Eles terminaram de comer e se levantaram para ir jogar vídeo game.

-Ei, aonde pensam que vão? – Perguntei.

-Jogar ué?! – Pedro Lucas falou.

-Antes, tirem os pratos da mesa e coloquem pelo menos na pia! – Ordenei e eles fizeram bufando.

Terminei de comer e fui lavar a louça.

Lavei, sequei e guardei.

Fui até a sala onde eles estavam.

-Vou lá em cima ver se não fizeram bagunça! – Falei e eles nem me escutaram.

Subi e revistei tudo, é, realmente, eles não bagunçaram.

2 semanas depois...

Fui para o meu quarto, peguei uma roupa e fui tomar um banho.

Sai. Me sequei e me vesti.

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Me olhei no espelho de corpo inteiro e cheguei a uma conclusão.

Ok! Meu shorts ta muito curto e a blusa muito decotada. Vou ter problemas! Principalmente com Thomas e Pedro Lucas que são dois taradões.

É, aposto que ninguém sabe disso a não ser eu e os meninos...

Penteei meus cabelos e escovei os dentes.

Quando sai do banheiro, dei de cara com Thomas e Pe Lu mexendo nas minhas roupas intimas.

Quando me viram, pegaram umas na mão e saíram correndo pela casa e eu fui atrás deles.

-Thomas Alexander e Pedro Lucas, me devolvam isso agora! – Falei correndo atrás deles.

-Pe Lanza pega! – Thomas disse e jogou uma calcinha minha extremamente fio dental para ele.

Ele assoviou e sem perceber, levou um belo tapa na cara.

Arranquei da mão dele e peguei o resto da mão de Thomas e Pedro Lucas.

Subi, guardei novamente no lugar e sai.

Como não sou boba nem nada, tranquei meu quarto e coloquei a chave dentro do sutiã.

Se depender do Thomas e do Pe Lu, pra virem pegar, eles topam na hora!

Amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo e desci ainda com a cara emburrada.

Sentei no sofá ao lado deles e eles me olhavam com medo.

-Nanda... – Pedro Lucas começou.

-Que é? – Perguntei com raiva.

-Desculpa a gente vai?! –Thomas falou com uma carinha e voz fofa.

Calma Nanda, você tem que resistir!

-Não! – Respondi virando a cara.

Pedro Lucas sentou do meu outro lado, me fazendo ficar no meio dos dois e disse.

-Por favor Nanda! Você sabe que nós te amamos, mas também sabe que somos safados! É só colocar roupa comprida e trancar o seu quarto! – Ele disse imitando a voz do Thomas.

-Por favor Nanda! – Thomas falou do mesmo jeito.

Não me aguentei.

Coloquei meus braços por cima do ombro dos dois e os abracei.

-Tá, eu desculpo! – Falei e eles comemoraram. – Mas que isso não se repita!

-Ok! – Eles responderam juntos e me deram um beijo no rosto.

Lucas que estava na cozinha, voltou bufando.

-Que foi mano? – Pedro Lanza perguntou.

-O Marcos ligou. Temos uma turnê para amanhã e que vai até o dia 16 de Fevereiro! Mas dia 31, não fazemos show! – Ele falou meio frustrado.

Hoje é dia 26.

Sim, ontem foi o natal, o Lucas me deu um perfume da Dolce&Gabbana, Pe Lanza me deu um colar, um brinco, um anel e uma pulseira de ouro lindos, já o safado do Pedro Lucas, me deu uma fantasia erótica de enfermeira e o mais safado do Thomas, me deu uma de policial, com algemas, chicote, tudo!

Ta lá no meu guarda-roupa.

Ficamos até umas 22:00 brincando, e Lucas falou:

-Gente, a van vem nos buscar amanha as 6:00! Ah, e a Nanda vai junto! – Ele disse e Pedro Lucas e Thomas comemoraram. – Então, é melhor irmos arrumar as coisas e dormir!

Lucas é o mais responsável dos meninos.

Subi para o meu quarto, peguei as chaves e abri a porta.

Entrei e fechei a porta, mas não tranquei.

Arrumei minhas malas e depois tomei um banho, vesti meu pijama e dormi.

[...]

Acordei no dia seguinte com algum ser batendo duas panelas dentro do meu quarto. Com certeza era o Pedro Lanza.

Me levantei da cama com raiva.

-SAI DO MEU QUARTO SEU FILHO DUMA PINDAMONHANGABA! E DA PROXIMA VEZ, VOCÊ LEVA NA CARA! – Gritei e fechei a porta na cara dele.

Se tem alguma coisa que eu odeio, é ser acordada de manhã, cedinho, de jeitos não muito agradáveis, tipo BATER PANELAS.

Tomei um banho pra tirar o sono e a cara de morta.

Demorei um pouco, sai escovei meus dentes e voltei pro quarto de toalha, já que o banheiro era no meu quarto mesmo.

Fui até o guarda-roupa e quando abri, adivinhem quem estava lá?!

DOU MIL REAIS PRA QUEM ACERTAR!

Isso ai Fulano! Você acertou, era Pedro Lucas e Thomas.

Empurrei eles para fora do quarto na base de tapas, já que ele não queriam sair.

Quando fui procurar uma roupa, achei um bilhete dos dois, pedindo para mim usar calça colorida.

Eu comecei a rir, peguei uma calça que não era colorida, mas tinha partes rosas.

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Fiz chapinha no cabelo, passei uma maquiagem leve e desci com minhas coisas.

Os meninos todos já estavam lá.

Esperamos só uns 5 minutos e a van chegou.

Entramos na van e ela nos levou até a rodoviária, onde iríamos pegar um ônibus.

Chegamos e dividiram em 2 ônibus.

Os meninos iriam em um e a equipe em outra.

Eu estava entrando no ônibus da equipe quando sinto braços fortes envolverem minha cintura e me puxarem.

-Aonde a senhorita pensa que vai? – Era Thomas.

-Pro meu ônibus oras! – Respondi.

-Não senhora! O seu ônibus é aquele lá! Você vem com a gente! – Ele falou e me puxou para o ônibus deles.

Comecei a rir e entramos no ônibus.

-Ae! A Nanda vem com a gente! – Lucas falou me abraçando e eu retribui o abraço.

O Lucas é o mais fofo, carinhoso, responsável... Pera ai... O mais? Ele é o único!

Jezu não iria no ônibus com os meninos dessa vez, pois eu estaria lá, então ele apenas entrou.

Nos mandou sentar e colocar o cinto.

Fizemos o que ele mandou.

Depois ele desceu do ônibus, voltou para o dele.

E a partir do momento em que as portas do ônibus em que estávamos fecharam, tiramos o cinto e fechamos as cortinas por causa das fãs.

Depois de que o ônibus começou a andar, ninguém mais parava quieto, era um fazendo bagunça aqui, o outro lá...

Desisti de tentar aquieta-los, não daria certo mesmo...

Me sentei em um banco qualquer e dormi, daqui a pouco eles iriam se cansar também e iriam dormir.

[...]

Acordei e nem abri os olhos ainda, na verdade, abri e fechei em seguida.

Senti algo estranho.

Eu estava deitada no peito de alguém e esse alguém estava como braço na minha cintura.

Abri os olhos e olhei para cima.

Quem estava lá era Thomas.

Olhei para os lados e todos os meninos estavam dormindo.

Eu não falei?!

Olhei no relógio do celular e ainda eram 14:00, Jezu disse que chegaríamos só de noite se não pegássemos fila, mas estávamos parados numa fila de quilômetros pelo que vi pela janela.

Queria me levantar e me deitar em outro lugar, já que Thomas estava ali, e estávamos naquela posição, mas se eu mexesse um músculo e ele acordasse, a algazarra iria começar novamente.

Ah, nem ta tão ruim assim, na verdade, ta ótimo! Nunca tinha percebido isso, mas Thomas tem um perfume bom e seus braços me seguravam com delicadeza, apesar de ser forte, ele não me machucava.

Continuei ali deitada com ele e voltei a dormir.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.