Gypsy

11 Sorprendente Me


Notas iniciais
OOOOOOOOOOOI
ganhei uma recomendação da linda da
GaabyBotamedi ♥333 obrigado amor. dedico esse capítulo a você e seu carinho com a fic.
Espero que gostem
Buena lectura



Usted me está sorprendiendo. lo que está sucediendo? esto no es lo que sé. Te conozco?


(Você está me surpreendendo. o que está acontecendo ? esse não é o você que eu conheço . eu te conheço ? )




Bom, eu nunca tinha visto o Justin daquele jeito, tão jovem. Principalmente com o Jaxon , eles realmente tem uma ótima interação. Com o Logan é bem diferente, não é como se o Logan quisesse ouvir uma conversa sobre armas. Justin é realmente fascinada por ela.

Então eu tive sorte de ter alguém para conversar , alguém que não fosse estúpido a cada palavra que solta. Logan é uma ótima companhia.

Jazzy me pediu desculpas por ter sido um tanto má comigo, eu vi quando o Justin a mandou fazer isso, o que me deixou surpresa. Eu disse que tudo bem, mas não viramos o tipo "melhores amigas". isso não é uma coisa muito possível.




– o que você fez com a Any que eu conheço? — a voz de Justin atrás de mim, me fez virar para encara-lo.

– ela continua aqui, a mesminha. Talvez um pouco sufocada , mas a mesma. — lhe digo.

–eu mesmo vou leva-los . Quer vim ? — ele pergunta e eu encaro com cara perplexa.

–sério? — pergunto . Acho que meu tom transborda felicidade, pois ele sorri pra mim.

– já disse que não brinco — ele diz

–claro que quero ir, qualquer coisa pra sair. — a palavra sair me deixa realmente com um sorriso na cara

Justin dirige direto para a casa dos pais. Há um reclamação sobre parar no caminho, mas Justin não se importa vai direto. A todo momento eles estão me pondo em conversas, que eu me saio relativamente bem.Não chegamos de fatos a entrar na residência dos Bieber. Justin disse que não entraríamos. Eu não tinha nenhuma objeção sobre, eu queria ver a Pattie, mas era difícil fugir de suas perguntas. Então foi bom.

– aqui é bem bonito. — digo olhando pela janela do carro.

–as vezes eu me esqueço que você não conhece nada aqui — ele diz

– é... Aqui tem praias, tem verde, a cor das pessoas é bonita. — digo.

– que eu saiba no México também tem praias e verde e a pele deles são bem mais bronzeadas — ele diz como se fosse algo tosco o que eu tinha falado.

–eu nunca fui na praia . — digo o fazendo me olha

– sério? Você morava no México. Lá tem umas praias muito foda — ele diz

–você já esteve lá — digo. Notando esse detalhe . nunca de fato havíamos conversado. eu não sabia nada sobre ele que ele não quisesse que eu soubesse.

– eu era mais novo, fomos toda a família . — ele diz sem me olhar.

– parece bom. Eu estava sempre escondida ou fugindo, diversão não era algo que era foco na minha vida — Justin tem seus olhos sobre mim por um tempo, mas logo desvia para a estrada

–escondida? Fugindo? — ele pergunta- não sabia dessa parte da sua história.

–você não sabe nada sobre mim e nunca perguntou. — digo tirando minhas sandálias . Eu gosto de ficar descalça.

–estou perguntando agora e o que está fazendo ? — suas olhos no meu pé.

– gosto de ficar descalça. E bom, meu pai que era viciado em jogo, então sempre estávamos sendo ameaçados por suas dívidas. Depois mamãe morreu, no parto da Mely e ele se afundou mais. Eu tinha que me virar para sustentar nós duas e suas dívidas , um dia ele morreu e poderíamos ser as próximas e tenho uma tia em um vilarejo , então fui morar com ela a cerca de um ano... Então, eu queria que a minha vida fosse mais, eu já tinha largado o colégio pra cuidar da Mely, então decidir vim pra cá. Meu primo me arranjou os documentos falsos, eu trabalharia, depois traria a Mely pra morar comigo. Mas nem tudo deu certo.

– eu sou a parte que não deu certo — ele diz.

–as vezes eu quero te culpar por tudo, mas sem você eu ainda estaria naquele puteiro... Então eu penso: será que é certo culpa-lo por minhas escolhas? Mesmo indiretamente, elas foram as minhas escolhas. não que eu não te culpe por algumas de muitas desgraças que aconteceram na minha vida, mas é só que talvez não seja justo... mas aí eu olho pra você e me pergunto se "justo" pode se aplicar a você . — eu digo sem medo.

– Por isso te escolhi para ser minha mulher — ele diz. eu demoro um segundo para ver se eu fiz uma assimilação do que ele falou. Eu estou chocada , como assim ?

–como assim? — minha voz sai falha.

– Todo mundo gosta de você, o sexo é bom e você tem esse jeito que esposa perfeita. Então vai ser minha mulher. — ele diz. Meus olhos piscam em uma sequência rápida.

–não estou entendendo, Justin. Não estou gostando. — digo , ele ri de lado. eu estou tentando ver a graça, é uma piada ?

– Estou cansado de todos falando que preciso de uma mulher, mas eu não quero uma de verdade. Você mora comigo e todos já acham mesmo, eu não quero uma dessa vagabundas.. não á nada demais..

– só o fato deu não querer. Isso é errado. Você não gosta de mim, nem eu de você. Não é bom ficar presa numa pessoa que não gostamos.

– Menos drama e não estarei preso. Ainda vou poder ficar com quem quiser. — eu estou tentando entender porque ele parece tão calmo e neutro

– relacionamento aberto? — ele ri

– não! Corno eu não vou ser, nem vou dividir mulher minha com ninguém. — eu o encaro perplexa, mesmo ele nem vendo isso, pois seus olhos tem foco na estrada;

– não posso me casar, nem ficar a minha vida inteira com você fingindo isso. Você está louco. — digo

– Eu vou te pagar por isso — ele diz e eu fico mais perplexa ainda.

–olha para mim por favor — peço e mesmo sempre olhando a estrada, ele tem os olhos em mim. — não sou uma prostituta. Não vou me vender. — digo

–não está se vendendo... Que seja. Não sei porque, mas disse a todos sobre você ser a minha mulher, namorada, não quero acabar com o que "temos" . Pois como disse, você vai ser a esposa perfeita . Olha pra você, qual homem não quer chegar em casa e ter isso ? você é mais do que só gostosa — ele diz, eu não sei se posso levar isso como um elogio

– deixar você me mostrar , fingir que somos algo. E você vai poder ter quem quiser e eu? Não vou poder viver? — eu digo seria.. porque é totalmente injusto. não que eu queira alguém, mas ainda sim é injusto.

– pra que quer mais homem? Tem eu. .

– pra quer quer mais mulher? Tem eu..

–é diferente. Eu sou homem . — ele dá a desculpa de homem machista e tosco.

– não é certo isso. — digo esfregando minhas mãos fazia isso quando estou nervosa.

–Você vai ter casa, eu pago seus estudos e ... Mando trazer sua irmã. — ele diz. meus olhos se fecham em uma sequência de duas vezes até se polarizam, estou em choque

–você não faria isso . — digo, minha voz sai falha

–eu faria se você cumprir o trato. — ele diz.. eu demoro um pouco de tempo até lhe perguntar;

– o que o "trato" diz exatamente? — a idéia de ter a Mely comigo, me faz pensar que talvez, eu devesse.

– ele diz, que eu te dou tudo. Mas você é minha, faz o que eu mando e o que eu quiser. E lembrando você é minha, eu não sou seu. Eu posso ter quem eu quiser. — ele diz. Eu penso. Eu estaria me vendendo? Ele já me tem, não é algo tão ruim

–você vai me deixar estudar? Vai deixar a Mely morar com a gente? — perguntei. — desculpa, mas não me parece verdade, não de você. — ele ri .



–Eu sei. mas não é algo que vi te aparecer todos os dias. acho melhor você não pensar muito .

–Justin, você está brincando comigo? Não tem graça . Isso é importante pra mim. Você me mantém presa e agora quer me me ajudar?

– você quer ou não? Já tá virando palhaçada .

– se você me dá a Mely eu aceito. — digo.

Eu não estava fazendo a coisa errada. Não é errado. Eu estou apenas me pondo na situação e eu vou ter a Mely. Mas ainda parece estranho, que o Justin me queira assim. que ele queira toda essa situação. mesmo ele dizendo sobre que não passa muito tempo em casa, então praticamente não veria a Mely e eu, só o necessário. eu ainda não sei se acredito. mas me limito a ficar feliz.

..

Mesmo com o pensamento da ideal maluca do Justin, sobre sermos um casal, eu ainda tinha tantas dúvidas sobre se estou fazendo a coisa certa.

–Justin, não deveríamos já está na sua casa? — eu pergunto, pois a nossa volta estava com uma demora grande.

–deveríamos se estivéssemos indo pra casa, mas como não estamos, então, fica quietinha ae — eu ia protestar sobre onde estamos indo, mas eu sei que ele me mandaria calar a boca, então eu me mantenho calada.

Demorado uns 15 minutos , estamos...

–onde estamos? — eu pergunto, quando ele já não está mais no carro para me responder.

–sai logo — ele diz. Eu saio . Ele agarra minha mão e me ajuda a descer uma espécie de penhasco .

–a praia... Você me trouxe na praia — eu estou tão nebriada de surpresa. meus pés nus em contato com a areia, é uma ótima sensação .

–você está na Califórnia, tinha que ir a uma praia. Tudo bem que tive que dirigir um bocado, mas... — ele disse.

A praia é completamente linda, a imensidão do mar, o cheiro, o vento. Só não tem pessoas. Mas o que me importa.

– você não vai entrar? — ele aponta pro mar, rapidamente eu nego- eu não dirigi tudo isso pra você só olhar.

– eu não sei nadar. Não vou entrar. — digo, quando seus braços se juntam a minha cintura.

–claro que vai — Justin me tem sobre seus olhos eu me desespero a gritar

–para! Justin, para! — ele não me dá ouvidos — você vai olhar nossas roupas, sua carteira! — eu digo. Ele para, deveria ter algo importante dentro dela .

– bom — ele diz tirado a camisa ,- eu já estou resolvendo o meu problema. — ele diz quando joga o telefone, a carteira e a arma em cima da camisa.

–eu não tenho roupa de banho — lhe digo

– larga de ser besta Any, você tá vendo alguém aqui além de nós ? Pois é. E não é como se eu nunca tivesse visto o que está por dentro das suas roupas . — eu o encaro por um tempo, quando tiro minha saia ficando apenas de calcinha.

–pronto. Não vou tirar minha blusa. — digo. — não precisa me agarrar. Eu vou entrar.

– tudo bem — seu tom sai sincero.

Eu sigo com Justin ao meu lado para a beira do mar, uma onda trás um corrente de ar até os meu pés, me fazendo dá um pulo. Justin ri ao meu lado. Vou colocando um pé de cada vez indo cada vez mais fundo. Eu me abaixo e me molho. A água está numa temperatura boa, é tarde e é verão. Eu procuro justin do meu lado, mas ele não está. O vejo bem no fundo do mar. Tudo bem, talvez eu esteja exagerando com "fundo do mar" mas ele estava distante de mim.

–Vem até aqui — ele me chama, eu nem ao menos penso quando nego seu convite — vem! Você vai deixar que seu medo te impeça? — não sei se ele está jogando comigo, mas suas palavras me atiçaram. Eu começo com passos pequenos, mas logo estou quase ao seu lado.

– estou com medo de mor... — uma onda veio me fazendo cair. Justin rio parecendo um retardado.

– relaxa. Você não vai morrer — ele diz me puxando pela mão.

Eu passo um tempo tentando nadar, ou aprender , mas depois disso eu desisto.

–o mar é chato. É só água , não tem diversão nisso — digo, meus lábios automaticamente formam um bico , Justin me sela.Eu não fico realmente surpresa, já que ele está fazendo isso muito ultimamente, porém é sempre na frente das pessoas. Suas mãos se enrolam na minha cintura, me puxando mais perto do seu corpo.Eu estou encarando o seu par de olhos cor de mel, sua boca está tão próxima a minha.

– obrigado. — minha voz sai baixa e seus lábios se juntam aos meus, sua língua pede passagem, eu concedo sem nenhum sacrifício. Nunca neguei que gosto do seu beijo, do seu toque, porque é bom. Mesmo com o gosto da água salgada passeando entre nossas bocas, o beijo não deixa de ser bom. Uma das mãos de Justin desce até a entrada da minha calcinha. Mas eu só notou quando sua mão está tocando a minha intimidade. Seus dedos começam a brincar em mim, enquanto meus lábios estão no seu pescoço. Sinto Justin me penetrar com seu dedo médio , o que me faz gemer. Uma onda vem fazendo nossos corpos cambalearem para trás, nos tirando de nossas posições.

Justin me puxa pra perto de novo, suas mãos tem outro foco, minha blusa, ele a puxa fazendo que ela faça um rasgo.

–Justin, alguém pode ver a gente — digo

– não tem ninguém aqui — ele diz me dando impulso para que eu me encaixe na sua cintura.

Justin e eu ficamos ali por um tempo, mas não chegamos aos finalmente, era meio impossível ali, pelo menos com aquela agitação que a água estava.

Voltamos para casa em um percurso totalmente silencioso. Era estranho como não tínhamos conversa, era momento ou nada. Ou seja, ou falávamos do que estava acontecendo ou não falávamos nada. Eu acho que Justin gosta do silêncio , eu tenho essa impressão. Mas eu estava meio boba com esse sorriso que não sai da minha cara. Mely.


Notas finais
ENTÃO ??? EU SEI QUE NINGUÉM ESPERAVA ISSO, NÉ ? ENTÃO É BOM.
ME DIGAM SE GOSTAM .
estou triste. a Fic vem ganhando muitos leitores a cada capítulo e eu venho perdendo comentários. quando vocês comentam, eu fico feliz , escrevo feliz, o capítulo sai grande e bom, então colabora, gente.
GEEEEEEEEEEEEEEEEENTE, EU ESTOU COM UMA NOVA HISTÓRIA.
http://www.fanfiction.com.br/historia/253434/As_Long_As_You_Love_Me
EU ACHO ELA BEEEEEM LEGAL. OLHEM LÁ.!!!
SE EU NÃO ATUALIZAR LEAVE HOJE, AMANHÃ EU ATUALIZO.
XX