Então me diz o que é. – Blaine saiu do carro, fez a volta no mesmo e abriu a porta de Kurt. – Me explique bem isso, porque eu preciso entender.

– Quando eu perguntei se você me queria, você disse que sim, na sua cama de preferência. – Blaine sorriu um pouco envergonhado. – Você pode ter o homem que você quiser e isso me faz pensar que talvez você tenha dito isso por pena de mim. Eu já disse, eu não estou acostumado a receber elogios, principalmente de pessoas como você. Todos os homens que me queriam essa noite estavam bêbados. Como eu deveria me sentir?

– Você deveria se sentir perfeito, porque é exatamente isso que você é.

– Blaine, para com isso. – Pedi o castanho. – Eu trabalho para você. – Blaine foi andando em direção a entrada de sua casa e Kurt continuou parado no mesmo lugar.

– Gabriela saiu com o namorado. Você não está afim de conhecer o paraíso? – Ele perguntou de uma maneira extremamente safada.

– Eu já conheço sua casa. – Kurt disse óbvio.

– Eu estava falando do meu corpo. – Kurt continuou petrificado em seu lugar. Agora ele estava um pouco mais nervoso do que antes, mas, nem perto do que estará daqui a pouco.

Kurt saiu do lugar onde estava e seguiu Blaine. O moreno viu que Kurt estava um pouco nervoso, pois o castanho corava cada vez que Blaine o olhava. Quando os dois entraram na casa, Kurt foi em direção ao sofá para se sentar, mas antes que pudesse completar sua ação, ele foi atirado no mesmo com um pouco de força.

– Eu não consigo raciocinar direito quando você está nessas calças apertadas. Acho que a única maneira de resolver isso é tirando elas de você.

Notas finais
Mas eita 'o' Música: https://www.youtube.com/watch?v=GemKqzILV4w O que acharam? Espero que tenham gostado.. Bjo ♥