Happened
1 Capítulo Único
Happened
Qualquer que fosse o desejo dela, nada fugiria do que realmente seu coração desejava, ajudar os outros, porem ultimamente isso não estava indo muito bem.
Lyla tentava enganar seu coração, tentava apagar de sua mente toda a dor de um passado, que teimava em lhe seguir.
Era mais uma manhã de julho, e Lyla já sabia muito bem de seu trabalho no hospital.
.- Bom dia Kate, quantos pacientes?
.- Não muitos o dia tá tranqüilo.
.- O maior problema não é serem muitos, mas o tamanho do problema deles.
.- Você deveria trabalhar na área infantil, não com psicologia de personalidade.
.- Pois é... crianças têm menos problemas do que adultos.
.- Hahaha! Seu primeiro paciente já chegou e você está atrasada 10 minutos!
.- Pomba, nem 10 minutos de atraso tenho mais! ¬¬
.- Ele foi ao banheiro, direi para entrar assim que voltar!
.- Obrigada.
Lyla entrou em seu consultório tirou as negras luvas de couro, e em seguida seu sobretudo de mesmo material, era verão mas fazia frio em NY. A doutora ouviu leves batidas na porta e com um macio “Entre” pediu para seu primeiro paciente do dia entrar.
.- Bom dia, Eu sou a drª Lyla. – Ela não obteve resposta, e logo deduziu que seria um longo dia. Tomou a fixa de seu paciente nas mãos e virou-se a fim de encará-lo.
.- Bom dia doutora. –Ele já tinha o olhar fixo na médica- Está atrasada!
.- ¬¬’ Eu sei, sou humana e tenho meus dias complicados também. Sente-se por favor.
.- Tenho algo a dizer antes. –Lyla o encarou curiosa, e pela primeira vez analisou cuidadosamente suas feições- Não sou um paciente comum, como esses loucos.
.- Definitivamente não! Até porque aqui é psicologia, psiquiatria é outro setor. Vamos pare de bancar o fodão e agilizar as coisas. –O homem a encarou furiosamente, “Com certeza não passarei mais de duas sessões com ela.” Pensou enquanto se deitava no divã.
.- Bem, seu nome é Michael. –Disse Lyla ao se jogar na bela e negra poltrona de couro a 3 passos de distancia do divã. – Vinte e seis. Right? Me diz uma coisa, quantas vezes já tentou se matar?
.- Bem.. eu... –Michael se contorceu no divã a fim de encarar a médica mas se surpreendeu... Ela estava sentada horizontalmente, tinha a cabeça jogada pra traz mexendo nos cabelos curtos. – Eu... nunca tentei muitas.. – Ele não conseguia tirar os olhos dela, reparou agora em suas coxas, a saía negra e pano fino de comprimento até o joelho, agora lhe cobria apenas o inicio das coxas, a bota de couro até o meio das canelas caiam-lhe perfeitamente bem.
.- Vezes?
.- Hãn? –Ela agora o encarava com um sorriso curioso. Ele tomado pelo choque do olhar dela voltou a sua posição inicial e tentava se concentrar! –Sim, não muitas vezes, pra dizer a verdade essa é a segunda, da primeira vez eu estava me sentindo o pior dos homens e dessa fez a situação foi a mesma.
.- Já passou pela sua cabeça Senhor Michael, que essa não seria a melhor das opções? Vai que depois que você morrer tem de ficar pagando pelo que fez.
.- Eu nunca pensei por esse lado, pra dizer a verdade tenho menos medo da morte do que da vida!
.- Uau, pelo argumento, Eu particularmente acho que o senhor, senhor Michael.
.- Mikey.
.- Hãn?
.- Me chame de Mikey.
.- Prefiro Michael. –Ele contorceu o fino e bem desenhado nariz.
.- Então tire o Senhor, por favor.
.- Okay! Michael... eu acabo de me esquecer o que ia dizer! –Ele riu divertido, do outro lado do divã. –Ah sim, eu acho que você só precisa se abrir mais.
.- Não sei com quem.
.- Um amigo talvez.
.- Nem sonhando.
.- Namorada?
.- Faz-me rir. –Ela se levantava da poltrona, e se aproximava da janela. –Se eu pudesse conversar mais com você já estaria perfeito. –Lyla arqueou a sobrancelha espantada. –
.- Não creio que seja necessário.
.- Quer almoçar comigo?
.- Como? Eu não...
.- Ótimo, passo aqui uma. –Ele se levantou do divã, aproximou-se da medica e lhe roubou um beijo.
Lyla não pode se pronunciar, não podia ordenar seus pensamentos, nunca havia passado por uma situação parecida, mas seus pensamentos foram abruptamente interrompidos por Kate.
.- Ly... Lyla!
.- Hãn?
.- O que você fez com aquele... UAU, o que houve com você mulé?
.- Cancele todos os meus outros pacientes, diga que eu estou com sérios problemas.
.- Lyla, vomite o que aconteceu.
.- Eu vou almoçar com alguém hoje, e tenho quase certeza que não voltarei.
.- Claro, eu te salvo dessa. A quantas trevas você não tem um encontro?
.- Hahah, pare de besteira. Tenho uma hora aqui ainda.
E essa uma hora passou como raio, era exatamente uma hora quando bateram na porta de seu consultório, a pessoa não esperou sinal, e entrou. Michael encontrou a medica concentrada lendo alguns prontuários...
.- Kate eu preciso de um...
.- Realmente acha que eu pareço com a Kate? –Lyla não precisou levantar os olhos para saber de quem se tratava, fechou a pasta ainda sem encará-lo e se levantou. Após guardar a mesma, se aproximou de Michael, e tocando seu rosto com segurança falou perto de seus lábios.
.- Não seja tão seguro de si, as vezes as coisas podem não sair como planeja. –Entendendo nas entrelinhas, Michael segurou a mão da medica que já se afastava e puxou-a bruscamente comprimindo a contra seu corpo, fazendo-a perder a postura austera que antes tinha.
.- Sei que não é isso que quer!
.- Quero que me solte. –Michael não lhe deu resposta, comprimiu seus lábios contra os dela, Lyla não dificultou a situação, abriu caminho para Michael, que explorava sua boca com a língua segura.
O desejo logo tomou conta dos dois corpos que ali estavam, Michael bateu o corpo de Lyla contra a parede, que gemeu com a brutalidade, mas gostou. As grandes e masculinas mãos exploravam o que havia por baixo da negra saia feminina, Lyla se apressava em arrancar lhe à blusa, o sangue de ambos ferviam.
Lyla o empurrou bruscamente após tirar lhe a camisa, Michael assustou-se com o rápido movimento da moça, ela por sua vez, tirou sua blusa e saia, sem deixar que ele a tocasse. Empurrou-o, dessa vez ele caiu sentado no divã, ela tirou cuidadosamente as botas, virou-se e engatinhou lentamente por entre as pernas masculinas e tirou sua calça.
Ele já estava excitado, e ela já havia reparado; tocou-o casualmente, ao sentir as mãos delicadas da moça em seu membro não pode deixar de gemer.
Michael não deixou que ela permanecesse assim por muito tempo, virando o jogo, ele se livrou do resto de roupa que cobria o corpo feminino e posicionando-se entre as coxas bem torneadas de Lyla a penetrou, com movimentos lentos que foram se intensificando a cada gemido feminino, em um pouco mais de investidas, ambos jáhaviam chegado ao auge de seus limites.
.- Costuma fazer isso sempre?
.- Bem, pra dizer a verdade, foi a primeira vez com um paciente, e no meu local de trabalho.
.- Uou, então você leva jeito pra coisa. – Lyla riu tímida. – Não fique vermelha... Bem, ainda me deve um almoço.
.- Acho que agora posso aceitar!
.- Preciso saber antes pra quando posso marcar uma nova consulta...
Fora desta forma que Michael, não precisou mais de um psicólogo! ;)
E Lyla, bem... Digamos que ela tenha trabalhado com mais amor...
_______________”_______________
Dana
Fale com o autor