Quinn estava preparando os bolinhos para a venda enquanto Puck chegava e já começava o sarcasmo:

— Não sabia que tínhamos sala para aula de economia do lar.

— O quê é tudo isso?

Quinn nem olhava para o rosto dele, mas da mesma forma disse:

— Ingredientes para os bolhinhos, para essa feira idiota...

Puck olhava para a assadeira. Pegou a mão de Quinn e colocou dinheiro:

— O quê é isso? — Falou ela.

— O que sobrou do meu negócio de limpar piscinas... depois que comprei molhos e nunchakus.

— Eu entendo que precisa de dinheiro para... o nosso filho.

Quinn olhou para o rosto de Puck indignada com o quê ele havia dito:

— Para o meu filho.

— Dezoito dólares.

— Quanto o Finn deu para você? — Ele falou.

Quinn abaixou a cabeça:

— Pare.

— Eu já avisei.

— Esse bebê não pode sair com um mohawk.

— Eu vou morrer jurando que o filho é do Finn.

Então ela devolve o dnheiro para ele.

— Seria muito legal se ele tivesse um mohawk. - Disse Puck.

— Você é um cabeça de bagre. — Quinn riu.

Puck riu também e disse:

— Não sou.

Quinn pega o ovo e joga na cabeça do Puck. Já Puck pega um pouco de farinha e joga no rosto dela. Quinn pega chocolate instantâneo e joga em Puck. Ele pega também o chocolate instantâneo e joga na roupa de Quinn.

— Ah, já estava medido!

Os dois começam a guerra de farinha e chocolate instantâneo.

— Pronto, vamos. — Puck diz.

Não param de jogar um no outro. Riem e Puck chega até Quinn, pega em seus cabelos e ela sorri, timida.

Finn chega na sala assustado com os dois e diz:

— Que é isso?

Eles olham para Finn e riem um pouco.

— Estamos assando coisas. — Diz Quinn.

— Estou vendo. — Diz Finn ainda assustado.

— Eu vou me trocar. — Diz Puck todo sujo e sai.

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