Gypsy
26 Las Vegas.
Flash!
- Fique quieta , Mely — digo pela milésima vez , mas ela continua pulando em cima da cama.
-não, não quero que bata mais fotos minha, Any. Já tá bom . — ela faz um biquinho que me faz rir.
- tá bom. -digo. — vem cá. — ela se joga no meu colo.
- tá com saudades de casa?- pergunto tendo a lembrança da tia Mercedes falando rápido como de costume e sempre reclamando do Marco;
- pensei que aqui fosse a nossa casa — diz e o que faz pensar sobre a ideia que eue estou dando à ela sobre aqui
-temporariamente. — digo
-então ... Vamos mudar? -pergunta
-provavelmente.
-porque você fala assim agora, Any?-pergunta fazendo o mesmo bico.
- assim como? — é , assim como? Eu ainda falo do mesmo jeito.
-desse jeito confuso. — diz me fazendo soltar um riso.
- não é confuso, Mely. É incerto. Mas deixa disso e vai dormir . Vou ficar aqui com você até você pegar no sono.
-tá. — se ajeita entre mim e os travesseiros.- Any...
-oi.
-eu sinto falta de casa, da tia, do Marco — sua voz faz meu coração doer — mas eu gosto daqui — ela continua-, da Maria e da Nick, acho que também gosto do Josten, ele não fala muito e parece o Bombo, mas... se você gosta dele, eu também gosto. — diz e o que faz rir de lado. Bombo. Bombo é um rapaz do virajero , se for pensar há realmente uma semelhança entre eles.
- é, eu também . — me ajeito junto a ela.
...
-oi. -digo entrando no quarto. Justin não responde eu penso sobre o seu tempo como "um bom homem" ter se esgotado, mas acho que nem me ouvir ele ouviu, já que seus olhos não descolam do computador, tem uns papéis jogados na cama.
Porque ele não usa o escritório se tem um?
Eu não dou importância a isso.
Eu vou tomar um banho. Banho. É a coisa que mais faço ultimamente. Eu não demoro muito, quero ficar com o Justin. É uma das poucas noites que ele está em casa, eu quero aproveitar o lado legal dele.
Quando saio do banheiro, ele continua do mesmo jeito que eu havia visto quinze minutos atrás, dizia até que não moveu um músculo.
Eu me sento na cama.
- o que você está fazendo? — pergunto em um tom que ele não pode dizer que não me ouviu.
-trabalhando. — diz . eu suspiro — o que você quer? — pergunta.
- nada...
-então me deixa trabalhar em paz — eu fico admirada como a palavra trabalho sai da boca dele de uma forma tão... Como se fosse algo normal, como , ser um chaveiro.
-tá... — eu vou até uma escrivaninha e pego meu notebook também. Vou começar a escrever a minha história.
Eu penso em escrever sobre mim, sobre algo fictício , mas eu resolvo escrever sobre ele , qual a coisa mais intrigante, do que ele?
Justin é realmente algo que as pessoas gostariam de conhecer , conhecer mais do que ele parece ser.
Eu fico ali escrevendo e ele lá fazendo não sei o que por um bom tempo.
Eu não sei o que aconteceu depois, eu simplesmente apaguei .
...
Estou em mais um encontro com o Jude, já deveria ter acabado nosso encontros , mas segundo Justin houve uma reforma no tal cassino onde eu vou , mas não é nada grande, mas atinge o plano, então Jude como conseguiu uma nova planta do cassino e eu estou estudando ela agora. Eu tenho que admitir, eu gosto muito de cartografia , eu sempre me dei bem no colégio, ler mapas era diversão e essa planta é de fácil acessos pelos tubos de ares, certamente teve um péssimo idealizador, mas como ninguém vai entrar pelos fundos, pouco me importo. E assim se seguiu toda a semana, o que era para ser dois encontros se transformou em muitos, eu não posso mentir e dizer que não gostei, eu sair todos os dias dessa semana, mesmo naquela sala replica de um cassino, as coisas conseguem ser divertida, eu sempre rio quando Jude fala umas bobagens que só ele mesmo é capaz de pronunciar .
Quando Justin está presente é sempre tudo mais parado, se eu dou risada, ele me olha feio, se eu falo algo fora do "plano" , ele olha feio , se o Jude é gentil ele o corta. ele é a antipatia, grosseria em pessoa.
-Então estamos prontos? — pergunto a Justin e Jude.
- é você que me diz — Justin é quem responde- você está pronta?
- eu acho que sim, pelo menos se for seguir todos os passos quais eu aprendi, eu diria que sim. — digo.
- perfeito , — Justin diz. — então, esses encontros acabam-se hoje.
- é... Foi bom conhecer você Jude, obrigado pelos sorriso — digo o abraçando de lado.
- que isso, Any? Sem drama! Ainda vamos curti um pouco da noite de L.A. — ele diz fazendo uma pose
- não, ela não vai. — diz Justin totalmente grosso e inconveniente, — os encontros de vocês acabam aqui e agora. Se você chegar perto dela, o você não vai existir mais.
- calma bonitão, não sabia dos grandes problemas dela sair, mas já que tem, eu é quem estou de saída. — diz meio nervoso. Justin é realmente assustador quando quer. — foi bom conhecer você também, Any. Quem sabe a gente não volte a se ver por aí. — diz saindo do abraço qual estávamos e saindo da sala.
- precisava isso?- pergunto arrumando as cartas espalhadas que estão espalhadas sobre a mesa.
- isso o quê? — se faz de desentendido.
- ele só estava sendo gentil — digo sem olhar na cara dele.
- ele estava tentando de transformar numa vadia. — diz rudemente.
- então é disso que tem medo? Que eu me torne como as outras garotas? -pergunto, mas ele não me responde. — se você não sabe, ele não estaria me levando para fazer programas, era apenas ouvir música alta — digo . Seus passos dizem o quão perto ele está agora de mim.
- se é música alta que você quer ouvir, tem um aparelho de alta potência em casa, ouça nele — diz com aquele ar superior.
- por mais que você queira tratar a situação dessa forma, você entendeu o que eu quis dizer . — digo terminando de catar as cartas.
- se você quer ir por tipo de lugar que ele te levaria, eu posso te levar — ele diz me agarrando por trás.
- você não faria isso. Você sempre sai, só. — digo me afastando .
- porque eu saio a trabalho — diz com a cara mais mal lavada que alguém pode ter
- claro. seu trabalho tem perfume de mulher na suas roupas — digo — e só pra você saber, eu nem iria mesmo com ele.
- então porque está agindo como se fosse algo importante pra você? — diz pondo alguma bebida no copo.
- por que os poucos lugares que vou, você tem que mostrar que é dono de mim — digo caçando a droga do celular
- será porque eu sou o seu dono, — diz me deixando vermelha de raiva.
- podemos ir embora? — ele faz um gestos com a mão no estilo : passe majestade.
-Any, tem um homem chamando você. — Mely diz me fazendo deixar o livro de lado.
- quem é ? — pergunto
- como eu vou saber ? — ela diz me fazendo soltar um riso
- fica aqui que eu já volto — digo me levantando e indo até a sala dando de cara com Chaz .
-Ei, você aqui — digo já que ele nunca vem aqui , então deve ser importante .
...
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aqui tem todo o capítulo completo. isso é porque eu tenho leitores aqui e lá e se eu postar a mesma coisa nos dois, não vai haver comentários. Se você não tem conta no Anime ainda, faz uma é super rapido e logo logo eu não irei mais postar essa história aqui, será apenas lá! eu não quero perder você , é sério. O site lá tem praticamente todas as ferramentas dele e umas coisas a mais, tipo: Bate- papo, vocÊ pode ser amigo do escritor e de outros leitores. se alguém aí fizer o cadrastro , me adiciona como amiga : http://animespirit.com.br/loveskylie ( só pra ficar mais facil)
Pra quem não entendeu, a continuação desse capítulo está lá;
então é isso....
xx
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