Gypsy

4 Teléfono. alimentos verdes. salida


Notas iniciais
Oi. obrigado pelos Reviews, 10 no capítulo anterios, muito obrigado. nossa!
-> não liguem se achar a Any meio morta nas partes Hot's é porque ela não sabe como agir, tudo bem ? mas ela vai melhorar, prometo. desculpa se tiver erro, to aqui as 05:00 da manhã postando. nossa.

Meu corpo deitado naquele sofá com o corpo de Justin sobre o meu. Meus seios desnudo em contado com o peitoral dele também desnudo me fazia sentir um sensação estranha. era tudo tão estranho. Seus lábios percorrendo a area superior do meu pescoço. Mas mesmo que em um ponto eu gostasse daquela sensação, ainda poderia ser apenas meu corpo reagindo aos seus toques… isso era, mas meu corpo reagia daquele jeito porque... porque eu estava gostando... mas ao mesmo tempo sentia vontade de rejeita-lo, mas a quem eu estava querendo enganar? a mim mesma? Eu não podia, podia? Cadê a minha rejeição? Cadê todo o ódio que eu sentia dele á horas atrás? Perguntei pelo meu próprio controle quando minhas mão tremulas fizeram caminho até a abertura de sua bermuda a abrindo. Me sentir uma vadia. Por está fazendo aquilo. Mesmo assim me recusei a parar. Suas mãos descendo e se embolando na minha saia. Separou seu corpo do meu puxando minha saia, enquanto eu o encarava.


– não me olha assim- disse ele quando retirou minha peça intima , desviei o olhar, sentir minhas bochecha queimarem. Mas logo o impacto do seu corpo sobre o meu. Seus lábios em contato com os meus seios, fazendo com que me sentisse quente dentro das minhas pernas.

Eu só memantinha ali sem fazer praticamente nada, só minhas mãos em contado com sua nuca. Mas eu não sabia o que fazer. Não era como se eu tivesse perdendo a minha virgindade com um garoto normal , eu nem a tinha mais, apesar de parecer bem jovem , ele, Justin, também parecia bem experiente no quesito, o que me deixa assustada. Seu membro ereto, em contato com a minha intimidade me fazendo estremecer. Quando eu o tinha dentro de mim, fazendo movimento de ida e volta, mesmo não sendo tão bruto seus movimentos, eu conseguia sentir, o que não conseguir da primeira vez qual ele me teve, eu sentia prazer, só não queria manifesta, o que não dava muito certo.


–não é errado sentir prazer- disse ele. Seus lábios tocaram meu pescoço.


Quando eu não tive inibição para manifestar o meu prazer, eu soltei um gemido, minto. não um varios deles, o que pareceu causar satisfação nele.seu movimentos em velocidade aumentativa fizeram que eu cravasse minhas unhas em suas costas. Foi estranho quando a minha intimidade se contraiu liberando meu liquido. Logo em seguida ele fez o mesmo.eu levantei pegando minhas roupas e saindo dali em direção ao quarto , o que eu estava anteriormente. eu fiz, não podia negar, mas eu me sentia bem... menos eu. eu nunca faria uma coisa daquelas , faria? eu acho que nunca tive a oportunidade de provar pra mim mesma do que eu sou capaz e agora ando me assustando comigo mesma



...


quando cheguei a sala na manhã seguinte, para minha surpresa, Justin estava lá. Não tinha uma cara muito boa e gritava ao telefone. Logo depois ele engatilhou uma arma o que me fez tremer, pois só se faz isso quando vai usa-la, certo? Ele me notou o encarado


–já disse pra não me olhar assim- disse rudemente. Desviei o olhar. Eu não sei o que tinha de errado com o meu olhar para ele, era apenas os mesmos olhos que olho para qualquer pessoa. Ele se dirigiu até a porta, quando eu o chamei pelo nome o fazendo virar para mim encarar.


–eu posso sair?- perguntei andado em sua direção.


–não.-disse rude


–mas não posso ficar presa nessa casa. Nem as janelas são abertas.


–não me importa. Não saia. Entendeu? -perguntou me encarado.


–mas não é justo — minha voz ecoou suplicante


–quem disse que é pra ser justo ? — ele encarou
– está cheio de homens armados aqui, porque nem posso ir até ai fora? — minha voz era por natureza assim, calma. então quando me refiro ao meu tom de voz ele nunca é o que realmente descrevo, já que sempre parece ser mais suave do que ele deveria ser, e eu odiava isso — não é como se eu pudesse viver aqui, presa, o que ganha com isso ? nem posso ver a luz do dia? — talvez tudo que falei soa de forma mais dramática que realmente fosse, não. não estava sendo dramática, era real tudo. o mesmo nem deu tanta importância ao meu pedido.

DESGRAÇADO!



Pensando no que ele realmente faz da vida, será que mata pessoas?, ele tem cara, era cada pensamento idiota que sacudi minha cabeça parando meu olhar em um telefone, fiquei analisando o telefone ali, era bom demais para ser verdade. Corri até o telefone, quando coloque rosto pedia uma voz pedia senha. Qual tipo de telefone residencial pede senha? que tipo de maluco é ele ?Comecei a digitar números aleatoriamente sem sucesso por um tempo até que a voz diz: agora digite seu numero. Fiquei paralisada por tois motivos, um eu tinha uma sorte, muita sorte, quando é que coisas desse tipo acontecem? e o segundo motivo da minha paralizia era que eu estava tentando lembrar o numero de Marco, meu primo, já que no vilarejo não tinha nenhum telefone. eu sabia que seria dificil que ele estivesse no vilarejo, mas... Disquei o numero, marco atendeu. sorte!


– alô — disse ele, sua voz enjoativa ainda era a mesma, obviamante não mudaria em uma semana.


– sou eu, onde você está? -perguntei repido


–"eu" quem ? — perguntou, mas ele sabia exatamente quem era — em casa. — disse por fim


–preciso falar com a Mely, agora.- eu tinha que ser rápida, ninguém podia me ver ao telefone.


–é bom falar com você também. como vão as coisas aí? — ele perguntou e eu me limitei a responder, o que eu poderia dizer ? a verdade? não! isso só causaria problemas e era o que eu menos queria no memento . Era óbvio que ele não sabia nem de metade que se passava comigo, no meus primeiros minutos de descorberta de que não estava no lugar certo, eu o culpava, mas era totalmente errado, ele nunca fez nada , fui em quem pediu ajuda, fui eu quem quis vim, então se alguém deveria ser culpado pela minha atual situação, esse alguém era eu.


– bem ... não posso falar muito. essas ligações são caras- disse mentindo, não me importava quando iria custar, na verdade, queria que fosse bem caro, mas eu sabia que dinheiro não era um problema ali. mas a minha preocupação era em ser pega ali falando ao telefone, porque se eu nem podia sair, veja lá ligações para outro país.


–Any?- a vozinha dela me fez lacrimejar só de ouvi-la.


–Oi Mely. sinto sua falta-disse controlando minha voz, estava aponto de chorar. — me esculta, tudo bem ?


–sim.


–lembra quando disse que te buscaria logo? Talvez eu demore um pouco, mas eu amo você com a minha vida.


–você é a minha vida.- ela disse o que me fez ficar mais tremula ao telefone


– e eu te amo mais por isso… Lembra sobre quando falamos sobre coisas ruins?


–aconteceu coisa ruim com você?- perguntou sua vozinha assustada.


– não. Eu estou bem. -disse. Apesar de não ser verdade. Mas ela é só uma criança.- mas as vezes coisas ruins acontecem com as pessoas, se algo ruim acontecer comigo e eu não puder voltar, mas é só se acontecer, você sabe o que é pra fazer né?


–você prometeu nunca me deixar — sua voz fez com que meus olhos escorressem água


– você sabe o que fazer ? nunca procure por mim se eu não voltar, nunca. mas você me conhece, em que mundo eu viveria sem você? — disse , eu não podia assusta-la daquele jeito. Deus! o que estou pensando. Mas meu medo de nunca mais a vê-la era grande, e eu não podia suportar essa idéia


– não chora, Any- disse ela — eu confio em você

– Desculpa. Eu te amo com a minha vida, não esquece disso. Eu tenho que desligar.


–eu te amo- ela disse e logo depois desliguei, sentindo as lágrimas rolando pelo meu rosto sem que eu pudesse controla-las.


Era egoismo força a Mely a ver a vida daquela forma, tão brutal, sem pai, mãe e agora irmã, mas o que eu podia fazer? ela ainda tinha a mim, mesmo a maior parte do tempo estando perdida comigo mesma e como as coisas ruins só acontecem comigo, ela ainda podia contar comigo, coisa que eu nunca tive.


***


Eu estava sentada lendo, era o que eu fazia agora. eu lia e lia. quando a porta foi aberta, pensei que fosse o Justin, mas não, ao contrário de ontem, hoje trouxeram minha comida. o que me deixou feliz, não pela comida, mas pela oportunidade.


–estava faminta -disse mesmo isso não sendo verdade. eu não conseguia sentir muita fome


– eu trouxe essa coisas verdes — disse. — como consegue comer só folhas — perguntou a garota branca a minha frente, ela tinha um cabelo de fazer qualquer pessoa pedir a Deus um igual.


– não como só folhas, você trouxe só folhas — disse


– não sou sua empregada, deveria me agradecer por te alimentar ou melhor por mim esforçar a trazer sua comida — disse brava


– desculpa não quis te ofender , eu juro, desculpe se minha palavras soaram como ofensa. mas Justin disse que eu podia comer lá — menti . ela me encarou — por isso não gritei como ontem — disse sendo que eu nunca tinha gritado. — eu apenas estava lendo — mostrei o livro nas minhas mãos .


–então porque aporta estava fechada ? -perguntou me encarando desconfiada


– porque eu atranquei — disse. — acho que irei comer lá, é ruim ficar só aqui. você me guia ? por favor — disse


– você é exatamente como todos dizem — ela disse , mas eu não entendi, como assim todos ? o que as pessoas dizem de mim , as pessoas sabem quem eu sou ?


–como? do que fala ? — perguntei confusa me levantando


–todos sabem que você é o novo brinquedo , mas você é diferente, não está com uma mini saia, não fala direito, e pede desculpa em tudo que fala, tem essa cara de garotinha, acho que todos acham isso atraente, você não tentou quebrar nada, nem fugir — disse ela


– como eu faria ? como eu podia fugir — perguntei , porque se existisse uma chance eu a agarraria


– não pode. eu falei tentou– disse ela — bonita saia — não sei se seu tom foi de gozação , mas provavelmente foi.


– é eu também acho — disse. eu amo minhas roupas e ninguém pode mudar isso — pode me levar pra lá, não quero ficar só . Justin deixou — disse forçando um sorriso.


– tem certeza disso ? porque não quero que sobre pra mim — perguntou


–claro. estou ansiosa para conhecer a casa e todo mundo — e uma saída . mas isso eu não disse em voz alta, óbvio. me levantei, para a saída.



la vida está llena de altibajos, usted sabe, hoy estás arriba y abajo de la mañana. cree usted que es el que sabe cómo hacer las cosas? Yo voy a demostrar que cada historia tiene dos lados. que ir allí y mostrar lo que soy, no soy astuto, un niño, no soy nada de lo que dicen, va a cambiar su opinión?

Notas finais
tenho que ir, tá muito tarde, tenho que dormir. vejo vocês logo ?
-> se ler, comente.
beijos