Gypsy
2 Me arrojan piedras a la cruz?
Notas iniciais
-> esse capítulo contém partes forte, se não gosta não leia.
-> Não são muitos grandes essas partes porque gosto de fazer dois se divertirem , qual a graça de só um ? mas era preciso essa parte para a história. Mas enfim. espero que gostem, me desculpem se tiver erros ortográficos.
-> a capa estava com a Arina, era muito provisoria, porque a Ariana nem vai tá nessa história, foi loucura. vou postar uma foto da Anita - Any- no final do capítulo
_. Não liguem se algumas palavras ficarem cortada na frase ,é só quando a Any ta falando em Inglês, mas eu faço tudo certinho para vocês entenderem. ér...
boa leitura
¿Acaso Dios no me ama?
Eu fui vestida pela Alex numa roupa devassa, é tão pequena que me sinto nua. Alex disse que se algum velho quiser me comprar, como aconteceu com ela, eu poderia voltar a usar minhas roupas se ele deixasse, pois seria meu dono. Eu disse que eu sou dona de mim, ela me bateu na boca , não foi forte, mas ela disse para nunca repetir aquilo, que eu era dona de mim, pois eu não era, não mais. Alex é boa, ela é só desacreditada, ela estava me ajudado, dizendo como eu deveria agir, mas eu queria gritar para ela que eu não precisava fazer aquilo, porque eu não pertencia a aquele lugar .
Eu estava num outro quarto agora, a esperando, mas ela não voltava. Eu sai caminhando por um corredor com moças semi-nuas , eu estava vestida igualmente a elas, me sentir fora de mim.
–você não toma as decisões aqui -disse uma voz forte vindo de uma porta- eu não paguei por ninguém do México.-disse a mesma voz.
Ele falava de mim? Se ele não me queria, eu não precisava está ali.
–eu sou do México- disse invadindo a sala. Me arrependi depois dos dois olhares feios para mim.
–o que está fazendo?- perguntou a mulher de mais cedo que disse que eu era dela.
–moço, eu não pertenço aqui. Eu sou a mexicana que o senhor não pagou. Diga a ela que eu posso ir- disse e ele me encarava
–eu não paguei por ela?- ele direcionou a pergunta para a mulher desgraçada
–claro que pagou- ela disse- você só não sabia que eram mexicanas. — disse ela enquanto ele me encarava
–moço… — antes de terminar fui cortada
–ela vai embora- disse ele
–obrigado!- exclamei em felicidade
–mas Justin…- tentou falar a outra
–vai embora, embora comigo
–como?- eu e a velha gritamos
–estão surdas?eu falo grego? Meu tempo custa dinheiro. Tenho coisas para resolver ao invés de bater papo e brincar de salva vidas. — disse saindo nós deixando lá, a velha me olhou feio e saiu gritando a Alex.
[...]
– Você vai embora com o Justin ? — perguntou a Alex com feição em duvida , eu assenti- porque está feliz ? — ela disse como se fosse uma coisa ruim
–Você pergunta ? você não pode ver ? é uma chance, eu posso fugir, ele parece legal, se vai me tirar daqui, pode me deixar ir, quando eu lhe explicar que foi tudo um engano — disse ela balançou a cabeça negativamente.
– como você consegue ? — ele perguntou enquanto me devolvia minhas roupas. estava feliz de tirar aquelas coisas de mim.
–Como eu consigo o que ? porque é tão pessimista ? — disse meio brava. eu realmente estava feliz por está a caminho de qualquer lugar que não fosse onde eu estava .
– Olha, eu tenho que ir, ao contrário da sua vidinha linda, a minha não é e meu príncipe não chegou para me salvar — disse em tom debochado. eu não tinha uma "vidinha" linda, nem um príncipe que me salvou, eu ainda estava ali... perdida.
–obrigado. — disse a fazendo se virar . mesmo sendo um pouco mal humorada, ela foi legal comigo
–Você pode ficar com eles — disse apontando para os livros — tem alguns em espanhol, mas a maioria é em inglês , pode te ajudar. sua fala é horrível — disse eu não pude não soltar um riso. — "se for pra chorar, que seja sangue " — ela disse antes de sair, mas eu não entendi, o que sua frase queria dizer.
Pouco tempo depois aquele velha- ela nem era tão venha assimmas merecia esse nome-, voltou dizendo que eu tinha que ir, ele, o Justin, era assim que ele se chamava segundo a velha, não estava lá.
Eu iria vê-lo depois e eu mal podia esperar por isso. Mas enquanto eu iria junto com alguns rapazes que trabalha para ele ao ponto de encontro, sua casa .
[...]
Estava em um carro com alguns rapazes, eu me mantinha bem afastava, o máximo que eu podia. Eles falavam de coisas aleatórias que eu não entendia, porque usavam muitas girias , tudo que eu sabia do inglês era o básico para me comunicar, mas com aquela suadeira, eu quase não entendia nada.
–Porque não podemos brincar com ela ? — perguntou um de olhos azuis tão profundo que eu não conseguir não encara-lo . Mas ele me encarava com cobiça não gostei.
–Porque o Justin disse: "não mexam na garota" ai nós não mexemos na garota — disse o que estava mais próximo de mim.
–O que o Justin é ? — perguntei fazendo todos olharem pra mim
– de onde você é ? — perguntou o mesmo que disse que o Justin falou que não era para mexer comigo.
–México . — disse
– Las niñas mexicanas son tímidos o santo? (garotas do mexicanas são tímidas ou santas ?) -disse me fazendo soltar um riso . então começamos a falar em espanhol
–Você não me respondeu — disse eu, mas fui repreendida
–Você não pode exigir nada — disse
–Desculpa eu só... — fui cortada de novo
–está nervosa por está indo para o inferno ? — perguntou
– na verdade, eu acabei de sair dele — disse me referindo ao prostibulo que eu estava
–não sabe o que fala, Alice. — disse ele. e não era a primeira vez que alguém me chamava de Alice, eu queria saber o porquê? Meu nome é Anita, mas acho que eles não sabem.
–Ei Chaz, para de falar essa bagaça ae, antes que eu atire na sua boa — disse um cara sacando uma arma. eu me assustei, mas acho que só estavam brincando...com armas. oh Deus, onde eu estava ?
***
Quando chegamos a tal casa, não era nada do que eu esperava , quero dizer, tinha garotas com quase sem nenhuma roupa e tinha bastante gente no geral, o que me fez pensar no Chaz dizendo sobre eu está indo para o inferno.
Meus olhos circularam pelo local , era tão grande, eu podia dizer que meu vilarejo cabia ali. Chaz me deixou ali por um bom tempo, depois ele apareceu novamente
–Eu não sei o que fazer com você — disse ele.
–Eu só quero ir embora -disse ele rio. odiava quando eu falava em ir embora , eles sempre riam
. -Você sabe que não pode né, Alice ? — perguntou , eu neguei .
–Eu posso, eu nem deveria está aqui — eu falava devagar, porque falávamos em inglês e queria que ele entendesse tudo.
–Mas agora está. — disse
–Eu preciso ir, você pode me ajudar — era tão óbvio que ele não ajudaria, mas eu ainda era tola em perguntar
–Ajudar em quê? — a voz forte disse me fazendo encar, era ele, o Justin.
–É que... — fui cortada
–Você — apontou para mim — calada . — disse tão rude que nem protestei — você — fez um gesto com a cabeça para o Chaz — vem comigo .
Então eles saíram, me deixando ali, novamente. Aquelas garotas me encaravam, ou a minha roupa , eu não sabia distinguir. eu mantive meu olhar baixo até eles voltarem.
–Você vem comigo — disse para mim . eu não sei porque olhei para o Chaz que vez um sinal positivo. Então comecei a segui-lo. Andávamos em silencio, o que me incomoda , mas eu não tinha coragem para mudar aquilo, continuamos a andar, até saímos daquela casa, dando alguns passos a diante, eu vi uma mine casa grande ( era menor que a que estávamos, mas ficava na mesmo localidade) não entendi do porque as duas.
Chegamos a entrada da casa, ele abriu fez um gesto para que eu entrasse, não entrei
–Quer o que ? que eu te pegue no colo? — disse grosso. sua voz minha fazia tremer . -en.tra. — disse pausadamente. eu recuei . o mesmo pegou no meu braço com tamanha forma e colocando para dentro. -que fique claro, eu falo , você obedece. — disse
–Quando eu vou embora ? — perguntei em voz fraca
–Do que você está falando ? — ele perguntou sem me olhar. mexia em alguns papeis que estava em um envelope
–Você me tirou daquele lugar, você sabe, que foi engano eu está lá, você vai deixar eu ir — disse e ele sorrio e me encarou .
–É tão burra assim ? estou de ótimo humor, vou ter a paciência de te explicar uma coisa : você não vai embora — disse ele, mas o burro era ele, porque aquilo era um afirmação, não explicação.
–Na verdade eu vou sim — disse firme , ele se aproximou deixando os papeis de lado
–Eu não tenho cara de palhaço, não faço palhaçada , nem brincadeiras, o que eu falo é sério. se digo, que não irá sair daqui, é porque não irá — disse suas ultimas quatros palavras com seus lábios sobre meu ouvido, me fazendo sentir arrepios.
–O que eu vou fazer ? ser moça paga ? — perguntei o fazendo gargalhar
–Deveria se escutar falando "moça paga" acorda garota , não é "moça paga" não. é vadia, vagabunda, mesmo. e você não ganha nada com isso, eu sou seu dono, eu te comprei. então não fale "moça paga" — disse debochando — vai ser minha vadia. aliás, porque está usando isso ? quando ti vi você parecia mais... apetitosa
–Eu não vou ser nada sua — disse me afastando
–Claro que vai, não é uma opção — disse me puxando para si — olha pra você, parece até um santa, toda coberta, olha que quando eu te conheci, você era bem mais "apresentada — sombou
–minhas roupas, são minhas roupas. -disse . Eu sempre fui apaixonada por saias grandes, roupas to mesmo estilo. mamãe sempre dizia que uma mulher tem que ser vista por quem ela é e não pelo que veste
–eu não gosto delas, tira. -disse, meus olhos cresceram
–não. -protestei. eu não iria tirar as minhas roupas.
–como? -me encarou incrédulo se aproximando. -repente.
–n-não.. -disse em voz fraca ele rio alto.
Me jogou num sofá que tinha ali e puxou minha saia, a rasgando por completo.-olha que linda você é assim.
Suas mãos fizeram o mesmo na minha blusa. Deixando meus seios a mostra
–não. Por favor- disse com lágrimas nos olhos
– é melhor se acostumar, Alice. -disse. Puxou minha calcinha com tamanha força que sentir ardência na lateral do meu corpo. Seus lábios percorreram meu corpo, me fazendo sentir repulsa.
Ele estava sobre mim quando atingir seus testículos, o fazendo cair ao lado, chão.
Me levantei de pressa enquanto ele estava no chão. Procurei a porta , mas estava trancada, corri na direçao oposta quando sentir meu corpo voltar. Justin segurava meu cabelo com força, me fazendo gritar
–cala boca vagabunda -disse me prendendo contra a parede. — o que acha que está fazendo?- sua mão marcou o meu rosto, sentir forte ardeza, meus olhos correram em água.- tá achando que é quem?- perguntou,mas não queria resposta. Saiu me arrastando pelo cabelo enquanto eu gritava de dor. abriu uma porta, me jogou numa cama , quase voltei com o impacto.-eu ia ser legal com você, mas agora vagabunda, você vai me conhecer de verdade. -Meu corpo estremeceu só com sua voz.
–eu faço o que você quiser. Mas me deixa. -disse entre lagrimas. Ele rio maldoso
–mas é isso que eu quero.- disse subindo sobre meu corpo desnudo. Fechei meus olhos por uma fração de segundos, quando os abri , seu corpo também desnudo estava em contado com o meu. Meu corpo passou por uma onda de choque, seu corpo quente sobre minha pele fria. Seus lábios roçaram sobre os meus de forma rude, suas mãos deslizando de forma pesada sobre o meu corpo. As mesmas pararam nas minhas pernas as abriram, fazendo com que seu membro se encaixasse com sua ajuda na minha intimidade. Ele forçou a entrada percebendo que era o primeiro a fazer tal ato em mim.-virgens. Adoro elas -disse ele. Fechei meus olhos fazendo as lágrimas caírem. Seu membro me invadiu de forma tão brutal que meu corpo se deslocou para trás, uma dor forte me atingiu. Seus movimentos de ida e volta eram tão fortes que meu corpo os acompanhavam. Uma de suas mãos apertou meu seio de maneira qual soltei um gemido, não de prazer, mas de dor. Ele ficou rígido e logo soltou seu liquido dentro de mim. Ele me olhou e sorrio. Uma ultima lágrima escorreu pelo meu rosto antes dele sair de dentro de mim
Eu estava ali ainda, jogada naquela cama, quando ele deixou o quarto. Eu chorava caladinha, lágrimas entre soluços. Nem acreditava no que acabara de acontecer comigo.
Me arrojan piedras a la cruz?
Como falei, aqui tá a foto da Anita, ela é essa aqui, as roupas qual ela está usando, vai ser a mudança que ela vai sofrer, porque até agora, ela usa roupas bem grandes, largas... porém ela irá mudar, mas como podem ver, não é nada demaaaais
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