Harry Potter E A Bruxa Semideusa 4
6 Segredos Mal Guardados
Notas iniciais
Estive com muita preguiça e pela primeira vez desde que comecei a escrever fanfics, fiquei com um grande bloqueio.
Mas agora, estou de volta e vou tentar postar normalmente ;)
Espero que gostem do capítulo. Dedico este para SmilerSelenator, que recomendou a fic. Muito obrigada mesmo :D
BOA LEITURA!!!
– O que acham disso? – perguntou Hermione, sorridente, indicando o livro em suas mãos. – Defesa Contra As Artes das Trevas, maior este ano.
– Cada ano muda. – comentou Lilian, arrumando os cabelos ruivos em um rabo de cavalo. – Esse ano vai conter bastante matéria pelo jeito.
– Legal. – ironizou Marlene. – Realmente incrível.
– Não vai levantar, srta.Preguiçosa? – perguntou Alice, sentando na beirada da cama de Selena.
Selena analisava uma carta. Ela secou uma lágrima e encarou as amigas. Então notou o silêncio no quarto e sorriu.
– Hey, o que estão fazendo? Pensei que estivessem se arrumando! Podem continuar. – disse Selena.
– Sel, que carta é essa? – perguntou Rose, calmamente.
– Não é nada. – respondeu Selena, se levantando e guardando o pergaminho no malão.
– Se não fosse nada, você não estaria chorando. Diga o que é de uma vez. – disse Dorcas, impaciente.
– Não é nada importante. – disse Selena, sorrindo. – Algo que devemos deixar de lado. – Ela se virou e com um aceno de varinha em direção ao malão, lacrou-o. Se virou para as amigas. – Acho que apenas eu não estou pronta. Melhor descerem. As aulas começam daqui uma hora.
Selena pegou seu uniforme e entrou no banheiro, deixando as amigas confusas para trás e claro, sem evitar encarar o malão lacrado da colega.
(...)
O Salão Principal estava cheio como sempre. Os alunos conversavam e riam, enquanto tomavam café da manhã e recebiam seus horários pelos diretores de suas casas.
Selena e as garotas caminharam até a mesa da Grifinória. De relance, Selena viu Draco na mesa da Sonserina. O loiro deu um sorriso com puro deboche para a morena, que o ignorou e se sentou a mesa da Grifinória.
– Não sei por que fica se rebaixando para ela. – disse Pansy, olhando com raiva para as costas de Selena.
– Não estou me rebaixando para ninguém. – defendeu-se Draco, encarando Pansy, impaciente. – Só...
– Só está sendo babaca. Tem que ver como olha para ela. – disse Pansy, revirando os olhos. – Se ao menos a Jayne prestasse atenção em você...
– Acho que não mandamos no que sentimos. – disse Scórpius.
Pansy e os outros sonserinos se viraram para Scórpius, como se não o conhecessem.
– E você é... – Pansy definitivamente não se lembrava do garoto.
Scórpius suspirou.
– Scórpius Mal...Metson. – corrigiu-se o loiro, mas ninguém pareceu notar o que ele estava preste a dizer. – Estudo aqui desde o ano passado e você não decorou meu nome? – ele deu um meio sorriso.
Pansy balançou a cabeça.
– Desculpe. Não me lembrava de você. Sempre calado...Enfim, o que quer dizer com isso, Scórpius? Que não mandamos no que sentimos?
Scórpius bebeu um gole do seu suco e encarou Pansy e Draco.
– Se ele está apaixonado pela Selena, não acho que isso seja um problema. Acho que isso não seja problema para nenhum de nós. Mesmo que ela seja uma grifinória. – disse Scórpius.
Draco sorriu em agradecimento e Pansy balançou a cabeça negativamente.
– Não acredito que estou ouvindo isso! – ela ergueu os braços em rendição, sorrindo. – Então, Scórp, continue.
– Bom, mesmo que ela não goste dele. – disse Scórpius, pensativo. – Acho que ele deveria tentar. E se não der certo, esqueça-a e parta para uma próxima.
– Mesmo que seja difícil esquecê-la? – perguntou Draco, sério.
Scórpius suspirou.
– Cara, não é fácil tentar esquecer alguém dessa forma. Mas tente. Conte a ela o que está sentindo. – disse Scórpius, pegando sua mochila e se levantando. – Não viva com a culpa de que não tentou.
Scórpius saiu. Draco permaneceu sentado, pensativo. Crabbe e Goyle comiam sem dar atenção para a conversa. Apenas Zabini pareceu interessado, mas logo, se desviou para outra companhia. Pansy suspirou e balançou a cabeça. Seu melhor amigo estava se apaixonando e logo pela garota que Parkinson mais detestava?
Rose, na mesa da Grifinória, observava Scórpius sair do Salão Principal. Ela “acidentalmente”, ouvira a conversa. Mas por que ele fizera aquilo?
– Não sabia que se interessava por garotos loiros, priminha. – disse Dominique, se sentando ao lado de Rose.
– Seu tom irônico me faz vomitar, sabia? – perguntou Rose, revirando os olhos.
– Scórp? Sua próxima paquera? Interessante. – disse Dominique. – Vai aproveitar que o sr.Weasley não está por perto para dar uma “escapadinha”?
– Domi...Não comece! – exclamou Rose, em tom de voz baixo. – Não estou fazendo nada de errado!
– Ainda... – alfinetou Dominique, sorrindo.
– Dominique Weasley! – cochichou Rose, irritada.
– Não esqueça que o seu pai está por aqui, querida. Ele te persegue, pelo jeito. – disse Dominique, se levantando e indicando com a cabeça, Ronald Weasley, que conversava com Hermione, Harry e Selena.
Rose pegou sua mochila.
– Vai a onde? Pensei que fosse nos esperar. – disse Lilian e era evidente, sua surpresa.
– Vou falar com uma pessoa antes. Vejo vocês depois. – Rose colocou a mochila nas costas e saiu correndo, do Salão Principal.
– Aonde ela foi? – perguntou Alvo, curioso.
– Ver seu melhor amigo. – respondeu Dominique, mordendo a maçã em sua mão direita.
Alvo e os outros se entreolharam. Hugo arregalou os olhos. Laays, que tinha acabado de chegar, começou a gargalhar. Tiago II balançou a cabeça em reprovação enquanto Dominique revirava os olhos.
– Cuidem da segurança do casal, que eu cuido da parte da união. – disse Dominique, se levantando.
– O que faz você pensar que vamos ajudá-la? – perguntou Alice.
– Por que eu posso atacar vocês em vez disso. – Dominique sorriu para Alice e Alvo. Ambos se entreolharam e encararam Dominique como se ela fosse louca.
– Domi... – começou Alice, em tom de ameaça.
– Ops. Tenho que ir. A conversa estava boa pessoal, mas tenho que terminar de me arrumar antes da primeira aula. Produção em primeiro lugar. Beijinhos. – Dominique acenou e saiu do Salão Principal, quase saltitando.
– Feche a boca, Tiago. Ela já saiu. – brincou Lilian II, rindo.
Tiago II encarou a irmã com raiva. A ruiva gargalhou.
– Só espero que Rony não descubra que Rose é sua filha. – disse Hugo, ainda perplexo.
– E espero que não descubra que Scórpius é um Malfoy. – concluiu Alice, balançando a cabeça, positivamente.
(...)
– Scórpius! Espere! – chamou Rose, correndo atrás do sonserino, pelo corredor deserto.
O loiro parou e encarou Rose. Esta o alcançou.
– Por que fez aquilo? – perguntou Rose, ansiosa.
– Aquilo o que? – perguntou Scórpius, voltando a caminhar, dessa vez, mais devagar.
Rose o acompanhou.
– Por que falou para o seu...Pai que deveria tentar com Selena? Eu não...Entendi. Draco vai ficar com Astoria. Você quer modificar isso? – perguntou Rose, curiosa.
Scórpius parou de caminhar e encarou Rose.
– Um dia, meu pai disse, que nunca teve coragem de falar o que sentia para Selena. – disse Scórpius.
Rose ficou boquiaberta.
– O que? Espera! A sra.Potter...A mãe do Alvo...?
– Nunca soube. – assentiu Scórpius, com um suspiro. – Uma das melhores coisas que meu pai me ensinou, foi nunca esconder um sentimento, quando temos um.
Rose balançou a cabeça.
– Ele não vai ter chances. – a ruiva disse baixinho.
– Não vai mesmo. – garantiu Scórpius, colocando a mão nos bolsos e sorrindo. – Mas ele pelo menos vai tentar. Quis fazer isso por ele. Para tentar mudar um pouco as coisas e as preocupações dele.
– Você fez muito bem. – disse Rose, sorrindo. – Fico orgulhosa por saber que alguém aqui está agindo da sua maneira e aproveitando essa viagem para alguma coisa.
Scórpius sorriu e Rose beijou sua bochecha. Então ela saiu correndo e Scórpius permaneceu no mesmo lugar, com a mão no lugar onde a ruiva selara seus lábios. O loiro não pôde evitar um bobo sorriso, surgir em seu rosto.
(...)
As aulas tinham se iniciado. Os alunos começavam a aprender Feitiços, Transfiguração, Herbologia, Adivinhação, Defesa Contra As Artes das Trevas, entre outras matérias.
Draco não tinha parado de encarar Selena. A aula de Poções se passou com seus olhares furtivos em direção a morena.
Harry, Rony e Hermione não pareceram notar aquilo. Selena, uma vez ou outra, acabou percebendo que alguém a observava e, procurando pela masmorra, notou Draco a encarando. Ela simplesmente suspirou e desviou o olhar, continuando a preparar sua poção.
A aula terminou e Selena saiu com os amigos, arrumando os livros em sua bolsa. Rose parecia um tanto perturbada com alguma coisa, o que deixou Selena desconfiada. Entretanto, a morena não teve tempo de interrogar a ruiva, pois Draco Malfoy surgiu na sua frente, com Crabbe e Goyle logo atrás.
– O que você quer, Malfoy? — perguntou Hermione, impaciente, como se a presença do loiro já fosse comum (o que de fato, era).
– Quero conversar com minha querida prima. — Draco encarava Selena. Harry não gostou nada daquilo.
– Selena...Você vai se atrasar para a aula de Transfiguração. — disse Harry, puxando a garota pelo braço.
– Ainda temos quinze minutos, Potter. — disse Draco, rindo com deboche.
– A conversa ainda não chegou em você. — disse Harry.
– Ela vai preferir vir comigo. — disse Draco puxando Selena para ele.
– Não. Ela vai vir comigo! — Harry puxou Selena para si.
– Esperem os dois! — gritou Selena, se soltando das mãos dos dois garotos e encarando-os com raiva. — Se não eu não vou para lugar nenhum!
Draco e Harry se calaram.
– Ótimo! Harry, siga com os outros para a sala da professora Mc.Gonagall e avise que eu fui tratar de um assunto importante com meu querido primo. — Selena encarou Draco com raiva.
Harry pareceu mais contente com a reação da garota em direção ao loiro e junto com o restante dos amigos, seguiu para a sala de aula de Transfiguração.
– E você, o que quer comigo? — perguntou Selena, irritada, cruzando os braços.
– Bom, acho melhor irmos para os jardins. — disse Draco, sorrindo. — Crabbe, Goyle. Me esperem na sala do professor Flitwick. Eu já vou para lá.
Os dois garotos obedeceram e caminhando desajeitados, sumiram de vista pela direção oposta, à que Harry e os outros tinham ido.
Selena, de má vontade, seguiu Draco até os jardins. O sol batia no gramado e as árvores estavam com suas folhas verdes e brilhantes. Não haviam alunos por perto, o que parecia ruim de mais. Selena não gostava de ficar sozinha com Draco. Aliás, nunca ficou totalmente sozinha com ele.
– Eu...Eu... — Draco não conseguia parar de gaguejar. Aquilo estava sendo impossível. Mais difícil do que ele tinha imaginado.
– Diga logo. Não tenho o dia todo. — disse Selena, que já estava sem paciência.
Afinal, Draco não era o tipo de pessoa que a morena se sentia bem ao conversar ou ver. Draco Malfoy era egoísta, metido e tinha uma cultura muito diferente da que Selena estava acostumada. Mesquinho e preconceituoso com os nascidos trouxas e mestiços. Selena tinha ótimos motivos para não querer a companhia do loiro por muito tempo.
– Eu te amo. — disse Draco, finalmente.
E puxando-a para perto, ele a beijou. Selena não teve tempo de pensar ou impedi-lo. Draco apenas segurava-a pela cintura e Selena só conseguiu se debater por poucos instantes.
A única coisa que conseguiu detectar rapidamente, foi que os lábios de Draco eram frios e seu beijo tinha gosto de menta.
Logo que sentiu algo estranho, Selena empurrou Draco para longe e limpou seus lábios na manga do uniforme.
– Você é louco! — gritou Selena, se afastando.
Draco deu um meio sorriso.
– Você gostou. — garantiu ele, sorrindo.
Selena balançou a cabeça e Draco se aproximou.
– Admita. — disse ele, em baixa voz.
Selena balançou a cabeça negativamente e saiu correndo. Draco apenas ficou para trás, sorrindo. Entretanto, imaginou que Selena jamais falaria com ele novamente, e isso o deixou com uma péssima sensação.
(...)
Selena preferiu não comentar o que tinha acontecido, com os amigos. Principalmente, preferiu não dizer nada à Harry. O que ele iria pensar?
Mas claro, uma parte de sua consciência (ou o que sobrava dela) dizia que Selena deveria contar e ser sincera. Entretanto, a parte perdida de sua razão, dizia que aquilo deveria ser levado para o túmulo e jamais, ser mencionado.
Talvez não fosse tão ruim assim. Afinal, ela já escondia milhares de segredos e um a mais, um a menos, seria indiferente àquela situação.
Logo que o período do almoço terminou, Selena seguiu com os colegas grifinórios para a aula de Feitiços, entre brincadeiras habituais de Sirius, Lupin e Tiago.
Selena sabia que Harry estava preocupado com ela. A sensação de culpa era inevitável diante daquele pensamento. Selena e Harry não tinham nenhum compromisso. Entretanto, Selena sentia-se mal por deixar seu melhor amigo preocupado com ela, pensando nela.
A aula de Feitiços foi insuportável diante daqueles pensamentos tão preocupantes. Selena estava se sentindo horrível! Talvez, a pior pessoa daquela escola!
Draco porém, não estava ligando para o que os outros pensariam. Ele apenas se importava com o que Selena achava da situação e o que ela faria. Draco sorria bobo, ao lembrar do momento no jardim. Foi incrível. Ótimo na realidade.
Os amigos de Draco, não podiam deixar de notar que o amigo mudara depois de "conversar" com a prima. Draco ficou distante e pensativo, o que não era normal.
Scórpius não conseguia conter sua satisfação. Embora soubesse que Selena jamais iria querer Draco, por saber que havia um chance (mesmo que pequena) de Scórpius poder mudar o jeito arrogante de seu pai no passado, já fazia com que ele se sentisse bem.
Depois do almoço, os alunos da Sonserina seguiram para a aula de Adinhação. Scórpius ficou feliz por ter conseguido falar com Draco, na sala da professora Trelawney, que estava distraída demais falando sobre algo trágico que aconteceria com Zabini, na próxima segunda-feira.
– Então, como foi com a Selena? — perguntou Scórpius.
Draco sorriu bobo.
– Maneiro.
– O que aconteceu? — Scórpius já sabia a resposta, só de ver a cara de seu pai.
– Eu tomei atitude e nos beijamos. — disse Draco, com um suspiro.
– Vixe, no primeiro dia de aula você já fez isso? — Scórpius achou graça e riu.
– Não consegui me segurar. — se defendeu Draco.
– Pois deveria ter tentado. Sabe que isso vai causar uma grande confusão, não sabe? — Pansy Parkinson se aproximara com Crabbe e Goyle.
Scórpius suspirou, impaciente.
– Não ligo. Quero que ela entenda que meus sentimentos são verdadeiros. — disse Draco, pegando os livros de Adivinhação na mochila.
– Não estou te reconhecendo. Sinceramente, não te conheço mais. — disse Pansy, balançando a cabeça e se afastando com Crabbe e Goyle, para os pufs mais próximos da professora.
Scórpius pegou seu material e pensativo, começou a fazer os deveres. Pensando no que Rose achou da sua atitude.
Não! O que ele estava pensando? Na Rose? Não. Não deveria pensar nela. Ou deveria?
Os pensamentos de Scórpius Malfoy, não poderiam estar mais confusos do que naquela aula de Adivinhação.
(...)
Selena caminhava em direção à aula de História da Magia, depois de uma rápida conversa com Dominique, Laays e Rebeca, no corredor. Claro, ela estava atrasada.
Os amigos provavelmente, já estavam na sala e esperavam pela morena. Com certeza, Quiron deixaria Selena assistir a aula, mesmo com o seu atraso. Por isso, Selena mal se preocupava.
Um barulho de algo cortando e Selena ouviu um barulho. Se virou e viu seus livros, pergaminhos e tinteiros espalhados pelo chão. Olhou para os lados e não viu ninguém.
"Droga", pensou ela. "Grande sorte a minha".
Selena fez um feitiço rápido e sua mochila (misteriosamente rasgada), ficou novinha em folha. A garota guardou o material novamente e ao se levantar, notou que alguém a observava. A última pessoa que ela gostaria de encontrar.
– Chang. — murmurou Selena, indignada, colocando a mochila nas costas.
Cho Chang, sorriu. Tinha uma beleza irreparável, mas por dentro, sua maldade e inveja eram maiores que qualquer outra coisa. Não havia um único sentimento bom dentro daquela garota e Selena sentia nojo, raiva e indignação só de cruzar com Chang no corredor.
– Olha só quem eu encontro! Atrasada, Jayne? Suponho que o professor estranho não vá gostar de vê-la na sua sala agora. Sugiro que dê meia volta e vá importunar algum dos seus amigos nojentos. — Cho sorriu com puro deboche.
Selena cerrou os punhos e contou mentalmente, até dez.
– O que você quer? — perguntou, tentando continuar calma.
Cho riu.
– Um passarinho me contou que você o Draco... — Cho rodeou Selena, lentamente. — Se beijaram hoje.
– Isso não é da sua conta. Além do mais, não temos nada. — disse Selena se virando para Cho, que sorriu com escárnio.
– Eu não estou dizendo que estão juntos. Mas será que o Harry...Vai pensar assim? — Cho olhou as próprias unhas.
Selena riu.
– Você não contaria.
– Me dê um bom motivo — Cho encarou Selena. — para eu não fazer isso.
– Miguel Corner — disse Selena, lentamente. — Descobri que você e ele...Estão juntos, certo?
– Sim. E daí? — perguntou Cho.
– Será que o Miguelzinho, gostaria de saber que você está assim tão...Tão interessada no Harry?
Cho encarou Selena, com puro ódio.
– Tome cuidado, garota. Eu estou por perto. — disse Chang, ameaçadoramente.
– Que eu saiba, ninguém chamou você. — falou Selena, achando graça.
– Pode continuar rindo, mas você vai saber quem ri por último. — Cho passou por Selena, fazendo questão de bater em seu ombro.
– E com certeza, não será você. — gritou Selena, enquanto Cho caminhava pelo corredor, sumindo de vista.
Selena socou a parede. Logo Cho Chang, sua maior inimiga (desde o ano anterior), descobriu sobre o erro, que ocorreu naquela manhã, entre Draco e Selena. O que a garota fará se Harry descobrir?
Notas finais
Deixem comentários e digam o que acharam e o que esperam para o próximo capítulo.
Até outro dia pessoal ;)
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