Harry Potter E A Bruxa Semideusa 3
26 A Pulseira BJ
Notas iniciais
Primeiramente, vou agradecer pelos comentários maravilhosos. Sério, vocês são demais! Obrigada por tudo!
Em segundo, eu sei o que vocês estão pensando. Eu disse anteriormente, que estaria postando na semana também, certo? Mas houve um imprevisto e não rolou capítulo nessa fic.
Maas, essa semana eu vou estar um pouco mais livre e vou TENTAR atualizar a história pelo menos 3 vezes (ou mais).
Aproveitem esse capítulo. Na minha opinião ficou bom, mas preciso ver a opinião de vocês.
E em terceiro, não esqueçam que eu resumi ao máximo. Vocês conhecem a história e não acho necessário repetir muita coisa. Apenas as coisas mais importantes.
BOA LEITURA!!!
Madame Pomprey havia insistido em manter Harry na Ala Hospitalar pelo restante do fim de semana.
O garoto pareceu não se importar e Selena, Hermione, Rony e Rebeca, passaram grande parte do tempo com o amigo. Laays, Hugo, Rose, Alice, Scórpius, Alison, Tiago e Dominique, passaram outra parte do tempo, estudando e se preocupando em conseguir passar a matéria para os amigos. Tiago e Dominique estavam mais preocupados com os N.O.M.s, exames que testavam os conhecimentos dos alunos do quinto ano e o guiavam para a profissão que desejavam.
Selena conversava com Rebeca, que estava ansiosa para ir para o Acampamento Meio-Sangue.
- Tem parede de escalada com lava, Anfiteatro... – Selena contava à Rebeca, que parecia mais e mais animada.
- Eu quero ir para lá logo! – Rebeca não parava de pular, contente.
- Você vai, mas apenas no próximo ano. – disse Selena, sorrindo e se lembrando, de quando estava animada para ir para o Acampamento Meio-Sangue quando tinha a mesma idade que Rebeca.
Harry parecia um pouco melhor, mas Selena notava sua tristeza por ter perdido o jogo e principalmente, por ver sua vassoura Nimbus 2000, quebrada.
Selena tinha a impressão, de que Harry escondia algo dela. Alguma informação. Ou será que ela estava errada? Selena não sabia dizer, mas quando seguia seus instintos, as coisas costumavam acontecer da forma que Selena achava que aconteceria.
(...)
Depois de alguns dias, muitas coisas aconteceram. Os alunos da Sonserina passaram a zoar com o time de quadribol da Grifinória, cada vez menos, e isso se deve ao motivo de que a piada de Draco Malfoy sobre os Dementadores, já se tornara velha demais para fazer os alunos rirem.
O professor Lupin havia voltado às suas atividades nas aulas de DCAT, para alívio dos alunos da Grifinória, que não suportavam Snape e nem as insinuações de que Lupin não ensinava bem. Selena pelo menos, gostaria de falar poucas e boas para Snape, mas ela achou melhor não se meter em confusões (pelo menos dessa vez).
Mas Selena não estava preocupada com isso. Sua maior preocupação e fonte de animação – e provavelmente, fonte de confusão também – era uma coisa muito melhor e que se resumia a um simples pergaminho.
Quando o segundo passeio à Hogsmead se aproximou, Harry, Selena e os colegas grifinórios – exceto Rony e Hermione – se preparavam para ficar em Hogwarts e já planejavam as atividades do fim de semana.
Mas uma surpresa no sábado interferiu completamente nos planos que Selena pensava cumprir naquele dia.
Fred e Jorge mostraram a Harry e Selena – quando ambos caminhavam por um corredor deserto de Hogwarts – o Mapa do Maroto, que segundo os gêmeos, era o segredo do sucesso de ambos em conseguirem confusões e principalmente, conseguir fugir delas.
Eles explicaram que o Mapa do Maroto mostrava o que cada um dos alunos, professores e até mesmo o que o diretor, faziam no terreno de Hogwarts. Um mapa da escola, que apenas aparecia no pergaminho quando se apontasse a varinha para o lugar e dissesse “Juro solenemente que não pretendo fazer nada de bom”, e sumia do pergaminho quando dissesse “Malfeito-feito”.
Selena achou a idéia o máximo e Harry estava animado como ela. Fred e Jorge deram de presente para os dois, o Mapa do Maroto e os aconselharam a seguir uma passagem secreta atrás da estátua da bruxa de um olho só (n/a: Lol pode ser uma ciclope).
Harry e Selena correram de volta para a Sala Comunal da Grifinória e contaram tudo aos amigos.
Tomas, Renato e Sebastian, pareceram de algum modo, orgulhosos. Alison, Tiago e Laays, pareceram felizes e concordaram em ir para Hogsmead.
Livia foi à única que colocou pontos negativos no plano, mas no fim, acabou indo também, por causa de Drika e Milena.
Selena poderia resumir que a ida a Hogsmead, não fora uma idéia tão boa. Foi legal -incrível na verdade -, conhecer o povoado, mas o que Selena, Harry, Rony e Hermione descobriram, não foi nada, nada legal.
Enquanto estavam no bar Três Vassouras, um dos lugares mais visitados de Hogsmead, Selena e Harry ficaram invisíveis – graças às luvas da invisibilidade – e ouviram uma conversa de Mc.Gonagall, Fudge e Madame Rosmerta.
Sirius Black matara mais de treze pessoas em uma rua movimentada e juntamente com essas pessoas, matou Pedro Pettigrew, um amigo de Tiago e Lilian Potter. Mas essa não foi a pior notícia, afinal Selena já sabia grande parte da história toda. Tiago e Sirius eram grandes amigos e mais tarde, Tiago confiou a localização dele e de sua família, ao amigo, quando Voldemort estava atrás dos Potter.
Sirius traiu a família que confiou nele, Sirius traiu os Potter, entregando a localização deles a Lord Voldemort que os matou e apenas Harry sobreviveu.
Ah e mais uma coisa: Sirius é o padrinho de Harry. Selena estava perplexa depois de ouvir tudo aquilo. Harry ficou revoltado, como Selena nunca o viu antes.
Acusou Sirius, acusou-o de todas as formas possíveis e Sebastian, parecia horrível como Tomas, Livia e os outros, que se aproximaram do quarteto e ouviram tudo. Eles já sabiam do ocorrido, pois estavam a uma mesa próxima quando Mc.Gonagall, Fudge e Rosmerta começaram a conversa.
Quando domingo amanheceu, Selena notava Harry mais determinado e mais distante. Ele parecia frustrado com tudo e com um brilho novo nos olhos verdes; vingança. Selena conhecia aquele brilho e assustou-se por vê-lo em Harry.
Mais tarde, naquele mesmo dia, Selena e os melhores amigos, estavam na Sala Comunal da Grifinória e Harry estava anormalmente quieto.
— Harry, escuta aqui — disse Hermione trocando um olhar com Rony e Selena —, você deve estar realmente perturbado com o que ouviu ontem. Mas o importante é não fazer nenhuma bobagem.
— Como o quê?
— Como tentar ir atrás de Black — disse Rony depressa.
Harry não respondeu nada. Selena notou, os amigos ficando quietos e Rony e Hermione, recomeçarem a falar.
— Você não vai, não é mesmo, Harry? — insistiu Hermione.
— Porque não vale a pena morrer por causa do Black — disse Rony.
Selena sabia o que se passava na cabeça de Harry e suspirou, por ver que Rony e Hermione não entendiam o problema.
— Vocês sabem o que eu vejo e ouço cada vez que um dementador se aproxima de mim? — Rony e Hermione sacudiram a cabeça, apreensivos. — Ouço minha mãe gritar e suplicar a Voldemort. E se alguém ouve a mãe gritar daquele jeito, pouco antes de morrer, não dá para esquecer depressa. E se descobre que alguém que ela acreditava ser amigo foi o traidor que pôs Voldemort na pista dela...
Lilian segurou o choro. O seu filho estava na sua frente, falando dela, pensando que ela estava morta. De fato, Lilian Evans já não vivia no tempo de Harry, mas doeu em Lilian ouvir o que o filho acabara de dizer.
— Mas não tem nada que você possa fazer! — disse Hermione impressionada. — Os dementadores vão capturar Black e ele vai voltar a Azkaban e... E é muito bem feito para ele!
— Você ouviu o que Fudge disse. Black não é afetado por Azkaban como as pessoas normais. Não é um castigo para ele como é para os outros.
Sirius e Tiago se entreolharam. Sirius estava envergonhado por tudo o que sabia. Por saber que se tornaria um monstro e que por sua culpa, Tiago e Lilian estavam mortos. Seus amigos estavam mortos por causa dele.
— Então o que é que você está dizendo? — perguntou Rony muito tenso. — Você quer... Matar Black ou coisa parecida?
— Não seja bobo — disse Hermione, cuja voz transparecia pânico. — Harry não quer matar ninguém, não é mesmo?
Mais uma vez Harry não respondeu. Selena fechou o livro que lia e encarou o amigo, mas não disse nada. Ela sabia o que ele estava sentindo. Sabia que Harry não pensava como Rony e Hermione.
— Malfoy sabe — disse Harry de repente. — Vocês lembram do que ele me disse na aula de Poções? "Se fosse eu, ia atrás dele sozinho... Ia querer vingança.”
— Você vai seguir o conselho de Malfoy em vez do nosso? — perguntou Rony, enfurecido. — Escuta aqui... Você sabe o que a mãe do Pettigrew recebeu depois que Black acabou com o filho dela? Papai me contou... A Ordem de Merlim, Primeira Classe, e o dedo de Pettigrew em uma caixa. Foi o maior pedaço dele que conseguiram encontrar. Black é um louco, Harry, e é perigoso...
Marlene estava muito triste. Não conseguia acreditar que Sirius...Não, ela tinha que acreditar que Black não teria feito tudo aquilo.
— O pai de Malfoy deve ter contado a ele — disse Harry, não dando atenção a Rony. — Fazia parte do círculo íntimo de Voldemort...
— Faz favor de dizer Você-Sabe-Quem? — exclamou Rony com raiva.
—... Então obviamente, os Malfoy sabiam que Black estava trabalhando para Voldemort...
— ... e Malfoy adoraria ver você desintegrado em um milhão de pedaços, como Pettigrew! Caia na real, Harry. A esperança de Malfoy é que você seja morto antes de ele precisar jogar Quadribol contra você.
— Harry, por favor — pediu Hermione, os olhos agora brilhantes de lágrimas —, por favor, tenha juízo. Black fez uma coisa horrível demais, mas não corra riscos, é isso que Black quer... Ah, Harry, você vai fazer o jogo do Black se for atrás dele. Seus pais não iam querer que você se machucasse, iam? Jamais iam querer que você saísse procurando o Black!
— Eu nunca vou saber o que eles iam querer, porque, graças ao Black, nunca conversei com eles — disse Harry com rispidez.
Houve um silêncio em que Bichento se espreguiçou com desenvoltura, flexionando as garras. O bolso de Rony estremeceu, mas o ruivo não deu atenção.
Selena colocou o rosto entre as mãos, não querendo ver a cena que estava à sua frente. Um Harry Potter, decidido a fazer a maior idiotice do mundo.
— Escuta — disse Tiago, se metendo na discussão e obviamente procurando mudar de assunto —, estamos de férias! Já é quase Natal! Vamos... Vamos descer para ver o Hagrid. Não o visitamos há uma eternidade!
— Não! — disse Hermione depressa. — Harry não pode sair do castelo, Tiago...
— É, vamos — disse Harry se endireitando na poltrona —, assim posso perguntar a ele por que nunca mencionou o Black quando me contou a história dos meus pais!
Tiago com certeza não queria ter causado aquilo. Encarou o irmão Alison, procurando apoio, mas o garoto suspirou em sinal de que não poderia fazer nada.
(...)
Os garotos caminharam sem pressa pelos jardins, deixando uma vala rasa na neve faiscante e solta, as meias e as bainhas das capas foram se molhando e congelando.
A Floresta Proibida parecia que fora encantada, cada árvore se cobrira de salpicos prateados e a cabana de Hagrid lembrava um bolo com glacê.
Rony bateu, mas não teve resposta.
— Será que ele saiu? — perguntou Alice, que tremia embaixo da capa.
Rony encostou o ouvido na porta.
— Tem um barulho esquisito — disse. — Escuta só, será o Canino?
Hugo e Laays encostaram os ouvidos na porta também. De dentro da cabana vinham uns gemidos baixos e soluçantes.
— Será que não é melhor a gente ir chamar alguém? — perguntou Hugo, nervoso.
— Hagrid! — chamou Harry, dando socos na porta. — Hagrid, você está aí?
Ouviu-se um som de passos pesados, depois a porta se abriu com um rangido. Hagrid estava ali parado, com os olhos vermelhos e inchados, as lágrimas caindo pelo seu colete de couro.
— Vocês souberam? — berrou ele, e se atirou no pescoço de Harry.
Harry foi salvo por Rony e Hermione, que seguraram um em cada braço de Hagrid, e o puxaram para dentro da cabana. Os outros entraram na cabana, observando o guarda-caça deixar-se conduzir até uma cadeira e se largar em cima da mesa, soluçando descontrolado, o rosto brilhante de lágrimas que escorriam por sua barba embaraçada.
— Hagrid, o que foi? — perguntou Livia perplexa.
Selena reparou em uma carta de aparência oficial aberta em cima da mesa.
— Que é isso, Hagrid?
Os soluços de Hagrid redobraram, mas ele empurrou a carta para a garota, que a apanhou e leu em voz alta:
"Prezado Sr. Hagrid.
Dando prosseguimento ao nosso inquérito sobre o ataque do hipogrifo a um aluno seu, aceitamos as ponderações do Profº. Dumbledore de que o senhor não é responsável pelo lamentável incidente."
— Bem, então está tudo certo, Hagrid! — exclamou Rony, dando uma palmadinha no ombro do amigo.
Mas Hagrid continuou a soluçar, e fez sinal com uma de suas gigantescas mãos, convidando Selena a continuar a leitura da carta.
"No entanto, devemos registrar a nossa preocupação quanto ao hipogrifo em pauta. Decidimos acolher a reclamação oficial do Sr. Lúcio Malfoy, e o caso será encaminhado à Comissão para Eliminação de Criaturas Perigosas. A audiência terá lugar em 20 de abril, e solicitamos que o senhor se apresente com o seu hipogrifo nos escritórios da Comissão, em Londres, nessa data.
Entrementes, o animal deverá ser mantido preso e isolado.
Atenciosamente..."
Seguia-se uma lista com os nomes dos conselheiros da escola.
— Ah! — exclamou Rony. — Mas você disse que o Bicuço não é um hipogrifo bravo, Hagrid. Aposto como ele vai se safar...
— Você não conhece as gárgulas da Comissão para Eliminação de Criaturas Perigosas! — respondeu Hagrid com a voz engasgada, enxugando os olhos na manga. — Eles têm má vontade com as criaturas interessantes!
Um som repentino vindo de um canto da cabana fez os garotos se virarem depressa. Bicuço, o hipogrifo, estava deitado a um canto, mastigando alguma coisa que fazia escorrer sangue por todo o soalho.
— Eu não podia deixar ele amarrado lá fora na neve! — explicou Hagrid, sufocado. — Sozinho! No Natal.
Os amigos se entreolharam. Nunca tinham concordado com Hagrid sobre o que o guarda-caça chamava de "criaturas interessantes” e outras pessoas chamavam de "monstros aterrorizantes". Por outro lado, não parecia haver nenhuma maldade especifica em Bicuço. De fato, pelos padrões normais de Hagrid, o bicho era sem dúvida engraçadinho.
— Você terá que preparar uma boa defesa, Hagrid — falou Rose, sentando-se e pondo a mão no braço maciço do amigo. — Tenho certeza de que você pode provar que Bicuço é seguro.
— Não vai fazer nenhuma diferença! — soluçou Hagrid. — Aqueles demônios da Eliminação, eles são controlados por Lúcio Malfoy! Têm medo dele! E se eu perder o caso, Bicuço...
Hagrid passou o dedo rapidamente pela garganta, depois deixou escapar um lamento, e caiu para frente, deitando a cabeça nos braços.
Depois disso, os amigos passaram o tempo consolando Hagrid e Hermione, Rose e Livia, prometeram arrumar um jeito de salvar Bicuço, pesquisando leis e vários casos para que Hagrid mencionasse no julgamento. O guarda-caça pareceu um pouco mais confiante.
Então, quando segunda-feira começou, Hermione, Rose e Livia arrastaram o restante dos amigos (inclusive Scórpius e Rebeca), para a biblioteca, ajudar na pesquisa.
Eles pegaram milhares de livros e levaram para a Sala Comunal da Grifinória, onde passaram o tempo folheando lentamente os livros.
— Aqui tem uma coisa... Houve um caso em 1722... Mas o hipogrifo foi condenado, eca, olhem só o que fizeram com ele, que coisa horrível... – comentou Scórpius, enojado.
— Esse aqui pode ajudar, olhem... Um Manticora atacou alguém ferozmente em 1296, e deixaram o bicho livre... Ah... Não, foi só porque todos estavam com medo de se aproximar dele... – Alice pareceu decepcionada e largou o livro.
Nesse meio tempo, tinham sido armadas no resto do castelo as magníficas decorações de Natal, apesar de poucos alunos terem permanecido na escola para apreciá-las.
Grossas serpentinas de folhas e frutos de azevinho foram penduradas pelos corredores, luzes misteriosas brilhavam dentro de cada armadura, e o Salão Principal tinha as doze árvores de Natal de sempre, fulgurantes de estrelas douradas. Um cheiro forte e gostoso de comida invadia os corredores e, na altura da noite de Natal, estava tão forte que até Perebas, no bolso de Rony, botou o nariz de fora para cheirar, esperançoso, o ar.
Na manhã de Natal, Selena foi acordada por uma guerra de travesseiros que ocorria no dormitório das garotas.
- Presentes! – exclamou Alice, animada.
Selena olhou para o lado de sua cama e viu uma pilha de presentes. Sorrindo, começou a abri-los.
Da sra.Weasley, ganhou um suéter com a letra S. De Percy e Annabeth, ganhou uma jaqueta jeans. De Rony, ganhou mais uma caixa de Sapos de Chocolate e de Hermione, o livro Armas Mitológicas. Surpreendeu-se, por fim, ao ver mais um pacote no final da pilha.
Selena abriu o menor e viu uma pulseira de prata, com a letra B e J coloridas. Pensou que fosse o presente de Harry a ela, mas viu que não era isso, quando leu o cartão na pequena caixa.
“Esse foi um presente de sua mãe, quando você tinha apenas seis meses. Guarde bem.”
Selena segurou a pulseira à frente de seus olhos. Se surpreendeu por ver o quão bonita era a pulseira. Mas quem havia dado aquilo a Selena? Sua mãe estava presa, não conseguiria mandar aquilo de Azkaban.
“BJ”, pensou Selena. “Black e Jayne?”.
Selena estava confusa sobre o presente. Aquela pulseira, causou algo estranho em Selena e ao se levantar da cama e resolver guardar aquilo, acidentalmente se olhou no espelho.
Quase deu um grito, mas conseguiu segurar o impulso. Suas amigas começavam a se preparar para o café da manhã e conversavam animadas.
Porém, Selena não estava tão animada assim. Seus olhos não eram mais negros. Seus olhos estavam da cor azul.
Notas finais
Comentem e recomendem pessoal. Amanhã posto outro capítulo.
Beijos da autora, Livia Dias ;)
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