Guerreiros do Chaos

17 Capítulo 16 - É bom lhe ver novamente, Erebus


Notas iniciais
VOLTEI MEUS AMORES!!!! Em minha humilde defesa, eu estava doente, sim amiguinhos, eu estava quase morrendo (olha o exagero) de dor, quase desmaei, teve enem, não pude fazer o segundo dia, meu colégio já esta no fim e logo vou ter que fazer recuperação de matemática (quem mandou eu ser péssima nessa matéria?). Mas, o importante é que eu voltei e com capitulo. Aproveitem.

O coração dos semideuses acelerou e eles esperaram por algum comando dos guerreiros, afinal, eles haviam aprendido que eles odiavam a bagunça que se tornava quando havia alguma batalha.

— O que se aproxima não é diferente do que seus antepassados enfrentaram, por conta dos deuses terem os acomodado com a derrota de Gaia, talvez, vocês não saibam nada sobre como sobreviver fora daqui, contudo, terão que aprender do pior modo, lutando — Cerys falou.

— Deixem seus instintos guiarem vocês, afinal, o instinto semideuses é usado para sobrevivência — Cyd falou.

— O que nos aguarda? — um semideuses perguntou no meio da multidão que havia se formado em frente aos guerreiros.

— Quem perguntou? — Mia perguntou curiosa.

— Eu — um garoto respondeu se esgueirando até está na vista da primordial do amor amaldiçoado — Sou Carter, filho de Hermes.

— Olá Carter — a mesma sorriu largamente para seu escolhido, mas não havia tempo para recolhesse-lo, não quando uma batalha os esperava ao lado de fora — São apenas algumas espécies de monstros e dois primordiais.

— Eu esperava mais — Dionisio comentou.

— Eles não sabem sobre nós e nem que estamos aqui, e assim como nós, eles sabem sobre sua incapacidade para lutas — Emma comentou e deu um sorriso de lado.

— Preparem-se — James falou.

— Eles chegaram — Ruby avisou.

Com suas armas apostos, os semideuses seguiram os guerreiros para fora do refeitório e de encontro a batalha que os aguardava. Assim que terminaram de subir a colina, logo puderam avista o exército de monstros guiado por dois primordiais, a surpresa não foi evitada no rosto de Emma e de Thomas, ali, liderando o exército não estava nada mais do que Erebos e Prometeu.

— Acho que nossa luta chegou mais cedo, maninha — Thomas falou ao parar ao lado de Emma.

— Vamos mostrar a eles como se resolve na luta — Emma falou sorrindo.

O rosto de Erebos se tornou sombrio ao ver os guerreiros em frente aos campistas, seu espião não havia o avisado sobre os trezes estarem ali, se soubesse não teria atacado, ninguém havia lutado com eles e saído vivo para contar história.

— Por que travaste, Erebus? — Prometeu perguntou intrigado.

— Essa batalha já está ganha e não é por nós — Erebus respondeu depois de um suspiro.

— É bom lhe ver novamente, Erebus — Emma falou sorrindo — A última vez que nos vimos, eu estava sendo coroada rainha de Lúcifer.

O incor do primordial da escuridão correu quente em suas veias, ele esperou por milênios para poder assumir Lúcifer, porém, foi uma estupida semideusa recém trazida que foi coroada em seu lugar, Lúcifer deveria ser seu por direito... Não, Lúcifer era sua por direito.

— Ataquem, mas a garota atrevida é minha — Erebus falou e sorriu maldoso.

Os guerreiros se tornaram invisíveis no meio da destruição que se seguiu, deixando os semideuses impressionados, mas não teria tempo para admiração, eles precisavam lutar. Os semideuses, mesmo que inexperientes, seguiram o conselho que lhes foi dado, quem os guiava naquela batalha era seus instintos e não eles.

Emma parou em frente a Erebus, um sorriso brincalhão estava em seus lábios, ao contrário do primordial da escuridão que estava sério.

— Por que tão sério, Erebus? — perguntou a garota — Não deveria guarda rancor.

— Menos fala, Emma.

— Se assim deseja — a mesma deu de ombros.

Erebus sem pensar partiu para cima da guerreira que não demorou a se desviar e logo ambos se tornaram apenas um borrão de luzes. Emma bloqueou a espada que ia em direção ao seu coração e logo chutou o primordial para longe, o mesmo se levantou irritado e partiu novamente para cima dela.

Emma desviou novamente da espada e usando da distração e a raiva do mesmo e lançou sua adaga no ombro do primordial que foi jogado para trás com o susto. O borrão estava desacelerando e logo todos os semideuses e guerreiros puderam ver o que estava acontecendo, Erebus estava totalmente machucado por conta da espada de Emma, já a garota tinha apenas algumas marcas, contudo, nada muito grave, comparado ao primordial.

Tudo se tornou lento para Cerys, assim que a mesma viu seu irmão empurrar a deusa da caça e receber por ela a espada banhada em fogo infernal, os olhos do filho de Caos se arregalaram, porém, eles não estavam mais negros e sim verdes, revestidos em castanhos. Cerys observou sem reação o corpo de seu irmão ser consumido pelo fogo, ela não se importava mais com quem a atacasse, tudo o que ela queria no momento, era que seu irmão não estivesse morrendo.

A garota não sentiu quando seu corpo foi desfalecendo de encontro ao chão, seus olhos ainda voltados para o filho de Chaos, a mesma não notou quando seu protegido a defendeu de um golpe mortal, ela não viu quando os inimigos partiram, ela não viu a derrota de Erebus, ela não viu absolutamente nada, apenas os olhos verdes de seu irmão, antes de serem consumidos pelo fogo e logo, desaparecessem.

— Cerys — ela ouviu ser chamada, mas não queria responder, não tinha forças.

— Ele não está morto — então por fim, fechou seus olhos.