Era uma tarde muito bela , pássaros cantando e crianças brincando na pequena praça daquela vila pequena e nobre. Ipyo acorda com uma iniciativa muito grande de ir à cidade de Juuk , no dia de seu aniversário de 13 anos. A data que ele esperara a muito tempo para se realizar. O dia em que ele entraria na cidadela para se tornar um guerreiro lendário.

Com muita fome , logo de manhã , Ipyo segue a padaria para comprar os pães do café da manhã — não poderia partir assim sem comer nada — e assim ficar com energia cheia. O sonho que ele tivera naquela noite era muito estranho: Um cavaleiro que obtinha uma espada de cristal brilhando , derrotara um dragão que havia duas cabeças. Mas não foi trabalhoso , ele simplesmente não fez pratimente nada , apenas levantou a espada e as cabeças do monstro caíram , era muito estranho. Um poder muito forte para uma pessoa normal. Ipyo conhecia a história daqueles que salvaram Juuk um dia , fazendo-a ter este nome , em tributo aos dez imperadores , e só quem poderia ter um poder tão grande de matar alguem só por levantar uma espada , eram eles.

Voltando para sua casa , pegou sua mochila e a encheu de suprimentos , e uma garrafa de água para sua longa viagem à cidade. Quando seu amigo se aproximou com uma bolsa um pouco menos pequena.

– Está indo para onde ? — Perguntou Kitano , amigo de Ipyo.

– Para a cidade de Juuk , e você , por que está com essa mochila ? Você só tem 12 anos , não me diga que está indo a cidade de Juuk.

– Sim , estou ... completando 13 hoje , não havia lhe falado , queria que fosse uma surpresa pra você para irmos juntos à Juuk. Lamento ter mentido sobre minha idade.

– Você mentiu sobre sua idade para mim ? Que tipo de amigo você é que chega a mentir até sobre a sua idade ? Se você mente sobre uma coisa idiota dessas , eu só quero saber quantas mais coisas você mentiu para mim !

– Eu pensei que você ficaria feliz por souber que eu iria com você !

– Pensou errado.

– Estão tudo bem , vai você só ... ninguém precisa de você.

Ipyo parte sozinho para Juuk , por uma estrada de terra , com árvores e mudas mortas. Areia para todos os lugares , o único jeito de saber que o caminho era o certo , foi que cercas indicavam qual o caminho que deveria percorrer.

Não demorou muito tempo para sua garrafa com água ficar vazia. O caminho era escasso e muito grande , não demoraria muito para o crepúsculo chegar aos céus. Sua pele estava pálida e seus olhos baixos , e o peso da mochila estava exercendo uma pressão grande sobre suas costas , até que ele desmaiou.

Ipyo acordou dentro de uma cabana sem saber o que estava acontecendo , porém ficara aconchegado com um cobertor enquanto o frio viera atrapalhar.

– Quem está ai ? – Perguntou enquanto pisos se ouviam vindo em direção a ele.

– Dormiu bem ? Não queria que você ficasse naquele chão vazio e sem água. — Disse uma senhora carismática com um chapéu esquisito e com um cajado feito de aço , que obtinha uma esfera verde em cima.

– Quem é você ? E por que me ajudou ?

– Eu sei o que você fez antes de sair de Alik — Vila onde Ipyo morava — e não aconteceu nada de bom desde então.

– Como você ...

– Existe muita coisa que você ainda não sabe sobre esta terra. Você vai se surpreender quando souber de tudo. Eu tinha uma amiga quando era pequena ... chegou o dia que eu iria a Juuk , mas eu tive uma briga com ela.

– E o que você fez ?

– Eu havia brigado por uma pequena mentira que era contara para mim ... mas eu deixei isso para lá , ela me prometeu desde que nos conhecemos que nunca iria mentir para mim. Se mentiu , havia uma justificativa , então prometemos nunca mais mentir ... até que ...

– Até que o que ?

– Ela foi assassinada quando virei as costas ... três ladinos ... eu nunca mais tive amor no coração com qualquer inimigo que eu encontrasse.

– Sinto muito ...

– Eu os matei ... já tinham filhos quando fiz isso , e senti pena quando fizera ... Eles concerteza deixaram a lembrança de que eu os matei na mente de seus filhos , para quando crescerem eles vingassem a morte de seus pais ... creio que este dia está perto ... já estou velha e não consegueria vencer ou explicar o que eu fiz aos seus pais ... quero ajuda de alguém se acontecer o prometido.

Um barulho de vento se aproximara muito rápido e muito alto , após , pisos eram ouvidos do lado de fora da cabana ..

– Miroshi ? — Falou alguém de fora da cabana

– Não tenho tempo para falar mais nada Ipyo .. fuja , você agora não tem força para me ajudar– Disse a senhora , chamada Miroshi.

– Como assim não ''tenho agora'' ? — Disse Ipyo

Uma explosão emergiu de fora da cabana , a destruindo por completo , Ipyo e Miroshi agora estavam de cara com os três filhos dos ladinos.

– Vocês não irão levá-la ... ela tem uma justificativa para o que fez

– Calado , apenas queremos ela — Disse o ladino

– Não deixarei você levá-la.

– Estão arque com as consequências — Falou o ladino ativando sua lâmina em direção de Ipyo , por um momento , Ipyo pensou que fosse o seu fim , mas Miroshi entrou em sua frente, com uma técnica especial.

– Você quer a mim ... deixe-o em paz.

– O que você fez ? Por que estou paralizado ??

– Esta é minha técnica especial ... você sofrerá as mesmas consequências que eu sofri ... obrigado ... por ... me ... matar ...

– Miroshi !!! — Gritou Ipyo

Uma explosão emanou dos dois , só restando Ipyo e os dois ladinos que ficaram. Ipyo sabia que não poderia lutar com eles.

– Agora só restou a gente .. sofra por fazer Kito morrer !

Uma lamina fora arremessada nos dois ladinos de repente , um golpe crítico certeiro os matara imediatamente. Ipyo olhou a sua esquerda e seu amigo estara alí , parado. Seu amigo o salvou de imediato sobre a influência de morte. Nunca mais ficaria com raiva de seu amigo .

– Obrigado ... por me salvar ... amigo !!

Notas finais
Não percam o próximo capítulo ... uma missão de urgência fora lhe entregue , Ipyo tem que correr contra o tempo , o prefeito da cidade está muito doente ! Uma batalha atrapalha na missão , atrasando o serviço ! Corra Ipyo ... o prefeito irá morrer ! Capítulo 2 : Doença