Haunted

2 Capítulo II — Viagem.


Notas iniciais
Eu sei, eu sei que falei postar aos domingos, apenas. Mas quando eu começo a postar uma fic eu me sinto ansiosa srsr. Então mais um capítulo fresquinho, aproveitei que como teve greve hoje não tive como ir para escola então terminei o capítulo; Revisei só umas mil vezes e pronto ^^ Divirtam-se e Pudinss!!!

Cinco horas e quarenta e cinco minutos de viagem sem tocar em assunto algum eu aguardo, com a cabeça recostada no vidro do carro, eu espero, espero que Sam me pergunte coisas que se pudesse evitaria.
Mas preciso mostrar que confio neles, nenhum relacionamento — mesmo que sendo amigável — sobreviveria a desconfiança. Sam e Dean são meus únicos amigos entre um bilhão de pessoas no mundo, detestaria desaponta los.
Me viro para frente algumas vezes e em todas elas meu olhar encontra o de Sam, preocupados, através do retrovisor.

— Sophia... — Começou Sam — Como entrou nessa vida?

— Você vai me achar insana. — Vislumbrei pela janela uma moça pálida a encarar-me. Seu vestido é sujo de terra nas pontas era branco e havia rendas, apertado para valorizar as curvas de seu corpo e seu peito parecia quase saltar para fora da roupa. O vento chicoteava os cabelos da moça para frente de seu rosto. Ela parecia ter vindo de uma época distante, estendeu sua mão para frente como quem quisera alcançar-me porem não se mexeu, não tentou vir até mim. Sua silhueta fora ficando cada vez mais distante até desaparecer.

Sam pareceu não percebe-lá e eu sei o por que.

— Eu sei que não é — ele riu — Te surpreenderia com o tipo de loucura que Dean e eu já passamos.

— Ah é?

— Um arcanjo nos colocou dentro de variados programas de Tv, eu tive que fazer uma cirurgia com fio dental no meu irmão.

— Perai, é sério isso? — Comecei a rir — Eu tenho que conhecer esse ele! Oh desculpe Sam, deve ter sido difícil para você...

— Perai? Nem precisa se preocupar com a cirurgia, o arcanjo curou ele e eu que levei um ''quebra nozes'' entre as pernas? — Indagou erguendo uma das sobrancelhas e com um sorriso divertido no rosto.

— Só para constar, Arcanjo é algum tipo de figura de linguagem?

— Não, — Ele fitou a estrada, eu o vi revirar os olhos pelo retrovisor. — Infelizmente não. A maioria dos anjos são idiotas ou arrogantes e não gostam muito de nós, humanos.

— Vocês conheceram a-anjos? A-anjos de verdade? — arregalei os olhos. — Como?

— Eu prometo que conto a você quando chegamos a casa do Booby, agora vamos comer alguma coisa. — Ele parou o Impala no estacionamento de uma lanchonete e deu um soco no ombro do irmão que pulou no banco.

— Droga Sammy. — Resmungou Dean.

— É pra você ir pegar um lanche para viajem, vou abastecer o carro e você vai dirigir agora. Vou querer só um cappucino e você Sophia?

— Eu mesma vou lá comprar algo para mim Sam. respondi.

— Não se preocupe, a gente nem paga por isso — Dean sorriu — São cartões fraudados sabe, vida de caçador não é a profissão que nos da mais dinheiro.

Pisquei algumas vezes surpresa, Sam e Dean fraudavam cartões? Eu pensará que eram as pessoas mais honestas do mundo. Mas de fato, ser caçador não é a coisa mais agradável, fácil e lucrativa do mundo.

— Entendo. — Digo — Então vou querer o mesmo que Sam.

— Só isso? — Indagou Dean, assenti.

Ao abrir a porta Dean bateu no Volgo ao lado, ele ainda está com uma cara sonolenta... Sorte a dele não ter arranhado o carro.

Sam ligou o Impala e atravessou a rua onde havia um posto de gasolina.

— Você me deixou curiosa. — Comentei abrindo a porta de trás do carro para pegar um ar, detesto cheiro de gasolina.

— Então, por onde eu começo?

— Do começo. — brinquei.

Sam terminou de abastecer o carro e se apoiou nele para me olhar.

— Bem, nós temos um bom amigo, ele é um anjo, só que não é um dos arrogantes e não é tão idiota quanto o outros. É um dos mocinhos.

— Como ele é? A aparência dele?

— Normal — Sam riu — igual a nós.

— Ele é tipo... Um humano? — Sam assentiu. Eu claramente fiquei desapontada. — Como ele se veste? Usa alguma manta ou toca algum instrumento?

— Não — Sam riu novamente só que desta vez mais alto — Usa terno e sobretudo, nada como você imaginava, não?

— Nem um pouco, como vocês se conheceram?

Avistei Dean chegando com uma sacola e dois cappucinos.

— Perdi alguma coisa?

— Nada de empolgante mais ainda temos três horas de viajem. Você dirige. — Lembrou Sam à Dean e deu a volta no carro abrindo a porta ao lado do banco passageiro.

Entrei novamente no carro e me ajeitei no banco de trás, Sam não pegou no sono como o irmão mas mesmo assim conversamos pouco durante a viagem, parte porque estávamos sem assunto e parte porque Sam e Dean durante quase todo o percurso discutiram sobre qual musica tocar.
Eu quisera pergunta-lôs como conheceram o anjo... Mas Dean falou que me contaria tudo que fosse preciso mas esse era um assunto delicado cujo ele não gosta de tocar, mas quando estivesse pronto me contaria.
Mais alguns minutos de viagem depois e avistei uma placa de longe que dizia ''Ferro velho do Singer'', onde Bobby morava. Dean estacionou seu Impala entre os carros velhos e saímos. Já ao lado de fora da casa sinto o cheiro de bebida alcoólica inebriando o ar e a imagem que me vem de Bobby na mente é a de um tatuador gordo e cheio de piercing.
Sam e Dean entram sem bater na porta, os segui. Era impossível não perceber a diferença do clima lá fora, para o clima dentro da casa. Sioux Falls estava em um dia quente era gostoso sentir o Sol na pele mas dentro da casa parecia tão frio, tão sombrio lembra-me a biblioteca de algum filme de terror. Haviam livros jogados no chão calçados jogados na porta sujos.
Sigo os Winchester's até uma pequena sala, cujo o centro era uma escrivania com pilhas de livros e uma garrafa bebida no chão e outro nas mãos de um senhor de boné e cabeça baixa folheando o livro, ao seu lado um homem de cabelos negros e casaco bege se inclinava pra olhar ao livro também.

— Seus idijits, obrigado por avisar que teríamos visitas. — O senhor levantou a cabeça para nos olhar senti meu rosto corar, queria dizer lô para não se preocupar mas me senti ainda mais constrangida ao ver que o outro moço estava a me encarar, seus olhos azuis se estreitaram e sua cabeça se inclinou um pouco para o lado ele parecia se perguntar algo, ou não estar entendo alguma coisa.

— Cas, algum problema? Quer dizer... O que vocês estão procurando? —Pergunta Dean encostando-se na parede.

— Na verdade sim — ''Cas'' desviou seus olhos dos meus.

— Essa é Sophia, uma amiga vai caçar conosco a partir de agora. — anunciou — Sophia esses são Bobby — Apontou para o senhor sentado na cadeira — E Castiel. — apontou para o homem mais jovem com cabelos negros e olhos azuis.

— Muito prazer — Sorri para ambos.

— Igualmente — Cumprimentou Castiel, seu nome é um tanto curioso.

— Rapazes e Sophia — Chamou Bobby — temos peixe grande de acordo com Castiel.

Sam que estava mais distante da conversa puxou uma cadeira que havia no outro comodo da casa e trouxe até o pequeno ''escritóriobiblioteca'' e sentou-se próximo a escrivania de Bobby.

— E sabemos até agora que... — Incentivou Dean.

— Nada — Falou Bobby.

— Awesome! E nós temos um caso ainda mais bizarro.

Notas finais
Comecei a fazer o capítulo três ainda hoje, porem vou postar esse de certeza só domingo. Quando eu antecipo capítulo é só uma vez durante a semana. Só antecipei porque eu fiquei o dia todo em casa sem nada pra fazerkkk PS: No próximo capítulo Sophia e Cass terão um dialogo a mais, ou não. PS²: Eu amo imagina o Cass como na quarta temporada, mais durão e sexy *u*, pronto parei! kkk PS³: No meu ponto de vista ele mudou muito, mais ainda continua sendo meu favorito